O
alinhamento do concerto é feito das músicas de «Mundo Perfeito», disco de
estreia editado este ano. Com um início fulgurante, ao som de «Fora de Jogo»,
«O Fato», «O que é que tu queres?», «Magos do Asfalto» e «Funkfumaça»,
não é difícil chamar a atenção do público presente no recinto.
Depois
de «O Que Eu Penso é o Que Eu Falo», single de apresentação ao álbum,
dedicam o tema «Agora» aos Da Weasel. «As doninhas que furaram o sistema e
que estão onde estão pelo que são».
E lá vai a carrinha amarela a percorrer estradas e festivais a caminho da notoriedade. Só num mundo imperfeito é que este grupo não conhecerá o trilho do sucesso.
Yellow
W Van: «camioneta amarela» de funk e hip hop à solta em Vilar de Mouros
Com
uma actuação totalmente composta por temas do seu registo de estreia, «Mundo
Perfeito», a banda dos MCs Ruas e Manzk abriu o espectáculo com «Fora de Jogo»
e desde logo incutiu na sua actuação os traços sonoros e a atitude que lhe é
reconhecida.
Com
a linguagem de rua a dominar o discurso, ficou a irreverência e o vibe de temas
como «Funk Fumaça», «O Fato», «Magos do Asfalto», «Homofunkiens Lab» e
em especial «O Que Eu Penso É o Que Eu Falo».
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Yellow W Van na Queima do Porto
Energia e revolta em palco
Com uma presença em palco arrasadora, os YWV mostraram o porquê de serem conotados com os RATM. Semelhanças à parte, viu-se e ouviu-se um estilo agressivo, de frases curtas e slogans revolucionários. Um espectáculo de entrega total (por vezes até excessiva, caso de um stage-diving “falhado”...) em que os YWV abanaram as consciências académicas. Energia, muita energia e uma certa revolta social marcam o som apresentado pelos YWV reflectindo-se toda a crispação ideológica na sua postura em palco. Quer se goste quer não, a indiferença é impossível para quem se propõe assistir a um concerto das novas coqueluches do panorama musical lusitano.
Yellow
W Van na Queima do Porto 2
Eram cerca das 0h15 quando os portugueses Yellow W Van subiram al palco para entrar com o seu Funk na queima. Era já considerável o público que se reunia em frente ao palco para dar as boas vindas a Streets e Manzk (voz), Brother Tomas e Frunxas (guitarras), Rui (baixo) e Fred (bateria). A banda desportou o segundo dia da queima das fitas com muito rock e «Funk Fumaça», um concerto que durou cerca de uma hora.