PIQUETE PARCERIA GAUDÉRIA - Acampamento Farroupilha 2008 -- 1064.jpg

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Chama Crioula, um dos símbolos do Gaúcho, desde 1947

Os idealizadores da Chama Crioula foram jovens estudantes vindos da campanha para a Capital, que procuravam um espaço onde pudessem reviver suas origens do campo e cultivar sentimentos regionalistas. À meia noite do dia sete de setembro de 1947, antes da extinção do fogo simbólico da pátria, Paixão Cortes e dois amigos, então estudantes do Colégio Júlio de Castilhos, retiraram uma centelha da chama e a conduziram a cavalo ao saguão do colégio, onde ardeu em um candeeiro até a meia noite do dia 20 de setembro. Durante esse período, os jovens realizaram uma programação que contou com cantos, poesias, palestras e exposições sobre a cultura gaúcha. Desde então, a Chama Crioula passou a representar um local onde o povo do Rio Grande do Sul cultiva as suas tradições.

Mais tarde, a Chama Crioula iluminou o candeeiro feito de latão com óleo queimado e passou a assistir os festejos farroupilhas no Galpão Central que abriga o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) e a Prefeitura de Porto Alegre, na Estância da Harmonia. Simboliza a fertilidade de uma cultura própria: a Cultura Gaúcha. Portanto, ela representa não só o orgulho, o espírito e os ideais farroupilhas de justiça e liberdade, mas também o culto, o cultivo, a defesa, a preservação  e a divulgação das autênticas tradições do Povo Gaúcho. Permanece acesa até a meia noite do dia 20 de setembro, quando é extinta ao som do Hino Riograndense.

O Piquete Parceria Gaudéria guardou a Chama Crioula no Acampamento Farroupilha, no dia 13 de setembro. O patrão do Piquete, Carlos Alfredo - Machado e o Agregado do Fiel, Nildo Machado, ficaram postados de sentinela, durante o seu período de guarda da chama e passaram a guarda para os Parceiros Norcy e Ramires, que permaneceram até as 22h e 30min.

 

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