Entre eu  e você

 

 

As minhas asas caíram, minha auréola desabou,

Caiu-me ás costas, um manto negro,

De minha fronte brotou, pontas curvas e afiadas,

Minha alma deformada, como você insinuou,

 

Agora sou o anjo do inferno.

Um demônio moderno, satanás angelical,

Caiu o véu do pudor, nem sei mais o que sou,

Achas porem que eu sou, o pior de todo mau.

 

Mas sou apenas humano, cheio de imperfeições,

Também profiro palavrões, e até fico revoltado,

Se achar algo errado, às vezes tento consertar,

E por saber ponderar, talvez seja culpado;

 

Porem não quero mudar, mas tu queres que eu mude,

Vou por aqui amiúde, o passado á repensar,

Não vou me degenerar revivendo o teu passado,

Sou anjo endiabrado, demônio celestial,

O pior de todo mau, mas pelo bem apaixonado.

 

 

 

Por fausto (poti)

 

 

 

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