| Copa Sul-Americana - A ressureição do São Paulo! |
| Vendo no início do ano os grupos da fase brasileira da comeptição, talvez poucos são-paulinos acreditassem que poderiam passar tendo Vasco e Grêmio no cangote, SUPOSTOS grandes times. Mas, quando chegou a data dos jogos, os times estavam em frangalhos. O gaúcho foi ridiculamente eliminado da Libertadores e perdera metade do elenco enquanto que o Vasco da Gama, antes um dos favoritos para o Campeonato Brasileiro, se preocupou mais em fugir do rebaixamento. Então vieram duas vitórias, incluindo um notável 4x0 no Olímpico em que torcedores gremistas invadiram o campo. O São Paulo passou à derradeira etapa brasileira num mata-mata contra o Fluminense. Venceu em casa por um placar simples e conseguiu o empate no Maracanã, graças a uma cabeçada de Lugano. Por ter, junto com o Santos, passado para a fase internacional, o bi-campeão mundial já respirava ares de competição inter-americana mais uma vez. E ainda respirará em 2004. Ou seja: a CSA seria uma preparação para a vindoura Libertadores. E como estivesse sem títulos até o presnete momento em 2003, todos queriam muito levantar esse troféu. Veio o The Strongest, da Bolívia, que demonstrou ser o The Weakest nas mãos do São Paulo. Primeiro, levou uma goleada na altitude do quintal de casa. Para completar, levou outra ainda pior, com direito a declaração de amor do Souza. Após isso, o time mais forte de todos, talvez. O River Plate, que terminou o ano como carrasco dos brasileiros. Após ter eliminado o Corinthians na Libertadores (oitavas), eliminou o Tricolor Paulista nas semi-finais aqui. Mas não custou barato: Venceu por 3x1 em casa mas no Morumbi a raça são-paulina (aliada à técnica, claro) deixou tudo igual (2x0 = 3x3, prorrogação! Nos pênalties, Rogério não conseguiu brilhar e Souza e Lugano erraram para o São paulo. Luís Fabiano sequer estava lá para cobrar. Por quê? Porque havia sido expulso mais uma vez defendendo a camisa do time que ama. Mas não foi culpa dele desta vez, há de se comentar. Ele due uma voadora num argentino (fotos na Galeria da tela anterior) mas não foi o único do quebra-pau: todos estavam se degladiando no momento que precedia os penais. Por que seria logo ele o escolhido? Convenhamos que os pletenhos estavam merecendo. Uma ótima, na minha opinião, declaração dele após o jogo foi que "entre bater pênalti e bater em argentino, fico com a segunda opção"! Mas não importa... O Ciensiano acabaria como campeçao! |