HISTÓRICO                          

 

No ano de 1965, na localidade chamada Santa Luzia do Cocó na cidade de Fortaleza -CE, havia um grupo de assentamento que reivindicava por moradia digna, esse grupo formou um movimento social chamado as pioneiras, pois a maioria era formada por mulheres, e coordenada pela assistente social Maria Luiza Fontenele.

No ano seguinte, o sonho pela moradia tornaria – se realidade, estava sendo construído um conjunto de casas para as pessoas daquela localidade. Mas a luta não parava por aí, a associação dos moradores junto ao serviço social de prefeitura, reivindicou também a construção de uma escola para seus filhos naquela comunidade.

No dia 14 de julho de 1967, foi inaugurada, pelo Prefeito General Murilo Borges, o conjunto de 50 casas denominado as Pioneiras e a Escola de 1º Grau Professor Luís Costa.

A escola foi inaugurada apenas com duas salas de aula e um espaço para se fazer a merenda, não havia professores contratados e nem funcionários. Aí é que surge uma mulher chamada Francisca da Silveira Silva ( conhecida como Dona Francina) uma das coordenadoras e batalhadora da associação das pioneiras sociais, preocupada com a educação dos seus filhos e das crianças da comunidade, tomou à frente da escola, buscando por todos os meios que ela funcionasse dignamente. A escola então, iniciou suas aulas em agosto de 1967, com as estagiárias das Universidades e filhas de militares, organizada pelo serviço social de Fortaleza.

No ano de 1968, assumiu a escola duas professoras contratadas: Dona Iran Bezerra e Maria do Livramento, ficaram como regentes das duas salas de aulas, cabendo também a D. Iran a coordenadoria da escola e a D. Francina a responsável pelos serviços gerais.

Na década de 70 e 80 a escola passou por várias administrações e ampliação na sua estrutura física, destacando –se os diretores: Profª Maria Neiva Gurgel Barbosa, Profº José Nilo Carneiro Gurgel e Profª Maria do Carmo dos Santos Almeida. Em junho de 1991 os tempos são outros, toda a comunidade escolar é mobilizada para a eleição da nova direção. Neste processo são eleitas: Antônia de Araújo de Albuquerque e Maria Cristina de Oliveira Salvador.

A partir de 1º de agosto de 1991 a nova direção assume o desafio, garantindo o acesso e permanência da criança na escola, nesse passo a matrícula cresceu de 400 para 940 alunos.

Em 1996 a escola passa pelo segundo momento importante de sua história democrática, a segunda eleição direta para diretor e vice, sendo eleitos: a Profª Maria Cristina de Oliveira Salvador (Diretora) e o Profº Anderson Maia Cataldo (Vice).

Nessa gestão, a proposta está inspirada na cooperação efetiva dos diversos setores da escola e da comunidade, a garantia do acesso e permanência ao aluno na escola e a expansão do ensino. Sendo realizados grandes projetos educativos: Projeto Político Pedagógico, Plano de Desenvolvimento da Escola – PDE, Banda de Música, Grupo de Dança e Teatro.

Em 2001, mais uma vez e escola demonstra a sua expressão de voto, é a terceira eleição direta para diretor e vice das escolas municipais. Sendo eleitos com 87,21% de votos válidos Anderson Maia Cataldo (Diretor) e Teresa Márcia Almeida da Silveira (Vice-Diretora).

 

 

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