Água
Bate nas pedras da praia
Ondas por ventos levadas
E descansam no areal
Por sulcos, esvaziadas.
Levadas em gotículas
Pelos ventos nordeste
És a brisa marinha
Regando campos silvestres
Revolve o fundo do mar
Buscando almas perdidas
Água, liquido que corre
Alimenta veias da vida.
Bate o sol na tua face
Sem te ferir, te aquece,
Enquanto equilibras o calor
É por ti que o vergel cresse.
Congelas no frio intenso
Equilibrando o viver
Ceifas vidas por consenso
E dás vidas por prazer.
Ah... Água bendita,
Que por ti fui batizado
Limpo, no corpo e espírito,
Por ti somos consagrados