| . Quadro com os Pa�ses Europeus Mediterr�neos, em que as semelhan�as no sistema de sa�de s�o Not�rias, sendo mesmo chamado - Sistema de Sa�de Mediterr�nico. (Nota: neste grupo est� incluida a Belgica, que n�o sendo um pa�s mediterr�nico tem um sistema de Sa�de que � uma C�pia do Sistema de Sa�de Franc�s) Com este quadro, verifica-se que Portugal: - � o Pa�s com a PIOR Cobertura Farmac�utica, isto � 1 Farm�cia por 3800 habitantes, basta olhar para a vizinha Espanha, com cerca de 2000 habitantes por cada farm�cia, para n�o falar da Gr�cia com 1213 habitantes por cada farm�cia . A B�lgica, que tem os mesmos habitantes que Portugal, mas metade do nosso territ�rio, tem no entanto, o dobro das farm�cias, e menos farmac�uticos. - � o Pa�s com o MENOR n�mero de Farm�cias - � o Pa�s com MAIOR n�mero de Farmac�uticos por 10.000 habitantes . Estes n�meros s�o a prova evidente da viabilidade econ�mica nas nossas ideias para Portugal . Este n�meros apenas beneficiam os actuais propriet�rios, representados pela ANF, um dos Lobbys da sa�de em Portugal . Estes n�meros estagnaram o mercado de trespasses de alvar�s de Farm�cia, inflacionando-os para valores ESCANDALOSOS E PROIBITIVOS. . A IT�LIA � o pa�s da Europa Mediterr�nica cujos n�meros se assemelham a Portugal: . Um elevado n�mero de Farmac�uticos . Uma capita��o de 3500 Hab por Farm�cia (mesmo assim inferior a Portugal) . No entando � bom lembrar: . Muitas das farm�cias exist�ntes em It�lia pertencem �s autarquias, isto �, est�o entregues aos pol�ticos, por isso os Farmac�uticos Italianos est�o a ter tamb�m dificuldades em tornar a profiss�o mais justa . Basta tamb�m lembrar, que o Governo Italiano tentou vender as farm�cias das autarquias a 1 ou 2 empresas distribuidoras, isto para tentar salvar o d�fice recorrendo a receitas extraordin�rias, mas n�o conseguiram por impedimento dos tribunais e pela organiza��o dos farmac�uticos. . Italia tem um dos melhores e mais bem organizados movimento de Farmac�uticos a defender a Abertura de mais farm�cias. . Vale a pena visitar o site do Movimento de Liberaliza��o das Farm�cias Italianas em: http://www.mnlf.it/ Esta � a realidade dos n�meros, que a ANF e a OF sempre MANIPULARAM . A Associa��o Nacional das Farm�cias e a Ordem dos Farmac�uticos perferem manipular os n�meros e comparar Pa�ses N�rdicos com Portugal. . O Movimento Farm�cia Livre pretende esclarecer os N�meros e comparar Portugal com os Pa�ses que nos s�o mais pr�ximos quer geogr�ficamente quer culturalmente. . Nos Pa�ses N�rdicos, como a Noruega, Su�cia, Fil�ndia a Organiza��o do Sistema de Sa�de � muito Diferente, basta apenas lembrar que os Centros de Sa�de e os Hospitais fornecem medicamentos a todos os seus utentes, sendo pa�ses com muito poucas Farm�cias e com poucos Farmac�uticos |
| Farm�cia Livre |
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| Todos os Licenciados em Ci�ncias Farmac�uticas |
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| QUALQUER LICENCIADO EM CI�NCIAS FARMAC�UTICAS TEM DIREITO A EXERCER LIVREMENTE A SUA PROFISS�O |
| O site Farm�cia Livre criado por um grupo de Farmac�uticos de Oficina � dirigido particularmente a Estudantes e Licenciados em Ci�ncias Farmac�uticas, mas tamb�m a todos os visitantes interessados em conhecer melhor a realidade da profiss�o Farmac�utica em Portugal, e a maneira de a melhorar. Temos como objectivo constituir um Movimento Cibernautico Organizado � Movimento Farm�cia Livre, para a partilha de ideias, e deste modo darmos o nosso contributo para alterar o estado da profiss�o Farmac�utica em Portugal. H� neste momento cerca de 10.000 Farmac�uticos em Portugal para cerca de 2800 Farm�cias. Esta distribui��o apenas interessa aos actuais propriet�rios, prejudicando claramente o interesse nacional, e obviamente o interesse da maioria dos Farmac�uticos em Portugal. At� ao aparecimento deste site, a classe Farmac�utica de Oficina que exerce a profiss�o por conta de outrem, apesar de ser o grupo profissional maiorit�rio dos Farmac�uticos Portugueses, n�o estava organizada, n�o tinha voz sobre os decisores pol�ticos, n�o tinha com quem partilhar o descontentamento sobre o que se passa na profiss�o, nem tinha a quem colocar as suas ideias. Chegou a altura dos Farmac�uticos Portugueses poderem exercer livremente a sua profiss�o. Este site n�o � o site das lamenta��es mas sim o site das IDEIAS e da MUDAN�A NO SECTOR FARMAC�UTICO em PORTUGAL. Este site conta consigo para a sua constante evolu��o. Caro Visitante, o seu contributo � decisivo para o sucesso deste movimento. Siga as orienta��es que o site lhe d�. |
| QUEM SOMOS |
| FUNCIONAMENTO DO SITE FARM�CIA LIVRE |
. Divulgar o site a todas as pessoas que se interessem pela Profiss�o Farmac�utica � Estudantes de Ci�ncias Farmac�uticas, Farmac�uticos, Seus Familiares, e todo o p�blico em geral. . Ao visitarem-nos dever�o enviar um email para: [email protected] , deste modo est�o autom�ticamente inseridos numa mail list completamente an�nima. S� precisamos que envie o seu e-mail e se quizer d� a sua opini�o, n�o precisamos de nomes, nem moradas. . Essa mail list � an�nima, e apenas se destina a criar uma base de dados. Essa base de dados constitui o Movimento Farm�cia Livre. . � a melhor maneira de criar uma organiza��o, sem custos, sem quotas, sem j�ias, sem funcion�rios, em que o motor � A MESMA IDEIA PARA A PROFISS�O, e estamos certos que as ideias expressas neste site s�o defendidas pela grande maioria dos Estudantes e Licenciados em Ci�ncias Farmac�uticas, bem como pela Popula��o Portuguesa. . As Orienta��es e Opera��es a efectuar pelo Movimento Farm�cia Livre ser�o todas divulgadas neste site e via email a cada membro. . Dever� seguir as orienta��es que o site d�, que ser�o sempre opera��es simples, baseadas no envio de documenta��o para as entidades oficiais. Exemplo: Partidos Pol�ticos, Infarmed, Minist�rio da Sa�de; Primeiro Ministro, Ordem dos Farmac�uticos, etc. . Cada elemento, recebe essa informa��o e dever� process�-la num tempo �til: uma a duas semanas. . Estes documentos ser�o enviados individualmente, e obviamente as Entidades Receptoras ir�o receber a mesma mensagem de centenas ou milhares de elementos diferentes. . A documenta��o enviada, dever� estar identificada pelo emissor, para que sejam considerados v�lidos pelas entidades competentes, e n�o passarem apenas de mensagens an�nimas. |
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| O NOSSO CONTACTO: e-mail: [email protected] |
APLICA�AO DO ESTUDO TECNICO DA AUTORIDADE DA CONCORRENCIA SOBRE AS FARMACIAS, NOMEADAMENTE: - LIVRE ABERTURA DE FARMACIAS, INDEPENDENTEMENTE DE CAPITA�AO OU DISTANCIAS MINIMAS - MELHOR CONCORRENCIA NO SECTOR DAS FARMACIAS |
| AS BASES DO MOVIMENTO FARM�CIA LIVRE |
| AS NOSSAS IDEIAS |
| Est�o a ser ultimados artigos sobre os seguintes temas: (Ficam apenas os T�picos e Agradecemos a sua colabora��o com textos/coment�rios) - VANTAGENS DA ABERTURA DE MAIS FARM�CIAS EM PORTUGAL - EXEMPLOS DE UMA M� DISTRIBUI��O DAS FARM�CIAS EM PORTUGAL . Concelhos com uma �nica Farm�cia . Farm�cias de Servi�o em n�mero francamente insuficiente . Farm�cias em Regime de Disponibilidade, que na realidade est�o sempre indispon�veis - EXEMPLOS DE UMA BOA DISTRIBUI��O DE FARM�CIAS EM PORTUGAL . Existem dois ou tr�s Concelhos com uma capita��o de cerca de 2000 Hab. por Farm�cia - Isto � a prova da viabilidade das nossas ideias - EVOLU��O DO MERCADO FARMACEUTICO NA ULTIMA D�CADA vs N� DE FARM�CIAS - OS TRESPASSES MILION�RIOS DE ALVAR�S DE FARM�CIA - FALSAS PROPRIEDADES DE FARM�CIAS - A Realidade - VANTAGENS DA MANUTEN��O DA PROPRIEDADE DE FARM�CIAS A LIC�NCIADOS EM CI�NCIAS FARMAC�UTICAS e RESPECTIVAS EXCEP��ES - EXEMPLOS EM PA�SES EUROPEUS DA LIBERALIZA��O DA PROPRIEDADE, E DA N�O LIBERALIZA��O DA ABERTURA DE FARM�CIAS - Consequ�ncias para a Profiss�o e para as Popula��es - CONCURSO FARMA 2001 - A VERGONHA DA PROFISS�O . Este concurso p�blico veio dar um novo fol�go � profiss�o, mas foi manifestamente insuficiente . A ANF e a OF foram inicialmente contra este concurso. Porqu�? . O que fez a ANF e a OF para impedirem que cerca de 50 das 200 farm�cias fossem parar �s m�os de actuais propriet�rios? . O que fizeram os propriet�rios que obtiveram um novo alvar�? Trespassaram a Fam�liares? Fizeram falsas propriedades? - A d�vida fica no ar - FARM�CIAS SOCIAIS . Ser� este o modelo a seguir em Portugal? . Portugal tem 9000 Farmac�uticos? - MEDICAMENTOS MANIPULADOS . A evolu��o dos �ltimos anos . As Melhoras que ainda � necess�rio fazer . A Realidade em Portugal - Farm�cias Produtoras e Farm�cias Vendedoras? - MEDICAMENTOS GEN�RICOS . � poss�vel melhorar - O ENSINO FARMACEUTICO EM PORTUGAL . Sua evolu��o . N�mero de Faculdades e N�mero de Alunos - FACULDADES DE FARM�CIA . Ensino vs Sa�das profissionais . Uma Ideia: A cria��o de Farm�cias de Oficina nas Faculdade de Farm�cia - ALTERA��ES URGENTES AO MODELO DE RECEITA M�DICA DO SNS - O PROCESSAMENTO DAS RECEITAS NAS FARM�CIAS E NAS ARS . Impress�o de c�digos de barras nas receitas - Vantagens e Desvantagens . Altera��es urgentes - AS INSPEC��ES DO INFARMED �S FARM�CIAS . N�s defendemos inspec��es peri�dicas obrigat�rias. - RECEITA M�DICA VETERIN�RIA - Para Quando? - MEDICAMENTOS DE USO VETERIN�RIO . Realidade em Portugal e Perigos para a Sa�de P�blica |
Caro colega, J� passamos pela Faculdade e compreendemos a ILUS�O em que vivem os milhares de estudantes de Ci�ncias Farmac�uticas. A ilus�o que nos criaram enquanto estudantes, em que nos colocaram a defender as posi��es da ANF e da pr�pria OF, e que apenas contribu�ram para o Marasmo em que vive actualmente a nossa profiss�o. Enquanto estudantes, a ilus�o foi sempre alimentada: Assistimos a congressos em que se davam brindes, ouv�amos falar em propriet�rios de farm�cia ricos e com uma vida f�cil, ouv�amos falar em trespasses milion�rios e que as entidades banc�rias nos pagavam a Farm�cia. E pens�vamos que este lindo o�sis estaria facilmente ao nosso alcance. Pura MENTIRA e ILUS�O. Enquanto estudantes, defend�amos acerrimamente as frases feitas da ANF �Portugal tem uma das melhores redes de Farm�cias da Europa� � bla bla bla��. Isto tudo durante cerca de 5 anos, em que o contacto com a realidade era nulo. Enfim, chega o est�gio, o primeiro contacto com a profiss�o, come�am as primeiras impress�es, a multiplicidade de situa��es diferentes. Em cada Farm�cia seu est�gio diferente. Alguns colegas propriet�rios recebem-nos bem, outros exploram-nos, outros tratam-nos mesmo muito mal. Come�amos a pensar: Foi para isto que andei cinco anos a estudar? Come�a o trabalho, que at� se arranjou com alguma facilidade, e recebemos o primeiro ordenado, inicialmente achamos que ganhamos at� demais para aquilo que sabemos. Passam meses, anos e d�cadas de trabalho, come�amos a constatar o seguinte: - que o nosso trabalho afinal n�o � assim t�o f�cil, - que o hor�rio de trabalho � duro - que as horas extras n�o s�o pagas, - que as folgas n�o s�o dadas - a marca��o de f�rias � sempre uma complica��o - a ida a forma��es n�o nos � facultada, - que em muitas Farm�cias o Farmac�utico Propriet�rio e Director T�cnico est� praticamente ausente, que pouco ou nenhum apoio d� a farm�cia - etc. etc. Obviamente tamb�m h� excep��es, algumas melhores, algumas bem piores. Os anos passam e a evolu��o da carreira � nula ou praticamente nula. Normalmente instala-se um clima antag�nico de uma certa revolta e simultaneamente uma passividade, em que a maioria dos farmac�uticos por conta de outrem nem sequer est�o sindicalizados, nem sequer sabem os seus direitos laborais. Nesta fase normalmente e justamente, criticamos tudo e todos, a Ordem dos Farmac�uticos, o Sindicato, a ANF, o Governo, mas nada fazemos. As trocas de impress�es e de desilus�es s�o nesta altura apenas partilhadas com o n�cleo mais intimo de colegas farmac�uticos, e verificamos que as opini�es s�o quase un�nimes. H� necessidade de mais farm�cias para tornar a profiss�o mais justa. Caro estudante de Ci�ncias Farmac�uticas, est� nas tuas m�os fazeres alguma coisa pelo teu futuro. Temos consci�ncia que algumas das ideias que defendemos, n�o s�o aquelas que te habituaram a defender, apenas te podemos dar um conselho: - Olha para a Realidade e n�o para as Ilus�es. Desejamos-te muitas felicidades para os estudos, pois consideramos que a nossa profiss�o est� a crescer e que as nossas ideias vencer�o. |
| Aos Futuros Farmac�uticos e a todas as associa��es de Estudantes de Farm�cia: A Ilus�o e a Realidade |
| OS N�MEROS EM PORTUGAL E NA EUROPA |
| A Realidade � Esta � S� N�O V�, QUEM N�O QUER Cabe aos Farmac�uticos Individualmente, fazerem Alguma Coisa Pelo NOSSO PA�S e pela NOSSA PROFISS�O. Cabe ao Poder Politico legislar e introduzir as altera��es necess�rias para melhorar a cobertura farmac�utica nacional. N�o fique � espera que a ANF e a OF fa�am alguma coisa pela nossa profiss�o Divulguem o nosso Site |
| Associa��o Nacional de Farm�cias (ANF) e Ordem dos Farmac�uticos (OF): O COMPADRIO |
| O Movimento Farm�cia Livre contesta categoricamente as posi��es da ANF que tudo tem feito para impedir a abertura de mais farm�cias, colocando a nossa profiss�o num MARASMO. O Movimento Farm�cia Livre EXIGE que a ANF deixe de MANIPULAR os estudantes de Ci�ncias Farmac�uticas e deixe a hipocrisia do fazer de conta que est� a defender os Farmac�uticos, quando na realidade nunca defendeu a profiss�o, mas sim propriet�rios de farm�cia, sejam estes farmac�uticos ou n�o. Defender a abertura de mais Farm�cias � defender a nossa profiss�o, � defender mais e melhores servi�os a prestar �s popula��es. S� n�o compreendemos � a posi��o da Ordem dos Farmac�uticos que parece mais uma sucursal da ANF que propriamente a entidade independente que representa os Farmac�uticos em Portugal O Movimento Farm�cia Livre EXIGE uma mudan�a na pol�tica conduzida pela Ordem dos Farmac�uticos e pelo seu Baston�rio. A Ordem dos Farmac�uticos tem que representar os 10.000 Farmac�uticos, distribu�dos pelas diversas �reas, e n�o as 2800 Farm�cias que existem em Portugal. O Movimento Farm�cia Livre repugna viementemente o COMPADRIO existente entre a ANF e a OF, que apenas tem prejudicado a grande maioria dos Farmac�uticos Portugu�ses. |
| (Site optimizado para a resolu��o 1024x768) |
| RESULTADOS DO INQU�RITO SOBRE PROPRIEDADE E ABERTURA DE FARM�CIAS |
| Entre os dias 12 e 25 de Abril de 2005 foi efectuado um inqu�rito via e-mail em que se perguntou o seguinte:
Numa Situa��o de Altera��o da Legisla��o que Regula a Profiss�o Farmac�utica respeitante � Abertura de farm�cias e � sua Propriedade, Escolha a Op��o que mais de aproxima da sua opini�o: 1 � Liberaliza��o APENAS da Propriedade dos Alvar�s de Farm�cia a todas as entidades 2 � Liberaliza��o APENAS da Abertura de Farm�cias 3 � Liberaliza��o da ABERTURA e da PROPRIEDADE das Farm�cias OS RESULTADOS FORAM OS SEGUINTES: Foram enviados � 284 Inqu�ritos � Via e-mail Foram Recebidos � 122 respostas v�lidas � 43% de taxa de Participa��o Das 122 respostas: Op��o 1 � Liberaliza��o Apenas da Propriedade � 1 Resposta: 0.8% Op��o 2 � Liberaliza��o Apenas da Abertura � 74 Respostas: 60.65% Op��o 3 � Liberaliza��o da Abertura e Propriedade � 47 Respostas: 38.55% An�lise dos Resultados: Verifica-se praticamente um consenso entre os inquiridos � 99,2% Defendem a Liberaliza��o da ABERTURA de Farm�cias, e destes 38,55% Defendem Igualmente a Liberaliza��o da Propriedade. O Movimento Farm�cia Livre, n�o ficou surpreendido com os resultados, pois existe um sentimento maiorit�rio entre os farmac�uticos portugueses a Favor da Abertura de Mais Farm�cias. Verifica-se ainda que a maioria prefere que a propriedade seja exclusivamente de farmac�uticos (60%), o que n�o � de estranhar. O Movimento Farm�cia Livre considera surpreendente o n�mero de respostas que defende A Liberaliza��o Quer da Abertura quer da Propriedade, quase 40% - o que � surpreendente na medida em que � dif�cil no nosso pa�s uma classe profissional defender a perda de regalias que lhe s�o concedidas pela legisla��o. O Movimento Farm�cia Livre Agradece a todos aqueles que contribu�ram para este inqu�rito. Ficam as Seguintes Quest�es / T�picos? - Porque � que a ANF e a Ordem dos Farmac�uticos, quando se fala do estudo da Autoridade de Concorr�ncia sobre a Liberaliza��o das Farm�cias, canalizam o debate para a Liberaliza��o Apenas da Propriedade? - Obviamente que a Liberaliza��o apenas da Propriedade � RIDICULA, e apenas beneficia os Actuais Propriet�rios, que iriam trespassar o seu alvar� a Favor de Multinacionais e mesmo a favor da ANF, que se prepara para constituir uma empresa para a compra de Farm�cias. - A LIBERALIZA��O tem que passar Obviamente pela ABERTURA de MAIS FARM�CIAS, e infelizmente isto � o que a ANF e a OF n�o querem ouvir falar, Porque Ser�? O Movimento Farm�cia Livre e a Grande Maioria dos Farmac�uticos espera que o �Estudo da Autoridade da Concorr�ncia para a Liberaliza��o do Sector das Farm�cias� n�o ceda a press�es e que se paute pela isen��o e defesa dos interesses de todos os Portugueses, que Obviamente querem � ter Mais e Melhores Farm�cias. |
J� somos mais de 10.000 Farmac�uticos em Portugal, e existem apenas 2800 Farm�cias O Movimento Farm�cia Livre est� a CRESCER e J� TEM UMA CERTEZA: A GRANDE MAIORIA DOS FARMAC�UTICOS DEFENDE AS NOSSAS IDEIAS JUNTA-TE A N�S |
| DA A TUA OPINIAO NO NOSSO FORUM - "GuestBook" |
| QUALQUER LICENCIADO EM CI�NCIAS FARMAC�UTICAS TEM DIREITO A EXERCER LIVREMENTE A SUA PROFISS�O |
| RESPONSABILIDADE de MUDAR e MELHORAR a Nossa Profiss�o � de TODOS OS FARMAC�UTICOS N�O PODEMOS DEIXAR QUE AS MINORIAS DITEM AS REGRAS |
| NOS DEFENDEMOS UMA PROFISSAO MAIS JUSTA |
| (c) Movimento Farmacia Livre - Ultima Actualizacao: 2/04/2007 |
| Fonte: Diario Economico 18/Out/2005 |
| Ainda � daqueles que acha que n�o h� espa�o para mais Farm�cias? |
| UMA VERGONHA!!! O PRIMEIRO MINISTRO E O MINISTRO DA SAUDE MAIS UMA VEZ CEDERAM AOS INTERESSES DA ANF, que mais uma vez PREJUDICOU A CLASSE FARMACEUTICA LIBERALIZAR A PROPRIEDADE, So vem legalizar as propriedades ilegais que ja existiam, inflaccionar ainda mais os valores dos trespasses. RIDICULO MAIS UMA VEZ SAO OS LOBIES QUEM GOVERNA ESTE PAIS |
| JOSE SOCRATES CRIOU GRANDES ESPECTATIVAS AOS FARMACEUTICOS NA REALIDADE CEDEU AOS INTERESSES DA ANF E DO PODER ECONOMICO ENFIM, UM PESSIMO GOVERNANTE |
| Depois destas medidas, os Farmac�uticos s� t�m que EXIGIR:
LIBERALIZA��O DA ABERTURA DE FARM�CIAS J�. |
| JOS� SOCRATES e o Ministro da Sa�de CORREIA DE CAMPOS, criaram grandes expectativas aos Farmac�uticos, desde a tomada de posse, ao colocar os medicamentos NSRM fora das farm�cias, a anunciar que n�o iria negociar com a ANF, Desde o Estudo da Autoridade da Concorr�ncia, etc etc...
Afinal o que fizeram: - NEGOCIARAM UM NOVO ACORDO COM A ANF - LIBERALIZARAM A PROPRIEDADE � mas um Farmac�utico N�o Pode Abrir a sua Pr�pria Farm�cia - FIZERAM AQUILO QUE A ANF QUIS � Pois a liberaliza��o da propriedade vai resolver muitos problemas a falsos proprietarios e a membros da ANF que j� toda a gente sabe que t�m 3 e 4 Farm�cias - JOSE SOCRATES no debate usou a express�o �N�o tem l�gica, a propriedade ser exclusiva do Farmac�utico, tal como a Cl�nica n�o tem de ser do m�dico, o Jornal do Jornalista, o Cinema do Cineasta�, s� n�o explica o seguinte: Um Jornalista pode montar um jornal, um M�dico uma Cl�nica, mas UM FARMAC�UTICO N�O PODE ABRIR UMA FARM�CIA? Porqu�? A LIBERALIZA��O DA PROPRIEDADE, vai ainda mais beneficiar os ACTUAIS PROPRIET�RIOS, que estavam a contar que fossem era abrir mais farm�cias, quando na realidade, o que aconteceu � que as que tinham foram VALORIZADAS E INFLACIONADAS, j� que v�o parar � m�o de meia d�zia de capitalistas, sendo trespassadas por milh�es. INFELIZMENTE MAIS UMA VEZ, QUEM NOS GOVERNA � A ECONOMIA PARALELA, S�O OS GRUPOS DE INTERESSES..... PORQUE N�O LIBERALIZARAM A ABERTURA?????? PORQUE � QUE UM FARMAC�UTICO N�O PODE ABRIR A SUA PR�PRIA FARM�CIA? A ANF, MAIS UMA VEZ PREJUDICOU OS FARMAC�UTICOS ONDE ESTEVE A ORDEM DOS FARMAC�UTICOS? PARA QUE SERVE A ORDEM DOS FARMAC�UTICOS? AFINAL, QUEM DEFENDE OS INTERESSES DOS FARMAC�UTICOS? ESTA ORDEM N�O � DE CERTEZA. ENFIM.... 26 DE MAIO SERA SEMPRE LEMBRADO COMO UM DIA MUITO TRISTE PARA A PROFISS�O |
| A LIBERALIZA�AO DA PROPRIEDADE - UMA HISTORIA MUITO MAL CONTADA |
| BALAN�O DE 2 ANOS DE GOVERNO E DE ACTUA�AO DA OF |
| AP�S 2 ANOS DE GOVERNO o �Eng.� SOCRATES, FOI UMA GRANDE DESILUS�O PARA OS VERDADEIROS FARMAC�UTICOS:
Depois das Farm�cias e da ANF ter sido TEMA DE DISCURSO DE TOMADA DE POSSE como exemplo de combate aos Lobbies, o resultado � este: - Liberalizam a Propriedade das Farm�cias, beneficiando aqueles que j� t�m Farm�cias, dado que: .Vem legalizar as Farm�cias cujas propriedades eram ilegais, na medida em que eram simuladas a favor de Farmac�uticos �Testa de Ferro� . Vem facilitar a transmiss�o das Farm�cias quer por heran�a, quer por morte, o que � duplamente injusto porque: Os Farmac�uticos obtiveram alvar� por concurso p�blico ou por compra, em que a condi��o � partida era da exclusividade da propriedade, ficando milhares de Farmac�uticos de fora dada a exist�ncia da capita��o de 4000 habitantes por farm�cia. Agora mant�m-se a capita��o, e as Farm�cias atribu�das pelo estado portugu�s por concurso p�blico podem ser trespassadas ou herdadas por qualquer um, independentemente de estes serem ou n�o farmac�uticos. O que dizer aos mais de 3000 Farmac�uticos que concorreram no �ltimo concurso p�blico para as escassas 201 farm�cias abertas em 2001? . Veio possibilitar a concentra��o das farm�cias no mesmo propriet�rio, se antes a concorr�ncia j� n�o existia, agora muito menos. H� muitos concelhos que t�m apenas uma Farm�cia. - A ANF continua a ser intermedi�ria nas comparticipa��es do estado, quando foi prometido acabar com essa intermedia��o - O Governo assinou um compromisso com a ANF, em que satisfez todas as regalias que esta pretendia, nomeadamente: . N�o Liberaliza��o da Abertura de Farm�cias, que � isto que a ANF n�o quer. . A manuten��o de uma capita��o m�nima, que passa de 4000 habitantes para 3800 habitantes, para quem conhece, � a capita��o existente. . As Farm�cias a Abrir 24 horas nos hospitais, � dada a prioridade na sua atribui��o � farm�cia j� existente mais pr�xima, isto �, a mesma pessoa fica com 2 farm�cias (a que possui e a do hospital) . Venda de medicamentos antes exclusivos de tratamento hospitalar. Ex.: medicamentos para SIDA, novos meios de diagn�stico, etc., etc. . Porque � que o governo tem que negociar acordos com a ANF, a fun��o do governo � Governar o Pa�s, n�o deveria ser: Governarem-se ou Governarem para alguns - A ANF entretanto, comprou legitimamente e com vis�o uma distribuidora de medicamentos, a Alliance Unichem, da� que est� presente quer na venda a grosso, quer na venda a retalho, podendo desta forma combater a diminui��o da margem legal da comercializa��o dos medicamentos. Tudo isto, em 2 anos, quando era este Governo e este actual ministro que dizia que ia combater os Lobbies. Ainda se recordam dos folhetos da ANF contra o Ministro Correia de Campos e contra as Farm�cias Sociais, na campanha para as elei��es legislativas em que ganhou o Dr. Dur�o Barroso? Este Governo, teve a oportunidade �nica de SER JUSTO, e desperdi�ou-a, pelos seguintes motivos: . Enganou os Portugueses, quando na tomada de posse, prometeu governar contra os lobbys nomeadamente . Iludiu os mais de 10.000 Farmac�uticos, na medida que beneficiou mais uma vez um pequeno grupo de 2800 farmac�uticos propriet�rios de farm�cia . A Autoridade da Concorr�ncia elaborou um estudo t�cnico, em que as conclus�es eram claras: - Liberaliza��o da Propriedade das Farm�cias, bem como da Abertura, acabando com a limita��o populacional e com as dist�ncias entre farm�cias. Este estudo t�cnico que custou milh�es de euros a todos os Portugueses, serviu apenas para beneficiar pouco mais de 2800 portugueses representados pela ANF. Porque � que para algumas coisas os estudos t�cnicos t�m for�a de lei ex.: Encerramento de Urg�ncias, Encerramento de Maternidades, Co-incenera��o, etc., etc., e neste caso concreto, porque n�o foi seguido? Em que � que os Portugueses ficam prejudicados com a liberaliza��o da abertura de Farm�cias? Os verdadeiros prejudicados, com esta medida seriam apenas os actuais propriet�rios, que n�o querem dividir o bolo de um mercado que cresceu mais de 10% por ano nos �ltimos 20 anos. POR FIM, UMA �LTIMA PALAVRA para a ATITUDE AUTISTA, IRREALISTA, AUSENTE E VERGONHOSA da ORDEM DOS FARMAC�UTICOS, que mais uma vez se colou � ANF, PREJUDICANDO A GRANDE MAIORIA DOS FARMAC�UTICOS. A ordem dos farmac�uticos at� j� foi enchovalhada publicamente pelo actual ministro. Sinceramente a classe farmac�utica �bateu no fundo� e mais uma vez quem sai bem e a rir s�o aqueles que dentro da classe j� tudo tinham. E caso para dizer: para que serve a ordem dos farmac�uticos? Para andar a sustentar meia duzia de meninos queques que n�o sabem e n�o querem trabalhar, que n�o sabem o que � exercer a profiss�o de farmac�utico: Sr. Baston�rio: Quantas receitas aviou na sua vida? Quantos utentes atendeu? Quantos utentes lhe pediram esclarecimentos sobre os medicamentos que tomavam? Sabe o que � trabalhar por conta de outrem numa pequena empresa chamada farm�cia, cujo seu colega de profiss�o � simultaneamente: seu patr�o, seu superior hier�rquico, e lhe limita o seu exerc�cio profissional? Sabe quanto custa uma caixa de �Ben-u-ron�? Diga publicamente: Como � que os Portugueses eram prejudicados com a abertura de mais farm�cias? Como � que a abertura de mais farm�cias prejudica os farmac�uticos, se h� mais de 10.000 farmac�uticos e apenas 2800 Farm�cias? Porque � que nunca perguntou aos Farmac�uticos, a posi��o destes sobre a Propriedade e Abertura de Farm�cias? BASTA DE HIPOCRISIA!! � CASO PARA PERGUNTAR: J� QUE OS FARMAC�UTICOS S�O INJUSTI�ADOS E PREJUDICADOS, PORQUE � QUE N�O T�M PODER REIVINDICATIVO: Porque � uma classe em que a grande maioria dos Farmac�uticos trabalha por conta de outrem, cujo patr�o participa nas reuni�es da OF, e aqueles que corajosamente nessas reuni�es se manifestam, s�o logo colocados de parte, criticados pelos farmac�uticos propriet�rios, havendo obviamente falta de �democracia�. Porque a elei��o para Baston�rio, tem limita��es de idade, sendo que h� praticamente um candidato �nico, que � apoiado quer pelo antecessor, quer pela ANF, quer pelo meio universit�rio com interesses nas farm�cias de oficina. Ex.: O actual Baston�rio, n�o � propriet�rio, mas a sua esposa � propriet�ria de uma farm�cia em Lisboa. Qualquer candidato novo que surja contra a corrente da ANF, � logo aniquilado porque: N�o tem meios para fazer campanha, na medida em que os farmac�uticos est�o dispersos pelas 2800 farm�cias do pa�s, n�o lhe sendo facultado os contactos dos colegas. ex.: J� imaginaram um candidato contra a corrente da ANF, envia campanha por correio para as Farm�cias onde est�o os farmac�uticos, mas quem abre o correio � o Farmac�utico propriet�rio! Como � que um poss�vel candidato, trabalhador por conta de outrem se pode candidatar � Ordem dos Farmac�uticos, se: Trabalha 8 horas por dia de p� na Farm�cia, Tem 21 dias de f�rias para estar com a fam�lia. N�o tem nem pontes nem toler�ncias de ponto, e ganha 1000 euros por m�s. Mais poderia ser dito� DESMINTAM-NOS SE CONSEGUIREM! VERDADEIROS FARMAC�UTICOS: A MUDAN�A TEM QUE COME�AR NA NOSSA CLASSE, N�O PODEMOS ESPERAR PELOS POLITICOS, ESTES S� GOVERNAM PARA QUEM LHES D� DINHEIRO E TACHOS, E " LICENCIATURAS....." MOVIMENTO FARM�CIA LIVRE |