Luxuria - Dem�nio da meia-noite
Ela vem em minha dire��o
Possu� o meu corpo procurando por prazer
Se aproxima sensualmente
querendo apenas minha carne
Me vejo ing�nuo ao seu corpo.
Respiro
profundamente para que possa entrar ar em mim
Eu me jogo entre o
vento
Como navalhas o vento penetra em minha alma;
Com gotas de sangue sai
meu �timo suspiro
Ela me esquenta como um vulc�o
destruindo minha
alma
Procurando um pouco de prazer
Me perco em seus olhos.
Quero apenas
minha mente
mas me vejo importante e no seu corpo
sufoco-me em seus l�bios
a ponto de n�o conseguir respirar
Eu me jogo no tempo
tempo
inesistente.
Mas voc� sempre aparece como
um dem�nio da meia
noite...
30 de maio de 2.003
Autor: Roberto Blackened