Groo, o Errante
(obra-prima de Sérgio Aragonés e Mark Evanier)

*Groo faz o que Groo faz melhor*
Coió, inepto, cretino, tolo, demente, idiota, burro, suíno e
cabeça-de-bagre. Com seu imenso nariz-de-batata e seus olhos juntos no
centro de sua cabeça, Groo é o homem (ou coisa) mais feia da face da
terra.

Groo,
um garotinho condenado a nascer sem saber pensar graças a uma
mandinga
de um feiticeiro - e aos genes de seu já
não-tão-esperto pai - cresceu
nas ruas e se tornou um bárbaro errante, onde algum tempo
depois foi "abençoado" também como um extremo
azarado eterno. Vagando por uma era e lugar
indefinidos, o bárbaro faz qualquer negócio por uma boa
peleja e um
punhado de queijo derretido. Fanático por queijo derretido e
sempre
disposto a ajudar os outros (e quase que invariavelmente
prejudicando-os sem querer), ele vaga pelo mundo buscando
serviço para
suas habilidades de bárbaro errante.

Em suas desventuras, o
troglodita já exerceu as profissões de ator, pedreiro, pirata (apesar
de afundar todos os navios em que embarca), caçador de recompensas,
entre outras.
Entre suas façanhas habituais estão, provocar a
discórdia entre reinos aliados, destruir impérios, colocar qualquer um
em apuros e, invariavelmente, sair correndo de multidões no final. Groo
tem o dom de propagar o caos em qualquer lugar onde ponha os pés (e na
maioria das vezes nem percebe isso).



Suas habilidades com as
espadas são inversamente proporcionais às capacidades de seu cérebro de
minhoca. Apesar da estupidez, Groo tem um bom coração, que o diga seu
animalzinho de estimação, o cachorro Rufferto. Muito mais esperto que o
dono, Rufferto é a única criatura no universo a acreditar que seu dono
seja inteligente.

A peleja é a única coisa capaz de
fazer Groo deixar para trás um monte de queijo derretido, mas não sem
antes levar um bom bocado consigo. Sua maestria em combate foi posta a
prova algumas vezes, na mais memorável participou sozinho de combate
contra um exército inteiro, acuado sobre uma pilha de inimigos caídos,
enquanto os demais suplicavam para que ele parasse de lutar pois já era
noite e estavam todos cansados.
Sua ingenuidade autêntica aliada a uma burrice infinita sempre acaba
por gerar situações inesperadas e hilariantes. Seus inimigos mais
espertos tentam explorar seus talentos com as espadas mas de uma forma
ou outra são surpreendidos por um ato de estupidez calamitosa, que
acaba por levar por terra todos os planos
O nome da família de Groo (The Cattle are Dying) quer dizer O Gado está Morrendo.
Frases e Pensamentos
(Groo pensando? o.O)
Terei errado?
Sempre após alguma
catástrofe acontecer. Ou seja, sempre que Groo chega em algum
lugar.
O
que ele quis dizer quando disse que eu sou meio devagar?
Geralmente
ditas algumas boas horas após alguém ter dito que ele é meio devagar.
Eu
sou o príncipe de Chickchester!
Esta frase lhe foi gravada na mente
pela sua Avó, quando planejou um golpe onde Groo deveria se passar por
um príncipe de uma terra distante, para casar com a princesa. Apesar de
tudo dar errado, como sempre, a insistência da sua avó em lhe fazer
memorizar a única coisa que tinha que dizer durante todo o golpe ficou,
não se sabe como, presa em sua mente vazia. Groo costuma dizer isso
quando não tem mais nada em mente para dizer na hora, o que acaba sendo
bem comum.
Eu entendo perfeitamente!
Geralmente dita em resposta
qundo alguém faz uma afirmação terminada em "...até um idiota entende
isto."
Mendigo
A única coisa que Groo não suporta é ser chamado de
"mendigo". Apesar de até hoje não entender o que quer dizer "mendigo",
Groo não suporta ser chamado assim e entra em fúria imediatamente.

Groo carrega consigo sempre estas coisas:
Espadas:
Groo as ganhou dos próprios deuses quando servia no exército do Imperador Sakisama

Presilha Azul:
Apesar de parecer muitas coisas, como o símbolo do infinito, um oito, etc, Groo usa isso como um duplo estilingue.

Bolsa e Caveira:
Não se sabe ao certo que coisas Groo carrega nesta bolsa, mas tanto ela quanto a caveira froram presentes de seu pai.

mais informações:
Groo, the Wanderer