Paredes de Coura


A força de "Mundo Perfeito"

A carrinha amarela parou em Vilar de Mouros para mostrar os manifestos incluídos em «Mundo Perfeito». A banda portuguesa entrou cheia de força e saiu com a mesma energia.

Os Yellow W Van são a nova promessa do hip- hop/funk nacional. Em palco, a formação liderada pelas vozes de Streets e Manzk prova isso mesmo, mostrando um à vontade assinalável.

O alinhamento do concerto é feito das músicas de «Mundo Perfeito», disco de estreia editado este ano. Com um início fulgurante, ao som de «Fora de Jogo», «O Fato», «O que é que tu queres?», «Magos do Asfalto» e «Funkfumaça», não é difícil chamar a atenção do público presente no recinto.

Depois de «O Que Eu Penso é o Que Eu Falo», single de apresentação ao álbum, dedicam o tema «Agora» aos Da Weasel. «As doninhas que furaram o sistema e que estão onde estão pelo que são».

E lá vai a carrinha amarela a percorrer estradas e festivais a caminho da notoriedade. Só num mundo imperfeito é que este grupo não conhecerá o trilho do sucesso.

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Yellow W Van: «camioneta amarela» de funk e hip hop à solta em Vilar de Mouros

Os Yellow W Van abriram de forma enérgica o alinhamento de concertos no palco principal previsto para o segundo dia do Festival de Vilar de Mouros 2002. A jovem banda lisboeta cumpriu de forma competente a difícil tarefa de tocar para um público pouco conhecedor da sua carreira, tendo contado com o apoio de algumas dezenas de fiéis fãs. A dinâmica da sua sonoridade que mescla funk com hip hop terá feito com que o grupo tenha saído do Minho com mais alguns adeptos.

Com uma actuação totalmente composta por temas do seu registo de estreia, «Mundo Perfeito», a banda dos MCs Ruas e Manzk abriu o espectáculo com «Fora de Jogo» e desde logo incutiu na sua actuação os traços sonoros e a atitude que lhe é reconhecida.

Com a linguagem de rua a dominar o discurso, ficou a irreverência e o vibe de temas como «Funk Fumaça», «O Fato», «Magos do Asfalto», «Homofunkiens Lab» e em especial «O Que Eu Penso É o Que Eu Falo».

Em suma: uma boa prestação, a servir de incentivo para a ainda jovem carreira deste colectivo.

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Yellow W Van na Queima do Porto

Energia e revolta em palco

Com uma presença em palco arrasadora, os YWV mostraram o porquê de serem conotados com os RATM. Semelhanças à parte, viu-se e ouviu-se um estilo agressivo, de frases curtas e slogans revolucionários. Um espectáculo de entrega total (por vezes até excessiva, caso de um stage-diving “falhado”...) em que os YWV abanaram as consciências académicas. Energia, muita energia e uma certa revolta social marcam o som apresentado pelos YWV reflectindo-se toda a crispação ideológica na sua postura em palco. Quer se goste quer não, a indiferença é impossível para quem se propõe assistir a um concerto das novas coqueluches do panorama musical lusitano.

 

Yellow W Van na Queima do Porto 2

Eram cerca das 0h15 quando os portugueses Yellow W Van subiram al palco para entrar com o seu Funk na queima. Era já considerável o público que se reunia em frente ao palco para dar as boas vindas a Streets e Manzk (voz), Brother Tomas e Frunxas (guitarras), Rui (baixo) e Fred (bateria). A banda desportou o segundo dia da queima das fitas com muito rock e «Funk Fumaça», um concerto que durou cerca de uma hora.

 

 

 

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