| Bandeira da África do Sul | |
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Tipo de Símbolo |
Bandeira nacional; símbolo da supremacia branca. |
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Outro Nome |
? |
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Uso Tradicional |
Foi a bandeira oficial da África do Sul durante a dominação branca. |
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Group/ Organization |
National Party, Nationalist Party e outros partidos africânderes de direita. |
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Simbolismo |
As três pequenas bandeiras na faixa branca representam os principais povos brancos que colonizaram a África do Sul: holandeses, britânicos e alemães. A bandeira representa o status especial dos cristãos e judeus brancos sobre a maioria negra e várias minorias - compare com a bandeira do Estado de Israel, o símbolo da KKK e a bandeira nazista. |
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História |
Colonos holandeses e hunguenotes (presbiterianos franceses) fugidos das guerras religiosas na Europa iniciaram seus assentamentos em 1652 e deram início a uma série de guerras contra as nações negras nativas. A Inglaterra recebeu o território, em 1814, no Congresso de Viena, conseqüência de várias guerras contra fazendeiros locais, os boers, como os descendentes dos colonos holandeses e hunguenotes passaram ser chamados. Revoltados contra o governo britânico, que estabeleceu direitos legais para negros livres e mulatos e aboliu a escravidão, cerca de 12.000 boers deixaram o Cabo, no que é conhecido como a Grande Jornada (Great Trek). Durante os anos de 1850, eles estabeleceram duas repúblicas boers, a República Sul-Africana (Transvaal) e o Estado Livre de Orange. No Transvaal habitavam povos negros de língua bantu que foram derrotados pelos boers. Houve tensões entre brancos não africânderes e africânderes, como são mais conhecidos os boers. As duas repúblicas boers, declararam guerra aos britânicos. A Guerra dos Boers ou Guerra Sul-Africana (1899-1902) foi vencida pelos britânicos que estabeleceram (1910) a União da África do Sul. Esta sob o Primeiro Ministro J. B. M. Hertzog (1924-1939) obteve independência (1931). Após isso, os não brancos foram segregados. Os governos do Partido Nacional, que governou de 1948 a 1993, sustentaram o sistema de apartheid. F. W. De Klerk revogou o banimento do Congresso Nacional Africano (CNA) e soltou Nelson Mandela. Todo o sistema legal do apartheid teve um fim em 1991. Em 1994, houve eleições abertas a todas as raças. |