Começou o jogo: Brasil pressionando, Turquia arriscando uma vez ou outra e... os turcos é que abriram o placar. Foi já pelos acréscimos do primeiro tempo, o que fez com que o técnico Felipão pudesse dar uma dura no time e armá-lo para um contra-ataque. Ronaldinho, Ronaldo e Rivaldo cansaram de perder gols nos primeiros lances, mas, depois de ums dez minutos de bola em jogo novamente, nós chegamos ao empate: depois do cruzamento de Rivaldo, Ronaldo (o "Fenômeno") se esticou todo e botou a bola na rede. Mas Luis Felipe não soube aproveitar o bom momento do time, colocando Luizão e Vampeta nos lugares de Ronaldo (reclamando de cãibra) e Juninho. A partir daí o time ficou sem criatividade, já que R. Gaúcho não estava muito bem na partida. Mas, depois da saída dele, dando lugar a Denílson, uma nova série de ataques começou. Só que, apesar do show de dribles do Denílson pra cima dos zagueiros adversários, ele trabalhava sozinho na ponta esquerda. De vez em quando, nas ocasiões em que um jogador encostava nele, bons lances saíam: primeiro um gol anulado do Rivaldo (16cm impedido), e depois um lance mais que duvidoso de pênalti. Nesse lance, Luizão caiu fora da área quando tentava uma jogada individual. Acontece que ele já foi correndo colocar a bola na marca da grande área para a cobrança. Enquanto isso, o juiz vinha com um cartão amarelo na mão, que, presumia-se, ser para o atacante brasileiro. Mas, desajeitadamente, ele acabou puxando o vermelho para o zagueiro da Turquia autor da falta. Detalhe: o responsável por toda essa lambança aimda expulsou outro da Turquia depois de Rivaldo ter fingido levar uma bolada na cara (tinha sido na coxa). Depois, o juiz concordou em dar este já mencionado pênalti e Rivaldo marcou no canto direito. Foi só segurar o placar e comemorar muito o desempenho do árbitro. O jogo do Brasil, no entanto, não foi o único do dia. Antes haviam jogado México e Croácia. Todos os que achavam que aquele terceiro lugar dos croatas em 98 não foi zebra, podem ter começado a achar que sim. Num jogo muito sem graça o time da América do Norte acabou se dando bem num pênalti, conseguindo fazer o gol, mas o placar deveria ser, no máximo, 0 a 0 pelo que os dois times apresentaram. E o outro jogo dos três realizados no dia foi da renovada Itália contra o inexperiente Equador. O time que foi segundo nas Eliminatórias, na frente até do Brasil, jogava bem, mas, perto da tradicional tricampeã (agora de novo uniforme), não era muita coisa. Vieri marcou duas vezes no primeiro período. O segundo gol chamou atenção: depois de a zaga Argentina roubar a bola do ataque, lançou-a dezenas de metros até Vieri para que ele ampliasse o marcador, tranqüilo. No segundo tempo a Itália tinha tudo para ampliar a diferença, mas preferiu, quem sabe, se poupar para as rodadas seguintes. |