Relatos da Sagrada Ordem da Luz
Livro dos Registros dos Atos e Decisões da SOL

  1. por Robert Sulphur, 15 Nov 2007
  2. por Sieg, 15 Nov 2007
  3. por Lithan, 15 Nov, 2007
  4. por Sieg, 16 Nov 2007
  5. por Sieg, 21 Nov 2007
  6. por Kaly, 21 Nov 2007
  7. por Sieg, 21 Nov 2007
  8. por Sieg, Dez 04, 2007
  9. por Sieg, Dez 13, 2007
  10. por Sieg, Dez 15, 2007
  11. por Lithan, Dez 24, 2007
  12. por Sieg, Jan 23, 2008
  13. por Sieg, Fev 13, 2008
  14. Por Robert Sulphur, Mar 05, 2008
  15. por Sieg, Mar 08, 2008
  16. por Slotus, Mar 17, 2008
  17. A Saga da Sagrada Ordem da Luz: A Demanda pelos Fundamentos
    1. Os Preparativos
      1. Acontecimentos Prévios:
      2. Interlúdio: Uma aliança para Sempre
    2. A Demanda da Sede da SOL
      1. A Longa Jornada
      2. O Deserto
      3. Perigos do Deserto
      4. Surpresas do Deserto
      5. Bedine
    3. Revelações no Deserto da SOL
      1. A Queda
      2. Moribundos
  18. por Slotus, Abr 11, 2008
  19. por Slotus, Abr 12, 2008
  20. por Sieg, Abr 15, 2008
  21. por Sieg, Abr 23, 2008
  22. pelos guardas do acampamento, Abr 28, 2008
  23. por Lithan, Abr 28, 2008
  24. por Sieg, Mai 07, 2008
  25. por Sieg, Mai 12, 2008
  26. por Sieg, Mai 13, 2008
  27. pelos guardas do acampamento, Mai 21, 2008
  28. pelos guardas do acampamento, Jul 08, 2008
  29. por Beldar, Jul 08, 2008
  30. pelos guardas do acampamento, Jul 15, 2008

por Robert Sulphur, 15 Nov 2007


Antes mesmo de aparecer em frente à taverna, Foi Robert Suphur, Kelemvorita e Mentor de Prusik quem o encontrou largado à propria sorte em um pequeno caminho que antecede a entrada do caminho sant'areill.

Robert logo reconheceu que se tratava de seu pupilo, pegou o corpo de Prusik e o colocou na cela de seu cavalo marrom, trouxe até o forte Draelok pedindo por socorro.

Ao entrar no Forte com o corpo de Prusik em seus braços e não encontrando ninguém, Robert rapidamente se dirige ao segundo andar, acha o primeiro aposento disponível e o deposita na cama, gritando por ajuda e socorro imediato.

Logo após entra no quarto uma pantera negra à qual Robert reconhece como sendo de Raistlin. A pantera carregava consigo um bilhete que dizia que tinha algumas notícias importantes mas que teria que falar em sigilo, pois sua vida poderia correr perigo devido ao vazamento de informações. Robert pega o mesmo bilhete, escreve no verso que o encontraria em Sholo para averiguar o ocorrido e entrega para a pantera, para ela devolver ao mago a resposta de seu bilhete.

Algum tempo depois, Sem que fosse atendido por Naomi e Bailian, pois achava que estes estariam em outros aposentos no mesmo forte, chega Kaly, outra Kelemvorita e começa a ajudar Robert no tratamento dos ferimentos de Prusik.

Robert delega a Kaly a responsabilidade de cuidar de prusik enquanto se dirige ao encontro com Raistlin, no encontro o mago diz que não deveria estar ali, mas que não teve envolvimento no ocorrido, que ao entrar no templo onde Prusik fora levado por Voodo, Laurio e Lilia, os mesmos o impediram de continuar com ele... Depois os viram levar o corpo de Prusik para fora da cidade... Raistlin aproveitou a ausência para resgatar os pertences de Prusik, que os entregou a Robert, Raistlin diz que tentaria ajudar no que pudesse, mas que não poderia se revelar pois mantinha algumas relações com uns estudiosos em Várion e não queria ser prejudicado.

Robert Retorna ao forte, guarda os pertences e continua cuidando de Prusik, mas resolve sair novamente para achar Clérigos poderosos como a Srta Naomi ou o Sr Bailian.


por Sieg, 15 Nov 2007

Siegfried retorna cansado, mas com um sorriso discreto um tanto quanto peculiar em seu rosto, visto que a melancolia parece ter se esquecido de si um pouco.
Os soldados da Legião Dourada não entendem o porquê desta alegria, e Sieg percebendo a curiosidade de seus companheiros, lhes conta o que se passou.
Logo estes comentam com os soldados do Forte, e estes com os cidadãos de Sholo, o que espalha a novidade com o vento faz com a poeira.

Siegfried lhes conta como estava abatido e cansado, na região da antiga Taverna do Buraco da Cotia, hoje apenas entulho e lar de besouros monstruosos, e como, por obra divina, um grupo de cavaleiros se reuniu ao seu redor.
Siegfried narra a conversa que se segue, onde recebe apoio dos presentes na missão que se auto-impôs de investigar e tentar livrar a cripta de Weznor da aura maligna que tomou seu interior.
A este grupo de desconhecidos junta-se o senhor Simo, companheiro de outras datas de Sieg, e membro honrado da SOL. Juntos começam o caminho para a cripta, e neste caminho encontram com a senhora Shiva e um senhor, que lhe dizem ser Laurio.
Uma aura maligna é sentida envolta de Shiva e de Laurio, e Sieg estranha o fato, pois a senhora Shiva sempre lhe foi muito carinhosa e amigável, estando irreconhecível neste encontro. Uma breve troca de palavras se passa, e Sieg e uns companheiros trocam impressões e informações sobre o senhor que acompanha Shiva.
Sieg pensa em fazer algo, mas sem a certeza do que ocorre, espera encontrar com o senhor Raistlin para tomar alguma resolução a respeito.
Assim, seguem para a cripta. Antes de entrarem, Sieg organiza o grupo, que recebe o auxílio dos Kelemvoritas Prusik e Kaly, antigos companheiros e amigos leais de Sieg e da SOL.
O grupo ora e sob a proteção de seus deuses avança cripta adentro. Muitos perigos são enfrentados e vencidos, até o ponto em que uma ponte se mostra a frente. O senhores Eric e Prusik, únicos com a arte de usar arcos, elimina o perigo que circula a ponte, e o grupo a atravessa, tendo de enfrentar um grupo e sacerdotes amaldiçoados.
Vencidos estes desafios, um ainda maior se mostra, onde uma legião de zumbis aparece e ataca o grupo.

Esta legião protege uma sala, onde um mal imensurável é sentido.
Tal mal é de dimensão enorme, e a simples presença em tal sala causa um mal-estar que retira a energia do grupo, que desfalecendo se vê obrigado a recuar deste local.

Findada a busca pela fonte do mal, Sieg e o grupo resolvem que seria melhor voltar com um clérigo cuja fé seja suficiente para que elimine o mal existente neste local.
A volta é tão ou mais atribulada que a ida, de tal maneira que um membro do grupo, Lithan, é pego de surpresa por mortos-vivos recém-invocados por outros sacerdotes malignos e tomba ante devastador ataque surpresa.
Sua morte é vingada, mas todo o grupo sente o peso da morte de um companheiro.
O grupo recua, e após vencer os desafios restantes se recupera do lado de fora da cripta.
Sieg e o grupo decidem então ir a Nova Benzor buscar ajuda junto ao sacerdote Logan, um Helmita e aliado de Sieg.

O sacerdote, usando de seus dons divinos, consegue trazer de volta Lithan. O grupo, então, se reune na praça em frente a Fortaleza Vigilante, onde uma reunião ocorre.
Nesta reunião Sieg expressa seu desejo em ter os nobres cavaleiros como aliados da SOL.

Alguns, como os nobres Alex, GrayFord e Lithan, aceitam com prazer e extrema devoção entrar para a SOL. Outros, como os Kelemvoritas, agora sendo estes o senhor Robert e Prusik, cavaleiros, e a senhora Kaly, clériga, recusam entrar para a SOL, mas mantém a amizade e lealdade tanto a SOL como pessoalmente a Sieg, e continuam sua jornada no que sabem ser sua missão.
O senhor Eric decide não se juntar a SOL, mas mantém uma boa amizade e companheirismo, sendo bem tido no conceito de Sieg, percebem os soldados.
Assim, Sieg encera seu relato, exausto mas contente com o que ocorreu.
Sieg deixa ordens de que o senhores Alex, GrayFord e Lithan sejam bem recebidos no Forte como Acólitos da SOL. A estes devem ser oferecidos acesso restrito ao forte, pois ainda são acólitos, mas não membros efetivos da Ordem. Estão sob provação ainda, mas mesmo assim são membros da SOL.

Sieg agora se volta ao problema de Shiva, e a um aguardo de uma "visita" que espera ansioso, noite e dia.
E sua melancolia volta a atacar, seguida de uma tristeza não compreensível.


por Lithan, 15 Nov, 2007

Siegfried ordena ao grupo para que batam em retirada, pois o mal da Tumba é muito poderoso:

Voltaremos com clérigos mais poderosos e então o mal será destruido!!! Corram que eu cubro a retaguarda!!!

Lithan partiu até a ponte, onde antes foram atacados por arcanos desmortos. Preparando-se para atravessar, eles vêem que brotam das sombras inúmeros inimigos, poderosos soldados-esqueleto. Silenciosos, eles atacam o grupo de surpresa, envolvendo-os na batalha...

Um dos esqueletos rumou contra o sacerdote de Torm, que por um momentâneo lapso não conseguiu perceber a aproximação dos inimigos. Com um golpe movido pelo mal, o guerreiro monstro conseguiu se aproximar pelo flanco do clérigo e rasgar as costas de Lithan com um poderoso golpe. O sacerdote sentiu uma dor terrível, antes de sua vista escurecer e ele tombar...


por Sieg, 16 Nov 2007

Siegfried deixa ordens de que os novos acólitos da SOL, os senhores Alex, DrayFord, Lithan e Reaven, devem ser bem recebidos por todos no forte, como cavaleiros honrados e valorosos que são.
O aceso as áreas do forte lhes são ainda bloqueados, até que seu status de cavaleiro lhes seja conferido em uma cerimônia oficial.

Siegfried também é visto procurando por uma costureira chamada Ritalina Monza ou qualquer outra que tenha a mesma profissão, para que esta lhe confeccione capas personalizadas para os membros da SOL.


por Sieg, 21 Nov 2007

Siegfried, acompanhado de sir Lithan, senhora Kaly, um gnomo chamado Necron e uma mulher desconhecida chegam ao Forte Draelok, sede da SOL, trazendo nos braços um homem desfigurado.

Siegfried dá ordens de que se chame o oficial-médico do forte, para que cuide do ferido. Os primeiros cuidados são prestados pelos presentes, a fim de diminuir a dor e sofrimento do moribundo homem.
É revelado que tal homem, coberto de ferimentos, queimaduras, cujo olho fora arrancado e a boca costurada, é o senhor Prusik, aliado da SOL.

Os soldados vêem Siegfried dando ordens a Lithan e Kaly para que recorram a algum dos sacerdotes das cidades mais próximas, Nova Benzor ou Tobaro, para que venham imediatamente ajudar na recuperação do senhor Prusik.
Ambos partem apressadamente, enquanto Siegfried começa a escrever cartas e as enviar por meio de emissários aos diversos reinos e povos de Nordok.
Uma destas mensagens é repassada a todos do forte, e para que estes a espalhem aos quatro ventos, para que todos tenham conhecimento do decidido.
Uma cópia foi afixada no quadro de avisos do Forte, e é reproduzida abaixo:

:reprodução da carta afixada no mural do Forte Draelok:

"Caros irmãos e irmãs da SOL,

É com profundo pesar que vos comunico um incidente lamentável ocorrido com o senhor Prusik, valoroso servo de Kelemvor e honrado aliado da SOL.
O cavaleiro Prusik viajava em missão pessoal a Várion, quando foi atacado covardemente por 4 pessoas. Tais pessoas, ainda a serem averiguadas e reconhecidas, não só usaram de artifícios escusos e covardes para atacar de surpresa uma pessoa reconhecidamente pacífica e bondosa, como também usaram de tal crueldade após dominar ao senhor Prusik que este mal pode ser reconhecido quando encontrado desmaiado em Sholo.
O senhor Prusik, em seu martírio, fora mutilado, cegado, tivera sua língua queimada e sua boca costurada, além de inúmeras contusões, cortes e queimaduras por todo o corpo.
Tal senhor encontra-se agora sob cuidados do corpo de oficiais-médicos da SOL, em nosso forte, mas permanece em estado crítico devido a extensão de seus ferimentos. Rezamos à Tríade e a todos os deuses que tenham compaixão de nosso estimado companheiro e que o restabeleçam em sua plena saúde o mais rápido possível.

As investigações sobre quem cometeu tal ato estão em andamento, mas a princípio, e isto não é uma afirmação, mas sim uma suposição fundamentada em relatos do próprio senhor Prusik e de testemunhas confiáveis, os suspeitos envolvidos são quatro pessoas, descritas e referenciadas a seguir:

Raistlin:
residia em nosso forte e era tido como aliado da SOL. Arcano, era conhecido por todos na região. Tem uma noiva, chamada Shiva, e estavam para se casar em nosso forte.

Laurio:
esteve em nosso forte poucas luas atrás. Foi bem recebido, com direito a todas as honrarias devidas a um ex-aliado de membros da SOL, bem como a um oficial do exército de Várion. Possui grande conhecimento na arte da guerra e é tido como poderoso guerreiro.

Voodo:
um halfling, cujas atividades e paradeiro são desconhecidos até o momento.

Lilia:
uma guerreira, cujas atividades e paradeiro são desconhecidos até o momento.

Em virtude do ocorrido, e em face de todos os desafios que se levantam em nossa sagrada missão de levar justiça, paz, conforto e esperança a todos desta terra, vos coloco as seguintes diretrizes:

1 - Ficam declarados impedidos de entrar em nosso forte todos os suspeitos envolvidos no infame ataque, nomeadamente:
Voodo, Lilia, Laurio e Raistlin;
A senhora Shiva deve também ser impedida de entrar no forte, frente ao seu envolvimento com Rastlin, até que tudo seja devidamente apurado.

2 - Todos os bens do investigado Raistlin devvem ser removidos de seu aposento e guardados em lugar seguro até que se apure toda a verdade deste caso. O mesmo se aplica aos bens de sua noiva, a senhora Shiva.

3 - Qualquer encontro entre um membro da SOL e um destes indivíduos deve ser reportado a guarda do Forte e posteriormente a mim, para que medidas sejam estudadas. Deve-se evitar todo e qualquer contato com qualquer um destes acima supra-citados, bem como envolvimento em situações com os mesmos.

4 - Os membros da SOL NÃO devem, e reitero, NÃO devem se envolver em duelos, disputas, contendas ou qualquer outra postura hostil frente aos envolvidos no ataque ao senhor Prusik. Estão TERMINANTEMENTE proibidas toda e qualquer revide e vingança, por quaisquer meios, aos citados.

5 - É VETADO aos membros da SOL fazer ameaças ou acusações aos suspeitos, até que sejam apuradas todas as verdades do caso.

Caros irmãos e irmãs, solicito total empenho na investigação deste caso. Toda e qualquer informações deve ser repassada para que possamos findar este caso, e aplicar as punições e sanções devidas aos infames e desprezíveis operadores desta covarde agressão.

Os votos de que Tyr e a Tríade nos guiem nas veredas da justiça!

Saudações,

:assina Siegfried Walsung: :Selo da SOL: "


por Kaly, 21 Nov 2007


Kaly e Lithan seguindo as ordens do sr Siegfried, foram em busca de um clerigo que pudesse tratar do Sr Prusik, que está a 3 dias a beira da morte e sem condiçoes de relatar o que lhe foi ocorrido apezar de todo tratamento e curas que lhe foram cedidos.

Como o sacerdote de Nova Benzor estava ocupado realizando o enterro do Rei Tygo Lithan e Kaly preferiram recorrer ao sacertode de Lathander, sr Parker, na catedral do amanhecer em Tobaro, porem o sacerdote n podia deixar seu posto e seguir viajem para o forte de sholo e para nos ajudar, disse-nos preparar um pergaminho de restauração que poderia ser usado por sacerdotes menos experientes para recuperar a saude do paladino Prusik.

Para o preparo do pergaminho foi pedido ao membro da SOL Lithan e a srta Kaly que buscassem a cabeça ou mesmo uma mão de um Troll, monstro encontrado na estrada sul perto da floresta de Lominthar, os companheiros preferiam seguir o caminho mais seguro por hollows para chegar a estrada sul, mas esta n foi uma boa escolha, no caminho encontraram com o mago Raistlin e com a Kelemvorita Laura , Laura acompanhou os amigos até hollows onde após as oraçoes costumeiras dos aliados de fé, aconteceu algo inesperado.

Uma encomenda foi entregue a srta Kaly, e observando tudo estava um sr todo encapuzado que se apresentou como Laurio!
lembrando das ordens do Sr Siegfried, Lithan e Kaly pensavam em um meio de evitar este sr... e a historia continua...


por Sieg, 21 Nov 2007

Siegfried, depois das mortes dos dois soldados da Legião Dourada em pleno forte Draelok, e depois de conversar com o líder do turno, emite um comunicado publicado em toda a Sholo, onde se convoca o senhor Belad, pescador, para se apresentar novamente no Forte.
Também, no mesmo comunicado, é avisado que todos estejam atentos a pessoas vestidas com túnicas pretas e portando alabardas, pois esta é toda a descrição do assassino até o momento.


por Sieg, Dez 04, 2007

Uma ordem escrita é passada a todos os soldados da guarda do Forte Draelok. Tal ordem recomenda estrito segredo sobre seu assunto, mas do pouco que vazou, relata-se que a mensagem contida em tal ordem se refere ao aguardo para breve de uma visita. Em função das medidas de segurança tomadas após a seqüência de ataques ao forte, tal visita será reconhecida por dois sinais especificados na ordem, mas que devem ser mantidos em segredo até ordem em contrário do próprio Siegfried.
Todos estão muito apreensivos e alertas no forte, temendo novos ataques e ansiosos por saberem que seria tal "visita".


por Sieg, Dez 13, 2007

Algumas pessoas na taverna de Sholo e no forte Draelok vêem Siegfried andando pra cima e pra baixo observando e admirando uma moeda de uns 10 cm, feita de obsidia e com um rubi entalhado num lado, e um símbolo estranho do outro.
alguns disseram ser um artefato drow, mas ninguém tem certeza.


por Sieg, Dez 15, 2007

Após uma reunião muito conturbada e cheia de desavenças, Siegfried retorna ao forte vindo de Nova Benzor com algo muito escondido e protegido.
Ele dá ordens de que a segurança do forte seja reforçada e que nenhuma pessoa entre no forte sem ser anunciada e autorizada previamente.
Apenas os membros da SOL e do Conselho de Nova Benzor tem autorização.

Ele deu ordens aos legionários que encontrassem Tyrus e o avisassem que sua presença se faz muito importante para uma missão.


por Lithan, Dez 24, 2007

O sacerdote de Torm e cavaleiro da Sagrada Ordem da Luz Lithan Honorbound foi visto procurando os membros da SOL por Nova Benzor, Tobaro e proximidades do limite de Sholo. Para os conhecidos, Lithan informava a necessidade urgente de encontrar Siegfried, Beldar e Naomi para tratar de pendências urgentes envolvendo uma sede temporária para a SOL, para firmar raizes antes da retomada de Sholo.


por Sieg, Jan 23, 2008

Relatos de que o líder da SOL, Siegfried Walsung, retornou da ilha do gelo se espalham por Nova Benzor.

Siegfried retornou com uma alegria incomum em seu ser, devido talvez ao encontro com a neve e as temperaturas baixas que o relembraram de sua terra natal, o Vale do Vento Gélido ou IceWind Dale (detesto tradução de nomes próprios).
Porém o peso da perda do Kelemvorita Prusik e do afastamento dos membros da SOL espalhados pelos quatro cantos do mundo pesa sobre seu semblante.

Os últimos relatos atestam que o paladino amargurado foi visto fazendo compras para uma longa jornada, porém o destino ou objetivos são motivo para fofocas e especulações diversas.

Diversas mensagens via pombos-correio foram recebidas e enviadas, a maioria com destino ao clérigo Beldar, em missão há muito tempo, e a Slotus, o monge, a pessoa mais próxima a Siegfried nos últimos tempos.

Também alguns arranjos foram feitos para ajudar nos preparativos de Kaly e Robert, como a encomenda de bolos e quitutes para a recepção após o casamento.



por Sieg, Fev 13, 2008


Após a perda do Forte e a morte de muitos membros das linhas da SOL, Siegfried faz saber na taverna de Sholo, possível ponto de encontro do cavaleiros da SOL, como está a organização da ordem nestes dias conturbados.

Uma carta aberta a todos os membros foi deixada com o taverneiro, onde cada membro, para poder lê-la, deve apresentar seu brasão oficial de membro da SOL.

*escrito a mão, com letra tremida mas bela*
Caros Irmãos e Irmãs,

Saudações,

Esta carta é para vos situar de como está a organização de nossa Sagrada Ordem da LUZ, estimados irmãos e irmãs. Muitas e dolorosas foram as perdas sofridas no processo de perda da nossa sede provisória em Sholo. Todos estamos entristecidos e sofrendo com saudades daqueles que se foram.
No entanto nosso dever se eleva acima de nosso bem-estar individual, sendo sagrado para com nossas obrigações nossa devoção. Assim, venho por meio desta carta vos relembrar como estão nossos quadros, e mais ainda, vos conclamar a se apresentarem para que juntos possamos reerguer nossa ordem novamente.

Uma nova sede está sendo planejada e cuidadosamente estudada, onde temos contado com a inestimável ajuda de nosso caro amigo o mestre Slotus. Os mestres anões, incríveis artífices na arte da construção já se prontificaram, na pessoa do mestre Rugnard, em nos auxiliar na construção da nova sede. Porém o local onde será levantado nosso baluarte a Tríade ainda necessita de preparação, e por isto vos clamo a vos apresentarem. Uma missão partirá em breve para o local, onde o objetivo de desbravar e explorar as redondezas do local deve se mostrar deveras oneroso e perigoso. Assim sendo, quanto mais irmãos e irmãs puderem participar, maior a chance de êxito em nossa missão.
Abaixo segue a relação dos membros de maior cargo, mas não de maior importância, posto que todos temos nossas missões perante nossos deuses e cada um tem seu valor como inestimável para nós e para nossos deuses, independente do cargo ou posição.
Muitos se encontram desaparecidos, cujos paradeiros são desconhecidos. Outros, infelizmente já tombaram, mas não fomos ainda formalmente informados. Em todo caso, se for notada alguma disparidade nesta lista, por favor deixem uma carta junto a esta corrigindo o fato.
Em função das necessidades iminentes de nossa sagrada ordem, em pouco tempo seremos forçados a substituir os nomes dos irmãos e irmãs desaparecidos por outros de irmãos e irmãs que estejam em atividade na nossa região, a fim de dar continuidade em nossas atividades de maneira justa e ordenada, evitando lacunas em nosso organização.
Pedimos então desculpas antecipadas caso um irmão ou irmã se deparem com um novo nome ocupando o seu cargo por direito, e que desconsiderem o cargo como um prestígio em sí, mas sim a possibilidade de servir a nossos deuses como uma dádiva, independente da possição na nossa sagrada ordem.
A todos vós vos desejamos as bençãos da Tríade e a força para fazer prevalecer a justiça e a bondade onde quer que vós ides.

Saudações fraternas,

Siegfried Walsung *assina e coloca Brasão de Líder da SOL*



Subdivisão dos cargos:

Grão mestre da SOL - Uther (Tyr) [Desaparecido]

Conselheiro - Siegfried Walsung [Líder em Exercício] (Tyr), Lorena McDownell [Desaparecida] (Torm), Simo Davis (Ilmater).

Alto Sacerdote - Beldar (Tyr) [Desaparecido]; Lithan Honorbound (Torm)

Cruzado - vagos

Acólitos - Reaven Sumbrea, Alex Warluk [Desaparecido], GrayFord [Desaparecido], Lucius Friederich [Desaparecido]



Por Robert Sulphur, Mar 05, 2008

Robert Suphur se dirige à Tobaro, pois tinha a sensação de que lá encontraria um amigo inestimável e de longa data, pois sabia que tal pessoa costumava visitar com certa frequência os sacerdotes da cidade para manter as relações de amizade...
Ao chegar na frente do templo do amanhecer, se depara com a figura de um homem na entrada da construção, possuindo o biotipo da pessoa a quem procurava, mas esta logo entra no templo e Robert não o alcança a tempo, mas suspira tendo a impressão de que sua busca por tal pessoa terminara...
O cavaleiro Kelemvorita entra no templo, percorre todas as cadeiras até a frente do sacerdote Jonathan Parker, faz as devidas saudações, quando é interrompido por um senhor atrás de sí antes de fazer tal pergunta ao Sacerdote.

- Sr Robert? - pergunta Siegfried Walsung, na tentativa de confirmar o que seus olhos avistaram.
Robert vira-se e vê o Cavaleiro de Tyr, seu amigo procurado, e abre um sorriso de satisfação.
- Sieg! Siegfried! Quanto trempo! estava &aagrave; procura do senhor - Robert estende a mão para Siegfried.
Quando Siegfried estende sua mão para confirmar o aperto de cavaleiros, Robert o puxa pela mesma, concluindo não em um aperto de mãos, mas sim em um abraço fraternal semelhante ao de um pai e seu filho. Perante tal ação inesperada, Siegfried cora de vergonha, mas logo se recompôe e retribui o afeto, então os cavaleiros se separam e Robert toma um ar mais sério.
- preciso lhe falar Sr. é muito impoortante - Robert avista uma terceira pessoa no salão - Em particular preferivelmente.
- Claro, como quiser, venha lhe mostrarei o caminho - Responde Siegfried tomando ciência da importância do assunto apenas ao ao observar a face de Robert.
Siegfried caminha em direção a uma pequena sala dentro do templo do amanhecer, cujo interior se revela uma pedra brilhante em amarelo ouro, os dois entram na saleta e Siegfried fecha a porta.
Algumas horas se passam e a porta da saleta continua fechada, com os dois cavaleiros a discutir o importante recado que Robert fora tratar. E então a porta se abre, com os dois cavaleiros ainda terminando a conversa, o rosto de Robert ainda sério, mas esperançoso enquanto o rosto de Siegfried encontrava-se coberto por lágrimas, seus olhos cheios delas e sorrindo, mas dessa vez sem o tom melancólico peculiar de suas idiossincrasias.
- Tomarei as devidas providências Sr.. Robert, reunirei todos os membros da SOL e então poderemos marcar a data e o local do encontro - com uma mão na maçaneta da porta e a outra mão a segurar o escudo com o símbolo de Tyr.
- Certamente Sr. e eu reunirei todos os Kellemvoritas a estarem presentes em tal ocasião - Responde Suphur.
O humano e a pequena halfling que estavam no corredor no momento da despedida não entenderam o porquê dessa conversa, mas tinham a impressão de que algo importante tomaria história no continente de Nordok...


por Sieg, Mar 08, 2008

Siegfried se encontra com Lithan, Grayford e Lucius nas cercanias de Nova Benzor, fora da cidade.
Neste encontro Siegfried faz um convite a Lucius e aos outros para que enterem na cidade para conversar sobre assuntos diversos. Neste momento Lucius conta que não pode se aproximar de Nova Benzor.
Código:
os motivos não vou postar por medo de meta

Sabendo então que a SOl é tida agora como "non grata" em Nova Benzor, Siegfried comanda as tropas e os cidadãos aos cuidados da SOL para um novo local, longe dos domínios de Nova Benzor.
http://img186.imageshack.us/img186/3213/sol01wn7.th.jpg

Auxiliado pelos Cavaleiros Grayford e Lucius, e pelo Alto-Sacerdote Lithan, Siegfried se dirige para um local a pouco tempo visitado por si em companhia de Helmer, O Liso, cônsul de Colinas Negras em Nova Benzor.
http://img186.imageshack.us/img186/3033/sol02tc0.th.jpg

O novo acampamento é montado no local, utilizando-se o material e recursos do antigo acampamento levados pela tropa.
http://img186.imageshack.us/img186/9489/sol04xr6.th.jpg

Antes de dispensar os cavaleiros, Siegfried os mostra algo interessante porém preocupante nos arredores do local do acampamento.
http://img512.imageshack.us/img512/9236/sol08mt5.th.jpg
http://img512.imageshack.us/img512/2907/sol09mh3.th.jpg

Tal local hoje está tomado pelo acampamento da SOL, onde uma guarda de soldados da Legião Dourada faz a segurança da entrada pela caverna enquanto que uma guarda de cavaleiros faz a segurança da retaguarda, próximo da floresta sem fim, mas longe do alcance das torres desconhecidas vistas do local.
http://img510.imageshack.us/img510/7870/sol11sa9.th.jpg

Após isto, Siegfried dá início a uma reunião dos membros da SOL cujo tema ninguém, à excessão dos cavaleiros e altos sacerdotes, sabe qual foi.
http://img510.imageshack.us/img510/9281/sol13ls7.th.jpg

Siegfried ainda não foi informado de maneira oficial pelo governo de Nova Benzor, mas já agiu com base no informado por seus paladinos, que são de sua total confiança.
Em breve ele deve enviar uma carta a senhora Naomi cobrando explicações sobre tal desentendimento.


por Slotus, Mar 17, 2008

Ações em Kabu, em relação aos Desertos:

http://img523.imageshack.us/img523/2732/52681140ox6.jpg

Alkardi e Slotus por muitas horas conversam..o tempo passa e aos poucos tiram conclusões proveitosas em relação às duvidas do monge. Entre estas, uma solução apresentada pelo drúida muito agrada o monge, que prontamente, deixa os soldados treinando sozinhos em frente ao forte, sob os olhos atentos de Major Kalac, e segue em direção à importantes reagentes.


http://img186.imageshack.us/img186/5733/28610667qo6.jpg


http://img227.imageshack.us/img227/662/98564948mt1.jpg

No meio da jornada,encontra alguns de seus soldados em patrulha pelas montanhas de Arkazet..terras dominadas por gigantes de gelo. Sem muitos problemas os soldados derrubam junto a Slotus dois gigantes....


http://img227.imageshack.us/img227/4854/85605643ts8.jpg


A Saga da Sagrada Ordem da Luz:

A Odisséia da SOL em busca de sua Sede
 
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Os Preparativos
Acontecimentos Prévios:
Após o problema ocorrido entre o cavaleiro Lucius e o senhor Furion e seu pai, o conselheiro de Nova Benzor Aghatus, Siegfried Walsung percebe que não pode mais manter os soldados da SOL e da Legião Dourada, bem como os cidadãos refugiados de Sholo e os simpatizantes que decidiram aderir a SOL, nas terras da Fronteira Oriental. Por serem terras de Nova Benzor, a SOL poderia ter problemas diplomáticos, e assim foi decidido entre Siegfried e seus nobres cavaleiros, o alto-sacerdote Lithan, o cavaleiro Lucius e o Cavaleiro GreyFord, que a SOL e seus protegidos deveriam se mudar, ainda que temporariamente, para um abrigo mais seguro.
Siegfried, lembrando-se de uma conversa que tivera pouco tempo antes com o mestre anão e seu amigo, Hagen o Liso, o novo cônsul de Colinas Negras em Nova Benzor, resolve procurar o lugar que julga ser o mais adequado para receber a todos até a missão pela busca do lugar da sede definitiva seja finalizada.
Assim, Siegfried segue liderando as tropas e os cidadãos, auxiliado sempre pelos nobres companheiros, para o lugar escolhido.


Siegfried mostra aos companheiros a entrada do local.

Assim que adentram ao local, Siegfried e seus companheiros analisam o local  e se admiram com a beleza escondida pelo portal secreto.
Logo após eles começam a organizar os cidadãos e as tropas, para que o acampamento seja levantado o mais rápido possível e todos possam estar acomodados o o mais brevemente numa situação como esta.

Logo os nobres cavaleiros assumem as funções de comandantes, organizando e ajudando a quem precisa no processo de ajuste no novo acampamento.
Provisões e ferramentas são re-utilizados do acampamento prévio, e as tendas logo são levantas e a comida começa a ser preparada para alimentar a todos após a marcha forçada a qual foram submetidos.

Preocupados com a segurança do acamapamento, os cavaleiros começam a organizar as tropas para fazerem rondas e se assegurarem de que nenhum mal pode os alcançar num ataque surpresa.
Siegfried decide então mostrar uma descoberta que fizera antes junto ao mestre Hagen quando fora avaliar o local. Os cavaleiros da SOL se assombram ante tal visão aterradora. Cercado pela floresta mais densa que os cavaleiros já viram estão dois obelíscos, como pináculos sagrados, exibindo escrituras em letras élficas a muito esquecidas. Entre os obelíscos se encontra uma estrutura grande e antiga, como que um enorme portal feito em pedra finamente trabalhada.

Temendo um perigo ainda desconhecido e receosos por estarem diante de algo sacro e perigoso, os cavaleiros organizam sistemas de defesa e discernem acerca das ações a serem tomadas para se evitar qualquer perigo proveniente destas florestas assombrosas e suas estruturas magníficas.


Após repassarem as ordens aos soldados e seus capitães, os cavaleiros decidem que é hora de conversarem sobre o assunto mais importante atualemente para a SOL, sua nova sede.
Siegfried passa então a explanar sobre as conversas que manteve com o mestre Slotus e o senhor Beldar, juntamente com o mestre anão Rugnard, marechal de Colinas Negras e lord das terras das montanhas dos gigantes.
Siegfried segue explicando as descobertas de Slotus epelo continente e o porque da escolha do local ao qual os cavaleiros partirão em breve para explorar e analisar as condições de recever a nova sede.Um novo encontro é marcado entre todos para enfim partirem nesta árdua jornada.

Interlúdio: Uma aliança para Sempre
Siegfried, enquanto caminha pela floresta ante a entrada secreta do novo acampamento da SOL se depara com um dos amigos mais antigos que fez em Nordock, o lider da Nova Ordem de Nordock, cavaleiro Robert Sulphur.
Após um breve momento de alegria enquanto se saúdam e conversam sobre amenidades, Siegfried convida Robert para irem até o acampamento da SOL, onde pensam em finalizar duas conversas iniciadas ainda nos átrios do Templo de Lanthander na cidade de Tobaro.
Após mostrar todo o campamento para seu caro amigo, Siegfried também lhe mostra as torres anciãs. Ambos passam algum tempo contemplando tanto as torres quanto o acampamento recém-montado.

Então os dois amigos resolvem conversar sobre os dois assuntos pendentes, um de ordem particular e outro sobre as duas ordens que lideram.
Começando pelo mais sério, Robert e Siegfried falam sobre as dificuldades que ambas as ordens enfrentam, como toda a Nordock enfrenta, e sobre como tem sido difícil as duas ordens se manterem apolíticas em meio a tantas intrigas e maquinações das cidades-reinos. Sabendo que o sentimento de doação ao dever e da conduta honrada tanto de sí mesmos quanto dos membros de suas ordens, Robert e Siegfried decidem que é hora de selarem a mais antiga e honrada aliança já firmada em toda a Nordock, a dos servos da Tríade e dos servos de Kelemvor.
A satisfação por chegarem num consenso, e mais ainda, por sentirem que estão completos novamente leva os dois amigos a se abraçarem num encontro fraternal.

Por fim, chegou a hora do que lhes é mais caro, conversarem sobre o assunto particular. Siegfried e Robert iniciam expressando o mútuo sentimento de admiração e respeito que sentem um pelo outro. Siegfried demonstra o carinho paternal e a alegra que sente por ver em Robert um homem honrado, nobre, de sentimentos puros e coração bondoso, enquanto que este explicita todo o respeito que tem por Siegfried, a quem considera como a um pai, e por quem tem grande admiração pelas atitudes de caridade e justiça com que dirige sua vida.
Novamente a emoção toma conta dos dois, pois então ambos falam sobre o casamento que se espera ocorrer em breve, o de Robert com a amada e estimada Kaly, a quem Siegfried tem como uma filha.
Por fim, é chegada a hora da despedida, e Siegfried convida Robert e seus irmãos da NOK para se juntarem a demanda que darão início em breves dias. De bom grado Robert se prontifica a atender o convite de Siegfried e tudo é combinado para a missão.

A Demanda da Sede da SOL
A Longa Jornada
Juntos os cavaleiros da SOL Siegfried, Lithan, Lucius e GrayFord esperam pelo mestre Slotus no local designado como o ponto de partida para a demanda. À frente da entrada da caverna que serve de acesso ao acampamento da SOL os cavaleiros se reunem e se encontram com Slotus, que inicia a jornada guiando os companheiros pelos caminhos de suas descobertas. Slotus parece muito concentrado na viagem, mas nada demonstra ou falas além do necessário para inidcar o caminho.

Ao passarem pelo Vale do Rio, em Nova Benzor, o grupo encontra com o líder da NOK, o cavaleiro Robert, que prontamente se junta ao grupo em sua demanda. Animados com o encontro com o cavaleiro de Kelemvor, o grupo segue mais confiante rumo ao desconhecido caminho indicado por Slotus.
Cautelosos e contando com a influência de mestre Slotus no reino de Nova Benzor, os cavaleiros da SOL passam pela cidade sem maiores complicações, até atingirem a saida que procuram da cidade, na direção norte. De lá o grupo ruma sempre em frente, até sair num densa e escura floresta.
Sabendo que a jornada verdadeira tera enfim seu início, Siegfried conclama seus companheiros para que orem a seus deuses pedindo proteção e guia nesta difícil caminhada.

Lithan, como alto-sacerdote e único clérigo do grupo, assume as orações, clamando aos deuses da Tríade, enquanto que Robert apresenta suas preces a seu deus Kelemvor. Do mesmo modo Grayford faz sua oração a sua deusa Chauntea, finalizando o rito necessário para homens de tanta fé como são os membros da SOL-NOK.

Após as orações tem início a dura caminhada rumo ao inesperado. Um breve combate com aberrações aladas ocorre, mas este pequeno problema logo é superado pela maestria e habilidade de mestre Slotus, que lidera os cavaleiros na peleja.
Neste momento, atentendo um sentimento vindo de sua deusa, o cavaleiro GrayFord é forçado a abandonar a demanda, devendo por força do voto de servir a sua deusa retornar a algum ponto não revelado, onde se fazia necessária sua presença. Sentindo a partida de um membro nobre e respeitado, o grupo faz uma primeira pausa na sua longa caminhada noite adentro.
Após a despedida o grupo segue sempre seguindo os passos de mestre Slotus pela floresta, até se deparar com um paredão de rocha intransponível. Mas uma análise mais minunciosa indica a existência de uma fresta, grande o suficiente para que um homem de armadura completa passe por ele.
É nesse momento de expectativa que surge o mestre Rugnard, que sabendo de parte do caminho encontra o grupo a espera de uma decisão sobre que caminho seguir.

Mestre Rugnard, anão experiente e sábio, logo analisa o caminho formado nas esntranhas do paredão e descobre que este, além de seguro, conduz a uma saida para uma área no mínimo inusitada. Confiando nos conhecimentos do velho lorde anão, o grupo se aventura na estranha fenda, atravessando por aquele estreito caminho até o tão desejado objetivo de sua jornada.
Ofuscados pelo brilho intenso do sol refletido nas áridas paisagense pelo ardor da luz do astro maior refletido em suas armaduras sempre polidas e brilhantes, o grupo para frente a uma imensidão desolada e seca, numa visão no mínimo estarrecedora.
Finalemente, O Deserto.

O Deserto

Mestre Rugnard decide que O Deserto deveria receber um nome, visto que nenhum relato desta parte de Nordock havia já sido contado nas terras mais ao sul. Em uma conversa animada e satisfeita, o grupo decide pelo nome de Deserto do SOL, em uma referência a estrelha-mor do planeta e em alusão ao motivo de todos eles estarem lá, numa busca para reerguer a sede da SOL.

Embora as armaduras tenham sido preparadas em seu interior com forrações especiais e por fora com encantamentos divinos, o brilho ofuscante do metal refletindo a luz infinita do astro-rei continua sendo um problema num local onde a visão por sí só já é deturbada pelas ondas de calor e miragens que surgem no horizonte próximo. Mestre Rugnard, um exímio artíficie da forjaria, mais uma vez auxilia o grupo com seus conhecimentos. Usando-se de elementos naturais com a areia e do valioso Ale que sempre carrega consigo para situações de emergência, mestre Rugnard cria uma solução que quando esfregada na armadura remove o brilho intenso desta, conferindo uma aparência opaca mas sem desgastar nem mesmo as cores da proteção metálica dos cavaleiros.
O grupo inicia então a jornada naquele que prometia ser o trajeto mais difícil e penoso de tão importante caminhada. Atravessar um terreno instável, onde as bases dos guerreiros não são firmes, onde o peso das armaduras faz com que se caminhe com dificuldade e onde o calor ardente incomoda prometia ser a mais perigosa e difícil barreira ao nobre grupo.
Ainda assim, perserverando em sua missão, os cavaleiros e sábios seguem deserto adentro, sem diminuir o rítmo da marcha.

Perigos do Deserto
Logo o terreno arenoso começa a mostrar seus perigos. Um grupo de Stingers, aberrações cujo corpo é meio-homem e meio-escorpião,surge de buracos na areia, atacando os cavaleiros com voracidade. A primeira leva do ataque é contida, mas os stingers, mais acostumado com as condições do deserto se ragrupam e voltam a carga, contando agora com aberrações com poder arcano, lançando magias sobre os cavaleiros.
A investiga dos stingers é feroz, e seu deslocamento leve sobre a areia e seus caminhos subterrâneos pelas profundezas do deserto fazem com que o avanço pelas dunas seja lento, obstruido por ataques surpresa a cada instante.
Mas a gana dos homens-de-fé é maior que a força do povo do deserto, e estes logo sucumbem a destreza com as espadas, machados e mãos dos nobres guerreiros de fé. Rechaçados no combate, os stingers voltam a se esconder sobre as dunas, talvez aguardando uma nova oportunidade para emboscar outro grupo de viajantes, quem sabe menos preparados nas artes da guerra. Os corpos dos inimigos derrotados restam no solo do deserto após o combate. Mestre Rugnard revista-os a procura de algo de valor ou de alguma informação útil sobre o local, mas nada frutífero parece vir destas aberrações. Enquanto isto os cavaleiros mantém a guarda fechada esperando novos ataques.

Mestre Rugnard, marechal de um exército bem treinado e organizado não demorou para perceber, ao longo dos combates travados com os sintgers, que o grupo de cavaleiros embora vigoroso e destro no manejo das armas e escudos, não apresenta uma organização satisfatória em campo de batalha. Os movimentos são isolados, os guerreiros atacam de maneira desordenada e a alvos individuais, sem coordenação nos deslocamentos.
Tal constatação logo é provada verdadeira pois avançando um pouco pelo deserto o grupo de homens-de-fé logo encontra novos perigos, deta vez na forma de um bando de meio-orcs bárbaros. Estes nômades do deserto pareciam atacar a sí mesmos, numa espécie de luta interna. Ao ver o conflito findado, os cavaleiros tentam se aproximar e iniciar um diálogo pacífico com este bando nômade, mas a receptividade não condiz com a postura nobre e pacífica dos cavaleiros. Flechas são atiradas e não fosse a prontidão e destreza dos homens-de-fé com os escudos provavelmente os danos teriam sido maiores que leves arrranhões na proteção metálica.
Um novo combate se inicia e, embora vencedores sem muitas complicações, fica nítido a falta de entrosamento dos guerreiros sagrados durante o combate. Ações desconexas são realizadas quando uma simples organização seriamsuficiente para acabar com a luta em poucos segundos. Mestre Rugnard e mestre Slotus percebem com clareza a deficiência dos cavaleiros nesta área e decidem expressar suas opiniões. Os cavaleiros, se apercebendo dos erros táticos cometidos nos combates acabam por concordar, um tanto enveronhados de sua inabilidade, que ambos os mestres estão corretos nas suas percepções. Assim os cavaleiros, na pessoa de seu líder, Siegfried, pedem aos mestres que os ensinem esta arte antiga mais delicada de lutar em grupo. Infelizmente o local e as condições não são propícias, e o objetivo da missão ainda está longe de ser cumprido, mas nada foi esquecido desta conversa, e ambos os lados aguardam ansiosos para aprender e ensinar as táticas necessárias no momento apropriado.

Surpresas do Deserto
Seguindo seu caminho pelas dunas sob o escaldante sol do deserto o grupo se depara, surpreendentemente, com uma construção simples porém muito intrigante. São escavações em rochedos imensos no meio do deserto. Nenhuma porta ou meio de entrada é localizado numa análise rápida, mas fica claro que algum tipo de criatura inteligente e hábil realizou aquele tipo de obra.

Surge a dúvida então: quem seriam os artífices de tal obra? Quem teria construido o que pareciam ser habitações no meio de um locla onde a possibilidade de sobrevivência desafia até mesmo a compaixão dos deuses?
Mestre Rugnard, após ser questionado se seriam anões os hábeis manipuladores das rochas que teriam escavados estes paredões, diz que muita são as raças capazes de moldar a rocha, e sendo assim permanece a dúvida entre os viajantes.
Avançando cada vez mais pelo deserto e sentindo mais forte os suplícios impostos pelo sol intenso e pelas areias ferventes, o grupo ultrapassa os limites humanos da fadiga e do cansaço, firmes no propósito sagrado de encontrar um local seguro e adequado para sua sede. Bebendo os últimos goles de seus cantis agora secos pelo ar sufocante do deserto, o grupo avança incansável até que uma visão, mais próxima de uma miragem que de um fato real, os força a interromper sua marcha.
Portões e paladiças, muros e tendas são avistados no fundo de um estreito entre cânions aterrorizantes. Os cavaleiros se perguntam: mas como seria possível haver uma colônia em terras ermas como estas? Será possível que grupos organizados e com alguma rigidez doutrinatória viva nestas terras ermas?
Só há um modo de descobrir, indo investigar. Mestre Slotus, cuja destreza supera a de um felino dos mais astutos, avança sorrateiros por entre as sobras projetadas pelos penhascos rochosos, até que consegue avaliar por completo a visão mostrada a sua frente.
Retornando com as novidades, mestre Slotus se revela ao grupo e conta-lhes que se trata de um acampamento sim, mas mais surpreendente, de um acampamento humano. Boquiabertos, os cavaleiros olham-se sem saber como reagir daqui em diante.

Bedine
Assumindo uma postura pacífica e serena, os cavaleiros guardam suas armas e elmos, e partem caminhando de maneira pausada e calma, somente com os escudos à frente para uma improvável porém possível reação inamistosa dos habitantes de tal acampamento.
Assim que se aproximam da paladiça precária que protege o acampamento contra os inúmeros perigos que habitam no deserto inóspito, os sagrados cavaleiros são recebidos por uma mulher que aparenta ser a responsável pela segurança e controle dos muros do acampamento. A mulher, cujo nome não foi revelado, recebe os viajantes de maneira rude, mas dada a situação de tensão a que os habitantes devem viver, os cavaleiros entendem e retribuem da maneira mais amistosa e gentil possível. Logo uma conversa se desenrola, onde os cavaleiros dizem sua situação e os perigos enfrentados anteriormente. Assim os extrangeiros pedem a guardiã dos muros uma permissão para entrar na vila, se possível para conversar com o líder deles, mas se não apenas para poderem descansar e recuperar suas forças para mais uma jornada frente ao deserto que enfrentam.
A mulher se retira por um momento, provavelmente consultando seus superiores e pedindo permissão para que os extrangeiros entrem. Breves instantes depois a mulher retorna e abre os portões, recebendo os viajantes e os orientando para entrarem na tenda do chefe da pequena vila de tendas que se abre após os portões.

A entrada da tenda os viajantes são recebidos pelos guardas oficiais do lider, onde Siegfried aproveita para passar algumas instruções aos seus companheiros. Siegfried adverte a todos para que se lembrem de que são extrangeiros em uma terra estranha, não conhecendo os costumes e hábitos dos mesmos. Pede para que tenham cautela em suas ações e que contenham seus comentários para não ofenderem a honra e os costumes locais.

O chefe da aldeia de tendas se mostra uma pessoa deveras ponderada e correta, tratando os viajantes com cortesia. Sendo o lider de todos os que moram atrás do portão, o chefe, conhecido nesta região pelo título de Xeique, argüe com os recém-chegados os seus motivos para tão longe se aventurarem. Pergunta sobre os motivos da viagem, as intenções futuras e principalmente no que podem colaborar com a vila. Demonstra profundo interesse no comércio com outros povos, uma vez que carecem de particamente tudo em sua tribo.

Após um periodo delicado de tratativas diplomáticas, o xeique começa a sentir-se mais a vontade na presença dos extrangeiros que julga pessoas honradas e nobres, a quem ncredita buscarem somente o bem que falam perseguir. Mesmo com os resmungos de seu comande das tropas,  o xeique resolve então contar algumas  das  perturbações que enfrenta  como lider da pequena vila de tendas.  Os cavaleiros, seguindo seu código de conduta e principalmente seus corações, prontamente se oferecem para auxiliar no que for preciso.
Assim  tem início o período de permanência da  SOL-NOK e seus aliados nos reinos das areias escaldantes.

Revelações no Deserto da SOL
A Queda
Ainda em terreno desconhecido, os cavaleiros da SOL partem diariamente em patrulhas pelos arredores da vila de Bedine atrás de informações sobre o local, seus habitates e suas peculiaridades, principalmente atrás de descobrir que perigos este terreno mortício esconde.
O alto-Sacerdote Lithan segue nestas patrulhas, geralmente à noite, haja visto o claro insuportável que faz durante o dia. Em uma de suas patrulhas, o cavaleiro descobre uma caverna aparentemente comum nos paredões rochosos dos penhascos que se erguem em meio ao deserto, mas que ao ser investigada por dentro revela surpresas muito desagradáveis.
O Sacerdote descobre que a caverna esconde um mal ancestral, uma aura negra de morte e maldade muito intensa. Lithan se aprofunda nos salões profanados da caverna, vindo a descobrir que o local se revela uma construção muito antiga, mas hoje habitada por mortos-vivos sem fim.
Combatendo valorosamente os inimigos, Lithan sai da caverna e busca auxílio nesta investigação sobre o que ocorre de especial nesta gruta amaldiçoada. Retornando a vila de Bedine o jovem cavaleiro encontra com seu cansado e velho amigo, Siegfried, e com o marechal das forças anônicas, mestre Rugnard. Junto a eles inicia o relato de sua jornada a caverna e das descobertas feitas no local. Fica resolvido pelos três que seria oportuno partirem então para investigar melhor o local.
Enquanto isto mestre Slotus, que estava em reunião com os outros senhores de Bedine, decide investigar o que se passa na tenda central a vila, onde um homem parece liderar uma rebelião contra o Xeique, incitando homens e mulheres afetados por uma doença até então sem cura. Mestre Slotus diz que procurará parlamentar para acabar com a rebelião, desejando sorte ao grupo que investigará a caverna amaldiçoada.
Despedindo-se, então, o grupo formado por Lithan, Rugnard e Siegfried parte para a caverna. Ao chegar ao local, os cavaleiros se preparam para o combate, refoçando as graças que seus deuses os concedem e se armando para entrar em ação.
Os primeiros passos no local funesto já se provam deveras desafiadores, tendo o grupo de enfrentar uma hoste de forças malignas muito superior em força e número que os cavaleiros. Mas com as bençãos dos deuses eles superam o mal, apenas para encontrar adversários mais formidáveis ainda. Uma legião de múmias se levanta e, com suas maldições a flor da pele, atingem os cavaleiros com suas doenças e pestilências, usando de magia negra para atacar os bravos heróis. Porém a maldição que as múmias carregam é muito grande para tão poucos cavaleiros. Lithan é o primeiro a cair, tomado pela pestilência das múmias. Siegfried tenta, em vão animar o jovem sacerdote, tentando proteger seu corpo e usando da cura divina que Tyr lhe agracia. Mas isto não é o suficiente e, cercado pelas múmias e suas artes negras o velho e cansado guerreiro sucumbe. Mestre Rugnard, um anão experimentado na arte do combate e feroz guerreiro mantém-se de pé até o último golpe de machado, mas nem mesmo sua resistência excepcional e sua constituição rija suportam as maldições das múmias, vindo também o mestre anão a cair. Nisto, não se sabe como, Mestre Slotus adentra a caverna, talvez preocupado com seus amigos, talvez tendo percebido do alto de sua sabedoria que os cavaleiros precisariam de ajuda para combater tamanho mal.
O velho monge, treinado em árduas batalhas antigas contra forças malignas mostra toda a sua habilidade e força dos punhos, conseguindo, um a um, retirar seus amigos e os levar para um local seguro, retornando então com seus corpos desfalecidos a vila de Bedine, onde espera conseguir ajuda para seus companheiros.
Na vila a curandeira serva de Chauntea os recebe e inicia o tratamento que pode aplicar, sendo auxiliada pelo habilidoso mestre Slotus, que faz uso de suas ervas medicinais e do conhecimento adquirido em anos de experiência em situações adversas. Juntos, e com a ajuda de um rapaz jovem e destro, mestre Slotus e a jovem curandeira rstauram as forças dos três cavaleiros caídos.
Recuperando suas forças e escutando o que se passou enquanto eram caidos, os três tomam ciência também que mestre Slotus nada pode fazer sobre os doentes e a revolta que almejam.
Muito envergonhado de não ter sido capaz de ajudar seus companheiros no combate e ainda tendo falhado na missão de repelir as forças do mal da caverna, Siegfried mantém-se cabisbaixo e melancólico, enquanto mestre Rugnard pragueja vingança contra os mortos-vivos e a falta de habilidade em combate em grupo dos cavaleiros. O jovem sacerdote Lithan mantém-se calado, ora concordando com mestre Rugnard e ora conversando com mestre Slotus e os outros presentes sobre a situação dos doentes.
Quando o xeique adentra e pergunta sobre os doentes e a revolta, mestre Slotus explica a situação. O xeique então se lamenta pelo rumo que as coisas estão tomando, e pensa que se fará necessário uma repreensão mais dura quanto o assunto. Siegfried, reunindo o resto de honra que ainda lhe resta depois da humilhante derrota frente aos amaldiçoados habitantes da caverna, se apresenta na esperança de reaver um mínimo de utilidade aos anfitriões e a seus amigos. Siegfried, acompanhado do senhor Lithan e de mestre Rugnard saem da tenda do xeique e se deparam, então, com os caveleiros Lucius e Prusik, e com a sacerdotisa Kaly, seus aliados de longa data. Junta-se aos amigos o jovem morador da vila de Bedine que os ajudou a se curarem das maldições das múmias, um batedor que aparenta gozar de muito prestígio e proximidade junto ao xeique.
Juntos, sob a liderança de Siegfried e após alguns conselhos sobre como proceder dentro da tenda, os corajosos cavaleiros adentram ao local de reunião dos moribundos e de seu lider, que para choque dos cavaleiros se mantém incólume diante da pestilência que afeta o lugar.

Moribundos
A cena é chocante: mulheres, homens, idosos e crianças amontoados, maltrapilhos, sujos, abandonados a própria sorte numa tenda imunda e infestada de pragas. Apenas uma pessoa se ergue imune a desgraça ao seu redor, um homem bem trajado e de porte ereto, de olhar penetrante e de uma força interior enorme. O homem, líder dos moribundos, mantém sobre todos um fascínio e um domínio inquebráveis pela fraca força física e mental dos doentes que morrem ao seu lado.
Este é o responsável pelas desgraças dos doentes. Este homem quem os arregimenta, quem os incita a se levantarem contra o Xeique, quem causa a reclusão e a adoração da pestilência que se abate sobre os doentes, fazendo-os acreditar até que a doença é uma benção sobre eles, uma dádiva dos deuses. E este homem quem mantém a todos num estádo de sítio, presos numa tenda tomada das mais variadas pestes.
Graças as bençãos divinas de seus deuses os cavaleiros mantém sua saúde mesmo em meio a tantas enfermidades.
Reunindo o pouco que lhe resta de força e clamando a Tyr para que lhe dirija as palavras na direção correta e justa, Siegfried começa a parlamentar com o homem e seus seguidores. Um embate moral e teológico inicía-se, onde as contra-partes argumentam com provas físicas e sentimentos mútuos de ajuda divina enfatisando seus pontos de vista.
Siegfried, gozando de maior graça dos deuses e expressando sua sincera gentileza e carinho pelos doentes aos poucos começa a vencer a resistência destes a sua aproximação, ao mesmo tempo em que com argumentos diretos e com expressões sinceras e austeras avança rumo a um entendimento com o lider dos doentes.
O líder, porém, continua irredutível aos argumentos de que todos devem aceitar a cura, contra-dizendo que os cavaleiros só querem acabar com as bençãos que as moléstias são aos doentes. Nisto o sacerdote Lithan começa a se exaltar, não retraindo seus sentimentos de justo vingador dos desfavorecidos. É necessário que Siegfried contenha seu amigo, e que dispense mais dedicação ainda a convencer os doentes e seu lider de sua verdadeira ajuda.
Contando com o apoio de seus amigos, Siegfried demonstra que a moléstia que atormenta os doentes não é uma benção dos deuses sobre eles, mas uma prova que já mostraram terem vencido, e da qual podem agora ser libertos. Admirados com o discurso de Siegfried e com a gentileza demonstrada pelos seus companheiros, os acometidos das mais diversas mazelas cedem seu frágil coração a uma crença de que aqueles que se põem a sua frente só querem mesmo ajudá-los. Mesmo o seu lider, apesar de sadio, começa a crer que os cavaleiros estão lá apenas para ajudá-los com suas maladias.
Vislumbrando o momento de agir, Siegfried se aproxima de um doente e, com o toque da benção de Tyr, remove por completo todas as enfermidades com a simples imposição das mãos. Admirados com tal ato, os outros doente finalmente se deixam seduzir pela cura milagrosa que se apresenta ante eles, convencidos pelos argumentos de Siegfried e pela postura de seus cavaleiros de que aqueles são mesmo homens e mulher enviados pelos deuses para os ajudar.
A um simples olhar de Siegfried os seus amigos se apressam então a ministrar as curas que seus deuses lhes concedem, removendo toda a enfermidade que se abate sobre os moradores daquela tenda. Vendo que os doentes não mais o escutam e que voltaram seus corações para as benfazejas dos cavaleiros, o ex-lider dos doentes parte em disparada, tentando fugir do horror da cura e praguejando contra todos que a trazem. O jovem batedor que até então permanecia calado e acompanhava a tudo recebe um aviso de Siegfried de que o lider não deveria escapar. Partindo no encalço do exlider, o jovem retorna pouco depois com a notícia de que o homem havia fugido para o deserto, sem rumo certo.
Aos poucos a agitação dentro da tenda diminui conforme os doentes passam a se acostumar com seu novo estado de saude.
A uma ordem de Siegfried os doentes são levados para fora e encaminhados para o rio, onde Siegfried pede que seus cavaleiros os ajudem a se banhar para se limparem das impurezas da tenda. Lithan se encarrega de cumprir as ordens, cuidado dos enfermos com muito zelo e caridade.
Salazar, o braço direito do xeique e responsável pela segurança da vila confronta então Siegfried do lado de fora da tenda, inquerindo-o sobre a libertação dos doentes e demandando sobre a contaminação da vila.Siegfried responde num tom de voz severo que ele se responsabilizaria pelos doentes, garantindo sua total cura e exigindo que estes fossem agora deixados em paz, avisando a Salazar que sua preocupação deveria agora se voltar ao ex-lider, que permanecia desaparecido. Salazar parte para relatar ao xeique o ocorrido, enquanto que Siegfried e os seus companheiros vão ao rio para também se banharem e purificarem seus corpos e mentes.
Um mensageiro do xeique trás a notícia e que o xeique está deveras satisfeito com o ocorrido, e que espera a todos para uma comemoração na sua tenda.
Junto aos outros companheiros, Siegfried se prepara para o encontro com o xeique. Tendo seu cabelo aprumado e trajando sua veste de gala, Siegfried e seus companheiros, todos bem arrumados e asseados se apresentam ao xeique. Deste os cavaleiros recebem os mais profundos agradecimentos. O xeique os faz saber que, mesmo não sendo o costume, se afeiçoou aos recém-chegados desde o primeiro momento e que se sentia aliviado por ter depositado suas esperanças nos nobres cavaleiros. Envergonhados com tal demonstração de apreço, os cavaleiros recusam os agradecimentos dizendo que apenas cumpriram com suas obrigações.
O xeique os oferece então um banquete, primeiramente recusado pelos cavaleiros ante a situação de carência total da vila, dizendo-se não merecedores de tal oferta e sacrifício. Porém o xeique e a curandeira que o acompanham, juntamente com o jovem batedor que os tem acompanhado já a algum tempo, insistem que recusar seria uma ofensa grave aos seus costumes.


por Slotus, Abr 11, 2008

-A cozinheira do Clube Sain't Le Fay, Tia Estácia, prapara uma grande caixa de rações e ervas encomendada por Slotus, contendo, em sua maioria, grãos, legumes e carnes, recebe o pagamento de 400 moedas de ouro pelo serviço e repassa parte do lucro a Lenhart-

-Slotus deixa os desertos por alguns dias, mas retorna, com algumas caixas, contendo dos mais variados alimentos e ervas medicinais-


por Slotus, Abr 12, 2008

-O mesmo se dá por mais 3 dias, Slotus distância-se do pequeno Vilarejo Bedine, e retorna com algumas caixas, contendo dentro das mesmas, medicamentos, alimentos das mais variadas espécies, cerca de 5 Espadas , 5 Machados, 5 Escudos de Metal, 2 Bandolins e 1 Harpa-


por Sieg, Abr 15, 2008

*Siegfried é visto com frequência sentado a beira do lago, melancólico e cabisbaixo, resmungando sozinho preces a Tyr.*

-O dia se aproxima, senhor da justiça. Que a batalha seja travada e que, se o senhor achar graça, que meu descanso me seja concedido.

*Siegfried também passa muito tempo conversando com a celestial de nome Vilia, mas os assuntos nunca são revelados. Siegfried também participa de audiências com o Xeique para aprender mais sobre o deserto e contar sobre o mundo exterior, principalmente sobre Kabu e sua terra natal, Termalaine, uma vez que uma terra coberta de gelo em muito assombra os povos do Deserto.*

*Siegfried também é visto perguntando por Lithan, de quem a muito tempo não ouve notícias.*

-Que Tyr e Torm tenham colocado paciência e justiça em seu julgamento, e que Ilmater lhe conceda sua caridade para que ele entenda e aceite nossa situação.

*Num encontro com o paladino Grayford, Siegfried comenta sobre a situação da sacerdotiza de Chauntea, uma vez que GrayFord serve a mesma deusa, e ouve deste que com certeza sua deusa há de perdoar a sacerdotiza, se predispondo a ajudar na reabilitação da jovem*

-Fico contente que possa contar convosco, nnobre amigo. *É a resposta de Siegfried a GrayFord*

*Assim, Siegfried começa seus preparativos para a batalha que se assemelha nos tempos próximos, treinando seu corpo e preparando sua mente, elevando seu espírito e suavizando sua dor para enfrentar com honra e dignidade o que há de vir.*


por Sieg, Abr 23, 2008

Alguns dias se passam desde a partida dos homens do sul. O irredutível mestre Anão Rugnard, o destro e enigmático monge Slotus, o antigo membro da SOL e recém-chegado monge Simo Davis, os joviais e bem-dispostos cavaleiros Lucius e Prusik, e o velho e carismático Siegfried partiram a algumas luas para uma missão julgada suicida pelo taciturno Salazar. Porém algo parece provar que este sisudo guardião do povo do deserto estava errado.

...

Passos metálicos são escutados ao longe. O esmagar de pedras e o faiscar de pequenos granitos prensados contra o duro adamantium produzem sinais vistos de longe da guarda da vila.

*Vilias, a bela celestial, observava seu amo retornar com assombro e desconfiança. Em seus pensamentos surgia a dúvida de como Siegfried, um homem idoso, de saúde frágil e braços sem o vigor da juventude, pudera retornar do embate contra um sacerdote tão poderoso quando o maléfico Iiltar.*
-“Que estranho poder ele tem que o maantém caminhando quando muitos outros já teriam parado e desistido?”

-Salazar, Salazar!!!! *Aterrorizado, a guarrda dos limites da cidade se aproxima exausta pela corrida na areia fofa.*
-Eles voltaram, senhor!! Eles estão vivos!!! E tem algo caminhando junto com eles!!
-Como assim “algo”? É algum outro homem ou uma besta dos desertos? Não é outro destes seres alados, não? *Pergunta Salazar com desconfiança*
-Não, senhor. Parece uma armadura, mas não parece ter ninguém dentro dela. Ela parece vazia, e fala com uma voz metálica. É...é...venha ver! *sem saber como descrever o que vira, a sentinela puxa Salazar até a entrada da vila, onde os cavaleiros e a “armadura vazia” caminham a passos lentos pelo terreno arenoso.*

*Carregando um corpo, movendo-se de modo mecânico e ritmado, com passadas iguais e comedidas, um autômato segue Siegfried, Lucius e Prusik vila adentro.*

Olhado com desconfiança por muitos, a máquina parece não se importar com seus observadores, atenta apenas aos atos e falas dos três cavaleiros que segue. A um sinal de Siegfried, a criatura deposita o corpo sem vida do sacerdote numa pedra, perto da entrada da tenda do Xeique Abidul.

*Observando-a com resignação, Siegfried lhe dirige algumas palavras*
-Não vos preocupeis com o que vos for dito ou dirigido, XZ-43. Estais conosco, e assim não deveis vos preocupar. Peço-vos apenas que não vos moveis repentinamente, nem emitais qualquer sinal sonoro que possa causar preocupação ao povo desta vila. Iremos ter com o senhor desta gente e em breve retornaremos para convosco parlamentar.
-Aproveito para agradecer-vos pela ajuda em trazer o corpo do nosso inimigo. Espero que possamos vos ajudar a encontrar vosso lugar junto a este povo, ou mesmo junto a nós na nossa demanda. Vosso conhecimento sobre a cidade-estado dos mestres Gnomos será de valor incalculável, e com certeza vossa ajuda será inestimável nos tempos vindouros.

-Mestre.... *Uma voz doce, suave e linda coomo o perfume das flores atinge em cheio o coração triste e melancólico de Siegfried*
-Mestre, quer que o destrua? *O simples acoorde na voz de Vilia é suficiente para fazer a cabeça de Siegfried pender desanimada.*

Arrancado de seu estado contemplativo, Siegfried suspira cansado e tristonho, trazido de volta ao mundo real, onde a celestial só pensa em destruir e onde um ajudante de criações atua como assassino.
-Não, minha senhora. Não será necessário. Este autômato é nosso companheiro, como vós, e deve ser tratado com respeito e cordialidade, por favor. *Limpando o suor que emplastra seus cabelos embranquecidos em sua testa, Siegfried força um sorriso melancólico a celestial. Esta lhe devolve o olhar com uma indagação que corta seu coração como uma adaga de lâmina fria e envenenada, forjada nas amarguras de uma vida podada de seu valor e sentimento.*
-Ele também é vosso escravo, mestre? Quer que o discipline pelo senhor? *Diz a bela mulher alada, sacando sua espada que passa a emitir um brilho vermelho e maléfico*

Sacudindo a cabeça em desaprovação, mas mantendo um sorriso gentil e amoroso em sua face, Siegfried toca na mão que puxa a espada para fora da bainha, forçando-a ligeiramente para seu lugar de descanso. Sua vontade logo é entendida pela mulher de formas suntuosas, que aceita o desejo de seu mestre e retrai seu movimento.

-Mestre, posso ser de ajuda? Gostaria que eeu fizesse algo?
-Não, querida irmã, e j&aacutte; vos pedi que não me chamásseis de mestre, apenas de irmão ou mesmo Sieg, senhora Vilia.
-Como queria, mestre Siegfried. *E com isto ela faz uma meia reverencia e solta o cabo da espada.* -Pode me dizer o que aconteceu nesta vossa jornada, mestre? Preciso proteger o senhor e para isto preciso saber que perigos o senhor enfrenta.
*De olhar melancólico, fitando o chão dourado como o Sol que o aquece e ilumina, Siegfried consente com um movimento sutil de sua cabeça* -Venha, senhora Vilia, estou cansado mas não demais para atender vosso desejo. Quem sabe isto não traga alívio e paz a vossa alma.

*Despedindo-se dos outros cavaleiros e de mestre Rugnard que se juntou ao grupo na vila, Siegfried afasta-se para um canto remoto da vila, a beira do álveo que corta os fundos das terras protegidas, em um lugar onde o penhasco faz sombra e a brisa calma refresca a dor dos combalidos.*

Desfazendo-se de sua armadura Siegfried pede um momento a sós a sua irmã, onde é prontamente atendido. Sozinho, magoado com as feridas do combate contra Iiltar e desgostoso pela força e vigor que o abandonaram a muito na sua jornada, Siegfried banha-se na água já não tão insalubre do riacho que o circunda.
Observando surgir aqui e ali um alevino, Siegfried distrai-se, esquecendo das amarguras da luta prévia, deixando-se perder e vagar em memórias de um tempo passado. Refletido na cristalina superfície da água, emoldurado pelo azul-anil do céu que o cobria, Siegfried pensa ver o rosto da sua amada Beatriz. Porém um súbito vento perturba a paz do córrego, desfazendo a beleza do momento e as memórias do paladino.
Vilia, aleando em seu pouso, olha impassível ao seu mestre, esperando que este lhe responda como prometera. Siegried pede que esta se vire, para que possa colocar suas vestimentas e estar então apresentável diante da bela dama.
Enxugando as lágrimas que derramou pelas lembranças misturadas a água que escorre de sua longa cabeleira, Siegfried sai das águas. Após vestir seu codpiece e suas calças, Siegfried começa o ritual de amarrar a faixa sobre o que resta de seu tempo áureo. Envolvendo a marca de sua glória, Siegfried calça-se e veste sua túnica, finalmente chamando Vilia para uma conversa.
Sentando-se a beira do curso de água, sobre um banco tosco de madeira seca, Siegfried oferece um lado do assento para sua companheira celestial. Mesmo relutante, Vilia entende como uma ordem e senta ao lado do velho cavaleiro.

-Diga, minha irmã, o que desejas sabber sobre nossa jornada?
-Tudo. *Responde a mesma, de modo seco e diireto como só ela sabe, causando sempre a mesma dor no coração do paladino*
-Pois bem, que seja. *E assim Siegfried começa a narrar desde o ponto em que entraram na cripta anciã e Vilia os perdera de vista*

Siegfried relata a dura luta contra os seres sem descanso da cripta, os embates contra as múmias e por fim contra as aranhas que tecem suas teias de morte na sala do trono. Ele conta como Slotus, com as indicações dadas pelos cavaleiros de onde se encontrava a passagem descoberta por Vilia, soube abrir o caminho rumo a área desconhecida adiante de si. Neste ponto Siegfried faz um agradecimento gentil a celestial pela sua ajuda em descobrir onde estava a passagem, porém esta recusa qualquer honraria de modo frio e insensível, dizendo que apenas cumpriu a ordens recebidas.
Absorvendo o golpe com tristeza, ele retoma a narrativa. Ele relata os primeiros inimigos vencidos no lugar desconhecido. Descreve como os altos salões de paredes decoradas e passo entalhado os assombrou, e de como mestre Rugnard assumiu que se tratava de um grande monumento anônico ou gnômico.
A seguir, o cavaleiro descreve o encontro com o autômato caído e inerte, e de como Slotus destruiu uns pilares que sustentavam cristais que emitiam raios como os das tempestades. Relata também como a intempestividade e obstinação de Rugnard reviveu o autômato. Descreve os combates que se seguiram contra outros seres mecânicos e sobre as decisões que tomaram ao saber se encontrarem em uma cidade-estado gnômica, cujas dimensões e história superam em mais de cem vezes as da gloriosa Mak’a’nor.
O paladino passa então a contar sobre o autômato, suas funções e desfunções e sobre sua indecisão em como julgar os atos de uma máquina, não de um ser vivo como concebia antes.
Por fim, o relato do embate final contra Iiltar é feito. Ele conta como os companheiros lutaram bravamente, resistindo ao salão de ar envenenado e aos inimigos nefastos que levantavam de suas mortes. Conta sobre as armadilhas mentais que Iiltar armou contra eles e sobre os poderes malignos que lançou. Descreve cada detalhe do plano de morte derrotado de Iiltar, e de como este os amaldiçoou em sua morte, dizendo que estavam errados em ajudar os habitantes infanticidas da vila. E de como, em seu último suspiro, os chamou de tolos por tentarem ajudar a quem não merecia.

*Cabisbaixo e melancólico, envolto numa aura soturna, Siegfried termina seu relato, olhando com olhos marejados para Vilia, que mantém sua máscara fria e insensível como o mármore esculpido com o reflexo dos deuses inatingíveis.*
-É isto, minha irmã. Foi istoo que nos aprouve de fazer, e assim cumprimos nosso destino, mais uma vez.
-Sim. *responde a bela mulher alada, com seeu timbre taciturno* -Posso fazer algo pelo senhor, mestre?
*Deixando escapar um suspiro de cansaço pela situação, por não conseguir obter nada além da obediência da que se julga sua escrava, o velho guerreiro acena com a cabeça, pedindo mais um minuto da atenção da celestial* -Sim, senhora. Gostaria de conversar mais uum pouco com a senhora, mas desta vez sobre o que discutíamos antes de partir, na ocasião em que o senhor Simo Davis vos argüia sobre vossa situação e sobre vosso passado. Pode ser, senhora?
-Minha vida pela tua, meu senhor. Se esta é sua vontade, estou pronta para responder o que quiser. *impassível, a donzela responde numa voz monotônica*

Entristecido por reconhecer no semblante dela a resignação de obedecer uma ordem contra sua vontade, Siegfried interrompe o prosseguimento da conversa. Já acostumado com o modo da celestial em demonstrar que não deseja ou quer algo, o velho cavaleiro diz que não precisa ser agora, e diz para a donzela alada que esta pode ir meditar ou voar para onde suas asas a levarem, contanto que não cause dor a ninguém nem perturbe ou assuste os habitantes da vila.
Reconhecendo o tom de voz amargurado de seu mestre, Vilia se retira para os ares, deixando a sós o circunspecto homem, um mero resquício daquele que ela sabe já ter sido grandioso entre os seus.

Não demora muito para o ensimesmado cavaleiro ser desperto pelo jovem e destemido Damien, o soldado-prodígio de Slotus, treinado na inóspita e desolada Kabu. Este, jovial e ansioso como todos de sua idade despeja um sem-número de perguntas sobre o cavaleiro meijengro.
Sem saber por onde começar, Siegfried relata em meio aos trombolhões de questionamentos do animado soldado como fora a missão, e como a presença de Damien na vila fora vital para o bom andamento da missão.

E assim a tarde se esvai num escorrer de areia por entre as aberturas da ampulheta do tempo, numa terra tão exótica por seus costumes quanto perigosa por seus segredos.

pelos guardas do acampamento, Abr 28, 2008

Foram recebidos dois recados, repassados aos destinatários:

Carta deixada na sede da SOL por um goblin espancado, endereçada a Siegfried


Estimado Santo,

Ainda aguardo meu julgamento. Possivelmente partirei da Superfície e não quero deixar nenhuma pendência que possa macular minha honra: Gosto de manter alto o valor da minha palavra.

Sem mais,

Belad Theyl'fer, vulgo Infante.



Carta deixada na sede da SOL, endereçada a lithan Honorbound

à Vossa senhoria Lithan Honorbound, provavelmente o sr. não me conheça, porém eu já ouvi falar diversas vezes de seus feitos, bondade, senso de liderança e justiça além de sua fé ímpar, principalmente através de outro a quem considero um de meus melhores por dizer amigos... desde que cheguei a vossas terras - Lucius.

Lucius comentaste comigo que somente vossa senhoria poderia realizar meu pedido e que talvez não se importasse em conceder tal honra...

Bom, o caso é que tive minha vida inteira no exército de terra distante comandando homens e cuidando de esposa e filho, porém fui traído, perdi meu exército, e minha familia foi terrivelmente assassinada, não tive outra alternativa após reestabelecer a paz fazendo vingança, a não ser sair de minha terra natal e vir parar em suas belas terras, onde Lucius me judou e muito a me reestabelecer e serei eternamente grato...

Indo ao ponto encontrei motivo para recomeçar... me casarei novamente e humildemente peço que conduzas a cerimônia que dentro de nosso planejamento acontecerá em Nova Benzor, no salão le fay , gentilmente cedido por um dos padrinhos Furion...

Aguardo humildemente a resposta e seguirei suas sábias orientações tanto quanto aos procedimentos para cerimonia, ao local etc...

desde já agradeço a atenção dispensada a esta carta,

Aguardo resposta, podendo deixar a resposta com o taverneiro do salão Le fay ( leia-se no forum salao le fay)

General Maximus Décimus Meridius e sua noiva Pathela

" O que fazemos em vida ... Ecoa na eternidade"


por Lithan, Abr 28, 2008

Lucius trás a carta de Maximus ao conhecimento de Lithan. O sacerdote de Torm lê e fica honrado com tal convite.

- Lucius, diga a seu amigo que será um prazer realizar sua comunhão cob as graças de Torm. Peça a ele que marque dia e horário para que a celebração aconteça!


por Sieg, Mai 07, 2008

*Carta enviada aos membros da SOL e NOK que estão no acampamento seguro na caverna*

Caros Irmãos e Irmãs de Fé e Espada,

Que as bençãos da Tríade e de Kelemvor recaiam sobre todos vós.

Escrevo-vos para que saibais que a Tríade tem estado conosco em nossas ações neste deserto de amargura e sofrimento. Mesmo contra as forças da natureza temos encontrado fé para demonstrar nossa dedicação à causa da SOL, aproveitando as intempéries como provas para manifestar nossa determinação e fé em nossos deuses e na doutrina de nossa vida.

Não foram poucas as batalhas a serem vencidas, menos ainda as adversidades enfrentadas nestas areias escaldantes. A mortalha da dor tem descido sobre todos que por aqui andam, mas sempre temos encontrado forças em nossos corações para prosseguir sem titubear, de cabeça erguida e espada em punho.

Assim, conclamo a todos que mantenham os ânimos em alta, que exaltem vossos deuses e que ufanem em louvor a nossa causa, pois em breve teremos a oportunidade de provar nosso valor numa ação que nos trará à glória de volta.

Peço vosso auxílio no trato dos refugiados de Sholo, que ainda necessitam de nossos cuidados desde que se negaram a compactuar com as sandices impostas pelas cidades vizinhas. Devemos nosso apoio a estes sempre, não só por paga a dedicação que nos demonstraram ao longo do tempo em que habitamos em suas terras, mas mais ainda pela nosso dever de cavaleiros e homens-de-fé.

Irmãos e Irmãs, mantenham o bom ânimo. Não se deixem abater por murmúrios. A caminhada é longa, mas não faltam honra e glória no fim desta. Louvem vossos deuses pela oportunidade de servir, de lutar e derramar vosso sangue por uma causa que é mais do que justa, mais do que verdadeira e mais do que caridosa. Por uma causa que é, em sí, o princípio de toda a honra e dever.

Relato, numa carta em separado, o que tem ocorrido aqui neste deserto da SOL aos vossos magistrados e encarregados, para que saibais e tenhais ciência de tudo que enfrentamos. Mas que estes relatos sejam marcas de nossa dedicação e exemplo da determinação que todos, sem excessão, tem dado a nossa causa.

De cá, vos saúdam nossos irmãos. Os Alto-Sacerdotes Beldar, herói de Tyr; Lithan, verdadeiro de Torm e Kaly, sagrada de Kelemvor, vos mandam as bençãos de nossos deuses. Os cavaleiros e fiéis Lucius e Prusik vos saúdam com amor e força. De nossos companheiros Mestre Slotus, monge do piedoso Imather e Rugnard, lord dos anões e devoto de Moradin, também vos mando saudações.

E de minha parte, irmãos e irmãs amados, meu sincero amor e dedicação a nossa causa.
Mantenham a fé, como eu tenho mantido, e lutem com todo vosso coração pelo que é justo, verdadeiro e caridoso.

*assina* Siegfried Walsung *brasão de líder da SOL*



por Sieg, Mai 12, 2008

Siegfried, de regresso dos Desertos e das missões neles cumpridas, vai ao acampamento da SOL verificar como estão seus irmãos e protegidos. Lá chegando, Siegfried assume novamente o comando das tropas, e para dar o exemplo de fé e força em sua causa, ele mesmo se oferece para ficar de prontidão e guarda na entrada da passagem que leva de Trommel ao acampamento.
Cumprindo seu turno de serviço, Siegfried se depara com um viajante coberto por um manto leve e um capuz que esconde parcialmente seu rosto, sem no entanto ser capaz de dissimular seus traços finos e esbeltos de elfo, e a cor ébone de sua pele. Sendo reconhecido pelo viajante, Siegfried posteriormente descobre ser este um amigo de seu amigo Belad. Trata-se de Tebryn, senador de Trondor.

Passando das amenidades que o encontro entre um senador de um reino poderoso e um líder de uma ordem devem cumprir, Siegfried argüi o elfo sobre o que faz por aquelas terras solitário. Em meio a as conversa ambos são abordados por outro elfo, identificado como Legolas,e por um druida acompanhado de uma negra e mortífera pantera. Porém estes novos viajantes logo partem em busca de suas aventuras, deixando novamente a sós os dois nobres senhores.
Siegfried, percebendo que as intenções de Tebryn são boas e que ele é um elfo honrado e digno de confiança, apoiado na sua memória dos relatos que Belad fez a seu respeito, convida Tebryn para entrar no acampamento.

Tebryn, que a muito não cruzava aquela passagem, mostra-se surpreso e um tanto chateado com a presença de tantas pessoas no local. Ele revela então que tinha planos para realizar uma cerimônia no local, um casamento. Assim, Tebryn revela que está noivo da princesa de Trondor, Alicia.

Num rompante de alegria, Seigfried revela que conhece Alicia de longa data, e que muitas vezes lutaram lado a lado em missões e demandas justas e nobres. Expressando sua alegria, Siegfried felicita o casal, e deseja os melhores acontecimentos aos noivos. Assim, proseguindo neste tema, Siegfried propõe uma solução para o impasse, que logo é aceita por Tebryn.

Neste meio tempo surge Alicia, procurando por seu amado no local onde haviam marcado para discutir os preparativos da cerimônia. Surpresa em tanta gente num local tido como reservado, e mais ainda em ver que eram membros das forças da SOL, Alicia só relaxa ao ver que Siegfried está presente e a recebe de braços abertos, numa alegria incontida pelo noivado dela.

Sentados ao ar livre, comentando as aventuras passadas, as mudanças na vida de cada um deles e o que pensavam que o futuro os reservava, o trio logo se torna um grupo volumoso, posto que aos poucos chegam ao acampamento outros membros da SOL, como o Alto-Sacerdote Beldar e o cavaleiro Prusik, bem como o monge Slotus. Também chegam ao acampamento outros elfos, como uma jovem furtiva drow, aparentemente parte da corte real de Trondor, bem como de sua rainha, a honorável senhora Nádia, mãe de Alicia.

Reunidos num clima de paz, todos comentam sobre a união entre Tebryn e Alicia, e discutem ameninades até que a senhora de Trondor demonstra certa apreensão com algo.

Envolta no clima de confiança que paira entre os membros da SOL, a rainha expõe o que perturba seu coração. Falando abertamente, ela conta os problemas políticos que rondam Nordok, e relata as possíveis ações dos inimigos de seu reino. Pedindo apoio aos cavaleiros, estes lha contam que a SOL é uma ordem apolítica, que busca cumprir os dogmas de seus deuses, não sendo inimiga de nenhum reino, mas sim de pessoas que causam o mal, ditadores e agentes da perdição. Mas mesmo assim decidem conversar em retirado para debater sobre como reagir ao pedido da nobre rainha, uma vez que ele faz todo sentido e expõe uma ameaça a justiça em todo o continente.

Neste debate de idéias, Beldar e Slotus relatam o que pensam, bem como Siegfried. Os três, em consenso, chegam a uma conclusão. Mas a rainha, enquanto discutiam, precisou se retirar junto com seus súditos, em caráter de urgência de novo a Trondor. Assim, de resposta em punho, um cavaleiro da SOL parte em direção as terras dos elfos-negros, com um recado e uma promessa de ajuda segundo os termos da SOL. Beldar se compraz em fazer uma visita a Trondor a fim de discutir melhor os termos da SOL, partindo algum tempo depois para as terras ao sul de Benzor.

Siegfried retoma seus afazeres no acampamento, enquanto que Beldar e Slotus prosseguem com os planos relativos as demandas da SOL em sua busca por soluções para as crises apresentadas no deserto.

Dias depois os cavaleiros da SOL Beldar e Prusik, acompanhados do monge Slotus, partem para Kabu, a fim de investigar ocorrências nas terras dos goblins gélidos que parecem ter relação com sua demanda no Deserto da SOL.
Siegfried parte a Kabu também, mas devido aos seus compromissos como líder da Sagrada Ordem da Luz retorna ao continente.

De volta ao acampamento, passa as tropas em revista, exibindo sempre um bom humor que há muito não era visto em sua face. Após passar algumas instruções para seus irmãos e prestar assistência aos refugiados de Sholo, Siegfried passa a conversar com seus irmãos, sabendo das novidades e das necessidades do acampamento.

Ao cair da tarde Siegfried parte a Nova Benzor, a fim de comprar alguns suprimentos e outros víveres necessários no acampamento. Chamando por Sleipnir, seu veloz corcel, Siegfried parte sob a promessa de retornar em breve.
Ao chegar a Nova Benzor e ir ao mercado, onde adquire os bens necessários, Siegfried encontra alguém parece o reconhecer. Pedindo sigilo de sua identidade, tal homem revela ser o ex-imperador e cavaleiro da SOL Leonard SaintClair III.
Surpreso, mas contente com o reencontro, Siegfried pede para que saiam apressadamente da cidade antes que Leonard seja descoberto, e assim surjam problemas muitos complicados.
Partindo, os dois poucas palavras trocam, uma vez que terão de percorrer grande extensão de terreno em terras benzorianas ainda.

No meio do caminho uma reunião um tanto quanto inusitada chama a atenção dos nobres cavaleiros. Em meio as festividades de sua deusa, os elfos de Trondor estão a se preparar para uma caçada. Siegfried, de passagem, troca algumas saudações cordiais com Tebryn e Alicia, mas parte logo rumo ao acampamento da SOL, pois muito há de ser dito neste encontro entre si e Leonard.

Ao chegarem ao acampamento sem levantar suspeitas, Siegfried convida Leonard para uma reunião. Neste ínterim, chegam ao acampamento o fervoroso sacerdote de Torm Lithan, e pouco depois o jovem e nobre cavaleiro Lucian. Juntando-se a reunião, os cavaleiros escutam a explanação de seu colega Leonard.

Este expõe sua angústia com relação ao passado e busca um perdão que só de si pode receber. Relatando todo o ocorrido, segundo seu modo de pensar, Leonard os conta sobre os acontecimentos internos do império, sua intenção ao assumir o império, seu relacionamento em pactos com Mestre Redrick e tantos outros membros da cimeira do império. Leonard narra como planejou levar a paz ao continente ao assumir o reinado, sobre como foi usado, manipulado. Relata como depositou sua confiança e fez alianças com outros membros do exército e clero de Várion para que pudesse de fato governar e fazer valer sua vontade. Ele leva longo tempo descrevendo o modus operandi do governo de Várion, e de como sua boa intenção foi frustrada pelas maquinações de Red e seus companheiros.

Por fim, Leonard revela toda a angústia que toma seu ser, toda a melancolia e vazio que dominam sua alma. Revela seus temores de não ser mais aceito por seus pares da SOL, e de como teme o julgamento de seus irmãos sem ter chance de ao menos expor suas intenções quando agiu como agiu ao fim da queda de Firthdusk. Teme mais ainda que Tyr não o perdoe jamais por ter falhado em seu dever.
Mestre Lithan tenta ainda animar o provado cavaleiro, mas a tristeza que toma Leonard é por demais forte.

Neste ponto Siegfried pede a palavra, e passa a explanar sobre o que sente Leonard, usando a si mesmo como exemplo. Usando de sua experiência própria em passar por momentos soturnos, Siegfried começa por relatar os eventos que lhe trouxeram a Nordok, desde suas funções como juiz e líder do exército de Termalaine até a morte de sua filha Beatriz frente a uma invasão não contida. E, partindo disto, conta como sofreu e se sentiu abandonado por Tyr, indigno de ser seu justiceiro, de ser um Martelo de Grimjaw e de ostentar alegria em sua face desonrada.

Mas Siegfried, exibindo uma alegria exuberante, relata como se reergueu, como encontrou a redenção no meio dos seus pares, e de como Tyr o vem agraciando em sua jornada.

Ao fim, para mostrar a Leonard que há salvação e que ele será sim novamente um cavaleiro de Tyr, se assim o desejar fervorosamente, Siegfried traça um paralelo entre a sua queda e a queda de Leonard, mostrando como ambos erraram não por omissão, mas sim despreparo, e de como suas jornadas eram parecidas. Assim, menos pesaroso com sua falta, Leonard deixou o acampamento para poder pensar melhor sobre tudo que fora dito.

Lucian acompanhou a confiança de Siegfried, exultando Leonard a ter fé, e a contar com o apoio da SOL em sua causa.

Deste modo, os cavaleiros voltaram a seus afazeres, orando e clamando a Tyr para que ajudasse seu servo Leonard a reencontrar o caminho da fé e esperança novamente.



por Sieg, Mai 13, 2008

- Uma longa reunião se desenrola em Bedine.
- Paladinos, clérigos, monges e gueerreiros, homens, mulher, anões, celestiais e golem.
- A reunião é longa, cansatiiva. Os assuntos são tratados com cuidado.
- O anão se exalta, resmunga. Um clérigo coordena os assuntos. Um paladino sorri gentil. O monge avalia as respostas calmamente. Outro paladino anima o primeiro, e um sacerdote aplica sua verdade reta. Uma clériga demonstra todo seu amor e juventude em suas reações. Celestiais invocam memórias passadas de eras mais antigas que a das cidades de Nordok. O Golem expressa sua frieza, e uma celestial mostra seu passado obscuro.
- Questões são colocadas, reespostas são dadas e mais enigmas surgem.
- Uma votação é feitaa, um voto de confiança é dado.
- Uma dúvida, uma missão, uma vida e um destino. “Eu aceito”, prontifica-se o mais velho dos homens presentes. Com um sorriso assume a missão da qual depende a vida de uma linda celestial.
- Pergaminhos, um prazo e uma espera se mostram. Ao Golem resta a tradução dos escritos achados na tumba de um cavaleiro ancestral. Aos outros, a missão de prosseguir na investigação e no combate.
- Um cavaleiro, um ex-imperador, erros e julgamentos. Um amigo, um inimigo, um homem honrado e desonrado. Nova discussão, novo debate.
- Por fim, a dissolução da ccimeira. Muito há de ser feito, o tempo urge e os desafios se acumulam.
- Cada um parte rumo a sua missão. O encontro será em breve, numa floresta a beira de um lago, protegida por uma cachoeira e pela noite eterna que a cobre.



Mais tarde, no acampamento da SOL

O acampamento está vazio, calmo. Siegfried cuida dos arranjos, novos carregamentos de mantimentos vêem chegando. O povo precisa de cuidados e de atividades para não se entregarem ao ócio.
Aos homens e jovens é ensinado a arte da guerra. O manejar de espadas e escudos, o portar de lanças e o atirar de arcos e bestas lhes é ensinado.
Às mulheres a arte da cura e dos cuidados médicos é repassada. Bandagens, ungüentos, ervas e poções são aplicadas.
Carpinteiros trabalham numas poucas árvores retiradas da floresta ao redor. Brinquedos são fabricados para as crianças, armas e escudos para os soldados. Carroças, barris e caixotes são feitos.
Mineiros vão as minas de Trommel retirar metais para a forjaria. Caça é praticada nos arredores da floresta de Trommel, e a água é purificada por rituais sacros.

“Tudo corre bem”, pensa Siegfried, contente com o desempenho de todos no acampamento. “Ao menos, até agora”, ele murmura quando vê Alicia entrar com uma expressão tão frustrada quando preocupada.

-O que foi, minha jovem princesa? Há; algo que possa fazer para vos ajudar? Desculpe-me a indiscrição, mas percebo que algo vos incomoda.
-Não é nada não, Sieg.. Só quero ficar sozinha. Posso ficar por aqui?
-Nosso acampamento é nosso, senhora.. Providenciarei água e frutas para vosso conforto.
-Não precisa, só quero ficar sozinha.

Siegfried percebe que ela está chateada com algo, um tanto decepcionada. Os anos de experiência no trato com as pessoas, julgando-as em Termalaine lhe garantem a certeza de como deve agir.

-Senhora, entendo se qusier ficar só, mas ofereço meus ouvidos e minha atenção a vós. Posso me sentar ao vosso lado? Serei um excelente ouvinte, se me permitir. *E sorri gentil e caridoso, quase paternal*
-Ah...eu estou meio mal, briguei com Tebryn a pouco. Eu tenho uma missão, devo ir aos planos inferiores enfrentar um inimigo, e talvez eu morra nisso.
-É compreensível, senhora. Afinal, ele a ama como vós a ele. *Usando sua experiência de homem casado por quase duas décadas, Siegfried segue ouvindo e concordando com sua interlocutora*

Demonstrando gestos de carinho e afeto a Alicia como se fosse um pai, Siegfried segue ouvindo e confortando a jovem princesa.
Mas não demora muito Tebryn aparece pela cortina de água que esconde a passagem ao acampamento.


-Saudações, senhor. *Diz Siegg a Tebryn, que acena e passa andando ao lado dos dois, indiferente*

Percebendo a tensão, Sieg tenta falar com Tebryn, que se mostra frio e calado. Por fim, após intermediar um diálogo, Siegfried se afasta dizendo:
-Creio que os deva deixar a sós. Esttarei por perto caso precisem.
E com um largo e confiante sorriso, ele sai para cuidar de outros afazeres.

A conversa prossegue entre o casal, que hora parece brigar, hora se entender.
Por fim, a união está refeita, e num ato de total desprendimento, Sieg oferece sua tenda para que o casal possa descansar até o dia seguinte, uma vez que considera perigoso e desnecessário sair a noite numa viagem até Trondor.

Durante as despedidas, surge uma outro drow pela cortina d’água. Este, um velho conhecido de Sieg, entra calado e tão logo é reconhecido recebe os mais distintos tratamento. Um irmão para Tebryn, um marechal para sua aprendiz Alicia, e um irmão a ser finalmente convertido para Siegfried.

Reconhecendo a seriedade do assunto, Tebryn e Alicia se recolhem a tenda de Sieg, que permanece com um sorriso receptivo a chegada de Belad.

De seu modo direto e sucinto, Belad inicia a conversa.
-Então, Santo, aqui estou eu honrando minha palavra. Vim receber seu julgamento, como falei que faria assim que terminasse meus assuntos.
-Eu nunca duvidei de vossa palavra, menos ainda de vós, senhor. Conheço vossa índole, e mais ainda vossa honra. *responde Sieg com um sorriso sincero e cheio de esperanças*
-Qual seu veredicto? Como me julgas?
-E quem sou eu para vos julgar, meu senhor. Me nomeastes vosso defensor, e eu mesmo creio que não agistes por vontade própria, mas sim manipulado pela mente vil de Agathus. Creio que só atacastes o forte porque fostes levado a crer que éramos uma ameaça a vós ou a vosso povo, nada além disto. Sabeis a tempos que sou vosso aliado, e mais ainda, que creio na vossa dedicação a uma causa justa, honrada e nobre.
-Bem...se é assim, me sinto julgado e absolvido por você. Isto é tudo para mim. Agora....
*nisto uma explosão a beira do lago interrompe a conversa dos dois*

Uma figura imponente, tão poderosa quanto intrigante surge em meio ao clarão. Belad o reconhece e pronuncia seu nome, Gatts. Siegfried permanece alheio, atento aos movimentos do desconhecido, pois não sabe quais suas intenções ao invadir o acampamento.

O diálogo entre Gatts e Belad é curto e direto.

-Está na hora, vamos. *diz Gatts* -Está bem. Até mais, Santo.
E, do mesmo modo que surgiu, Gatts parte, desta feita levando Belad junto antes mesmo de Siegfried pode ao menos se despedir, quanto mais concluir sua conversa com o marechal drow.



Por fim, ao cair da noite

Uma reunião tensa e cheia de reviravoltas se passa no acampamento da SOL. Siegfried, Beldar e Slotus estão ouvindo a tradução dos papiros feita pelo autômato LK-63. Vilias acompanha seu mestre.

As tribulações começam antes mesmo da reunião em si. Fora do acampamento, Beldar e Leonard conversam sobre o destino do último. Por fim, Slotus se mostra nas proximidades e juntos os três decidem que o melhor a Leonard é procurar recuperar sua honra e só então procurar a SOL para ser aceito. Isto não sem antes se mostrar digno, através da recuperação das bênçãos de Tyr sobre si.

A seguir, já dentro do acampamento, os três são interrompidos pela súbita visita de Tebryn e um outro drow, identifiado como Merux por si mesmo. Tebryn foi ao acampamento para expressar sua gratidão a Sieg pela sua ajuda nos problemas que enfrentou com Alicia. Pressionado pela reunião que o esperava, Sieg agradece e como de praxe diz que não fez nada, oferecendo logo a seguir um pouco de sua hospitalidade costumeira, prontamente recusada pelos visitantes que entendem a gravidade da situação.
Sieg pede para que o esperem na saída do acampamento, pois tem algo ainda a tratar com Tebryn. Assim, este o espera do lado de fora, enquanto a reunião começa.

O primeiro relato explana como um sábio dos desertos descobriu o segredo das estrelas que se movem. Neste relato está uma solução para não mais se perder no deserto, e mais ainda, como se localizar em qualquer tempo naquelas terras.
Esta informação traz esperança aos presentes, que sentem que assim poderão finalmente localizar a Firthdusk primordial, e assim descobrir muitos dos segredo que permeiam a trama dos desertos da SOL.

Os relato que se segue, um conto erótico, deixa a todos os presentes constrangidos. Mais do que depressa passam ao próximo tópico.

O terceiro relato traz a história contada por um acólito que acompanhou seu mestre numa jornada. O acólito se mostra um ladrão experiente e um assassino habilidoso,e conta a caça de uma demônio que escondia segredo e espionava a mando de Barakiel (BlackAvar? Bartolomeu? Não lembro qual deles), desde sua detecção até a sua captura.
A seguir, explana sobre como foi feita uma tortura e exorcização para retirar da demônio os segredos que permeiam a maldição que afetou a todos que permaneciam no local.
A prisioneira revela os segredos de um ritual que envolve três ingredientes: Um diamante como o usado nos rituais de ressurreição dos mortos; uma flor rara que só nasce no norte, parecida como as outras mas que esconde segredos inimagináveis; e por fim um artefato mágico.
O texto descreve em detalhes como o ritual foi executado pelo sacerdote líder com a ajuda de um arcano poderoso, as magias de dispersão entoadas e o processo de consumação dos itens.

De posse destas informações, os presentes debatem as possíveis ações a serem tomadas.

Fica decidido que Sieg adquirirá o Diamante para o ritual e que Beldar e os outros procurarão um item mágico para ser utilizado no ritual.
A discussão prossegue, porém, no que tange a respeito da flor. Vários nomes são sugeridos para se investigar esta misteriosa flor do norte. Norfind, o sábio druida élfico, Tye, não menos poderosa ou élfica, e Alkady, o curandeiro de Kabu são citados. Como os dois primeiros tem sua localização desconhecida e o terceiro fica a muitos dias de viagem, eles decidem, agora que contam com a presença de Prusik e Robert, recém-chegados, ir atrás do conhecimento dos sacerdotes Parker, de Tobaro e Logan, de Benzor. O primeiro a ser visitado será Parker.

Ao saírem, Sieg e Robert ficam para trás para conversar com Tebryn. Mas nem bem os cavaleiros partem e Sieg e Robert iniciam as saudações aos drows, estes são interrompidos pela chegada inesperada de duas figuras de imenso poder.

O regente elfíco T’Daeroph e sua companheira que porta uma armadura negra completada por um elmo fechado de aspecto terrível aproximam-se do quarteto, uma vez que a jovem Liss, da corte real de Trondor acompanha Tebryn, causando espanto em todos.

Cordialmente, Sieg recebe o coronal dos elfos, sem saber do ocorrido entre este e os drows, ou mesmo dos acontecimentos nas terras élficas a muitos tempos. Do mesmo modo, trata com cordialidade sua companheira, desconhecida de Sieg e Robert.

Tebryn tem uma reação diferente. Parece se colocar em posição defensiva, hostil até em relação a algo. Já a jovem drow desaparece hum súbito movimento, não sendo mais vista até o fim do evento.

Um clima tenso se instala. Alheios a tudo que envolve os presentes, Robert e Sieg permanecem em alerta, pensando tratar-se de um inimigo externo.
Acompanhando a conversa cheia de termos elficos incompreendidos e fatos desconhecidos a ambos, os paladinos se oferecem para proteger os presentes, indo Sieg proteger os recém-chegados e Robert guardar a volta de Tebryn, sem perceberem que estes eram os inimigos, uns dos outros. Sempre gentis e cordiais com os recém-chegados, sieg tenta sempre fazer o possível para os ajudar no que quer que estejam procurando, assim como Robert.
No entnato duas succubus aparecem no local, chamadas não se sabe por quem, e de longe parecem acompanhar a conversa dos elfos, como que a proteger o ex-coronal. A presneça dos demônios muito incomoda os paladinos, mais ainda ao servo de Kelemvor.

Enquanto isto, na conversa, acusações são trocadas entre ambos os elfos, o nome de Lucy é revelado e muito mais ironia e ameaça são proferidas.

Sieg parece se lembrar do nome de Lucy, acompanhado de um resgate a crianças perpretado por eles e mais um grupo, mas isto a muitos anos atrás, coisa que dificulta e nubla a memória do velho cavaleiro.

Entendendo finalmente que existe uma animosidade entre os elfos, os paladinos dizem que nada podem fazer caso os dois decidam se enfrentar, mas que devem por razão do dever, exigir um combate justo, sem interferência externa, e que este seja travado em outro local, que não nas proximidades da floresta de Trommel, onde se encontram, e onde está o acampamento da SOL.

Zelando pela boa ordem e honra do combate, os paladinos decidem que nenhum combate será travado alie fazem tudo o possível para isto, sem no entanto usar de violência ou agressividade.

Por fim os elfos parecem cehagr a uma solução, mas o diálogo não é acompanhado pelos cavaleiros, que estão empenhados em observar as Succubus ali presentes.

Por fim o momento esperado pelos paladinos se aproxima. Com o consenso dos presentes, Siegfied se apresenta para eliminar a succubus, uma vez que Lucy, reconhecida como uma sacerdote, decidiu não expulsar a mulher-demônio, usando de ironia dizendo que se o paladino queria tanto expulsar a demônio, deveria ele mesmo fazer.

Contente por poder lutar uma luta justa e digna, mesmo consciente de sua velhice e assim de sua falta de habilidade em combate, Siegfried se apresenta para eliminar aquele mal que se apresentou. Respeitando a ordem celestial dos dogmas, antes de iniciar o combate Siegfried oferece a primazia de combater a demônio ao servo do senhor dos Mortos. Este, de bom grado e contente por ter sua primazia respeitada, se prepara para o combate.

A succubus ataca com uma magia de tentáculos negros que brotam do chão, mas Robert reage e com um golpe santo elimina a demônio, expulsando-a de volta aos planos inferiores.

Com seu dever cumprido, os paladinos observam a dupla indescritível ir embora, enquanto Tebryn parece pensativo por um momento. Num rompante Tebryn parte ao encalço da dupla, mas os cavaleiros se empenham em impedir isto. Eles tentam argumenta que o combate nestas circunstancias é errado, desprovido de honra ou glória.

Mas a fúria interior de Tebryn é maior, e ele de desvencilha de qualquer tentativa de ser seguro.

Siegfried ainda tenta correr no encalço do drow, mas o peso de sua armadura e mais ainda o peso da idade em seus músculos e ossos, depois de tantas reuniões e de um embate tão tenso esgotam suas forças.

Com uma pontada de dor no peito e arfando, com dificuldade de respirar, Siegfried por fim cai sobre seus joelhos, onde permanece vendo um ensandecido drow partir no encalço de seu desafeto.

Após recuperar o fôlego e suas forças, o velho paladino retorna ao acampamento de sua ordem, onde tem muito sobre o que pensar.


pelos guardas do acampamento, Mai 21, 2008

:Manami deixa uma carta para Beldar:

*Letras bem desenhadas*

Amigo,

Recentemente um dos homens diretamente ligados a SOL, Prusik, hostilizou na floresta de Trommel o homem chamado Laurio, pelas ações que Laurio teria tido enquanto no Império.

Antes que a história chegue aos seus ouvidos de forma distorcida, quero deixar clara minha posição quanto tudo isto.

Laurio uniu-se ao Império sob minha supervisão, como meu agente espião. Toda e qualquer ação que ele tenha tomado enquanto estava lá julgo ter sido a melhor ação para manter intacto seu disfarce e continuar a mandar-me informações vitais sobre o Império.

Enfim, corroboro com a posição de Laurio por saber que é uma das posições mais difíceis e corajosas a se tomar em um conflito, pois quando a disfarce acaba, não é raro o espião ser odiado nas duas frentes.

Não sei o que exatamente aconteceu a Prusik, mas pouco me importa. Ele mostrou-se intolerante, e chegou mesmo a ofender-me enquanto explicava a situação de forma clara.

Deixo de antemão avisado que não permitirei qualquer hostilização à Laurio, tendo em vista que todas suas ações foram por mim embasadas.

Da amiga,

Manami.


pelos guardas do acampamento, Jul 08, 2008

::Mensageiro entrega um pergaminho diretamente a Siegfried::

Iremos nos reunir em dois dias em Hardwood para as decisões finais sobre os últimos acontecimentos. Venha se puder.
Falcon


por Beldar, Jul 08, 2008

A reflexão

"... O sacerdote de Tyr acorda em Hardwood, após uma reunião com alguns envolvidos no assunto de Tobaro. Ao levantar da cama Beldar sente um calafrio. O sacerdote como de costume, faz suas preces pedindo a seu deus a benção e proteção pelo dia que está por vir. Novamente o sopro de vento gélido percorre a espinha de Beldar como em poucos instantes de sua vida. Uma voz gutaral ecoa por sua mente com os dizeres: Ela renascerá...os três não estão mortos...
O dia estava nublado, nem mesmo sua montaria adestrada por Orion parecia obedecer seus comandos, o caos estava presente com ventos fortes uma densa néova em hardwood, enquanto o Clérigo cavalgava em encontro a seu destino.

Subtamente uma imagem veio a sua mente... um fato antigo veio a tona: Um elfo de longos cabelos loiros, cujo o arco era incrivelmente preciso, estava em sholo, junto de um jovem monge... subtamente Lagartos enormes surgiram do mar e alguns desceram das árvores. O massacre estava a começar. O elfo lançava inumeras flechas que pareciam resvalar na carne das Salamandras, não surtindo tanto efeito. Os repteis devoravam os aldeões, enquanto soltavam grunidos de dor e de fúria. O monge que estava a ingressar na doutrina de Illmater lançava inumeros ataques que também não eram tão eficazes, mas estavam a derrubar alguns dos terríveis. Um clérigo que estava a formar uma ordem sagrada tomou a frente do combate, com a ajuda de alguns guerreiros conseguiu manter a posição. Foi então que o monge caiu. Uma garra da maior salamandra perfurou seu abdomem, como uma espada cortando a água. O monge caiu no chão urrando de dor. Os guerreiros que seguravam o ataque estavam de retirada, o poder das salamandras não podia ser contido, mas os aldeões já estavam seguros era hora de voltar... Alguns não esperaram o comando do clérigo e debandaram. Os mais fies ainda mantinham as posições. Um feixe de luz atravessou a vista do sacerdote que o fez correr em direção ao monstro. O sinal havia sido dado e as tropas deveriam se retirar. Mas ao verem seu lider curar o monge e ainda sim lutar com o grande reptil foram encorajadas a desobedecer a ordem e bradar pela justiça de encontro a morte. Mas aquele dia ainda seria lembrado por bardos... E apesar das baixas a honra prevaleceu e nenhum homem foi abandonado, tão pouco o vilarejo. O clérigo voltou seu olhar a dois jovens paladinos, depois olhou novamente o monge.

Após a visão novamente a voz gutaral veio a tona: Honra...

O último dos Silverblades sentia que algo estava prestes a ser revelado, e olhando para o passado percebia o quanto já havia percorrido. Parecia que entrara em um estado catatonico , onde seus pensamentos viajavam em uma velocidade incrivel e seu corpo era guiado pelo trote de sua montaria. Beldar se lembrou do inicio em brosna. Da iniciação, da batalha pela Honra. Da criação da Sagrada Ordem da Luz.

O trote do animal o levou então para as planicies de holows. Seus pensamentos ainda pareciam viajar pelo tempo, guiados por algo maior que sua vontade. O estado catatonico parecia aumentar a medida que seu coração batia mais devagar. Seus labios estavam por ficar roxos, enquanto seus olhos miravam fixos e arregalados no nada.

Uma nova imagem se fez em sua mente... Eram os maiores de Nordock em sua época. Nunca em nenhum outro instante o sacerdote havia encontrado figuras tão expressivas a sua frente. Krozius, o cavaleiro negro. Furioso por natureza, mas apreencivo pela vida. Aramil, astuto e habilido como só, mas ainda assim temia o que estava por vir. Rugnard Ragnard, um dos maiores simbolos de persistência anônica, mesmo com a partida de Dolin, Rugnard estava firme e vigoroso. Norfind, o coração da selva de nordock pulsava em seu peito, com seu olhar penetrante aguardava a palavra do Lider da SOL para o início da sessão. Estes eram apenas poucos que beldar parecia olhar, mas existiam representantes de praticamente todas as cidades, vilarejos, guildas e organizações de nordock. Alí estavam a estratejar. Uma resistência estava a surgir. A aliança dourada, algo que ultrapassava as desavenças corriqueiras e despertava a mais intima verdade, a sobrevicencia... a paz entre os reinos. Era algo que nem mesmo o mais tolo dos acolitos pensaria. Ver tantas figuras imponentes que outrora tinham tantas desavenças lutando por um objetivo em comum... A reunião era feita na sede da Sagrada Ordem da Luz em Firthdusk. A cidade estava apreensiva por mudar sua rotina, as igrejas estavam lotadas pela lamuria e preocupação do que estava por vir.O sol seria negro novamente ? A Aliança Dourada dizia que não... A verdade estava prestes a ser revelada...

Beldar consegue retomar o controle de seus pensamentos, mas não de seu corpo que parece apenas se manter em cima de Trovão. O trote do animal o leva para as proximidades de Firthdusk, ou o que sobrou delas. A voz outrora gutaral em sua mente, se aproxima de uma forma mais suave, revelando pela primeira vez sua origem. Um velho companheiro de guerra, um velho general. Kiefer o lider dos paladinos do norte, era a figura por de tras dos sussurros. Se esforçava para conseguir pronunciar algumas palavras: Verdade... Fora dito com dificuldade.

O vento frio que soprava pelo caminho de saint'reil era impiedoso. Beldar parecia enchergar apenas fleches a medida que saia de seus estado catatônico. Subtamente, o sacerdote perdeu a consciência. Um sonho parecia se formar em meio a um mar de pensamentos confusos e caoticos. Uma criança loira, de olhos verdes... corria pela praia enquanto seu pai caminhava a passos firmes a frente lendo um livro nas mãos. A criança corre subtamente em direção ao mar. Uma onda que varava a arrebentação a atinge. Seu pai parte desesperado para salva-la. Mas ela ja está envolta de areia, tossindo na beira do mar. Após escutar um belo sermão do velho a criança enfia a mão na areia, dando margem para averiguar um brilho estranho que havia visto... Ela retira um amuleto, repleto de inscrições, enquanto seu pai olha abobalhado para o que seu filho acabou de encontrar.

Beldar acorda. Eles percebe que esta nas ruinas de firthdusk. Uma falange de goblins mortos a sua volta e sua lamina fincada no solo arenoso. O amuleto no pescoço do sacerdote se inclina para frente, fazendo com que uma lembrança seja assimilada. Beldar vé o brilho prateado da Matadora de Demonios fincada no chão, e ergue a lamina. Com a mesma glória de que quando encontrou o legado de sua família. O sacerdote percebe que esta então no antigo cemitério da cidade, precisamente sobre o túmulo de general Kiefer. Uma horda de goblins parece se formar a sua frente, indignada com o ataque primeiramente feito.

A voz em sua mente parece interceder novamente: Justiça. A hora que muitos aguardam chegou. Que os três venham a tona e que ela mais uma vez se faça presente.

Com os olhos marejados o clerigo de Tyr, consegue entender o sentido das visões. E parte de forma implacavel em direção aos goblins... A nevoa parece esconder a batalha que estava eclodindo. Mas mesmo que Kiefer estivesse ereto em seu túmulo, ele saberia o que iria acontecer.



pelos guardas do acampamento, Jul 15, 2008

::Um Falcão vai ao encontro de Beldar com a seguinte mensagem::

Beldar, tenho um assunto importante a tratar com você que diz respeito a Sagrada Ordem da Luz também. Venha em Hollows na próxima lua.
Falcon

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