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Quando se fala em guerra de pneus na F-1, n�o � for�a de express�o. A quebra do monop�lio estabelece uma verdadeira batalha entre fornecedores e equipes, algo que se perdeu com a sa�da da Goodyear no final de 1998.
Durante dois anos, a Bridgestone reinou sozinha. Sem ter com quem se preocupar, passou a privilegiar a resist�ncia de seus pneus, sem se preocupar demais com o desempenho, que j� era bom. |
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Agora � diferente. Dezesseis anos depois de sua passagem pela F-1, a francesa Michelin resolveu voltar. E a Bridgestone se mexeu. Seus novos pneus, de acordo os pilotos das equipes que os utilizam, ser�o pelo menos dois segundos mais r�pidos por volta que os do ano passado em alguns circuitos.
Os franceses conhecem de borracha. Tiveram bons momentos na categoria nos anos 70 e 80 e fazem sucesso em v�rias competi��es. Mas entram em desvantagem neste ano. Os pneus da F-1 s�o muito particulares, com seus quatro sulcos. S�o modelos adotados exclusivamente na F-1 e a Bridgestone domina a tecnologia de sua constru��o.
Al�m disso, durante todo o ano passado a Michelin foi proibida de testar em pistas que fazem parte do Mundial. S� em dezembro a empresa come�ou a conhecer algumas delas, como Barcelona e Silverstone. Mesmo assim, a imensa maioria dos 17 circuitos que comp�em o calend�rio ser� um mist�rio para seus t�cnicos.
Cinco equipes ser�o cal�adas pela Michelin neste ano: Williams, Benetton, Jaguar, Prost e Minardi. A Bridgestone fornecer� para McLaren, Ferrari, Jordan, Arrows, BAR e Sauber. A Toyota, que chega no ano que vem, usar� Michelin. |
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