. Quadro com os Pa�ses Europeus Mediterr�neos, em que as semelhan�as no sistema de sa�de s�o Not�rias, sendo mesmo chamado - Sistema de Sa�de Mediterr�nico.

(
Nota: neste grupo est� incluida a Belgica, que n�o sendo um pa�s mediterr�nico tem um sistema de
                 Sa�de que � uma C�pia do Sistema de Sa�de Franc�s)

Com este quadro, verifica-se que
Portugal:

- � o Pa�s com a PIOR Cobertura Farmac�utica, isto � 1 Farm�cia por 3800 habitantes, basta olhar para  a vizinha Espanha, com cerca de 2000 habitantes por cada farm�cia, para n�o falar da Gr�cia com 1213 habitantes por cada farm�cia

. A
B�lgica, que tem os mesmos habitantes que Portugal, mas metade do nosso territ�rio, tem no  entanto, o dobro das farm�cias, e menos farmac�uticos.
  
- � o Pa�s com o MENOR n�mero de Farm�cias

- � o Pa�s com
MAIOR n�mero de Farmac�uticos por 10.000 habitantes

. Estes n�meros s�o a prova evidente da viabilidade econ�mica nas nossas ideias para Portugal

. Este n�meros
apenas beneficiam os actuais propriet�rios, representados pela ANF, um dos Lobbys da sa�de em Portugal

. Estes n�meros
estagnaram o mercado de trespasses de alvar�s de Farm�cia, inflacionando-os para  valores ESCANDALOSOS E PROIBITIVOS.

                                                    
. A
IT�LIA � o pa�s da Europa Mediterr�nica cujos n�meros se assemelham a Portugal:

        . Um elevado n�mero de Farmac�uticos
        . Uma capita��o de 3500 Hab por Farm�cia (mesmo assim inferior a Portugal)

    . No entando � bom lembrar:
        . Muitas das farm�cias exist�ntes em It�lia pertencem �s autarquias, isto �, est�o entregues aos
            pol�ticos, por isso os Farmac�uticos Italianos est�o a ter tamb�m dificuldades em tornar a
             profiss�o mais justa
        . Basta tamb�m lembrar, que o Governo Italiano tentou vender as farm�cias das autarquias a 1
             ou 2 empresas distribuidoras, isto para tentar salvar o d�fice recorrendo a receitas
             extraordin�rias, mas n�o conseguiram por impedimento dos tribunais e pela organiza��o dos
             farmac�uticos.
        . Italia tem um dos melhores e mais bem organizados
movimento de Farmac�uticos a defender
              a Abertura  de mais farm�cias.

        . Vale a pena visitar o site do Movimento de Liberaliza��o das Farm�cias Italianas em:
             
http://www.mnlf.it/

                  
Esta � a realidade dos n�meros, que a ANF e a OF sempre MANIPULARAM

. A
Associa��o Nacional das Farm�cias e a Ordem dos Farmac�uticos perferem manipular os
    n�meros e comparar
Pa�ses N�rdicos com Portugal.

. O Movimento Farm�cia Livre pretende esclarecer os N�meros e comparar Portugal com os Pa�ses
     que nos s�o mais pr�ximos quer geogr�ficamente quer culturalmente.

. Nos Pa�ses N�rdicos, como a Noruega, Su�cia, Fil�ndia a Organiza��o do Sistema de Sa�de �
     muito Diferente, basta apenas lembrar que os Centros de Sa�de e os Hospitais fornecem
     medicamentos a todos os seus utentes, sendo pa�ses com muito poucas Farm�cias e com
      poucos Farmac�uticos
Farm�cia Livre
Director T�cnico e Propriet�rio
Todos os Licenciados em Ci�ncias Farmac�uticas
N� de Visitantes:
QUALQUER LICENCIADO EM CI�NCIAS FARMAC�UTICAS
TEM DIREITO
A EXERCER LIVREMENTE A SUA PROFISS�O
O site Farm�cia Livre criado por um grupo de Farmac�uticos de Oficina � dirigido particularmente a Estudantes e Licenciados em Ci�ncias Farmac�uticas, mas tamb�m a todos os visitantes interessados em conhecer melhor a realidade da profiss�o Farmac�utica em Portugal, e a maneira de a melhorar.

Temos como objectivo constituir um Movimento Cibernautico Organizado �
Movimento Farm�cia Livre, para a partilha de ideias, e deste modo darmos o nosso contributo para alterar o estado da profiss�o Farmac�utica em Portugal.

H� neste momento cerca de
10.000 Farmac�uticos em Portugal para cerca de 2800 Farm�cias. Esta distribui��o apenas interessa aos actuais propriet�rios, prejudicando claramente o interesse nacional, e obviamente o interesse da maioria dos Farmac�uticos em Portugal.

At� ao aparecimento deste site, a classe Farmac�utica de Oficina que exerce a profiss�o por conta de outrem, apesar de ser o
grupo profissional maiorit�rio dos Farmac�uticos Portugueses, n�o estava organizada, n�o tinha voz sobre os decisores pol�ticos, n�o tinha com quem partilhar o descontentamento sobre o que se passa na profiss�o, nem tinha a quem colocar as suas ideias.

Chegou a altura dos Farmac�uticos Portugueses poderem exercer livremente a sua profiss�o.

Este site n�o � o site das lamenta��es mas sim o site das
IDEIAS e da MUDAN�A NO SECTOR FARMAC�UTICO em PORTUGAL.

Este site conta consigo para a sua constante evolu��o.

Caro Visitante, o seu contributo � decisivo para o sucesso deste movimento. Siga as orienta��es que o site lhe d�.

                         
QUEM SOMOS
FUNCIONAMENTO DO SITE FARM�CIA LIVRE

. Divulgar o site a todas as pessoas que se interessem pela Profiss�o Farmac�utica � Estudantes de Ci�ncias Farmac�uticas, Farmac�uticos, Seus Familiares, e todo o p�blico em geral.

. Ao visitarem-nos dever�o
enviar um email para: [email protected] , deste modo est�o autom�ticamente inseridos numa mail list completamente an�nima. S� precisamos que envie o seu e-mail e se quizer d� a sua opini�o, n�o precisamos de nomes, nem moradas.

. Essa
mail list � an�nima, e apenas se destina a criar uma base de dados. Essa base de dados constitui o Movimento Farm�cia Livre.

. � a melhor maneira de criar uma organiza��o, sem custos, sem quotas, sem j�ias, sem funcion�rios, em que o motor � A MESMA IDEIA PARA A PROFISS�O, e estamos certos que as ideias expressas neste site s�o defendidas pela grande maioria dos Estudantes e Licenciados em Ci�ncias Farmac�uticas, bem como pela Popula��o Portuguesa.

. As
Orienta��es e Opera��es a efectuar pelo Movimento Farm�cia Livre ser�o todas divulgadas neste site e via email a cada membro.

. Dever�
seguir as orienta��es que o site d�, que ser�o sempre opera��es simples, baseadas no envio de documenta��o para as entidades oficiais. Exemplo: Partidos Pol�ticos, Infarmed, Minist�rio da Sa�de; Primeiro Ministro, Ordem dos Farmac�uticos, etc.

. Cada elemento, recebe essa informa��o e dever�
process�-la num tempo �til: uma a duas semanas.

. Estes documentos ser�o enviados individualmente, e obviamente as Entidades Receptoras ir�o receber a mesma mensagem de centenas ou milhares de elementos diferentes.

. A documenta��o enviada, dever� estar identificada pelo emissor, para que sejam considerados v�lidos pelas entidades competentes, e n�o passarem apenas de mensagens an�nimas.

CRIA��O DE UMA MAILING LIST
O NOSSO CONTACTO:
e-mail:
[email protected]

APLICA�AO DO ESTUDO TECNICO DA AUTORIDADE DA CONCORRENCIA SOBRE AS FARMACIAS, NOMEADAMENTE:

- LIVRE ABERTURA DE FARMACIAS, INDEPENDENTEMENTE DE CAPITA�AO OU DISTANCIAS MINIMAS

- MELHOR CONCORRENCIA NO SECTOR DAS FARMACIAS

AS BASES DO MOVIMENTO FARM�CIA LIVRE
AS NOSSAS IDEIAS
Est�o a ser ultimados artigos sobre os seguintes temas:

                    
(Ficam apenas os T�picos e Agradecemos a sua colabora��o com textos/coment�rios)

-
VANTAGENS DA ABERTURA DE MAIS FARM�CIAS EM PORTUGAL

-
EXEMPLOS DE UMA M� DISTRIBUI��O DAS FARM�CIAS EM PORTUGAL
     . Concelhos com uma �nica Farm�cia
     . Farm�cias de Servi�o em n�mero francamente insuficiente
     . Farm�cias em Regime de Disponibilidade, que na realidade est�o sempre indispon�veis

-
EXEMPLOS DE UMA BOA DISTRIBUI��O DE FARM�CIAS EM PORTUGAL
     . Existem dois ou tr�s Concelhos com uma capita��o de cerca de 2000 Hab. por Farm�cia - Isto � a
           prova da viabilidade das nossas ideias

-
EVOLU��O DO MERCADO FARMACEUTICO NA ULTIMA D�CADA vs N� DE FARM�CIAS

-
OS TRESPASSES MILION�RIOS DE ALVAR�S DE FARM�CIA

-
FALSAS PROPRIEDADES DE FARM�CIAS - A Realidade

-
VANTAGENS DA MANUTEN��O DA PROPRIEDADE DE FARM�CIAS A LIC�NCIADOS EM CI�NCIAS 
     FARMAC�UTICAS e RESPECTIVAS EXCEP��ES


-
EXEMPLOS EM PA�SES EUROPEUS DA LIBERALIZA��O DA PROPRIEDADE, E DA N�O LIBERALIZA��O
     DA ABERTURA DE FARM�CIAS
- Consequ�ncias para a Profiss�o e para as Popula��es

-
CONCURSO FARMA 2001 - A VERGONHA DA PROFISS�O
    
. Este concurso p�blico veio dar um novo fol�go � profiss�o, mas foi manifestamente insuficiente
     . A ANF e a OF foram inicialmente contra este concurso. Porqu�?
     . O que fez a ANF e a OF para impedirem que cerca de 50 das 200 farm�cias fossem parar �s m�os          de actuais propriet�rios?
     . O que fizeram os propriet�rios que obtiveram um novo alvar�? Trespassaram a Fam�liares?
          Fizeram falsas propriedades? - A d�vida fica no ar
   
-
FARM�CIAS SOCIAIS
     . Ser� este o modelo a seguir em Portugal?
     . Portugal tem 9000 Farmac�uticos?

-
MEDICAMENTOS MANIPULADOS
     . A evolu��o dos �ltimos anos
     . As Melhoras que ainda � necess�rio fazer
     . A Realidade em Portugal - Farm�cias Produtoras e Farm�cias Vendedoras?

-
MEDICAMENTOS GEN�RICOS
     . � poss�vel melhorar

-
O ENSINO FARMACEUTICO EM PORTUGAL
     . Sua evolu��o
     . N�mero de Faculdades e N�mero de Alunos

-
FACULDADES DE FARM�CIA
     . Ensino vs Sa�das profissionais
     . Uma Ideia: A cria��o de Farm�cias de Oficina nas Faculdade de Farm�cia
                                 
-
ALTERA��ES URGENTES AO MODELO DE RECEITA M�DICA DO SNS
    

-
O PROCESSAMENTO DAS RECEITAS NAS FARM�CIAS E NAS ARS
     . Impress�o de c�digos de barras nas receitas - Vantagens e Desvantagens
     . Altera��es urgentes

-
AS INSPEC��ES DO INFARMED �S FARM�CIAS
    
. N�s defendemos inspec��es peri�dicas obrigat�rias.

-
RECEITA M�DICA VETERIN�RIA - Para Quando?

-
MEDICAMENTOS DE USO VETERIN�RIO
     . Realidade em Portugal e Perigos para a Sa�de P�blica

Caro colega,

J� passamos pela Faculdade e compreendemos a
ILUS�O em que vivem os milhares de estudantes de Ci�ncias Farmac�uticas.

A ilus�o que nos criaram enquanto estudantes, em que nos colocaram a
defender as posi��es da ANF e da pr�pria OF, e que apenas contribu�ram para o Marasmo em que vive actualmente a nossa profiss�o.

Enquanto estudantes, a ilus�o foi sempre alimentada: Assistimos a congressos em que se davam brindes, ouv�amos falar em propriet�rios de farm�cia ricos e com uma vida f�cil, ouv�amos falar em trespasses milion�rios e que as entidades banc�rias nos pagavam a Farm�cia. E pens�vamos que este lindo o�sis estaria facilmente ao nosso alcance.

Pura
MENTIRA e ILUS�O.

Enquanto estudantes, defend�amos acerrimamente as frases feitas da ANF �Portugal tem uma das melhores redes de Farm�cias da Europa� � bla bla bla��. Isto tudo durante cerca de 5 anos, em que o contacto com a realidade era nulo.

Enfim, chega o est�gio, o primeiro contacto com a profiss�o, come�am as primeiras impress�es, a multiplicidade de situa��es diferentes. Em cada Farm�cia seu est�gio diferente. Alguns colegas propriet�rios recebem-nos bem, outros exploram-nos, outros tratam-nos mesmo muito mal.

Come�amos a pensar: Foi para isto que andei cinco anos a estudar?

Come�a o trabalho, que at� se arranjou com alguma facilidade, e recebemos o primeiro ordenado, inicialmente achamos que ganhamos at� demais para aquilo que sabemos.

Passam meses, anos e d�cadas de trabalho, come�amos a constatar o seguinte:

    - que o nosso trabalho afinal n�o � assim t�o f�cil,
    - que o hor�rio de trabalho � duro
    - que as horas extras n�o s�o pagas,
    - que as folgas n�o s�o dadas
    - a marca��o de f�rias � sempre uma complica��o
    - a ida a forma��es n�o nos � facultada,
    - que em muitas Farm�cias o Farmac�utico Propriet�rio e Director T�cnico est� praticamente
          ausente, que pouco ou nenhum apoio d� a farm�cia
    - etc. etc.

Obviamente tamb�m h� excep��es, algumas melhores, algumas bem piores.


Os anos passam e a evolu��o da carreira � nula ou praticamente nula. Normalmente instala-se um clima antag�nico de uma certa revolta e simultaneamente uma passividade, em que a maioria dos farmac�uticos por conta de outrem nem sequer est�o sindicalizados, nem sequer sabem os seus direitos laborais.

Nesta fase normalmente e justamente,
criticamos tudo e todos, a Ordem dos Farmac�uticos, o Sindicato, a ANF, o Governo,  mas nada fazemos.

As trocas de impress�es e de desilus�es s�o nesta altura apenas partilhadas com o n�cleo mais intimo de colegas farmac�uticos, e verificamos que as opini�es s�o quase un�nimes.

H� necessidade de
mais farm�cias para tornar a profiss�o mais justa.

Caro estudante de Ci�ncias Farmac�uticas, est� nas tuas m�os fazeres alguma coisa pelo teu futuro.

Temos consci�ncia que algumas das ideias que defendemos, n�o s�o aquelas que te habituaram a defender, apenas te podemos dar um conselho: -
Olha para a Realidade e n�o para as Ilus�es.

Desejamos-te muitas felicidades para os estudos, pois consideramos que a nossa profiss�o est� a crescer e que as nossas ideias vencer�o.
Aos Futuros Farmac�uticos e a todas as associa��es de Estudantes de Farm�cia:   A Ilus�o e a Realidade
OS N�MEROS EM PORTUGAL E NA EUROPA
A Realidade � Esta � S� N�O V�, QUEM N�O QUER

Cabe aos Farmac�uticos Individualmente, fazerem Alguma Coisa
Pelo NOSSO PA�S e pela NOSSA PROFISS�O.


Cabe ao Poder Politico legislar e introduzir as altera��es necess�rias para melhorar a cobertura farmac�utica nacional.

N�o fique � espera que a ANF e a OF fa�am alguma coisa pela nossa profiss�o


Divulguem o nosso Site
Associa��o Nacional de Farm�cias (ANF) e Ordem dos Farmac�uticos (OF):  O COMPADRIO
O Movimento Farm�cia Livre contesta categoricamente as posi��es da ANF que tudo tem feito para impedir a abertura de mais farm�cias, colocando  a nossa profiss�o num MARASMO.

O Movimento Farm�cia Livre
EXIGE que a ANF deixe de MANIPULAR os estudantes de Ci�ncias Farmac�uticas e deixe a hipocrisia do fazer de conta que est� a defender os Farmac�uticos, quando na realidade nunca defendeu a profiss�o, mas sim propriet�rios de farm�cia, sejam estes farmac�uticos ou n�o.

Defender a abertura de mais Farm�cias � defender a nossa profiss�o, � defender mais e melhores servi�os a prestar �s popula��es.

S� n�o compreendemos � a posi��o da
Ordem dos Farmac�uticos que parece mais uma sucursal da ANF que propriamente a entidade independente que representa os Farmac�uticos em Portugal

O Movimento Farm�cia Livre
EXIGE uma mudan�a na pol�tica conduzida pela Ordem dos Farmac�uticos e pelo seu Baston�rio.

A Ordem dos Farmac�uticos tem que representar os 10.000 Farmac�uticos, distribu�dos pelas diversas �reas, e n�o as 2800 Farm�cias que existem em Portugal.

O Movimento Farm�cia Livre repugna viementemente o
COMPADRIO existente entre a ANF e a OF, que apenas tem prejudicado a grande maioria dos Farmac�uticos Portugu�ses.
(Site optimizado para a resolu��o 1024x768)
RESULTADOS DO INQU�RITO SOBRE PROPRIEDADE E ABERTURA DE FARM�CIAS
Entre os dias 12 e 25 de Abril de 2005 foi efectuado um inqu�rito via e-mail em que se perguntou o seguinte:

Numa Situa��o de Altera��o da Legisla��o que Regula a Profiss�o Farmac�utica respeitante � Abertura de farm�cias e � sua Propriedade, Escolha a Op��o que mais de aproxima da sua opini�o:

  1 � Liberaliza��o APENAS da Propriedade dos Alvar�s de Farm�cia a todas as entidades

  2 � Liberaliza��o APENAS da Abertura de Farm�cias

  3 � Liberaliza��o da ABERTURA e da PROPRIEDADE das Farm�cias


OS RESULTADOS FORAM OS SEGUINTES:

  Foram enviados � 284 Inqu�ritos � Via e-mail

  Foram Recebidos � 122 respostas v�lidas �
43% de taxa de Participa��o

  Das 122 respostas:

    Op��o 1 � Liberaliza��o Apenas da Propriedade � 1 Resposta:
0.8%

    Op��o 2 � Liberaliza��o Apenas da Abertura � 74 Respostas: 
60.65%

    Op��o 3 � Liberaliza��o da Abertura e Propriedade � 47 Respostas:
38.55%


An�lise dos Resultados:

Verifica-se praticamente um consenso entre os inquiridos �
99,2% Defendem a Liberaliza��o da ABERTURA de Farm�cias, e destes 38,55% Defendem Igualmente a Liberaliza��o da Propriedade.

O Movimento Farm�cia Livre, n�o ficou surpreendido com os resultados, pois existe um sentimento maiorit�rio entre os farmac�uticos portugueses a Favor da
Abertura de Mais Farm�cias.

Verifica-se ainda que a maioria prefere que a propriedade seja exclusivamente de farmac�uticos (60%), o que n�o � de estranhar.

O Movimento Farm�cia Livre considera surpreendente o n�mero de respostas que defende
A Liberaliza��o Quer da Abertura quer da Propriedade, quase 40% - o que � surpreendente na medida em que � dif�cil no nosso pa�s uma classe profissional defender a perda de regalias que lhe s�o concedidas pela legisla��o.

O Movimento Farm�cia Livre Agradece a todos aqueles que contribu�ram para este inqu�rito.



                                             
Ficam as Seguintes Quest�es / T�picos?

- Porque � que a ANF e a Ordem dos Farmac�uticos, quando se fala do estudo da Autoridade de Concorr�ncia sobre a Liberaliza��o das Farm�cias, canalizam o debate para a Liberaliza��o Apenas da Propriedade?

- Obviamente que a Liberaliza��o apenas da Propriedade � RIDICULA, e apenas beneficia os Actuais Propriet�rios, que iriam trespassar o seu alvar� a Favor de Multinacionais e mesmo a favor da ANF, que se prepara para constituir uma empresa para a compra de Farm�cias.

- A LIBERALIZA��O tem que passar Obviamente pela ABERTURA de MAIS FARM�CIAS, e infelizmente isto � o que a ANF e a OF n�o querem ouvir falar, Porque Ser�?

O Movimento Farm�cia Livre e a Grande Maioria dos Farmac�uticos espera que o �Estudo da Autoridade da Concorr�ncia para a Liberaliza��o do Sector das Farm�cias� n�o ceda a press�es e que se paute pela isen��o e defesa dos interesses de todos os Portugueses, que Obviamente querem � ter Mais e Melhores Farm�cias.


J� somos mais de 10.000 Farmac�uticos em Portugal, e existem apenas 2800 Farm�cias

O Movimento Farm�cia Livre est� a CRESCER e J� TEM UMA CERTEZA:

A GRANDE MAIORIA DOS FARMAC�UTICOS DEFENDE AS NOSSAS IDEIAS

JUNTA-TE A N�S
DA A TUA OPINIAO NO NOSSO FORUM - "GuestBook"
QUALQUER LICENCIADO EM CI�NCIAS FARMAC�UTICAS
TEM DIREITO
A EXERCER LIVREMENTE A SUA PROFISS�O
RESPONSABILIDADE de MUDAR e MELHORAR a Nossa Profiss�o
� de
TODOS OS FARMAC�UTICOS

N�O PODEMOS DEIXAR QUE AS MINORIAS DITEM AS REGRAS
NOS DEFENDEMOS UMA PROFISSAO MAIS JUSTA
(c) Movimento Farmacia Livre - Ultima Actualizacao: 2/04/2007
Fonte: Diario Economico 18/Out/2005
Ainda � daqueles que acha que n�o h� espa�o para mais Farm�cias?
UMA VERGONHA!!!

O PRIMEIRO MINISTRO E O MINISTRO DA SAUDE MAIS UMA VEZ CEDERAM AOS INTERESSES DA ANF, que mais uma vez PREJUDICOU A CLASSE FARMACEUTICA

LIBERALIZAR A PROPRIEDADE, So vem legalizar as propriedades ilegais que ja existiam, inflaccionar ainda mais os valores dos trespasses.

RIDICULO
MAIS UMA VEZ SAO OS LOBIES QUEM GOVERNA ESTE PAIS
JOSE SOCRATES
CRIOU GRANDES ESPECTATIVAS AOS FARMACEUTICOS

NA REALIDADE

CEDEU AOS INTERESSES DA ANF E DO PODER ECONOMICO


ENFIM, UM PESSIMO GOVERNANTE
Depois destas medidas, os Farmac�uticos s� t�m que EXIGIR:
LIBERALIZA��O DA ABERTURA DE FARM�CIAS J�.
JOS� SOCRATES e o Ministro da Sa�de CORREIA DE CAMPOS, criaram grandes expectativas aos Farmac�uticos, desde a tomada de posse, ao colocar os medicamentos NSRM fora das farm�cias, a anunciar que n�o iria negociar com a ANF, Desde o Estudo da Autoridade da Concorr�ncia, etc etc...

Afinal o que fizeram:

- NEGOCIARAM UM NOVO ACORDO COM A ANF

- LIBERALIZARAM A PROPRIEDADE � mas um Farmac�utico N�o Pode Abrir a sua Pr�pria Farm�cia

- FIZERAM AQUILO QUE A ANF QUIS � Pois a liberaliza��o da propriedade vai resolver muitos problemas a falsos proprietarios e a membros da ANF que j� toda a gente sabe que t�m 3 e 4 Farm�cias

- JOSE SOCRATES no debate usou a express�o �N�o tem l�gica, a propriedade ser exclusiva do Farmac�utico, tal como a Cl�nica n�o tem de ser do m�dico, o Jornal do Jornalista, o Cinema do Cineasta�, s� n�o explica o seguinte:

Um Jornalista pode montar um jornal, um M�dico uma Cl�nica, mas UM FARMAC�UTICO N�O PODE ABRIR UMA FARM�CIA?
Porqu�?

A LIBERALIZA��O DA PROPRIEDADE, vai ainda mais beneficiar os ACTUAIS PROPRIET�RIOS, que estavam a contar que fossem era abrir mais farm�cias, quando na realidade, o que aconteceu � que as que tinham foram VALORIZADAS E INFLACIONADAS, j� que v�o parar � m�o de meia d�zia de capitalistas, sendo trespassadas por milh�es.

INFELIZMENTE MAIS UMA VEZ, QUEM NOS GOVERNA � A ECONOMIA PARALELA, S�O OS GRUPOS DE INTERESSES.....

PORQUE N�O LIBERALIZARAM A ABERTURA??????

PORQUE � QUE UM FARMAC�UTICO N�O PODE ABRIR A SUA PR�PRIA FARM�CIA?


A ANF, MAIS UMA VEZ PREJUDICOU OS FARMAC�UTICOS


ONDE ESTEVE A ORDEM DOS FARMAC�UTICOS?

PARA QUE SERVE A ORDEM DOS FARMAC�UTICOS?


AFINAL, QUEM DEFENDE OS INTERESSES DOS FARMAC�UTICOS? ESTA ORDEM N�O � DE CERTEZA.

ENFIM.... 26 DE MAIO SERA SEMPRE LEMBRADO COMO UM DIA MUITO TRISTE PARA A PROFISS�O
A LIBERALIZA�AO DA PROPRIEDADE - UMA HISTORIA MUITO MAL CONTADA
BALAN�O DE 2 ANOS DE GOVERNO E DE ACTUA�AO DA OF
AP�S 2 ANOS DE GOVERNO o �Eng.� SOCRATES, FOI UMA GRANDE DESILUS�O PARA OS VERDADEIROS FARMAC�UTICOS:

Depois das
Farm�cias e da ANF ter sido TEMA DE DISCURSO DE TOMADA DE POSSE como exemplo de combate aos Lobbies, o resultado � este:

- Liberalizam a Propriedade das Farm�cias, beneficiando aqueles que j� t�m Farm�cias, dado que:
   .Vem legalizar as Farm�cias cujas propriedades eram ilegais, na medida em que eram simuladas a favor de Farmac�uticos �Testa de Ferro�
   . Vem facilitar a transmiss�o das Farm�cias quer por heran�a, quer por morte, o que � duplamente injusto porque: Os Farmac�uticos obtiveram alvar� por concurso p�blico ou por compra, em que a condi��o � partida era da exclusividade da propriedade, ficando milhares de Farmac�uticos de fora dada a exist�ncia da capita��o de 4000 habitantes por farm�cia. Agora mant�m-se a capita��o, e as Farm�cias atribu�das pelo estado portugu�s por concurso p�blico podem ser trespassadas ou herdadas por qualquer um, independentemente de estes serem ou n�o farmac�uticos. O que dizer aos mais de 3000 Farmac�uticos que concorreram no �ltimo concurso p�blico para as escassas 201 farm�cias abertas em 2001?
   . Veio possibilitar a concentra��o das farm�cias no mesmo propriet�rio, se antes a concorr�ncia j� n�o existia, agora muito menos. H� muitos concelhos que t�m apenas uma Farm�cia.

-
A ANF continua a ser intermedi�ria nas comparticipa��es do estado, quando foi prometido acabar com essa intermedia��o

-
O Governo assinou um compromisso com a ANF, em que satisfez todas as regalias que esta pretendia, nomeadamente:
. N�o Liberaliza��o da Abertura de Farm�cias, que � isto que a ANF n�o quer.
. A manuten��o de uma capita��o m�nima, que passa de 4000 habitantes para 3800 habitantes, para quem conhece, � a capita��o existente.
. As Farm�cias a Abrir 24 horas nos hospitais, � dada a prioridade na sua atribui��o � farm�cia j� existente mais pr�xima, isto �, a mesma pessoa fica com 2 farm�cias (a que possui e a do hospital)
. Venda de medicamentos antes exclusivos de tratamento hospitalar. Ex.: medicamentos para SIDA, novos meios de diagn�stico, etc., etc.
. Porque � que o governo tem que negociar acordos com a ANF, a fun��o do governo � Governar o Pa�s, n�o deveria ser: Governarem-se ou Governarem para alguns

-
A ANF entretanto, comprou legitimamente e com vis�o uma distribuidora de medicamentos, a Alliance Unichem, da� que est� presente quer na venda a grosso, quer na venda a retalho, podendo desta forma combater a diminui��o da margem legal da comercializa��o dos medicamentos.

Tudo isto, em 2 anos, quando era este Governo e este actual ministro que dizia que ia combater os Lobbies.

Ainda se recordam dos folhetos da ANF contra o Ministro Correia de Campos e contra as Farm�cias Sociais, na campanha para as elei��es legislativas em que ganhou o Dr. Dur�o Barroso?

Este Governo, teve a oportunidade �nica de SER JUSTO, e desperdi�ou-a, pelos seguintes motivos:

. Enganou os Portugueses, quando na tomada de posse, prometeu governar contra os lobbys nomeadamente
. Iludiu os mais de 10.000 Farmac�uticos, na medida que beneficiou mais uma vez um pequeno grupo de 2800 farmac�uticos propriet�rios de farm�cia
. A Autoridade da Concorr�ncia elaborou um estudo t�cnico, em que as conclus�es eram claras: - Liberaliza��o da Propriedade das Farm�cias, bem como da Abertura, acabando com a limita��o populacional e com as dist�ncias entre farm�cias.
Este estudo t�cnico que custou milh�es de euros a todos os Portugueses, serviu apenas para beneficiar pouco mais de 2800 portugueses representados pela ANF.
Porque � que para algumas coisas os estudos t�cnicos t�m for�a de lei ex.: Encerramento de Urg�ncias, Encerramento de Maternidades, Co-incenera��o, etc., etc., e neste caso concreto, porque n�o foi seguido?

Em que � que os Portugueses ficam prejudicados com a liberaliza��o da abertura de Farm�cias? Os verdadeiros prejudicados, com esta medida seriam apenas os actuais propriet�rios, que n�o querem dividir o bolo de um mercado que cresceu mais de 10% por ano nos �ltimos 20 anos.


P
OR FIM, UMA �LTIMA PALAVRA para a ATITUDE AUTISTA, IRREALISTA, AUSENTE E VERGONHOSA da ORDEM DOS FARMAC�UTICOS,  que mais uma vez se colou � ANF, PREJUDICANDO A GRANDE MAIORIA DOS FARMAC�UTICOS.

A ordem dos farmac�uticos at� j� foi enchovalhada publicamente pelo actual ministro.

Sinceramente a classe farmac�utica �bateu no fundo� e mais uma vez quem sai bem e a rir s�o aqueles que dentro da classe j� tudo tinham.

E caso para dizer: para que serve a ordem dos farmac�uticos? Para andar a sustentar meia duzia de meninos queques que n�o sabem e n�o querem trabalhar, que n�o sabem o que � exercer a profiss�o de farmac�utico:

Sr. Baston�rio:
Quantas receitas aviou na sua vida?
Quantos utentes atendeu?
Quantos utentes lhe pediram esclarecimentos sobre os medicamentos que tomavam?
Sabe o que � trabalhar por conta de outrem numa pequena empresa chamada farm�cia, cujo seu colega de profiss�o � simultaneamente: seu patr�o, seu superior hier�rquico, e lhe limita o seu exerc�cio profissional?
Sabe quanto custa uma caixa de �Ben-u-ron�?
Diga publicamente: Como � que os Portugueses eram prejudicados com a abertura de mais farm�cias?
Como � que a abertura de mais farm�cias prejudica os farmac�uticos, se h� mais de 10.000 farmac�uticos e apenas 2800 Farm�cias?
Porque � que nunca perguntou aos Farmac�uticos, a posi��o destes sobre a Propriedade e Abertura de Farm�cias?


BASTA DE HIPOCRISIA!!


� CASO PARA PERGUNTAR:
J� QUE OS FARMAC�UTICOS S�O INJUSTI�ADOS E PREJUDICADOS, PORQUE � QUE N�O T�M PODER REIVINDICATIVO:

Porque � uma classe em que a grande maioria dos Farmac�uticos trabalha por conta de outrem, cujo patr�o participa nas reuni�es da OF, e aqueles que corajosamente nessas reuni�es se manifestam, s�o logo colocados de parte, criticados pelos farmac�uticos propriet�rios, havendo obviamente falta de �democracia�.

Porque a elei��o para Baston�rio, tem limita��es de idade, sendo que h� praticamente um candidato �nico, que � apoiado quer pelo antecessor, quer pela ANF, quer pelo meio universit�rio com interesses nas farm�cias de oficina. Ex.: O actual Baston�rio, n�o � propriet�rio, mas a sua esposa � propriet�ria de uma farm�cia em Lisboa.
Qualquer candidato novo que surja contra a corrente da ANF, � logo aniquilado porque: N�o tem meios para fazer campanha, na medida em que os farmac�uticos est�o dispersos pelas 2800 farm�cias do pa�s, n�o lhe sendo facultado os contactos dos colegas. ex.: J� imaginaram um candidato contra a corrente da ANF, envia campanha por correio para as Farm�cias onde est�o os farmac�uticos, mas quem abre o correio � o Farmac�utico propriet�rio!
Como � que um poss�vel candidato, trabalhador por conta de outrem se pode candidatar � Ordem dos Farmac�uticos, se: Trabalha 8 horas por dia de p� na Farm�cia, Tem 21 dias de f�rias para estar com a fam�lia. N�o tem nem pontes nem toler�ncias de ponto, e ganha 1000 euros por m�s.

Mais poderia ser dito�

DESMINTAM-NOS SE CONSEGUIREM!

VERDADEIROS FARMAC�UTICOS: A MUDAN�A TEM QUE COME�AR NA NOSSA CLASSE, N�O PODEMOS ESPERAR PELOS POLITICOS, ESTES S� GOVERNAM PARA QUEM LHES D� DINHEIRO E TACHOS, E " LICENCIATURAS....."

MOVIMENTO FARM�CIA LIVRE
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