Nem só
de samba, caipirinha e bossa-nova vivem os inventores brasileiros! Da mente
de nossos compatriotas
já surgiu um monte de inovações científicas
- muitas delas nunca foram reconhecidas.. Dedicamos este Top 10 às
mais esquecidas criações made in Brazil
10) AVIÃO - SANTOS DUMONT - 1906<
Até que
essa invenção não é assim tão injustiçada...
No ano passado,
centenário dos primeiros vôos com o 14 Bis, Santos Dumont
recebeu homenagens no Brasil e até na Europa. Mas, por causa dos
americanos, a paternidade do avião ainda é polêmica.
Segundo eles,
os verdadeiros
"pais" do invento seriam os irmãos Orville e Willbur Wright, que
em 1903 voaram com o Flyer I.
Os Wright fizeram
seu avião voar com a ajuda de uma catapulta. Dumont foi o pioneiro
da decolagem "autônoma": o 14 Bis subiu impulsionado por um motor
a combustão.
09) DIRIGÍVEL SEMI-RÍGIDO - AUGUSTO SEVERO DE ALBUQUERQUE MARANHÃO - 1902
Trabalhando em Paris, esse brasileiro desenvolveu o projeto do primeiro dirigível "semi-rígido" - em vez de usar apenas tecido, parte da estrutura do invento tinha uma armação de metal para melhorar a sustentabilidade. Criatura e criador tiveram um fim trágico: no vôo inaugural, quando o dirigível estava a 400 metros de altura, uma explosão detonou o aeróstato e matou os dois tripulantes - Severo e seu mecânico.
Apesar de pouco
conhecidas, as inovações estruturais do dirigível
semi-rígido ajudaram a aperfeiçoar o zepelim, inventado em
1900.
08) ABREUGRAFIA - MANUEL DIAS DE ABREU - 1936>
Esse nome complicado indica um método rápido e barato de tirar pequenas chapas radiográficas dos pulmões, para facilitar o diagnóstico da tuberculose, doença mortal no início do século 20. O teste, que registra a imagem do tórax numa tela de raio X, espalhou-se pelo mundo.
O inventor do exame, Manuel de Abreu, foi indicado ao Nobel em 1950 e teve o invento batizado em sua homenagem. Mas só no Brasil: em outros países, o exame recebeu nomes como "schermografia" (Itália), "roentgenfotografia" (Alemanha) e "fotofluorografia" (França)...
07) BALÃO A AR QUENTE - BARTOLOMEU DE GUSMÃO - 1709
Na frente do
rei de Portugal D. João VI, o padre Bartolomeu de Gusmão
fez a primeira demonstração pública da Passarola,
um engenho voador que levitou a 4 metros de altura. A idéia surgiu
quando o religioso observou uma bolha de sabão e sacou que o ar
quente
é mais
leve que o ar exterior, e pode ser usado para fazer coisas vagar pelo ar.
O balão
foi visto com graça, mas ninguém botou fé na invenção.
Em 1783, os franceses Étienne e Joseph Montgolfier criaram um balão
nos mesmos moldes
do Passarola.
Entraram para a história como pioneiros...
06) ESCORREDOR DE ARROZ - BEATRIZ DE ANDRADE - 1959
Muitas vezes a gente pensa que coisas simples do dia-a-dia surgiram há muito tempo, quem sabe na Antiguidade ou até na Pré-História... Não é o caso da bacia conjugada a uma peneira que a gente usa para lavar o arroz: a criação, 100% brasileira, é da dona-de-casa Beatriz de Andrade, que vendeu os direitos do aparelho para um fabricante de brinquedos.
O invento fez o maior sucesso na Feira de Utilidades Domésticas de 1962. Como Beatriz recebia entre 2,5% e 10% das vendas, o escorredor deu uma bela força a seu orçamento familiar.
05) RADIOTRANSMISSÃO
- ROBERTO LANDELL DE MOURA - 1899
Padre brasileiro,
Landell foi o precursor na transferência de voz por ondas de rádio.
Da avenida Paulista, o cara emitiu um som ("Alô! Alô!") que
foi ouvido a 8 quilômetros de distância num telefone sem fio.
No mesmo ano, o italiano Guglielmo Marconi, mundialmente considerado o
pioneiro da radiotransmissão, só conseguiu transmitir sinais
telegráficos (aquele "tec-tec-tec") a algumas centenas de metros.
O nome de Landell
só foi conhecido no mundo em 1942, quando a Justiça americana
decidiu que Marconi (que leva a fama até hoje) não
era o inventor da radiotransmissão.
04) IDENTIFICADOR
DE CHAMADAS (BINA) - NÉLIO NICOLAI - 1982
O mineiro Nélio
Nicolai foi o inventor da tecnologia capaz de identificar o número
telefônico de quem faz e recebe ligações. Ele tem a
patente da criação, batizada de Bina - sigla que significa
"B Identifica Número de A". Mesmo assim, ele vem travando uma briga
na Justiça do Brasil e de vários países para provar
que o invento é seu.
Ele alega que
as operadoras e fabricantes de telefones copiaram na caradura a tecnologia
que ele inventou, sem pagar nem um tostão de direitos autorais.
03) DIRIGÍVEL
- JULIO
CEZAR RIBEIRO DE SOUZA - 1880
O paraense Julio
Cezar mandou bem unindo o balonismo e a aviação para conceber
o primeiro dirigível de todos os tempos. Mas o problema é
que ele demorou para dar asas à novidade... Em 1884, o cara recebeu
a notícia de que os franceses Charles Renard e Arthur Krebs haviam
plagiado o seu projeto e realizado pela primeira vez na história
um vôo a bordo de um balão dirigível. E o pior: sem
fazer qualquer referência às teorias do inventor brasileiro!
Apesar de ter
patenteado sua invenção em 1881, Julio Cezar nunca conseguiu
voar com seu invento. Foram algumas tentativas frustradas e só.
02) FOTOGRAFIA
- HERCULES FLORENCE - 1832
Nascido na França
e radicado na atual Campinas (SP), esse franco-brasileiro foi quem primeiro
descobriu uma forma de gravar imagens com o uso da luz. Ele bolou um método
para imprimir fotos usando papel sensibilizado com nitrato de prata - princípio
fotográfico usado até hoje em revelações. Nascia
a photografie.
Três anos
depois, o processo de revelação fotoquímica ganhava
notoriedade na França com as pesquisas
01) MÁQUINA
DE ESCREVER - FRANCISCO JOÃO DE AZEVEDO - 1861
A invenção
do padre Azevedo parecia com um piano de 24 teclas que imprimiam letras
num papel - para mudar de linha, era preciso pisar em um pedal na parte
de baixo do aparelho. Alegando estar velho e doente, o padre entregou seu
invento ao negociante George Napoleon Yost, com a promessa de que havia
pessoas interessadas em fabricá-lo nos Estados Unidos. Péssima
idéia...
Em 1874, o americano
Christofer Sholes apresentou um modelo quase igual ao do padre Azevedo.
A empresa Remington se interessou e passou a fabricar as máquinas,
sem nem lembrar do brasileiro.
Fonte: Revista
MUNDO ESTRANHO (janeiro/2007)
de Louis Daguerre
e Joseph Niépce. Ao saber que os franceses estavam sendo considerados
os pais da fotografia, Florence abandonou as pesquisas.
Para parar preciso pensar
Pedro Paulo Pereira
Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portões,
pneus.
Porém,
pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para
Pacatuba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente,
partiu para Pacajus.
Pernoitando,
prosseguiu para Pentecostes,
pois pretendia
praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém,
pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas,
porém
posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido,
porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão
para papai para
permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para
Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos,
porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los,
parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente
pelo Pico, porque
pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente
pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam,
permanentemente,
possantes potrancas.
Pisando Paris,
pediu permissão para pintar palácios pomposos,
procurando pontos
pitorescos, pois,
para pintar pobreza,
precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, pejorativos,
preferindo Pedro
Paulo precaver-se.
Profundas privações
passou Pedro Paulo.
Pensava poder
prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo
pensamento,
provocando profundos
pesares, principalmente, por pretender partir prontamente para Portugal.
Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo...
Preciso partir
para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios,
pintando principais
portos portugueses.
Paris! Paris!
Proferiu Pedro Paulo. Parto,
porém
penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal,
Pedro Paulo procurou pelos pais,
porém,
Papai Procópio partira para Província.
Pedindo provisões,
partiu prontamente,
pois precisava
pedir permissão para Papai Procópio
para prosseguir
praticando pinturas.
Profundamente
pálido, perfez percurso percorrido pelo pai.
Pedindo permissão,
penetrou pelo portão principal.
Porém,
Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
Pediste permissão
para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca
pintou perfeitamente prima Petúnia.
Por que pintas
porcarias?
Papai, proferiu
Pedro Paulo, pinto porque permitiste,
porém,
preferindo, poderei procurar profissão própria
para poder provar
perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro
Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar,
procurando pelos
pertences, partiu prontamente,
pois pretendia
pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela
ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram
peixes pequenos,
porém,
passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, piabas, pirarucus.
Partindo pela
picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho,
para procurar
primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras
pontudas,
Papai Procópio
procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras
proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela
para Péricles
profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente
Pedro Paulo pegava pedras,
porém,
Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar
pintores práticos.
Particularmente
Pedro Paulo preferia pintar prédios.
Pereceu pintando
prédios para Péricles,
pois precipitou-se
pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...
Permita-me, pois,
pedir perdão pela paciência,
pois pretendo
parar para pensar...
Para parar preciso
pensar.
Pensei. Portanto,
pronto pararei.
|
Era uma vez uma
ilha deserta onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria,
a
tristeza, a
vaidade, a sabedoria,
o
amor, a riqueza
e outros.
(Anônimo)
|
Mulheres "hortifrutigranjeiras"
1. Mulher melancia: redonda, pesada, cheia de caroços e tem a casca grossa.
2. Mulher maracujá: tem a cara enrugada e quando a gente come dá sono.
3. Mulher mexerica: é fácil de abrir, mas é cheia de gomos.
4. Mulher banana: é pesada e dá indigestão, se for comida antes de dormir.
5. Mulher abacaxi: gostosa, porém a preparação requer muita paciência.
6. Mulher morango: é bonita, vistosa, mas se estraga com facilidade.
7. Mulher limão: com pinga é uma delicia, mas depois dá uma ressaca...
8. Mulher acerola: é pequena, azeda e boa para curar resfriado.
9. Mulher laranja: adora ser chupada.
10. Mulher jaca: ninguém consegue comer todo dia.
11. Mulher maçã: é fácil de encontrar e dá o ano inteiro.
12. Mulher pêssego: a maioria está em conserva.
13. Mulher ameixa: só dá uma vez por ano.
14. Mulher coco: tem a cabeça dura e cheia d’água.
15. Mulher mamão: só dá numa posição: mamae & papaia.
16. Mulher framboesa: só dá no estrangeiro.
17. Mulher romã: ninguém sabe onde encontrar.
18. Mulher laranja-lima: só dá de vez em quando e não tem gosto de nada.
19. Mulher pêra: tem o tronco fino e a bunda grande.
20. Mulher goiaba: a maioria vem bichada.
21. Mulher jabuticaba: quando se come demais, fica-se três dias sem defecar.
22. Mulher abacate: se comer todo dia, engorda.
23. Mulher uva: está sempre enroscada em algum cacho.
24. Mulher melão: é comida de gente rica.
25. Mulher graviola: só dá no Nordeste.
26. Mulher caju: amarra-se com facilidade.
27. Mulher beterraba: ninguém come porque gosta, só porque mamãe quer.
28. Mulher cana-de-açúcar: é bem docinha, mas depois de chupada só sobra o bagaço.
29. Mulher kiwi: é estranha, mas é gostosa.
30. Mulher ingá: só quem já comeu, conhece.
31. Mulher feijão: quando esquenta, dá o bicho.
32. Mulher fruta-pão: pra poder comer, tem que cozinhar bastante.
33. Mulher jambo: dá muito mais do que você consegue comer.
34. Mulher cogumelo: só dá no escurinho.
35.
Mulher
fruta-de-conde: dá mais trabalho pra
comer do que parece.
|
BRANCO - Serenidade,
pureza, boa fé;
|
NUNCA FALE COM OS PÉS PARA DENTRO
Falar bem é uma peça importantíssima no verdadeiro jogo de xadrez que é compor uma boa imagem pessoal.
1)
Fale sempre se dirigindo a alguém e use
pouco o telefone. Não existe nada pior que
esse aparelhinho para cansar as suas cordas vocais.
2)
Nunca fale com os pés voltados para dentro. Essa postura confere
à voz um timbre
infantil.
3)
Não fume maconha nem use outras drogas. A maconha costuma ressecar
a boca,
tornando a voz embutida, presa na garganta.
4)
Quando falar, pense na forma daquilo que está dizendo. Por exemplo:
a bola é
redonda, o céu é azul... e assim por diante.
5)
Não use sapatos nem roupas apertados. Qualquer desconforto físico
pode ser
refletido no timbre da voz ou na maneira de falar.
6)
Procure manter a cabeça reta ao falar. O queixo para baixo reflete
uma falsa
humildade e o "nariz empinado", uma tendência à arrogância.
7)
Se tiver que se apresentar em público e estiver inseguro, passe
a mão pelo
seu umbigo. Ao lembrar que tem umbigo, sua postura se corrigirá
automaticamente.
Se a sua insegurança persistir, toque no seu nariz. Lembre-se do
ditado:
"Cada
um é dono do próprio nariz".
8)
Falar é como fazer um "abraço sonoro". Portanto, nunca fale
sob
ou sobre as
pessoas. E, sobretudo, não grite!
9)
Deixe de lado tratamentos cerimoniais do tipo "senhoras e senhores". Lembre-se
de que os direitos são iguais e é preciso tratar a todos
com respeito, mas sem
formalismos.
10)
Ao falar, não balance a cabeça nem gesticule em excesso para
não deixar seu
interlocutor tonto.
11)
Termine a frase sempre no mesmo tom. Não
engule a última sílaba nem a última
palavra, porque seu interlocutor não é adivinho.
12)
Apaixone-se. Quando se está apaixonado, a voz sai bem colocada e
assume a
verdade daquilo que é dito na forma e na essência.
13)
Entusiasme-se: não existe sucesso e apogeu
na vida se você não tiver a energia
do entusiasmo naquilo que faz.
| Os
Cuidados com a Cerveja
Por: Fábio Berklian e Roberto Souza - RS Press Que
a cerveja é a bebida preferida de 10 entre 10 brasileiros, a maioria
dos homens está “careca e barrigudo” de saber.
|
A especialista explica que a cerveja não é simplesmente uma bebida que contém álcool, já que ao observar sua fórmula encontramos grupos de proteínas pré-digeridas durante o processo de fermentação, sais minerais e açúcares de fácil digestão que conferem à bebida uma redução sensível do seu efeito alcoolinizante, quando comparada a outras bebidas.
Por outro lado, a cerveja proporciona o aumento da diurese porque o álcool deprime a produção de hormônio antidiurético pelo cérebro. “O excesso de diurese provoca sede, o que leva ao consumo de mais cerveja. O ideal é alternar o consumo de cerveja com o consumo de água, para evitar a desidratação e os efeitos da famosa ressaca”, lembra.
Numa conversa de amigos em uma mesa, 5 a 10 copos de cerveja desaparecem com facilidade, pois desde o momento em que uma bebida alcoólica é ingerida, o organismo lhe dedica especial atenção.
Segundo a
nutricionista, quando consumido em excesso, o álcool serve como
fonte
de energia
para o organismo. “Quando os níveis de acetato, o subproduto da
metabolização do álcool, se elevam após a ingestão
de bebida alcoólica, o metabolismo passa a queimar o acetato em
vez da gordura, dos carboidratos e das proteínas, fato que leva
a um acúmulo de tecido gorduroso e ganho de peso”.
Ao longo da vida beber em excesso produz déficit de todos os nutrientes alerta a Marangoni. “A cerveja, em particular, pode irritar o estômago, estimulando-o a liberar mais ácido e abrindo caminho para úlceras gástricas, esofágicas e câncer de reto”, ensina.
A nutricionista orienta que o ideal é consumir uma lata de cerveja ao dia e que o bom censo deve fazer parte das escolhas diárias. “Os prejuízos sociais e para a saúde são expressivos quando o consumo do álcool não é controlado.”
1 copo de 300ml de cerveja tem 123 Kcalorias.
Pesquisa: Evaldo Fernandes)
Não concordo muito que se faça brincadeiras com símbolos nacionais,
mas esta paródia do nosso Hino ficou até engraçada.
Segue...
Ouviram num boteco um berro mágico
De um bêbado, um pedido refrescante
A Skol da liberdade em raios fúlgidos
Brilhou na mão do dono nesse instante.Se o senhor, tiver vontade
Vem beber com a gente até ficar de porre
Copo Cheio, e liberdade
Aprecie este líquido à vontade.Oh Skol amada, idolatrada,
Salve, Salve!Bebendo todo dia desse líquido
Tem vezes que parece, à terra desce
Meu Deus do céu, só penso nesse líquido
Não existe nada mais que me interesseGigantes depois de três, que beleza
Chorão depois da décima e tristeza
No dia seguinte dor de cabeça
Skol dourada.Entre outras mil, és tu Skol
Cerveja amada.
Dos filhos deste bar és mãe, gentil
A Skol do meu Brasil.Sentado eternamente em bar esplendido
Falando sobre a vida de um pingunço
Saiu daqui e foi beber na América
Bebeu cerveja de primeiro mundo.Mas a terra, parece um ímã
Caiu de cara num jardim cheio de flores.
Mijou no poste, de uma vila
Apanhou do guarda e foi dormir cheio de dores.Oh Skol amada, idolatrada
Salve, Salve!Saiu pela manhã buscando o líquido
Que o sustenta todo dia alcoolizado
Se em teu formoso bar tiver o líquido
Fará a felicidade de um coitado.
Por mais que a cerveja seja forte
Verás que um bêbado não foge à luta.
Eu sei que vou beber até a morte,
Skol dourada.Entre outras mil, és tu Skol
Cerveja amada.
Dos filhos deste bar és mãe, gentil
A Skol do meu Brasil.
1.
Rapto de Helena
e a Guerra de Tróia
A famosa Guerra
de Tróia, travada 1.300 anos antes da Era Cristã, teve origem
no rapto de Helena, mulher de Menelau, rei grego, por Páris, filho
do rei de Tróia. Para recuperar Helena, os gregos foram à
guerra que durou muitos anos. Particularidade: Helena, a sedutora beldade
que causou a confusão, tinha apenas 13 anos de idade.
|
|
| Eu fiquei lá
e o JK. Eu me peso e o Garratazu Médici. Eu provoquei chuvas e o Tancredo Neves. Eu pintei paredes e o Jânio Quadros. Eu sou sincero e o Itamar Franco. Eu prefiro mares e a Myrian Rios. Na prova, fui terceiro colocado e o Dom Pedro I. Na fazenda, uso faca e o Sérgio Machado. Eu faço rá-rá e a Ângela Rô-rô. Eu toco guitarra e o Fernando Lyra. Eu sou de Fortaleza e a Fafá de Belém. Eu rezo e a Mercedes-Benz. Eu sou da cidade e o Martinho da Vila. Eu odeio demônios e o Sílvio Santos. Eu coleciono folhas e o Tony Ramos. Meu avô era português e o Lúcio Brasileiro. Eu estudo florestas e o Roberto Campos. Eu chupo acerola e a Camila Pitanga. Eu estudei alemão e o Renato Russo. Eu queimo papéis e a Marlene Mattos. Eu vendo cadeados e o Ricardo Chaves. Pela manhã, prefiro leite com nescau e, à noite, Mastruz com Leite. Eu sou cearense e o Renato Gaúcho. Eu comprei marreco e o Paulo Coelho. Eu sou estudante e o Sérgio Mallandro. Eu torço Portuguesa e o Marcos Palmeira. Eu sou espada e a Cláudia Cruz. Eu enfrentei Sansão e o Ronald Golias. Eu sou escritor e a Patrícia Poeta. Na Cama com Madonna, vi cena de sexo explícito, porém, num outro filme, a Madonna (Evita). Eu comi isopor e a Hérica Madeira. Eu sou adulto e o Anthony Garotinho. Eu sou plebeu e a Carina Nobre. |
Eu fui odiado
e o Jorge Amado. Eu descasco laranja e a Monaliza Lima Eu sou neto e o César Filho. O meu umbigo está molhado e o da Deborah Secco Eu visitei caverna e a Marisa Monte. Eu comprei café e o Kléber Leite. No fim do ano, prefiro amor, e a Bárbara Paz Eu pesquisei Lênin e a Patrícia Marx. Eu conheço Ciudad del Este e o Fábio Assunção. Eu torço Flamengo e a Ana Botafogo. Eu recebi um postal do Caribe e os Engenheiros do Hawaií. Meu irmão bebe e o Celso Pitta. Meu colega é falso e o Moacyr Franco. Eu planto eucalipto e a Beth Carvalho. Eu fotografo pontes e a Fernanda Torres. Eu desenhei igreja e o Raimundo Castelo. Eu crio galinha e a Janete Pinto. Meu coração é de Ariela e o do Benito di Paula. Meu tio veio de Portugal e o Chico Buarque de Holanda. Meio de transporte, escolho carro e o Domingo Cavallo. Eu aprecio maçã e a Marília Pêra. Eu comprei orquídea e o Noel Rosa. Eu desenhei mapas e o Antonio Banderas. Para namorar, prefiro noites e a Carla Dias. Eu caçava onça e a Nara Leão. Na areia, eu fiz montinhos e o Mário Covas. Eu desejo paz e a Isabela Guerra. Eu gosto do violão e o Paulinho da Viola. Eu quebro xícaras e a Glória Pires. Eu cheguei atrasado e o Jorge Pontual. Anos: eu tenho vinte e nove e o Joãozinho Trinta. Eu fotografo manguezais e o Carlos Salinas. Eu detesto abismo e o José Serra. Moral da estória: se eu não fizesse, o Reginaldo Faria.
(Autor: Evaldo Fernandes.)
|
| Ada Penteado
- cabeleireira.
Alberto Rollo - advogado. Alcides de Souza Mendes Vara - médico ginecologista e obstetraa. Alcides Pena - advogado. Alessandro Farah Branquinho - cirurgião dentista. Ana Maria Mediatriz - professora de matemática. Andréa Lôbo - médica veterinária e diretora de Zoológico. Antônio dos Prazeres - editor da revista pornô Big Man. Aparecido Carrasco - advogado. Arletty Pinel - médica psiquiatra e terapeuta ssexual. Arthur de Mattos Casas - arquiteto, decorador e paisagista. Cao Hamburguer - balconista de lanchonete e trabalha noo Mc'Donalds. Carlos Alberto Dunas - geógrafo especializado em Geogrrafia Física. Cecília Belina- psicóloga especializada em trânsito, instrutora de auto-escola. Cláudia Cruz - funcionária de convento. Dário Rezza - padre. Décio Cravo Canteiro - comerciante de flores. Dioníxio Broxado - médico ginecologista. Édem José Ribeiro de Souza - jardineiro. Edivan Dias Guarita - presidente do Sindicato de Vigilantes.. Edvino Augusto Friederichs - padre e autor do livro "Casas Mal Assoombradas". Eitor da Ré - dono de auto-escola. Egon Tschope - mestre cervejeiro. Eliton Espírito Santo - professor de ciências da religi&ão (PUC-SP) Erick Bandeira- bandeirinha de futebol. Esmeraldo Muniz Bailona - comerciante de esmeraldas. Evandro Fazendeiro Miranda - coordenador geral de política dda SPE/MF. Fábio Canteiro - paisagista. Fernando Bronzeado - fotógrafo de surf. Fernando Pontual - relojoeiro. George Sanguinetti - médico legista. Geraldo Livramento - advogado. Gilberto Trama - agente penitenciário, que foi iindiciado por formação de quadrilha. Gilda Fucs - sexóloga. Glória de Jesus - secretária de paróquia.< Honorário Diez Garcia Filho - advogado. Jane Carrasco - juíza de Direito. Janete Pinto - médica pediátrica e urollogista. José Quadros - pintor. Juliano Kassawara - médico urologista. Lauro de Deus- padre. Leonardo Costa- nadador, terceiro lugar nos 100 metros nado costa. Lílian Dutra Martini - representante de bebidas. Lucy Stone - advogada de Mick Jagger. Luís Nobuki - fotógrafo especializado em portfólios de modelos e books. Luís Matachana de Camargo Pires - médico ginecologista. Márcio Defendi - goleiro de futsal. Marcos Chaves - chaveiro. Maria Célia Encarnação - obstetra. Maria do Céu - aeromoça. Marília Marreco - funcionária do IBAMA. Mário Eduardo Pulga - veterinário da área de ppesquisas e desenvolvimento de produtos da Bayer. Monaliza Lima - vendedora hortifrutigranjeira na CEASA. Mônica Beyruti - funcionária da Embaixada do L&iiacute;bano. Murilo Pilloto - piloto e campeão do Rally Pariss -Dakar. Norberto Busto - diretor da revista Plástica &ammp; Beleza. Patrícia Câmera - fotógrafa. Paulo Artaxo - medidor de taxas de poluiç&atillde;o no ar. Péricles Presunto - diretor de frigorífico.< Quirino Paredes - arquiteto. Reinaldo Sacco - médico urologista. Renato Terra - geólogo. Ricardo Bustus - escultor e cirurgião plá;stico. Roberto Massa - funcionário de panificadora e cozinheiro especializado em comida italiana. Rodrigo José Bulla - farmacêutico. Rolando Grana - comentarista econômico argentino. Susan Pânico - diretora da Associação NNacional de Depressão e Psicose Maníaco-Depressiva. Urbano Reis Patto Filho - arquiteto e urbanista. Vládia Pinto - urologista, médica pediá;trica e dona de granja. Vera Canto - professora de canto. Wagner Lustre - técnico em iluminaç&atillde;o. Waldair Pinto - diretor-médico do laboratório Pfizer, distribuidor do Viagra no Brasil. Walfrido Mares Guia - Ministro do Turismo. Walter Torres Júnior - construtor de prédios./b> Wânya Lopes Cançado- clínica de estresse. William Charles Dement - médico psiquiatra. Zélia Fachada - socialite paulistana. (Pesquisa,
adaptação e atualização: Evaldo Fernandes.)
|
MAIS CURIOSIDADES
1º Capítulo
Quetzalcoatl!
"Theobroma",
do grego, quer dizer "alimento dos deuses". Este é o nome de batismo
do chocolate. O batismo aconteceu em meados do século XVIII. O padrinho
foi Carlos Linnaeus, um botânico sueco que conhecia muito bem a trajetória
do chocolate através da história dos povos. Mas essa história
não é da época de Lennaeus. É bem mais antiga.
Começou há séculos atrás, com as civilizações
asteca e maia, na América Central, mais precisamente onde hoje ficam
os territórios do México e da Guatemala.
Lá no México,
os astecas cultuavam o deus Quetzalcoatl. Ele personificava a sabedoria
e o conhecimento e foi quem lhes deu, entre outras coisas, o chocolate.
Os astecas acreditavam que Quetzalcoatl trouxera do céu para o povo
as sementes de cacau. Eles festejavam as colheitas com rituais cruéis
de sacrifícios humanos, oferecendo às vítimas taças
de chocolate. Um dia, Quetzalcoatl ficou velho e decidiu abandonar os astecas.
Partiu em uma jangada de serpentes para o seu lugar de origem - a Terra
do Ouro. Antes de partir, porém, ele prometeu voltar no ano de "um
cunho", que ocorria uma vez a cada ciclo de 52 anos no calendário
que ele mesmo criara para os astecas.
Enquanto isso,
por volta de 600 a.C., os maias, que também conheciam o chocolate,
estabeleciam
as primeiras
plantações de cacau em Yucatan e na Guatemala.
Considerados
importantes comerciantes na América Central, eles aumentaram mais
ainda suas riquezas com as colheitas de cacau. Acontece que em toda aquela
região a importância do cacau não residia apenas no
fato de que dele se obtinha uma bebida fria e espumante, chamada "tchocolath".
O valor do cacau também estava em suas sementes. Elas eram usadas
como moeda. Na época, por exemplo, um coelho podia ser comprado
com oito sementes e um escravo, por 100.
Até então, o cacau e seu precioso produto, o chocolate, só circulavam pelos rituais, banquetes e o comércio na América Central. Passaram séculos. Em 30 de julho de 1502, o navegador Cristóvão Colombo, achando que tinha descoberto as Índias, baixa âncoras em frente à ilha de Guajano, na América Central. Uma majestosa piroga aborda a caravela de Colombo. Um chefe asteca sobe a bordo e oferece, ao navegador e sua tripulação, armas, tecidos e também sementes de cacau. Ele explica a Colombo que as sementes são a moeda do país e que permitem preparar uma bebida muito apreciada entre eles. Colombo e seus marinheiros provam com os lábios as sementes e tomam também o chocolate. Dias depois, levantam velas e seguem para a Europa. Colombo, o primeiro europeu a provar o chocolate, não lhe deu a mínima importância. Mal sabia que um dia ele seria apreciado no mundo inteiro.
2º Capítulo
Um engano desastroso
Passaram-se mais
dezessete anos. Em 1519, o explorador espanhol Fernão Cortez e seus
seiscentos soldados desembarcam no México, pretendendo conquistá-lo.
Fazem os preparativos para o combate. Mas, para surpresa geral, o imperador
asteca Montezuma e seus súditos os recebem com cordialidade. Vítimas
de sua própria lenda, eles crêem que Cortez é a reencarnação
do bondoso deus
Quetzalcoatl. Acontece que 1519 coincidia com o ano de "um cunho", no calendário
asteca - o ano que Quetzalcoatl prometera voltar.
O povo alegre
festeja e o imperador acolhe Cortez com um grande banquete regado com taças
de ouro cheias de "tchocolath". Mas a desilusão não tarda
a chegar: o suposto Quetzalcoatl, aquele que havia dado o chocolate a seu
povo, parecia não o ter bebido antes e nem mesmo gostar dele.
É óbvio,
o "tchocolath" não era a bebida agradável de hoje. Era bastante
amarga e apimentada. As tribos da América Central geralmente o preparavam
misturando com vinho ou com um purê de milho fermentado, adicionado
com especiarias, pimentão e pimenta.
Naquela época, o chocolate era reservado apenas aos governantes e soldados, pois acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, ele dava força e vigor àqueles que o bebiam.
Cortez, sem dúvida, ficou muito impressionado com a mística que envolvia o chocolate e mais ainda com o seu uso corrente. Assim, com o intuito de gerar riquezas para o tesouro de seu país, ele estabelece uma plantação de cacau para o rei Carlos V, da Espanha. E, como bom negociante, começa a trocar as sementes de cacau por ouro, um metal indiferente àqueles povos. Os espanhóis aos poucos se acostumavam com o chocolate e, para atenuar o seu amargor, diminuíam a proporção de especiarias e o adoçavam com mel. Já o rei Carlos V tinha o hábito de tomá-lo com açúcar.
Um ano depois, Cortez responde com traição a acolhida que recebera do povo asteca. Prende o imperador Montezuma atrás das grades e invade suas terras. Tanto Montezuma quanto seu sucessor são assassinados pelas tropas de Cortez e o México passa a ser colônia espanhola, permanecendo nesta situação por trezentos anos.
3º Capítulo
Os espanhóis
tentam esconder
Rapidamente,
o chocolate se espalha entre a família real e os nobres da corte
espanhola. Cortez levara para a Espanha todo o conhecimento daquelas tribos
primitivas de como lidar com o cacau
e preparar o
chocolate. Sabia como colher, retirar as sementes dos frutos e depois espalhá-las
ao sol para fermentar e secar. Sabia também que elas deviam ser
assadas sobre o fogo e depois esmagadas em uma gamela de pedra, até
se obter uma pasta aromática, a qual era misturada com água
para se chegar à bebida.
Na Espanha, as
cozinhas dos mosteiros serviam como local de experiência para o aprimoramento
do chocolate e a criação de novas receitas. Os monges aperfeiçoaram
o sistema de torrefação e a moenda do chocolate, transformando-o
em barras e tabletes para serem dissolvidos em água quente, como
era apreciado nos salões aristocráticos.
Durante todo
o século XVI, porém, os espanhóis conservaram para
si esta preciosa iguaria, não querendo compartilhá-la com
outros países. No entanto, seus planos foram por água abaixo
em meados do século XVII, quando começaram a vazar as primeiras
informações sobre o chocolate.
Os viajantes
vinham a Madri e o bebericavam. Os monges davam-no para provar aos visitantes
de outros países. Os marinheiros, como ouviam falar dele, ao capturar
uma fragata espanhola desembarcavam as sementes de cacau e as levavam às
suas terras. Rapidamente, espalham-se plantações de cacau
pela Europa, América do Sul e Índias. O chocolate se converte
em bebida universal.
4º Capítulo
A rainha gulosa
O casamento,
em 25 de outubro de 1615, do rei Luís XIII, da França, com
a infanta da Espanha, Ana da Áustria, sela a conquista do chocolate
na França. A pequena rainha, de apenas 14 anos, adorava chocolate
e trouxera da Espanha tudo o que era necessário à sua preparação.
E os cortesãos, para ganhar a sua simpatia, adotaram a sua bebida preferida. Ela passou a fazer parte da corte. Tanto é verdade que um dos convites mais requisitados em Paris era "para o chocolate de Sua Alteza Real".
Já em 1657, surge em Londres a primeira loja de chocolate. Em 1660, o filho de Ana da Áustria, Luís XIV, que subira ao trono, casa-se com outra princesa espanhola, Maria Teresa.
Esta segunda união ibérica acaba firmando de vez o domínio de chocolate na França. A corte comentava que Maria Teresa, uma esposa devotada, tinha duas paixões: o rei e o chocolate.
Enquanto a monarquia solidificava o hábito de consumir chocolate na França, outros países também começavam a se interessar por ele e a procurar pela sua própria fonte de suprimento. O governo espanhol mantivera o comércio de chocolate fechado até o século XVI. E, para sustentar o seu monopólio, estabelecera taxas pesadas de importação, de forma que ele permanecesse ainda durante muito tempo uma bebida apenas das classes privilegiadas. Como se não bastasse, os estoques de sementes de cacau da Espanha eram limitados.
A França,
por exemplo, muito interessada em suprir seu consumo, começou a
cultivar cacau em
sua ilha nas
Índias Ocidentais, a Martinica. Enquanto isso, ele era introduzido
nas ilhas de Jamaica, Trinidade e São Domingos. Mais tarde, chegava
às Filipinas e outras regiões da Ásia.
5º Capítulo
A democratização
do chocolate
Na virada do
século XVII, rivalizando com os cafés, começam a aparecer
em Londres as casas de chocolate. Elas o tornam uma artigo relativamente
democrático na Inglaterra. As casas oferecem comida e bebida, além
de jogos de carta e dados. Também há muita conversa. Conversa
sobre tudo: da poesia à fofoca, da política aos negócios.
As casa de chocolate londrinas se transformam no centro da vida social
gregária. Abrem-se casas de chocolate na Bélgica, Suíça,
Alemanha, Itália e Áustria. A Europa cheirava a chocolate.
Em 1765, um médico, James Barker de Dorchester, se associa a um fabricante de chocolate recém-chegado da Irlanda, John Honnon, e funda a primeira fábrica de chocolate dos EUA: a Companhia Barker. Naquela época, o chocolate já podia ser consumido temperado com cravo ou almíscar, dissolvido em vinho ou leite quente e adoçado com açúcar. Ele começa a ser aperfeiçoado e surgem novidades.
Em 1828, o químico holandês Coenraad van Houten inventa uma prensa de parafuso que permite obter o pó do chocolate. Começa também a ser comercializada a manteiga de cacau. A firma inglesa Bristol, Fly & Bons, em 1847, introduz o chocolate comestível. Em 1819, François Louis Cailler abre a primeira fábrica de chocolates suíços. Sete anos depois, em 1826, Philipp Suchard começa a fazer chocolate misturado com avelãs moídas. Em 1875, Daniel Peter e Henri Nestlé inventaram o chocolate ao leite.
Ele estava sendo aprimorado.
Cada vez ficava melhor: mais macio, saboroso e cheio de ingredientes. A
fabricação de chocolate, que começara em pequenas
oficinas com simples equipamentos, se tornara um negócios de corporações
e filiais internacionais. A industrialização exigia urgente
expansão das lavouras de cacau. Todos trataram de plantar. Os belgas
no Congo.
Os holandeses no Ceilão,
Java, Sumatra e Timor. Os ingleses nas Índias Ocidentais. Os alemães
em Camarões e os franceses, além da Martinica, também
em Madagascar. Os portugueses, já firmemente no controle do Brasil,
plantaram seus cacaueiros em São Tomé e Príncipe,
duas ilhas na costa oeste da África.
6º Capítulo
Os soldados não
resistiam
Em 1914 estoura
a Primeira Guerra Mundial, determinando o fim da expansão das indústrias
chocolateiras. São feitas restrições às exportações
do produto. Tabletes de chocolate passam a fazer parte da ração
de emergência dos soldados americanos em serviço, mas a experiência
não dá muito resultado. Para cumprir o papel de ração
de emergência, o chocolate era demasiado irresistível para
ser guardado sem ser comido. Afinal, ele fora aprimorado para se tornar
o mais saboroso possível. Os soldados raramente guardavam seus tabletes
para uma crise futura. Eles os devoravam rapidamente ao menor sinal de
fome.
Mas, em 1934, o capitão Paul P. Logan inventa uma fórmula de ração à base de chocolate, muito energética e, o mais importante: pouco atrativa ao paladar. Era uma mistura de chocolate, açúcar, leite em pó desnatado, manteiga de cacau, vanilina, aveia e vitamina B1. Em 1938, ela é batizada de "Ração D". No ano seguinte eclode a Segunda Guerra Mundial.
A Companhia Hershey, importante fabricante nos EUA, recebe uma tarefa especial no exército americano: desenvolver uma nova ração de chocolate que sustentasse os soldados no caso de falta total de alimentos, e que pudesse ser carregada em seus bolsos, sem derreter.
De fato, a indústria Hershey alcança o intento: produz um tablete resistente, que além de chocolate possuía outros ingredientes nutritivos, possibilitando uma dieta substanciosa de cerca de 600 calorias, tornando-se a nova "Ração D".
Enquanto durou a guerra, a Hershey produziu meio milhão de tabletes por dia. A companhia, do industrial Milton Hershey, chegou a receber o prêmio "Army Navy E" por suas contribuições civis com a "Ração D" durante a Segunda Guerra.
O chocolate circulava por todas as partes: nas frentes de batalha e dentro dos lares. Talvez ele não fosse mais considerado como um alimento universal e afrodisíaco, como na época dos astecas, mas era recomendado como um fortificante incomparável na reposição de energia.
Em 1945, finda a guerra e com ela as barreiras ao desenvolvimento das indústrias chocolateiras. Os fabricantes, libertos dos racionamentos impostos pela guerra e das restrições feitas às exportações, aumentam suas produções. Em breve, o chocolate se tornaria um dos produtos mais populares em todo o mundo.
7º Capítulo
O cacau chega
ao Brasil
Alguns estudiosos
admitem que 1665 foi o ano da primeira tentativa de implantar a cultura
cacaueira na Bahia. O correto, no entanto, é 1746. Neste ano, o
colono francês Louis Frederic Warneaux trouxe sementes do Pará
e as plantou na fazenda Cubículo, à margem direita do rio
Pardo, na capitania de São Jorge de Ilhéus, hoje município
de Canasvieiras. As condições climáticas, a topografia
e o solo baiano eram propícios à cultura do cacau, por esta
razão, a região de Ilhéus acabou se tornando uma poderosa
produtora.
A lavoura cacaueira começa a se expandir na Bahia. Essa expansão, porém, se processa através de lutas violentas, que se prolongam até as primeiras décadas do século XX. Os latifúndios são invadidos e há muitas aquisições ilícitas de terras. As oligarquias desaparecem e os latifúndios, por motivo de herança ou econômicos, se dividem em fazendas organizadas a partir da revolução de 1930. Em 1931, um marco no desenvolvimento da cultura: cria-se o Instituto de Cacau da Bahia. Em março de 1941, ele é transformado em autarquia. Em 1957 institui-se a Comissão Executiva do Plano de Recuperação Econômico-Rural da Lavoura Cacaueira (Ceplac), com seu Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec) e seu Departamento de Extensão (Depex)
A partir de 1954 instalam-se no Estado de São Paulo as primeiras plantações. O Instituto Agronômico do Estado, em Campinas, mantém fazendas experimentais com produções de até 6 kg de sementes por planta. Amapá, Amazonas, Pará, Maranhão, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rondônia e Mato Grosso são os estados brasileiros que produzem cacau. Hoje, o Brasil ocupa a posição de segundo maior produtor mundial de cacau, logo atrás da Costa do Marfim.
Lá vai o médico falar mal do chocolate... Por que essa perseguição contra uma das coisas mais deliciosas da vida? Na civilização Maia chamado de ALIMENTO dos DEUSES. Afinal, poderemos comê-lo na Páscoa sem culpa?... só um pouquinho, mas quanto é um pouquinho?
Festejemos a ótima
notícia, chocolate é bom para o coração cientificamente
falando, agora até quanto? Vamos para as explicações,
com a consultoria nutricional da Miriam Topein Ghorayeb e
de artigos médicos
da revista Lancet, uma das de maior credibilidade no mundo científico
O chocolate como
é apresentado hoje em dia, resulta da elaboração da
fava do cacaueiro que tem caroço e polpa branca. Na composição
do chocolate temos cacau, manteiga de cacau, leite, açúcar
(exceto nos chocolates dietéticos) e outros elementos que podem
ser acrescidos como passas, amendoim, avelãs, amêndoas etc.
O cacau contém substâncias chamadas fenóis ou flavonóides,
os mesmos antioxidantes
encontrados no vinho tinto. Estudos feitos na Universidade da Pensilvânia-EUA
mostram que consumidores diários de 30 a 50 g de chocolate com alta
concentração
de cacau (56 a 85% ou seja, chocolate amargo ou extra amargo) apresentam
menores índices do chamado mau colesterol (fração
LDL). No cérebro, o chocolate eleva os níveis de serotonina
e feniletilamina melhorando o ânimo e disposição geral.
O chocolate é uma boa fonte de energia e com alto nível calórico,
dependendo da proporção da manteiga de cacau ou açúcar
ou leite, cada
100 g pode conter de 350 a 500 calorias e é aí que mora o
pecado !!!!.
Um dos aspectos negativos do consumo de chocolate, algumas pessoas relacionam o aparecimento de pedras no rim, dores de cabeça, acne, alergias, cárie dentária e tensão pré-menstrual. Porém as evidências da relação direta do consumo e esses problemas são fracas, parece que os hábitos de vida pouco saudáveis, onde se inclui uma alimentação rica em gorduras animais, sedentarismo etc., seja mais importante para o aparecimento desses distúrbios clínicos.
A consumação
moderada de chocolate é o aceitável, por exemplo, uma ocasional
barra na semana, fazendo parte de uma alimentação balanceada
em calorias e nutrientes. Ultrapassar os limites, apesar dos benefícios
e agradável sabor, irá acrescentar elevada quantidade de
calorias o que é absolutamente indesejável. Porém,
não recomendo trocar, na sua refeição, as frutas e
vegetais
pelo chocolate.
Lembro que a medicina
é feita de verdades atuais, que podem mudar amanhã ! Portanto,
modere seu apetite.
Caixa Eletrônico
Como os homens retiram dinheiro dos Caixas Eletrônicos:
1. Chega no caixa automático.
2. Desce do carro.
3. Entra na cabine.
4. Insere o cartão.
5. Digita o código.
6. Pega o dinheiro, o cartão e o recibo.
7. Sai com o carro.
Como as mulheres retiram dinheiro dos Caixas Eletrônicos:
1. Chega no caixa automático.
2. Verifica a maquiagem no espelhinho.
3. Desliga o motor.
4. Põe as chaves na bolsa.
5. Vai até o quiosque.
6. Procura o cartão na bolsa.
7. Insere o cartão.
8. Procura na bolsa a embalagem do absorvente onde está escrito
o código.
9. Digita o código.
10. Estuda as instruções por uns dois minutos.
11. Tecla "cancela".
12. Tecla novamente o código.
13. Verifica o saldo.
14. Procura o envelope.
15. Procura uma caneta na bolsa.
16. Anota o saldo no envelope.
17. Estuda as instruções.
18. Retira o dinheiro.
19. Entra no carro.
20. Confere a maquiagem.
21. Procura as chaves.
22. Liga o carro.
23. Confere a maquiagem.
24. Sai com o carro.
25. Pára.
26. Volta de ré.
27. Sai do carro.
28. Pega o cartão e o recibo.
29. Entra no carro.
30. Põe o cartão na carteira.
31. Põe o recibo no talão de cheques.
32. Anota a retirada no talão de cheques.
33. Arruma um espaço na bolsa para a carteira e o talão.
34. Confere a maquiagem.
35. Sai com o carro.
36. Anda cinco quilômetros.
37. Solta o freio de mão.
Mulheres, impossível entendê-las...
1.
Se você tenta protegê-la das dificuldades do mundo, você
é um machista.
2. Se você fica em casa e faz as tarefas
domésticas, é um folgado.
3. Se você trabalha muito, nunca terá
tempo pra ela.
4. Se você trabalha pouco, você
é um vagabundo.
5. Se ela tem um trabalho chato e que paga
pouco, isso é exploração.
6. Se você tem um trabalho chato e que
paga pouco, deveria tomar vergonha na cara
e arrumar algo melhor.
7. Se você ganha uma promoção
antes dela, é favoritismo.
8. Se ela ganha uma promoção
antes de você, é igual oportunidade.
9. Se você elogia o seu visual, é
assédio sexual.
10.
Se você fica quieto, é indiferença machista.
11.
Se você chora, é um bundão.
12.
Se não chora, é um insensível.
13.
Se você toma uma decisão sem consultá-la, é
um egoísta.
14.
Se ela toma uma decisão sem consultá-lo, é uma mulher
independente.
15.
Se você pede pra ela fazer algo que ela não gosta, isso é
dominação.
16.
Se ela pede pra você fazer algo que você não gosta,
é favor.
17.
Se você gosta de um corpo feminino em roupas provocantes, é
um tarado.
18.
Se não gosta, é um viado.
19.
Se você gosta de uma mulher que depila as pernas e fique em forma,
você é um sexista desgraçado.
20.
Se não gosta, é um babaca sem romantismo.
21.
Se você tenta ficar em forma, é um fútil.
22.
Se não tenta, é um largado.
23.
Se você é romântico e gosta de poesias de amor, é
um "meloso".
24.
Se você compra flores pra ela, é que você está
com interesse em algo.
25.
Se não compra, é que nunca se lembra dela.
26.
Se você tem orgulho de suas conquistas, é um soberbo idiota.
27.
Se não tem, é um tonto sem ambição.
28.
Se você está totalmente acabado após um dia de trabalho,
é que você não se importa com as necessidades dela.
29.
Se ela está totalmente acabada após um dia de trabalho, ela
está cansada.
30.
Se você quer muito sexo, é um tarado patológico.
31.
Se você não quer muito sexo, você deve ter outra pessoa...
Orgasmo feminino em 8 fases:
1.
Asmática: Ahh... ahh... ahh...
2.
Geográfica: Aqui, aqui, aqui...
3.
Matemática: Mais... mais... maissss.
4.
Atração: Me penetra, me finca maisss.
5.
Enchente: Me inunda, me transborda.
6.
Religiosa: Ai, meu Deus, AI! Meu Deus!
7.
Suicida: Ah, acho que eu vou morrer...
8.
Homicida: Se você pára agora, eu te MATO !!!
Diferença entre mulheres
Quais
as diferenças entre as mulheres de 8, 18, 28, 38 e 48 anos?
As
diferenças são:
Uma
menina de 8 anos: você leva pra cama e conta uma estorinha.
Uma
mulher de 18: você conta uma estorinha para levá-la pra cama.
Uma
mulher de 28: qualquer estorinha acaba na cama.
Uma
mulher de 38: você ouve uma estorinha e é levado pra cama.
Uma
mulher de 48: você inventa uma estorinha para não ir pra cama.
Atenção!
O texto
abaixo não tem caráter ofensivo. Se você se ofende
com este tipo de mensagem, não leia o conteúdo abaixo.
As mulheres
Na tentativa
de entender melhor as mulheres, realizamos uma longa pesquisa sobre a vida
da mulher. Aí vai o resultado:
1 aos 5 anos:
A
mulher não tem a mínima idéia do que ela seja.
5 aos 10 anos:
Sabe
que é diferente dos meninos, mas não entende o porquê.
10 aos 15
anos:
Sabe exatamente
por que é diferente, e começa a tirar proveito disso.
15 aos 20
anos:
Sabe o que quer
ser, porém continua sendo o que não quer ser, mesmo assim
provoca distúrbios emocionais nos meninos.
Nessa fase,
dividem-se em 4 grupos distintos.
.
G1 - Tipo
difícil (geralmente as bonitinhas)
G2 - Topa
tudo (as meigas)
G3 - As Loiras
(as preferidas)
G4 - As Inteligentes
20 aos 25
anos:
Esses são
os anos dourados, sabe exatamente o que ela é, e tira o máximo
de proveito disso. Tem meta definida e dificilmente seu alvo será
poupado, nada vai atrapalhar a realização de seus desejos
(casar, é claro!). Nessa fase muda seu perfil de amizade com relação
a suas amigas.
As que são
bonitas: procuram ser muito amigas das mulheres que são piores do
que ela.
As que são
feias
procuram ser muito amigas de mulheres bonitas para ficarem com a sobra.
As que são
loiras tanto faz, afinal elas são minoria e são as preferidas
pelos homens.
As inteligentes
andam com as loiras, para se destacarem intelectualmente.
25 aos 30
anos:
Nessa
fase, formam 5 grupos distintos:
G1 - As que
casaram por dinheiro
G2 - As que
casaram por amor
G3 - As que
não casaram
G4 - As que
simplesmente casaram
G5 - As inteligentes
Porém nem todas conseguem se satisfazer plenamente:
G1: descobrem
que dinheiro não é tudo na vida, sentem falta de uma paixão.
G2: descobrem
que paixão não é tudo na vida, sentem falta do dinheiro.
G3: não
importa o dinheiro e a paixão, sentem falta mesmo é de um
homem.
G4: não
entendem por que casaram.
G5: descobrem
que ter inteligência não é tudo na vida.
Não importa o grupo a qual pertencem e a desilusão fica evidente, então começam a apresentar os primeiros sintomas de uma doença muito crônica denominada de RDT (Reclamação De Tudo), da qual os homens também acabam se tornando vítimas.
30 aos 35
anos:
Sabe exatamente
onde errou, fica sem saída, e num ato de desespero tinge o
cabelo de loiro e tenta ser mais burra que o normal. Vai para a academia,
tenta ser uma menininha, porém o esforço não dá
resultado. Cai sua auto-estima, seus seios, sua bunda, sua barriga...
Agrava-se
ainda mais o sintoma da RDT.
35 aos 40
anos:
Piora sua situação.
Entram na fase de comparação, não entendem por que
as loiras burras tiveram tanto sucesso e ela não. Novamente,
num ato de desespero, cortam o cabelo bem curto, mantendo o colorido
loiro, porém não conseguem evoluir seu nível de burrice.
Agrava mais ainda o sintoma RDT e começam a culpar seu parceiro
por suas frustrações. Procuram ajuda espiritual.
40 aos 45
anos:
Não suporta
mais as loiras naturais, principalmente as que se deram bem na vida. Tudo
desmorona ao seu redor. Agrava-se ainda mais o sintoma RDT e agora ela
está convicta
de que seu parceiro
foi realmente o culpado por tudo de ruim que aconteceu com ela, desprezando
totalmente os bons momentos que teve em sua vida. Abandona a ajuda
espiritual e
procura ajuda médica, com analistas e cirurgiões plásticos.
45 aos 50
anos:
Chega a nova
fase de sua vida e parece que tudo vai ficar bem. Graças aos cirurgiões
sua bunda e barriga voltaram ao normal, seus seios ficaram melhores do
que eram e explode uma paixão pelo seu analista. Acha que ele é
a única pessoa que a entende, e tem paciência quando conversa
com ela.
Porém,
esquece que o analista conversa com ela somente 1 hora por semana e
cobra R$100,00 (cem reais) enquanto seu parceiro atura suas lamentações
no mínimo 40 horas
por semana
e ainda tem um gasto com ela de aproximadamente R$2000,00 (dois mil reais)
por mês.
Após
os 50 anos
Começam
a ter comportamentos diferentes e bem definidos, porém continuam
com o RDT até o fim de seus dias...
E para
nós, homens, “HAJA PACIÊNCIA" para suportar tudo isso!!!
ORAÇÃO DAS MOÇAS
(Pesquisa: Evaldo Fernandes)
Por que você gosta de calcinha?
E sendo muito criativa, ela pediu-me para dizer-lhe uma resposta diferente e excitante, a cada novo encontro nosso. Tempos depois, ao rompermos o noivado, encontrei numa agenda que ela me devolvera, as minhas respostas, escritas carinhosamente... Agora, transcrevo-as abaixo, na íntegra:
Amor, por que você gosta de calcinha???
1. Porque ajuda a segurar o teu absorvente.
2. É a coisa mais sensual que inventaram desde a roda.
3. Porque não gosto de comer bombom que vem sem embalagem.
4. Gosto daquelas rendadas com uma certa folga; adoro fazer sexo sem que você tire esse tipo de calcinha.
5. Já estou duas horas pensando...
6. Por dar proteção ao meu vídeo game.
7. Porque calcinha guarda uma pedra preciosa que é maravilhosa e gostosa!
8. Não tem nada mais excitante do que uma calcinha bem pequena e molhadinha!
9. Não sou eu quem gosto, é minha boca.
10. Pelo cheirinho depois de usada.
11. Amo de paixão, principalmente, quando está no chão.
12. Porque não gosto de cueca.... pôxa!!!
13. Porque uma mulher de calcinha é como uma laranja com casca: o que chama a atenção da gente é o quanto a casca é vistosa, apetitosa e cheirosa, daí é quando abrimos e comemos ou chupamos.
14. Porque funciona como a camada de ozônio: serve para proteger o que está em extinção e sempre que é penetrada, não sai mais...
15. Quem disse que eu não gosto?
16. Porque é a última coisa a ser tirada...
17. Porque guarda um tesouro.
18. Porque dentro dela tem uma mulher.
19. Porque eu gosto de tirar.
20. Porque você usa.
21. Porque eu uso cueca.
22. Porque ela protege a entrada do paraíso que sempre sonhei .
23. Porque é apertada.
24. Porque eu não tenho.
25. Porque é o que vem antes do "vamos ver"...
26. É a segunda visão mais bonita; a primeira, é sem...
27. Porque esconde o segredo do mundo.
28. É um símbolo de amor, de paixão, de tesão... Qual o melhor símbolo senão a calcinha?
29. Porque é muito mais gostoso de ganhar presente embrulhado.
30. Para ter o prazer de imaginar o que existe depois.
31. Porque é mais sexy ver uma mulher de calcinha do que nua.
32. Porque deixa marquinhas quando a mulher está exposta ao sol.
33. Porque tem o cheiro e a maciez de um bacalhau português.
34. Porque tem o formato de um triângulo e eu adoro matemática.
35. Porque mulher sem calcinha é igual à batata frita sem sal.
36. Só gosto em mulheres... e por que não gostaria?
37. Porque ela é que esconde a porta dos meus sonhos e pesadelos.
38. A mais perfeita das embalagens para presentes finos.
39. Porque protege "aquilo"...
40. Porque o cheiro me atrai.
41. Porque ela guarda os segredos mais íntimos de uma mulher.
42. Porque é o porta-jóia do meu paraíso.
43. Porque é
pequena, mas de grande utilidade: protege o oásis do nosso tesão.



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