Antes que digam, eu mesmo, de próprios dedos e teclado quem escrevi este texto. As resenhas do filme eram todas toscas, sem nada quase.
Quem não viu o filme, isto é um mega spoiler, cuidado, pode atrapalhar seu prazer quando for ver o filme.
Este texto é um resumo nem tão resumo assim do filme "Conan, o Bárbaro", ou "Conan e os Bárbaros", de 1982

Conan, o Bárbaro
 
História contada no filme
Frases e Pensamentos de Conan
Curiosidades sobre o Filme
                   

"Aquilo que não me mata me trona mais forte"

O fogo e o vento vêm do céu...
dos deuses do céu,
mas Crom é o seu deus.
Crom vive dentro da terra.
Os gigantes viviam
dentro da terra, Conan.
E, na escuridão do caos...
eles enganaram Crom e dele
tomaram o enigma do aço.
Crom zangou-se e a terra tremeu.
O fogo e o vento derrubaram os gigantes
e lançaram seus corpos na água.
Mas, em sua ira, os deuses
esqueceram o segredo do aço...
e o deixaram no campo de batalha.
E nós, que o encontramos...
somos apenas homens.
Nem deuses, nem gigantes.
Homens apenas.
O segredo do aço sempre
carregou consigo um mistério.
Deve aprendê-lo, jovem Conan.
Você não pode confiar
nas coisas da carne.
Mas no aço em suas mãos,
nisto você pode confiar.



História contada no filme

Há muitos anos, numa terra distante conhecida com Ciméria, existiu uma aldeia abençoada por Crom, o deus das Montanhas. Nesta aldeia um velho ferreiro e sua esposa tiveram um filho, a quem chamaram de Conan. A seu filho o velho ferreiro ensinou sobre os deuses e sobre Crom, e sobre o segredo do aço. Os ensinamentos dos antigos atlantes estão vivos na arte do ferreiro, que com destreza e habilidade forja a última espada jamais feita com o puro aço das montanhas, dedicada ao seu deus Crom.



Ainda em sua infância a criança testemunha a destruição de sua vila na mão de três warlords de Vanir: Thulsa Doom, o sacerdote do deus-serpente Set e seus dois lugares-tenente: Rexor e Thorgrim. Num combate sangrento, os warlords Thorgrim e Rexor ferem mortalmente o pai de Conan, que luta incansável empunhando a última espada atlânte forjada por ele mesmo. Deixado ferido para ser morto pela matilha de cães ferozes de Doom, o pai de Conan tomba morto ainda segurando firme seu maior tesouro, sua espada.



Thulsa Doom, frente aos dois últimos sobreviventes, Conan e sua mãe, toma posse da valiosa espada do pai de Conan, forjada com os ancestrais conhecimentos dos atlântes. Admirado pela beleza e precisão no balanço da espada, Thulsa Doom hipnotiza a mãe de Conan, decapitando-a logo em seguida com um golpe perfeito com a espada perfeita.
O símbolo carregado pelo porta-estandarte dos Vanir - duas serpentes que se encaram sobre um sol preto - é queimado na memória de Conan para sempre, enquanto ele observa os destruidores de sua aldeia partirem e é levado como escravo pelos mesmos.
Levado junto com outras crianças de outras vilas saqueadas e destruidas, Conan é empregado como escravo numa roda que impulsiona um moinho gigante. Acorrentado a roda, Conan passa toda a sua infância e juventude preso a esta Roda da Dor, enquanto vê um a um seus companheiros de escravidão sucumbirem e morrerem no esforço de manter o moinho gigante. A cada um que cai, Conan aumenta sua força, se tornando um gigante com músculos rijos e mãos calejadas por rodar sozinho o que seriam necessários dez homens para moverem.



Admirados com sua força e resistência, os escravagistas decidem enviar Conan para um período ainda mais difícil de sua vida. Determinados a aproveitar a incrível consistência do jovem cimério, seus escravistas o começam a usar nas lutas de gladiadores das rinhas locais.

Lá Conan descobre novamente a dor e sente pela primeira vez o sangue do inimigo em suas mãos. Um a um os combates são travados e vitórias são conquistadas. Uma a uma as arenas são manchadas com o sangue de seus adversários, e um a um Conan esmaga seus oponentes de mãos nuas.

É chegada a hora dos verdadeiros combates. Confiando no vigor de Conan, seus donos o enviam ao extremo norte do oriente de Faerun, onde Conan é treinado pelos mestres-de-armas no manejo da espada. Sua aptidão inata e dedicação ferrenha logo lhe garantem elogios de seus mentores. Julgado apto para o verdadeiro teste, Conan é enviado para os combates dos gládios. Desta vez Conan não só esmaga seus oponentes como também os dilacera, sem demonstrar o menor dos sentimentos.

A cada vitória Conan é agraciado com mulheres, escravas como ele, que lhe são entregue para satisfazerem seus desejos lascivos, e recompensado com mais treino e viagens aos mais diversos confins do continente, atrás de honra e glória pra seu senhor. Também é ensinado a Conan a escrita, a arte e a filosofia, fazendo do guerreiro bárbaro um homem completo, letrado e habilidoso.



Extasiado com a seqüência de vitórias de Conan, seu dono decide que é hora de recompensar o guerreiro cimério libertando-o, sem mais nem menos. Conan, pego de surpresa pela liberdade a muito não sentida, dispara a correr pelas pradarias e campinas secas e desérticas, caçado por lobos famintos. Munido apenas das correntes que um dia o aprisionaram, Conan mata os lobos, e se aproveita da pele e da carne dos animais utilizando como vestimenta rude e comida para sua longa jornada até um lugar ainda desconhecido.

Em seu caminho Conan cai, desavisado e cansado pela extenuante caminhada, em um buraco, no que descobre ser um imenso salão soterrado e abandonado. Lá Conan se depara com um esqueleto trajando uma armadura velha e enferrujada, portando um elmo rude em sua cabeça e segurando uma espada. Esta espada, apesar do cenários de degradação ao seu redor, permanece incólume ao tempo, conservando afiado seu fio mesmo depois de tantas eras esquecida nesta cripta. Com profundo respeito, Conan retira a espada da mão esquelética que a segura e a empunha pela primeira de inúmeras vezes.

Atravessando campos desérticos Conan se depara com uma choupana no crepúsculo da tarde. De fora da cabana Conan distingue uma mulher em sua porta, que oferecendo o calor de uma lareira e o conforto de seus braços, o convida para entrar. Uma longa noite de prazer e luxúria se desenrola sobre os dois amantes, até que a noite atinge seu ponto culminante. Ai a atraente mulher se revela uma temível bruxa-vampira, decidida a sugar a vida do rijo bárbaro. Conan, usando de toda sua força moldada por anos girando o moinho, num só empurrão afasta a sedutora predadora, arremessando-a diretamente na lareira. A mulher queima e estrala como uma tora seca de carvalho, iluminando toda a cabana antes de perecer. Aproveitando de um lar como a décadas não tinha, Conan passa certo tempo na choupana se restabelecendo.

Vivendo uma vida nômade e errante, o bárbaro extrai do descampado o necessário para seu sustento durante algumas semanas, até que entediado pela vida reclusa decide partir atrás de vida e diversão nas cidades.

Munido apenas da espada e de trapos como vestimenta, Conan vaga sem rumo até achar um homem acorrentado a um paredão, largado para ser morto pelos animais selvagens como punição por seus roubos e trapaças. Liberto por Conan, o homem lhe jura fidelidade e amizade eterna. Juntos, Conan e o homem, chamado Subotai e conhecido pela habilidade com o arco partem rumo a cidade mais próxima. Lá ambos partem para as tavernas, onde por meio de brigas e arruaças sempre obtém dinheiro para manterem suas beberagens e comilanças.


Mas a vida na tavernas é cansativa, e aos poucos os dois começam a pensar em golpes maiores. Assim, depois de descobrirem que na torre dos servos do deus-serpente existe uma jóia imensa, decidem invadi-la para rouba-la. No entanto, ao se prepararem para escalar o torreão negro se deparam com uma mulher esbelta e destra, que após o choque inicial se junta a eles no golpe, uma vez que ela mesma se preparava para realiza-lo sozinha. Com um plano montado às pressas e sem muita garantia, e após matarem uma serpente gigante, os três logram êxito no roubo, adquirindo não só a jóia conhecida como “Olho da Serpente”, mas também muitas jóias menores, o que lhes garantem muitos meses de farra na taverna onde vão morar.



Mesmo sem falar quase nada Conan se torna o líder dos três, tendo uma profunda amizade com Subotai e se envolvendo amorosamente com a jovem ladra, de nome Valéria.

Mas logo o prazer acaba, pois numa noite os três são levados para a presença do rei como cativos. Após um sermão onde o rei lhes mostra sua ignorância e tolice ao tentarem roubar uma torre dos sacerdotes de Set, e pensando que seriam mortos ou presos pelos seus atos o três são surpreendidos pela oferta real que lhes é feita. O rei oferece muitos tesouros se os três forem capazes de recuperar a sua filha, seduzida e levada como serva de Thulsa Doom para sua montanha da perdição. A simples menção dos tesouros sem fim comove Subotai e Valeria, mas Conan, motivado pela idéia de se vingar dos assassinos de seu pai parte sozinho rumo ao local indicado, ardente de vinganças.
Valéria ainda tenta argumentar com o bárbaro sobre seu amor e sobre o futuro grandioso que terão se não forem, mas se mantiverem juntos, felizes e apaixonados. Mas nada disto comove o coração duro e fechado pelo ódio que Conan sente pelos destruidores de sua tribo.

No caminho para a montanha a perdição Conan se depara com um mago, um ermitão que lhe ensina muitas coisas estranhas a um bárbaro. O einigmático ms gentil mago, chamado Akiro, recolhe Conan sob seu cuidado e o ajuda nos preparativos da jornada que Conan fará até a montanha da perdição. Coisas sobre magias, feitiços e lendas lhe são ensinadas, mas Conan não atém a nenhum conselho, cego pelo desejo de vingança que lhe domina. Obcecado pela morte de seus algozes, Conan parte disposto a derrotar Thulsa Doom e seus acólitos.

Porém nem tudo sai como o esperado, e pego numa armadilha Conan é confrontado por Thulsa Doom, num confronto psicológico do qual Doom é vencedor incontestável.Conan então é torturado e espancado até desmaiar, sendo condenado a Árvore do Suplício por Thulsa Doom.



Amarrado a árvore Conan extrai seu sustento dos abutres que se aproximam na tentativa de devorar o bárbaro vencido. Mordendo o pescoço das odiosas aves Conan obtém sangue para aplacar sua sede e carne crua para diminuir o suplício da fome que o assola. No limiar de suas forças, Subotai aparece e resgata Conan de seu martírio, porém este está já além da salvação e sucumbe ao seu destino.

Subotai o carrega então de volta ao mago Akiro, que já na companhia de Valéria lamentam o destino do musculoso bárbaro. Valéria não se conforma com a perda de seu amado, e pergunta ao mago se não há um meio de trazer a vitalidade de volta ao corpo do bárbaro. Akiro diz que há um meio, mas que o custo é maior do que a recompensa. Mesmo assim, tomada pela dor de perder seu amado, Valéria decide correr o risco de se perder para trazer de volta o único homem que amou e por quem foi amada de verdade.
Um ritual é preparado então. O corpo de Conan é todo recoberto com inscrições antigas e sinais místicos, e amarrado a quatro estacas bem firmes para impedir que os espíritos levem seu corpo físico no ato do ritual.
Uma intensa noite de tormento se abate sobre a colina onde o ritual é feito, mas com a alvorada Conan finalmente abre seus olhos, apenas para ver as lágrimas de Valéria. Numa declaração de amor única, Valéria diz a Conan que nem os deuses podem os separar, e que se ela morrer e Conan sobreviver para lutar, e num momento estiver só e precisar dela, ela retornará dos mortos apenas para ajudar seu amado.



De volta a sua plena forma física, e com informações que Akiro lhes dá, os três ladrões planejam como entrar na montanha por uma passagem secreta e resgatarem a princesa mantida refém pelo terrível Thulsa Doom.
Com os corpos pintados para se mesclarem às sombras e de armas em punho, Conan, Valéria e Subotai avançam rumo as entranhas da montanha. O caminho é percorrido com tranqüilidade e a invasão é feita sorrateira e rapidamente. O alvo, a princesa, logo é localizado, mas na hora em que é resgatada a princesa reage e se revolta, querendo ficar junto a Thulsa Doom. Um alarme então é acionado, e todos na montanha são avisados da invasão.



Bandos de soldados chegam ao salão da princesa para combater os invasores, mas Conan mantém sua posição enquanto Subotai e Valéria retiram a princesa. Conan enfrenta muitos adversários, inclusive os dois lugares-Tenente de Thulsa Doom, vencendo-os o suficiente para poderem se retirar e partir com a princesa. Mas, durante a fuga, o próprio Thulsa Doom aparece numa fissura da montanha armado de um arco.
Num rito místico o sacerdote pega uma pequena serpente e a encanta, transformando-a numa forma rígida e esguia, uma flecha viva. De posse desta flecha, Doom mira nos companheiros que fogem a galope forçado e atira.
O alvo, definido desde a cerimônia para trazer Conan de volta, não é outro senão a ladra Valéria.

A amada do bárbaro ainda resiste até chegar ao acampamento de Akiro, mas falece devido a maldição da flecha encantada. Mudo, Conan começa os preparativos para o funeral da única mulher que jamais amou. Uma pilha de galhos e feixes secos é amontoada ao redor do altar onde é posto o corpo da ladra. Conan, sem a menor demonstração de dor e sofrimento, acende calmamente a pira funerária da mulher que um dia tocou seu coração, e desce do monte onde voltou a vida e a viu queimando.

Subotai, ao lado de Akiro, se desfaz em lágrimas. Akiro acha estranho Subotai chorar tanto enquanto que Conan, quem deveria estar mais sofrendo, não pronuncia um único som. Subotai então, numa das melhores descrições da pessoa de Conan, responde ao velho mago:
- Aquele é Conan, Cimério. Elee não chora, então eu choro por ele.

Um novo dia nasce, e Conan amanhece com ele sentado em uma pedra, meditando enquanto a princesa permanece acorrentada a uma pilastra ao fundo, gritando que Thulsa Doom virá resgata-la. Conan apenas olha para trás e sorri com a idéia. Subotai e Conan começam a preparar o terreno para a vinda de Thulsa Doom. Virotes são fincados ao chão protegendo o monte, armas são espalhadas em lugares escondidos para serem usadas nos momentos certos. Armadilhas são montadas, arcos são retesados e lâminas são afiadas, aguardando o momento final. E este não tarda a chegar.

Aqui Conan faz sua única prece a Crom:
"- Crom, nunca orei antes. Não tenho jeito para isso. Valor te agrada, Crom, então concede-me um pedido. Concede-me a vingança. E se não me escutares, podes ir para o inferno."

Acompanhado por uma parte de suas forças e seguido de perto pelos seus Lugares-Tenente, Thulsa Doom se aproxima do monte. Uma batalha sangrenta tem início. Conan e Subotai abatem um a um os inimigos que se aproximam. Mas Rexor se aproxima de maneira furtiva do bárbaro, que se mantém na frente de batalha, e o acerta com um golpe de seu imenso martelo-de-guerra. Ferido, Conan retrai para o meio das rochas no monte, onde está mais protegido dos ataques furtivos. Lá, numa armadilha bem planejada por Subotai, Rexor pensa ver o elmo do bárbaro atrás de uma rocha, e se prepara para golpear mortalmente aquele que julga estar se escondendo. Mas tudo não passa do gatilho para acionar um grande e afiado bastão, que lhe atravessa a armadura e o corpo, o fazendo sangrar pelo ventre até a morte.



Thorgrim, vendo que o bárbaro recua ferido, o persegue, mas Conan consegue se defender dos golpes desferidos pelo algoz de sua família. Mas num combate sujo, Thorgrim derruba Conan, que desarmado fica a mercê do golpe de misericórdia do servo de Thulsa Doom. Neste momento um brilho intenso cega os dois. Bloqueando a espada que desce velozmente em direção ao corpo do bárbaro surge uma lâmina reluzente e pura. A lâmina de uma valquíria, a lâmina da espada de Valéria. Vestida com uma armadura prateada e luzente, a valquíria impede que o golpe acerte seu amado, e cumprindo o juramento feito no calor do seu coração, Valéria sorri para o bárbaro e o anima a continuar.
Rejuvenecido pela aparição da sua eterna amada, Conan reaje e recupera sua arma. Ao olhar novamente na direção de onde havia visto sua companheira, apenas um vazio persiste. Mesmo assim Conan parte para o ataque, para honrar o sacrifício de Valéria.

Numa seqüência de golpes devastadores, aplicados com fúria e destreza, Conan prostra seu adversário ante sua força, matando aquele que lhe infligiu tanta dor. Resta apenas um. Resta apenas Thulsa Doom, que durante todo o ataque não se aproximou do campo de batalha. De longe, novamente munido de um arco e de uma serpente, Thulsa Doom se prepara para desferir mais uma flecha amaldiçoada, desta vez em direção a princesa acorrentada, para não permitir a vitória total de Conan. Subotai, que havia lutado e vencido muitos inimigos, alguns com a ajuda do mago Akiro que se junto a eles na luta corporal, percebe a intenção do sacerdote da serpente e corre, munido de um escudo, para proteger aquela que lhes garantirá um futuro tranqüilo de riquezas. Num salto ágil, Subotai se interpõe entre a princesa e sua morte certa na forma de uma flecha-serpente, impedindo a seta de atingir seu alvo.

A batalha está vencida, e agora é a vez de Conan acossar seu perseguidor.

Thulsa Doom reúne seus fiéis para mais uma vez dispensar seus sermões hipnóticos, encantado a todos os seus ouvintes, fanáticos seguidores de sua doutrina. Mas ele sabe que Conan espreita, e quando pensa ter terminado se sermão sua nêmesis surge das sombras, ante todo o povo, espada em mãos e vingança nos olhos.
Mais uma vez Thulsa Doom tenta usar de seus poderes hipnóticos para derrotar um adversário, mas Conan rompe a prisão mental do sacerdote, sedento pela vingança tão sofrida e almejada. Numa seqüência insana de golpes, Conan destrói o pescoço do sacerdote, separando sua cabeça de seu corpo num frenesi selvagem.



Erguendo o troféu de sua jornada, Conan atira escada abaixo a cabeça de seu algoz, e junto solta sua espada, num gesto de total desprendimento pelo poder que o sacerdote tinha sobre o povo abaixo de si. Um a um os seguidores de Set apagam suas tochas e se dispersam, abandonando o culto ao deus-serpente.

Mas Conan permaneceu sentado nas escadarias, pensativo, calado, taciturno.

Aqui se iniciam suas aventuras. Vingança consumada e sem apego ao continente onde tanto sofreu e onde perdeu seus bens mais preciosos, sua família, sua amada e sua espada, Conan singra os mares a procura de algum lugar onde possa viver suas aventuras com nova esperança.



Frases e Pensamentos de Conan:

"Conan o que é a melhor coisa na vida?"
"Matar seus inimigos, esmagar seus crânios e ouvir suas viúvas chorarem.”

"Conan, você não reza pelos homens que matou?"
"Rezo sim... para que suas almas queimem no inferno e não estejam mais lá quando eu chegar!"

Aqui Conan faz sua única prece a Crom:
"- Crom, nunca orei antes. Não tenho jeito para isso. Valor te agrada, Crom, então concede-me um pedido. Concede-me a vingança. E se não me escutares, podes ir para o inferno."

Frase de Conan sobre o fato de uma mulher que catava ter abandonado a vida mundana para ser uma serva de um deus qualquer:
"Um grande desperdício de boa carne feminina"

Conan, puto da vida com uma meretriz que lhe cobrou caro uma noitada:
"SIM! por Crom, eu nunca varei uma mulher com minha espada... Mas você pediu isso, sua vagabunda! ah, como pediu!

Conan: "eu vou matar vocês dois, bruxo!"
Bruxo 1: "você tem medo de feitiçaria não é bárbaro?"
Conan: "Sim! Mas esse medo não é nada ... perto do ódio que eu sinto por vocês!"

Quando perguntado se Conan acredita em determinada Magia ou supertição ele responde:
"Eu acredito na lâmina, eu acredito no aço".

Conan pula de seu cavalo direto em uma embarcação e grita para o mestre do navio zarpar. O comandante se recusa perguntando se ele pode pagar a viagem, e Conan responde:
"Posso, com o fio da minha lâmina se não zarpar agora, seu filho de uma cadela!"

Conan tem um casinho com uma prostituta. Os 2 vão para uma terra distante cumprir uma missão. No meio do caminho a mulher morre. Conan então sobe em um penhasco, olha o horizonte, desembainha a sua espada e grita a todos pulmões:
“Ainda tenho muitos tesouros para pilhar, cervejas para beber e mulheres para dormir!”

Curiosidades sobre o Filme (Isso eu copiei de outros sites)

Os atores Arnold Schwarzenegger e Sandahl Bergman tiveram que realizar todas as suas cenas em Conan, o Bárbaro, já que os produtores não conseguiram encontrar dublês de corpo para ambos.

Apesar de Conan e Valéria serem vistos juntos durante grande parte de Conan, o Bárbaro, ele apenas fala a ela 5 palavras em todo o filme, sendo que isto ocorre logo nos 30 primeiros segundos em que se encontram pela primeira vez.

O sangue usado no filme é na verdade um concentrado no qual era misturado água e vodca antes de ser usado.

O visual de Thulsa Doom e seus guerreiros foi inspirado nos guerreiros presentes em Alexandre Nevsky (1938).

A empresa Mattel era a responsável por produzir brinquedos em torno de Conan, mas após assistir ao filme seus executivos acharam melhor não associar a empresa a um filme com tanta violência e apelo sexual. Deste modo, a Mattel resolveu criar um personagem próprio baseado em Conan, He-Man, criando também uma série de desenhos animados baseado no personagem.

Existem também outras duas versões do filme, com algumas cenas editadas, que possuem 115 e 123 minutos.

Na escolha do personagem Arnold em reunião com Dino de Laurentis (o produtor do filme) disse: Porque um homenzinho como vc tem uma mesa tão grande? Dino de Laurentis depois desta teve que ser convencido a aceitar Arnold no papel Conan.


Mais informações sobre Conan veja esta excelente hp:
Crônicas da Ciméria
Crônicas versão nova (não abre aqui)
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