|
Cidade de Russas – Ceará – Brasil História: Suas origens remontam ao terceiro quartel da segunda metade do Século XVII, havendo como referência a chamada Guerra dos Bárbaros. Nesse turbulento final de século, em que a Capitania do Ceará achava-se ameaçada pelas hordas nativas, instalou-se no reduto uma sede de guarnição, tendo como dispositivo de segurança a paliçada a que se denominou de Forte do Jaguaribe (1701).
|
|
|
|
|
Cidade de Ribeirão Pires – São Paulo – Brasil Ribeirão
Pires, devido a sua posição geográfica, foi usada como passagem obrigatória
àqueles que pretendiam chegar aos campos de Piratininga (em tupi, peixe
seco), que vinham da região portuária de Santos. A partir de 1558, o
território do atual município de Ribeirão Pires foi incorporado a São Paulo
do Piratininga, formando uma vasta área territorial.
No
século XVII, as terras nas proximidades da Serra do Mourão, passaram a ser
cobiçadas, passando a existir um novo processo de povoamento, com o principal
objetivo de explorar as minas de ouro. Caaguaçú passou a ser conhecida, pois
até então era quase inexplorada. |
|
|
|
|
Vila
de Paranapiacaba
Santo
André - São Paulo – Brasil
No século XIX, a economia brasileira baseava-se
quase que exclusivamente em um único produto de exportação: o café. Este,
gradativamente, ganhou espaço como um bem de grande valor comercial e
possibilitou o surgimento, aqui, da "single enterprise"
ferroviária. Assim, em 1854, por iniciativa do Barão de Mauá, a concessão da
ferrovia a ser construída foi cedida a São Paulo Railway Company pelo prazo
de 90 anos. A ferrovia trouxe da Europa toda uma tecnologia inaugurada a
partir da invenção do vapor, mas, aqui em São Paulo, enfrentou o desafio de
vencer o grande desnível que separava o planalto paulistano da Baixada
Santista, ou seja, a ligação das principais regiões produtoras de café ao seu
terminal exportador, o porto de Santos. A solução desse problema exigiu muito
tempo e demandou grandes capitais bancados pela Inglaterra. A 15 de maio de 1860, as obras foram iniciadas.
Durante os trabalhos de preparação do leito e instalação da linha com 139 km
foi necessário que se constituísse um acampamento no alto da serra do Mar a
796 m de altitude. O local escolhido para o acampamento principal ficava no
topo da serra e era próximo das obras. Esse local - que era um vale
circundado por morros onde a Companhia, circunstancialmente, instalou o
pessoal operacional, técnico e administrativo do sistema ferroviário -
denominou-se Alto da Serra. Não se pode afirmar com precisão quando se formou
a Parte Alta, mas sabe-se, com certeza, que ela nasceu através da implantação
da ferrovia e, quando esta foi inaugurada em 1867, uma pequena aglomeração já
existia na Parte Alta. Era um pequeno povoado de casas de pau-a-pique e
palha, quando Bento José Rodrigues da Silva, saindo de Mogi das Cruzes,
construiu uma picada que finalizava no Alto da Serra. No local de chegada, em
1889, foi erigida a igreja matriz. "Nesta fase inicial da construção, houve a
ocupação dos locais hoje correspondentes à Vila Velha a partir da Parte Alta,
por um acampamento de operários. (…) Foi determinado um eixo principal - Rua
Direita que dava acesso aos depósitos e oficinas, distribuindo-se
desordenadamente em torno desta rua as construções dos operários: ainda os
mesmos casebres de pau-a-pique ou pau roliço amarrado, cobertos de sapé. A
Companhia tinha suas construções (…) cobertas com folhas de ferro galvanizado
ondulado." No período que vai de 1860 ao final de 1899, Alto
da Serra, na Parte Baixa, manteve, basicamente, as características e a feição
de acampamento que serviu de alojamento à construção da ferrovia. Prof.
Issao Minami |
|
Santa
Anna Pélago – Modena – Itália
Nosso ancestral da
família Nannini era Domenico Nannini. Em seu passaporte, emitido em 1894 encontra-se
a informação de que ele veio de S. Anna Pélago, Modena, Itália. Ele casou em
São Paulo com uma Italiana (veja certidão de casamento). Até o ano passado eu não
tinha muitas informações, porém, em função desta página na Internet, recebi a
carta abaixo da Senhora Caterina Nanini Pighetti. Ela conta um
pouco da história de S Anna Pelago, da família Nannini e também enviou as
fotografias ao lado. O Texto abaixo está em Italiano. Primeiro e-mail: De: silvia nardini [mailto:[email protected]] Carissimi Alessandro e Cintia io mi chiamo silvia e mia nonna di s'annapelago (Caterina Nannini) era cugina o parente con Domenico Nannini..... volevo sapere se in brasile ci sono altri Nannini e altri cugini che in quegl'anni vennerò li che fu del loro destino. Spero che riusciate a capire l'italiano e di aver presto una vostra risposta baci Silvia Segundo
e-mail: ----- Original Message ----- From: Nadia Pighetti Sent: Monday, November 25, 2002 5:38 PM Subject: I: Famiglia Nanini... From: Alessia Pighetti To: Silvia Nardini Sent: Monday, November 25, 2002 3:58 PM S.Annapelago il 26 dicembre 1896 fu
distrutta da una frana e dopo quel disastro il paese fu sia dagli
abitanti rimasti sia dagli emigranti d'America e Brasile che mandarono
offerte in denaro. Tuttora nel campanile di S'Anna c'è una grossa campana di
bronzo offerta da uno zio di mio padre che si chiamava Battista Nanini
residente nei dintorni di San Paolo del Brasile. Nel 1946 tramite una signora di S'Anna che si trasferì in
Brasile, mio padre venne a sapere che in Brasile vivevano tanti suoi cugini,
ed essendo ancora viva una mia zia di nome Caterina Nanini lei si mise
in contatto con questi nipoti. Da questa corrispondenza mandarono una foto e uno di loro si
chiamava Giacomo Nanini e aveva 2 figli maschi e 2 femmine di cui
una si chiamava Marta, probabilmente il nome della nonna paterna dato che la
moglie di Battista Nanini si chiamava Marta e se ben ricordo era di Genova. Qui a
S'Anna rimase solo il mio nonno Ferdinando e tre sorelle Lucia, Annunziata e
Caterina. Mio padre Giuseppe (detto in familia Iuffa) era figlio di
Ferdinando e l'unico maschio con 4 sorelle e ora di questo ramo dei Nanini
sono rimasta solo io e una mia sorella e non avendo figli maschi la nostra
dinastia continua in Brasile. Mi farebbe molto piacere ricevere le
foto dei Nanini residenti in Brasile. Io mando le foto di me e la mia
famiglia. Lo sposo di questa foto è pure lui pronipote di una Nanini
residente negli USA e questa estate si è venuto a sposare nella chiesa di
S'Anna. Tanti saluti a tutti i Nanini Caterina Nanini Pighetti |
|