Apocalipse

 

 

 

Monturo deserto de dejetos apodrecidos,

Há de existir por certo, detritos esquecidos.

 

Ondas de nevoas assolando, assombrando mortos-vivos,

Zumbis cambaleando, querubins aborrecidos.

 

Choques térmicos estrondando conturbando ainda mais,

A peste se alastrando consumindo o que se faz.

 

Raios rasgando o véu, vergeis mortos e queimados,

Lagrimas caindo do céu, corpos ao léu dilacerados.

 

Cenas de tristezas, incertezas do amanhã,

Mentes cheias de impurezas, fraquezas pagã...

 

Que triste legado, mau empregado conhecer,

Está tudo findado acabado todo ser.

 

É para isso que vivem e convivem os dotados,

Pessoas de níveis, incríveis coitados.

 

Reduzem pomares e lares á pó,

Destroem lugares e ares sem dó.

 

Em nome do criador, a dor será eterna,

E sem pudor o destruidor a vida encerra.

 

 

 

 

                           Por fausto (poti)

 

 

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