Relatórios do andamento da missão nas terras de Mystara, enviados ao mestre.
*Escritos em código*
1º Relatório
2º Relatório
3º Relatório
4º Relatório
5º Relatório
6° Relatório
1º Relatório:
Mestre,
já me encontro nas terras de Mystara. A primeira impressão é de que
tudo aqui ocorre com maior letargia que nas terras do grande continente.
O
Povo é pacífico e ingênuo. A religião tem presença marcante no
dia-a-dia e muitos homens-de-fé paladinos são vistos com freqüência.
A
magia e seu uso não são controlados, embora poucas vezes a tenha visto
sendo usada. Os arcanos não são tão misteriosos ou inacessíveis, mas
também são pouco confiáveis como aí.
O grande contingente de homens
e mulheres desenvolvem habilidades de luta corpo-a-corpo, como
guerreiros, mas a grande maioria mesmo parece ter domínio sobre as
técnicas furtivas, com muitas habilidades ladinas. Algum chegam mesmo a
rivalizar em perícia com nossos melhores “irmãos”.
Ainda assim aqui
encontrei alguns homens das matas, como eu. Suas perícias ainda me são
desconhecidas, mas não duvido que tenham grande habilidade.
Já
localizei e identifiquei algumas figuras importantes deste local. A
maior delas, pelo que percebi, são um clérigo de nome Lothar, devoto de
Torm. Ele parece comandar um grande grupo de aventureiros, os mais
poderosos que conheci nestas terras. Entre eles estão muitos elfos e
guerreiros poderosos, como Arathir.
Infelizmente também
encontrei desafetos nestas terras. Um meio-orc, cujo nome fiz questão
de esquecer, já me causou problemas. Felizmente não ouço sobre ele a
algum tempo já, e isto parece se dever a ele já estar morto. Bem, caso
ainda não esteja, providenciarei para que ocorra em breve. O fato é que
sai para caçar acompanhado de mais duas pessoas, um homem e uma mulher.
Logo me tornei amigo do homem, um cavaleiro de passado negro, cujo nome
era Jow. A mulher, uma ladina, não lembro o nome, mas isto não é mais
importante. Fato é que a mulher morreu e eu e o homem “recolhemos” seus
pertences antes de abandoná-la. Neste tempo o orc apareceu e nos trouxe
problemas, tentando nos deixar mal perante este tal de Lothar. Porém o
clérigo não nos trouxe problemas, e fiquei apenas na rixa com o orc
Ainda não era a hora de eliminar ele, e pelo visto o mesmo já o foi.
O
velho cavaleiro infelizmente teve seu fim também. Não sei detalhes, mas
sentirei sua falta. Parecia uma pessoa sempre propensa a reviver seus
dias de glória do passado, por mais que lutasse contra isto, como
quando “recolhemos” os pertences dos companheiros mortos em aventuras.
Atualmente
tenho feito parceria com um humano arcano, de nome John, um anão, de
nome Balin e um halfling, chamado de Tas. O anão acaba por ser o líder
do grupo, e o halfling o que sempre nos trás problemas. Até agora tem
sido tudo bem. Tenho me mantido nas sombras e feito minha parte, sem
tomar partido em grandes causas para não chamar a atenção.
Somos
membros de uma guilda de aventureiros local, e somos sempre recrutados
para realizar missões pelas localidades. Isto nos tem trazido grande
proveito e aumentado minhas chances de treinar mais as técnicas que me
ensinou.
Deixo meu pedido para que me envie logo minha “sombra”.
Sinto falta dela, e penso que ela seria de grande ajuda nas localidades
onde tenho passado.
Estou no aguardo de vossas ordens, caso
precise, mestre. Escreva para o mesmo nome e endereço que a receberei
sem levantar suspeitas.
Sem mais, concluo este relatório.
*assina* Nimrod
2º Relatório:
Mestre, as coisas começam a melhorar por estes lados. Aparentemente
encontrei um rapaz apto a ingressar nas nossas fileiras. Ele apresenta
boa habilidade de se esconder e se mover silenciosamente, e parece ser
preciso em seus ataques pelos flancos e pelas costas.
Ainda
desconheço a totalidade de suas habilidades ladinas, mas creio que com
o treinamento certo ele também se tornará um habilidoso membro da nossa
comunidade.
Estou de posse de uma adaga extra, além das duas que
utilizo nas missões. Penso em fazer um convite informal para o rapaz, e
precisaria que o senhor me enviasse um emissário a estas terras no
tempo oportuno para oficializar o rapaz como aprendiz da nossa
comunidade.
Assim que receber vossa resposta farei o convite, se
assim me for autorizado, e convidarei o rapaz, dando início a nossa
célula nestas terras de Mystara. Penso inclusive já ter localizado um
espaço para nossa sede. Pretendo juntar os recursos para investir neste
local, dando início a nossa sede tão logo seja possível. Caso possa me
enviar alguma ajuda para a compra da sede, ficaria grato, mas sei que
posso cuidar disto sozinho.
No mais, conheci mais pessoas
interessantes nestas terras. Muitos elfos tem se aliado aos humanos
neste continente. É comum vê-los andando junto e até mesmo trabalhando
junto aos homens e aos anões.
Inclusive ontem parti numa missão
junto com mais dois elfos, sendo que um destes era o lider da mesma, de
nome Oren. O outro, como não poderia deixar de ser, tem um nome muito
complicado, mas se o chamar de Lua ele responde.
Ainda um homem
das florestas nos acompanhou, um senhor de idade já avançada, cujo
responde por Elmer. Ainda desconheço a extensão de seus poderes junto a
mãe natureza, mas creio que tenha uma certa afinidade com a mesma pela
sua calma no trato com os monstros enfrentados.
Por fim uma
clériga também nos acompanhou. Seu nome é Sara, e ela se mostrou muito
afeita as curas, sendo um suporte importante na nossa missão.
Os
paladinos afloram sem demora nestas terras. Conheci dois deles, na
última missão. Alexander e Jutaro. Apesar de seguirem o mesmo deus,
Tyr, o chato, eles agem de maneira deveras diferente. Ainda preciso
analisar melhor esta informação, pois podemos insurgir conflitos no
meio destes paladinos de modo que possamos usufruir de seu desvio de
atenção para suas intrigas internas para nosso proveito na realização
de missões.
Em outra missão ainda conheci mais paladinos, um tal
de Sigurd. Também é uma peça importante neste mundo confuso conhecer
todos os campeões da justiça, visto que podem vir a ser nossos
principais empecilhos no cumprimento de missões.
Outros com quem
trabalhei a pouco tempo foram um pirata desmiolado, mas bom de briga,
chamado Matt, e um outro, um que sempre anda junto com ele, de nome
Cris, um arcano que não conhece seus poderes nem o dano que podem
causar. São muito confusos e tem uma proximidade irritante com o
paladino Alexander. Porém, o fato do pirata ser bem aceito por eles
pode nos ajudar em causas futuras.
Algumas outras pessoas que
merecem destaque são o bárbaro Lars, um sujeito como descreve seu
passado, bárbaro, sem modos e beberrão, cuja força e resistência
ultrapassam o cérebro em muito.
Ah, sim, mais um anão apareceu por cá, cujo nome é Flint. Como todos parentes seus, emburrado e sem modos.
Por
falar nos anões, parece que se aproximam tempos de guerra por aqueles
lados. Eles andam recrutando todos os seus para se ajudarem nesta
guerra, e penso em ir lá checar o poderio defensivo deles. Soube que
são gigantes que se preparam para enfrentar, justo na época de
"acasalamento" dos anões. Estranho uma raça tão desenvolvida ter uma
época de acasalamento.
Bem, por enquanto é isto.
Reforço meu pedido de que me envie o quanto antes a minha sombra, pois me faz falta nestes tempos conturbados.
Estou no aguardo de vossas diretrizes e comando, mestre.
*assina* Nimrod
3º Relatório:
Mestre, recebi a encomenda. Já estou com sombra me acompanhando nas
missões. Ela parece estar em boa forma e tem sido de muita ajuda em
muitas oportunidades.
Agora preciso que envie o carregamento com
o material que pedi. Preciso de veneno de várias qualidades para minhas
lâminas, e de itens diversos para os disfarces e arranjos necessários
aqui.
Ah, fui contactado pelo agente local tempos atrás. Está
tudo conforme o planejado. Estou me saindo bem no treinamento e nas
missões propostas.
Cada vez mais chegam novos aventureiros
nestas terra a procura de fama ou para cumprir com os dogmas de suas
seitas. Isto tem gerado bastante problema pois o fluxo constante de
pessoas impede que se forme uma base muito sólida de conhecimento sobre
o povo local.
Por fim, mais pessoas tem sido contactadas para a
comunidade, mas nada explicito. Apenas o primeiro e mais constante
companheiro tem conhecimento dos planos reais, e mesmo assim em parte
apenas. Mas creio que pelo menos mais duas pessoas já estarão próximas
da inclusão em dias breves.
Por fim, uma nota um tanto
inquietante. Tive notícias e depois estabeleci contato com seguidores
de Shar. Com certeza trarão problemas diversos a nossa comunidade, uma
vez que suas atitudes atrairão a atenção para estes lados. Como já
aconteceu em tantos lugares, suas ações refletirão num alarma da
sociedade, tornando nossa atividade muito mais complexa e perigosa.
Ainda
não sei como lidaremos com esta célula, mas firmei em nossa disposição
de não-enfrentamento com eles. Me encontrei com um de seus membros,
aparentemente o mais ativo, e coloquei as cartas na mesa, com os pingos
nos "i's". Espero que isto sirva para afastar nossos caminhos e evitar
assim um possível confronto entre nós e nossas comunidades.
No mais, a implantação de nossa comunidade vai indo como
deve ser, devagar e bem planejada, com os cuidados na
dissimulação.
Estou no aguardo de sua resposta e do envio dos materiais que pedi.
Sem mais, concluo este relatório.
*assina* Nimrod
4º Relatório:
Mestre, muitos eventos tem se sucedido e tenho tido pouco tempo para
escrever. Além da minha deficiência em escrever bem e com rapidez, os
eventos tem acontecido numa sequência muito rápida, o que me prejudica
ainda mais.
De novidades temos poucas mesmo.
O afluxo de novos
aventureiros de várias categorias continua no reino de Mystara. Pessoas
de diversas regiões, com suas mais variadas crenças e profissões tem
chegado ao reino, enquanto cada vez mais pessoas morrem nestas terras.
Isto só me atrapalha na minha missão, pois fica vez mais difícil montar
uma rede de informantes e contatos sendo que os conhecidos morrem logo
e os novatos são muitos para se fazer uma avaliação delicada e
cuidadosa de cada um.
Não pretendo arriscar colocando pessoas que
não tem capacidade de seguir na comunidade, o que tem atrasado a
primeira fase da missão.
Por outro lado tenho firmado cada vez mais
minha amizade com Crugar, que se mostrou um excelente companheiro, cada
vez mais habilidoso em ataques furtivos e mortais com seu arco e
espadas.
Novas peças se acrescentaram ao jogo. O grupo de Lothar
está cada vez mais fortalecido, contando com guerreiros experientes e
habilidoso, magos poderosos, batedores de primeira linha e ele mesmo,
cada vez mais um lider e combatente exemplar. Porém percebo que a
população já não vê mais Lothar e seus companheiros com bons olhos.
Mesmo em seu grupo já presenciei dissenções e querelas. Com isto é mais
importante ainda manter Lothar no topo, e lá pretendo deixá-lo.
Entre
alguns novos contatos estão várias guerreiras com quem venho realizando
missões locais. Dentre todas devo mencionar Pandora, uma guerreira
vigorosa e ágil, cujas idéias aparentam um quê de proximidade conosco.
Espero poder investir mais nos novos contatos, com tempo e ajuda
material, para os conquistar.
Seguindo esta linha de raciocínio,
tenho me aproximado de alguns cavaleiros, pessoas de boa índole e ações
retas, cujas tenho acompanhado em suas demandas.
Sobre as
missões realizadas, nada fora do normal. Acompanhei a derrocada de um
Balor para o grupo de Lothar. Segundo apurei o Balor estava envolvido
em conflitos prévios atuando ao lado de orcs e bugbears, ou gnolls, ou
algo do gênero.
Também acompanhei a defesa de um vilarejo
chamado de Nather. O vilarejo estava em guerra com os gigantes que
habitam nas colinas próximas da vila, e aquém de conseguir a paz com
seus vizinhos pediu auxílio a Mystara. Novamente Lothar e os seus fora
da distante Mystara ao pouco habitado vilarejo, irônicamente dedicado
ao deus das guerras. Não preciso ressaltar que o vilarejo foi defendido
e os gigantes derrotados. Duas vezes até, uma vez que a campanha dos
monstros não se encerrou após uma primeira derrota.
Na guilda as
missões tem sido escassas, mas satisfatórias do ponto de vista que me
proporcionam andar pelo continente e conhecer pessoas sem levantar
suspeitas de benefício próprio. Numa destas missões fomos até o
acampamento de um bardo de nome Mell, um sujeito intrigante e sábio.
Através dele fomos fazer contato com uma comunidade um tanto quanto
estranha para os padrões de relacionamento entre gêneros, se é que em
entende. O lider destes, um elfo avançado em idade e conhecimento nos
participou sua preocupação com um local da floresta perturbado por
forças de Malar. Sabeis como não gosto deste deus e seus asseclas por
questões de dogmas que sigo, então com prazer fui até lá acompanhando o
grupo. Combatemos homens-fera de vários tipos e por fim nos defrontamos
com um enviado do próprio perturbador das matas. Não fomos vencedores,
mas pelo menos adiamos os planos daqueles malditos.
As missões
tem se mostrado cada vez mais perigosas, uma vez que tem sido
frequentes as idas até a floresta das malditas aranhas. Odeio estas
coisas, e ter de combatê-las e ao seu veneno tem me sido uma provação.
Espero eliminar a todas um dia. Sei que Mielikki iria me agradecer por
isto.
Por fim, mas mais importante, temos sido contactados pelos
responsáveis pela atividade nestas terras inóspitas. Os contatos tem se
mostrado vagos, como esperado, mas satisfatórios do ponto de vista do
andamento das negociações. Também alguns traidores já tem sido
desmascarados e em breve penso em dar um caminho a eles.
Bem,
espero fazer mais contatos, investindo em alguns que considero
importantes e com potêncial, e também espero poder logo logo eliminar
alguns entraves a minha missão.
Continuo no aguardo do material
que pedi para fabricar venenos e em um aporte substâncial em dinheiro
para poder investir em infra-estrutura para nossa comunidade.
Aguardo vossas ordens.
*assina* Nimrod
5° Relatório
Mestre,
envio novas que são um tanto quanto perturbadoras. Recentemente um mago
tresloucado tentou destruir todo este continente enviando meteoros de
dimensões enormes. Tal mago, na sua ânsia de poder iria destruir tudo,
o que incluia a mim. Novamente fui forçado a cooperar com os
"defensores" deste reino, ajudando como pude no combate a este ser. Não
preciso vos dizer que nos saímos vitoriosos, nem que Lothar mais uma
vez sagrou-se o campeão destas terras, não?
Uma nota sobre o lado
pessoal de Lothar: ele casou-se recentemente com uma usuária de magia,
de nome Flamina. Este é um ponto fraco de Lothar, e pode vir a ser
explorado futuramente, quando se fizer necessário.
Um outro
ponto que gostaria de frisar é que os cavaleiros desta terra parecem
não ter fim em sua procriação. Mesmo com a morte de Jutaro, um dos mais
proeminentes destes guerreiros, muitos outros tem surgido.
Outro
dos "campeões" que tombou a pouco foi um asqueroso e odioso orc, de
nome Gruk. Aquele mesmo que era meu desafeto. Era, pois sucumbiu ante
um outro mago poderoso. Sim, mais um que surgiu para confrontar os
deuses da Luz de Mystara. Segundo consta, o orc morreu para junto levar
grande parte dos exércitos deste mago.
Tal mago pode se mostrar útil
a nós num futuro não muito longe, mestre. Basta sabermos ofertar o que
temos de modo adequado, e sabermos requerir o que nos pertence, então.
Creio que não teremos problemas com este mago, e que ele ainda pode vir
a ser uma boa coisa que aqui nos ocorre, desviando a atenção dos
campeões desta terra para outro lado que não o nosso.
Novamente peço que me envie recursos financeiros.
Um
pouco usarei em benefício próprio, como a construção de um templo para
minha deusa e outra parte para nossa sede, como planejado antes de
minha vinda.
Quanto a isto, devo ressaltar que a cada dia parece
que Mystara também atrai mais iguais a nós. Isto é bom, mas por outro
lado pode gerar um medo maior nos habitantes, os alertando para nossa
existência e assim atraindo olhares não desejados. Tenho tentado sondar
os que se aventuram comigo, tentando ganhar-lhes a confiança, mas devo
dizer que isto a cada dia me parece mais difícil.
Por fim, quero
dizer que tenho alguém especial por aqui, a quem peço o direito de ter
em paz por um tempo. Claro que não vos direi quem é para não expor
minha privacidade, mas se quiser o senhor o saberá, por outros meios
que dispõe. Apenas peço que não a incomodes, pois ainda não sei como
ela me será útil, das mais diversas maneiras que uma mulher e clériga o
podem ser.
Assim como a esta pessoa especial, peço autorização para
auxiliar os da minha ordem, ajudando na fundação de um templo a
Mielikki. Soube por nossos contatos que uma acólita está nestas terras,
e pretendo encontrá-la em breve para conversar sobre isto. Como
acordado, continuarei a servir a minha deusa e a minha ordem, sem
interferência nos nossos assuntos da guilda.
Termino este breve
relato dizendo que assumi o posto que deveria nestas terras, e já sinto
o peso de meu status novo. A situação pede muita cautela, por isto
ficarei alguns dias afastado de maiores ações.
Caso algum outro
aprendiz esteja vindo para estas terras, o informe como me encontrar,
bem como o modo de proceder ao me avistar. Minha mesa na taverna tem
sido constantemente alvo de ataques dos malditos bêbados, que insistem
em destruí-la, e objeto de obsessão dos puristas malditos que insistem
em tentar remover meu nome dela, ao custo de trocarem o tampo da mesa
constantemente. Claro que continuo na mesma cadeira e mesa, procedendo
como o combinado dia após dia, noite após noite.
Saudações de Mystara, este continente esquecido e amaldiçoado.
Continuo no aguardo vossas ordens.
*assina* Nimrod
6º Relatório
Mestre,
devido aos acontecidos na cidade de Mystara nos últimos dias, creio não
mais poder me manter na cidade como antes. Pretendo me mudar para minha
casa nas cercanias da cidade, mas num local adequado ao meu modo de
vida o quanto antes para enfim começar as operações. Minha casa terá
um templo a Mielikki nas proximidades, e será o ponto de encontro dos
enviados por vós para treinamento e para estabelecimento das operações
aqui desejadas.
Informe os seus enviados sobre minha localização, e
envie junto deles algum dos objetos previamente combinados entre nós
para que eu os possa reconhecer. Tão logo se apresentem já daremos
início as operações. Aproveito pra relatar que os fundos requisitados
para a construção não chegaram ainda, bem como os produtos que
requisitei para os venenos. Estou no aguardo deles. E ainda estou
na busca da acólita, para templo.
Estou no aguardo do meu
contato na trama para começar a agir como acertado. Parece que o
líder deles está um tanto ocupado com o cerco da cidade também, motivo
qual creio ser o causador do atraso no contato. Vou continuar
esperando, mantendo minhas atividades suspensas até ter firmado o
acordo de maneira sólida, com os objetivos bem definidos.
Algumas
notícias de Mystara: O Irmão do rei havia sido assassinato
anteriormente, e eu estava ciente desta ação, sabendo detalhes dela.
Porém o assassinato do Rei em si, bem como do mais alto sacerdote de
Mystara, de nome Derman, me pegaram de surpresa. Caso tenha sido uma
ação de seus agentes, me informe antes para me preparar. Caso não seja,
creio que é fruto mesmo dos ataques que estão ocorrendo a Mystara.
Finalmente
Lothar me confrontou, me intimando a mudar meus modos ou então teria
problemas com ele. Creio que foi por causa de sua amante, uma maga de
nome Keira, com quem ele sempre andava, que foi transformada em pedra.
Como ela sempre foi um problema para mim, não resisti e a "desonrei" em
praça pública. Bem, não me arrependo do que fiz, mas creio que estou em
uma situação delicada agora. Já pensei algumas possibilidades de sair
desta, como criando uma saia-justa para Lothar ao contar a sua esposa
sobre um suposto relacionamento mais que profissional de Lothar com a
tal Keira, ou então situações mais drásticas Ainda faltam
resolver alguns detalhes, mas os relatarei em um próximo relatório,
caso haja um.
Novamente fico no aguardo dos recursos solicitados, do
contato de seus agentes, do contato meu com a sociedade de interesse
aqui e, como sempre, de vossas futuras ordens.
*assina* Nimrod