*ATENÇÃO*

* Caso apareça alguns códigos estranhos na Fanfic vá em Exibir > Codificação > Unicode ou Ocidental. Caso o problema persista entre em contato comigo através da Cbox.
* Qualquer reclamação ou critica me fale, mas seja educado e eu serei também.
* Os Jonas Brothers não são irmãos nessa fanfic, não são uma banda e não são famosos e apenas dois Jonas aparecem.
* Fanfic com Rank PG-15. Não vai ter nada que você já não conheça, só quero estar livre para escrever.
* Para ler mais fanfics escritas por mim, como a saga Nunca Fui Beijada e a Filha do Presidente Clique Aqui.
E-mail me: [email protected], não esqueça de dizer qual o assunto, caso contrario eu não abro o seu E-mail.

*Legenda da Fanfic*

Fala de Personagem por Telefone: Fulano: Alô? Oi tudo bem como vai?
Apartamento da Fulana: = O ambiente em que se passa a cena narrada.
.:Flashback ON:. Anúncia que os fatos narrados fazem parte de um acontecimento passado, geralmente alguém se lembrando de algo. ON mostra que o FlashBack esta começando e o OFF mostra que o FlashBack acabou e a Fanfic volta para o tempo normal.
“Blá blá blá blá.” = Pensamento de alguém.



Welcome to New York.


é uma jovem Brasileira de 17 anos que se mudou aos três anos de idade para os Estados Unidos com sua família, seu pai e sua mãe, já que seu Irmão mais velho não quis abandonar a sua vida no Brasil. , como prefere ser chamada, não tem muitas lembranças de seu país, pois quando saiu de lá ainda era muito criança, então para ela é como se durante todo o tempo de sua vida tivesse nascido e morado nos EUA.
O Pai havia recebido uma proposta de emprego irrecusável em New Jersey, não era um emprego que o tornaria rico, mas era um emprego que lhe possibilitaria dar uma vida melhor para a sua família. Então mesmo tendo que deixar o filho mais velho com os pais no Brasil, partiu rumo a New Jersey com sua esposa e sua filha de penas três anos. No inicio enfrentaram certas dificuldades, não conheciam a cidade e nem falavam o idioma fluentemente, mas com o tempo e com a ajuda de uma família vizinha se adaptaram ao local.
A Família Jonas ajudou a Família assim que se mudaram para a cidade, logo de cara as duas famílias se deram bem. E com o tempo começaram a se tornar grandes amigos. Denise Jonas uma mulher gentil e sempre disposta a ajudar. Paul Kevin era o seu marido, e os dois tinham dois filhos, Frankie Jonas o mais novo e o filho mais velho deles Jonas. (n/a: não vou especificar idade do seu Jonas, mas ele é mais velho que você, se for o Nick, é mais velho também afinal ele vai crescer.).
e tinham se tornado grandes amigos, não se desgrudavam para nada e a garota sempre podia contar com ele para tudo. parecia a entender melhor do que qualquer garoto, era como se fosse uma amiga, e às vezes ela mesma se repreendia por ver como uma amiga garota. Mas o jeito que ele agia com ela, falando de moda e essas coisas que um homem um rústico nunca entenderia.
Atualmente os dois se vêem menos já que estava morando em um apartamento em New York, longe dela e da família Jonas. tinha se mudado para New York há três meses, estava trabalhando em um escritório no centro da cidade, havia recebido a proposta depois de ter se candidatado a vaga. Como New York era bem perto de New Jersey Denise e Paul haviam concordado que o filho fosse morar na cidade.

No quarto de :

Mãe da : acorda já esta tarde. – puxou os lençóis da filha os jogando no chão e abrindo a janela para que a luz do Sol entrasse no quarto escuro. – Filha eu tenho que ir ao Super Mercado com a Denise, seu pai foi para o trabalho e eu preciso que arrume a casa para mim.
: Ah mãe é férias, eu quero descansar. – cobriu a cabeça com o travesseiro para evitar que a luz que entrava pela janela a acordasse ainda mais.
Mãe da : Correção! É fim de férias. – puxou o travesseiro. – E levanta logo, eu já estou saindo. O correio ainda não chegou, então a carta que você espera ainda pode chegar.
: Eu dúvido muito que chegue. – sentou-se na cama olhando para a mãe que saía pela porta, foi até o banheiro escovou os dentes passou uma água no rosto e desceu para a cozinha.
Preparou um café da manhã para tomar, suco de laranja, e algumas torradas com geléia de morango. Enquanto tomava café ficou pensando em como sería bom se a carta que tanto esperava chegasse, desde o final das aulas havia se inscrito para uma bolsa em uma escola conceituada de New York, mas até agora não tinha recebido nenhuma resposta, começava a pensar que não tinha passado.
Levantou-se da cadeira em um pulo após tomar café, correu para porta e à abriu, sabia que tinha escutado o barulho da caixa de correio sendo aberta. Lá estava ele, o carteiro, colocando o seu destino numa simples caixinha de metal. Esperou um pouco até que o carteiro saísse e correu até a caixa de correio, a abriu e pegou todas as cartas que estavam ali, voltou correndo para dentro de casa não se segurando de tanta ansiedade. Sentou-se no sofá e colocou as cartas em cima da mesa com receio de abri-las, finalmente respirou fundo e pegou o monte de cartas a passando uma por uma.
: Conta, conta, propaganda, conta, propaganda, Ganhe um PC Grátis... Ganhe um PC Grátis? Quem cai nessa? – jogou a carta enganosa no lixo e continuou passando as cartas. – Cartão de Crédito, Academic High School, propaganda... ACADEMIC HIGH SCHOOL? – jogou os restos das cartas todas em cima da mesinha de centro da sala e segurou apenas a carta que lhe interessava, abriu a carta com cuida e começou a ler.

Cara , nos da Academic High School temos a honra de lhe dizer que você foi aprovada para ganhar uma de nossas concorridas bolsas escolar em período integral. O teste que foi feito alcançou a média exigida pela nossa conceituada escola, e estamos orgulhosos de lhe dar essa bolsa.
A sua bolsa não lhe da direito a se hospedar nas dependências de nossa escola, apenas lhe da o direito de estudar em nossas dependências.
As aulas começam no dia 1º de Fevereiro, as 09h00min da manhã e se estendem até 14h00min da tarde. Você terá direito de escolher entre aula de Canto ou Ginástica Olímpica como aula extra.
Os livros são fornecidos pela biblioteca da escola, entregue esse cartão a bibliotecária e pegue os livros referentes às suas aulas.
*Historia. *Geografia. *Física. *Inglês. *Química. *Matemática. *Filosofia. *Sociologia. *Biologia. *Artes. *Literatura.

Atenciosamente: A Reitoria da Academic High School.


A garota não acreditava que aquilo estava acontecendo, não acreditava que tinha sido aprovado para estudar naquela escola, estava tão feliz que lagrimas de alegria caia por sua face. Correu para o aparelho de Som e colocou o CD de sua banda preferida, os Lucas Brothers, e aumentou e começou a dançar e cantar tamanha a felicidade que sentia. (n/a: eu nunca fiz isso na vida, mas eu escuto a versão original os Jonas Brothers ashahsahsha.).
: EU PASSEI, PASSEI, EU PASSEI! – parou de gritar e pular assim que a porta da sala foi aberta, e ela deu de cara com sua Mãe e Denise segurando as compras. – Mãe? O.o Tia Denise?
Mãe da : O que você esta fazendo ? Eu tinha dito para arrumas a casa, não bagunçar ainda mais. – desligou o aparelho de Som.
Denise: Ela deve ter um bom motivo para esta comemorando. – disse Denise com um sorriso doce no rosto, sendo gentil como sempre.
: Sim eu tenho um ótimo motivo, sabe a escola que eu estava concorrendo por uma Bolsa de estudos?
Mãe da : Você passou? Eu sabia que você ia passar querida.
: Ah mãe assim não tem graça, como você sabia? – a garota até desanimou um pouco quando a mãe adivinhou, ela queria dar a noticia para a mãe.
Denise: Parabéns querida. – deu um abraço apertado em . – Eu sabia que você ia passar também, sempre foi muito estudiosa e sempre tirou boas notas.
Mãe da : Tinha alguma coisa que estava me dizendo que você ia passar. – foram para a cozinha da casa e começaram a organizar as compras na despensa e na geladeira. – essa escola não é em New York?
: É sim mãe... – agora ela tinha se dado conta, a escola não ofereceria direito a se hospedar nas dependências da escola, onde ela ficaria? – O pior é que a bolsa não da direito a se instalar nas dependências da escola.
Mãe da : Eu e muito menos seu pai vamos te deixar morar sozinha em New York, então querida sinto muito, mas essa bolsa...
: Ah não mãe, eu lutei tanto por essa bolsa e agora só por causa disso eu vou perder a bolsa?
Denise: O mora em New York, ele tem um bom apartamento no centro da cidade, eu posso falar com ele e perguntar se você pode ficar com ele.
: Não tia Dê, eu não quero incomodar o , ele deve ser muito ocupado e não deve querer alguém o incomodando.
Denise: o que é isso? Você e o sempre foram tão amigos, eu tenho certeza que ele não vai se incomodar nem um pouco. Eu vou ligar para ele e aviso qualquer coisa.
Mãe da : Obrigada Denise, eu nem sei como agradecer, o é como um terceiro filho para mim. E eu sei que ele vai cuidar bem da minha menininha. – lançou um olhar para a mãe e voltou a olhar para Denise.
Denise: Eu vou falar com ele e aviso mais tarde.
passou o resto do dia arrumando a casa com a sua mãe, e assim que seu pai chegou correu para lhe dar a noticia, ele fez a mesma pergunta que a mãe de , mas logo as duas trataram explicar a idéia de Denise. não via a hora de Denise bater em sua porta e dizer sim ou não, qualquer coisa era melhor que ficar naquela ansiedade. Embora sempre tenha sido seu amigo tinha medo que ele pudesse negar, depois daquele dia de churrasco...
.:Flashback ON:.
Todos estavam reunidos na casa da família Jonas, para um dos tradicionais churrascos que eles faziam todos os finais de semanas. Depois do almoço aos adultos conversavam sobre os seus tradicionais assuntos, Frankie dormia no sofá e e fingiam prestar atenção no que os seus pais estavam falando.
: Hey vem aqui. – chamou a garota até o quintal, ela o seguiu, seus pais tão entretidos no assunto que nem repararam que eles tinham saído. – Eu preciso te contar uma coisa, mas você tem que prometer que não vai contar para ninguém, nem pra sua sombra.
: Nossa , o que é de tão grave assim? – se sentou na grama do quintal. – Mas seja o que for eu prometo, não conto pra ninguém pode falar.
: Eu não tenho certeza, mas eu começo achar que pode ser verdade... – O coração de disparou, será que ele ia falar o que ela pensava. – Eu não posso mais esconder isso de você.
: Seja o que for eu estou com você. – segurou em sua mão com um sorriso no rosto. – Pode falar.
: Eu... – o coração de disparou e começou a ficar nervosa, ela era muito amiga de , mas sabia que no fundo sentia algo a mais por ele, e se ele sentisse também seria perfeito, ele só precisaria falar tudo para ela agora. – Acho que sou gay. (n/a: ashhashhs aposto que pensaram que ele ia se declarar ahshhs.).
: O.o Você é o quê? – não acreditava no que estava ouvindo, Jonas Gay? Ele devia estar fazendo uma das suas piadinhas, ficou estática olhando para ele. – isso não é coisa que se brinque, você esta fazendo outra das suas brincadeiras, não é?
: Não , eu não to brincando é sério, eu não sei direito sabe, mas acho que sim. (n/a: ai que dor um menino desse gay, ainda bem que é só na fic porque na vida real muahhahs. Gay por enquanto.).
: você tem certeza? Já sentiu algo por... – sua voz não saiu. – Algum menino... – sentiu receio de falar aquilo, estava sendo rápido de mais para a sua mente recatada de família católica.
: Às vezes, sei lá, eu não sei direito só sei que acho que sou. – passou a mão no cabelo o bagunçando como se assim pudesse pensar melhor.
: Vamos testar então, me beija.
: QUÊ?
: Vai logo antes que eu me arrependa, é a única forma de testar, se você não sentir nada então você é gay mesmo.
: Ta bom, mas você que falou. – se aproximou da garota todo desajeitado até que juntaram os lábios, ficaram segundos apenas com os lábios juntos, e ele ainda estava de olhos abeertos, até que se separam. (n/a: sabe aqueles beijo sem sentimento? Sim foi esse, então esse beijo não vale.).
: E ai sentiu alguma coisa?
: Ehhh não. – disse sem graça.
: É você deve ser gay mesmo. – se levantou da grama, estava triste por ele não ter sentido nada, absolutamente nada naquele beijo. Certo que eram amigos, mas não sentir nada há machucou um pouco, nem ela mesma sabia o porquê tinha ficado triste por ele não ter sentido nada. – Não se preocupe eu não vou contar para ninguém, eu vou para a minha casa.
: Obrigada , porque você é a única pessoa que sabe.
.:Flashback OFF:.
estava dormindo em seu quarto, quando escutou a mãe bater na porta, se levantou e foi abrir a porta.
Mãe da : Filha a Denise esta lá em baixo, ela já falou com o e quer falar com nos. – seguiu a mãe até a sala de visitas, onde Denise estava sentada no sofá.
: Oi tia Dê. – disse nervosa com o que ela poderia dizer.
Denise: eu falei com o e ele disse que não tem problema de você morar com ele, ele ultimamente quase não tem ficado em casa, então não vai ter problema nenhum para ele.
: Sério, tia Dê? Eu nem posso acreditar que eu vou poder estudar na Academic High School.
Denise: Bem querida, já esta perto de suas aulas, não é? Então se você quiser você pode ir amanhã ou depois, eu já conversei com o ele vai te buscar na rodoviária.
Depois que a Denise foi embora correu para o seu quarto e começou a organizar as malas, pegou todas as suas roupas e as organizou em umas dez malas três malas, depois foi deitar. Não conseguiu dormir muito bem, estava ansiosa para o dia seguinte, já fazia tanto tempo que não via e bem... a última vez que estiveram juntos não foi um dos melhores encontros de amigos que tiveram.
Acordou cedo no dia seguinte sem sua mãe nem precisar acordá-la. Tomou um banho e colocou uma roupa de frio, tinha visto no jornal da noite passada que em NY estava fazendo frio. Desceu as escadas encontrando a sua mãe e seu pai tomando café da manhã, os cumprimentou e sentou-se a mesa.
Pai da : Filha se comporte em New York, eu não quero receber reclamações suas. – deu um beijo na filha e se levantou. – Liga todos os dias.
: Pode deixar pai, não precisa se preocupar.
O pai de a levou ela e sua mãe na rodoviária de New Jersey, despediu-se da filha assim que ela entrou no ônibus e partiu. não falou com ninguém naquele ônibus, todos ali tinham um jeito estranho de agir e lhe olhavam de canto de olho, apenas ficou sentada olhando para a janela do ônibus torcendo para chegar logo em NY. Meia hora depois conseguiu ver ao longe a Estatua da Liberdade, e os enormes prédios começaram a se estender a sua frente, um maior e mais bonito que o outro.
O ônibus logo parou na rodoviária e a garota desceu rápido, não agüentando mais ficar dividindo o ônibus com aquelas pessoas mal encaradas. Foi até o bagageiro do ônibus e pegou todas as suas malas com dificuldade, as arrastou para um canto e sentou-se em um banco olhando para os lados a procura de .
A cada hora que passava a rodoviária ficava cada vez mais vazia e nada de aparecer, começava a ficar desesperada, não demoraria muito para que a rodoviária fechasse. Seus olhos começaram a encher de lagrimas, de tristeza e raiva por a ter esquecido naquela rodoviária.
: ? – levantou a cabeça olhando para o garoto parado a sua frente, enxugou as lagrimas rápido para que ele não percebesse que ela andou chorando. – Desculpa o atraso, eu fiquei preso no transito.
: Esta tudo bem. – disse com a voz fraca.
: Você andou chorando. – olhou nos olhos da garota que desviou o olhar.
: Não, é que caiu um cisco no meu olho.
: Eu te ajudo com as malas. – pegou duas das malas da garota. – Meu carro esta logo ali. Vamos?
: Tá. – os dois foram até o carro e colocaram as malas da garota no porta-malas, entraram no carro e ficaram em silencio até chegarem ao prédio em que morava, depois de tanto tempo sem se ver era como se os dois estivessem começando do inicio.
: Eu vou chamar o porteiro para nos ajudar a colocar as malas no elevador, eu já volto. – fez um sinal de sim com a cabeça, assim que ele se distanciou afundou o rosto nas mãos suspirando fundo. “Idiota, ele deve esta me achando mais boba do que nunca.” Pensou para si mesma deixando sair um suspiro um pouco alto.
: ? Esta tudo bem? – ele perguntou pelo vidro do carro a assustando.
: T-tá sim . – deu um sorriso, até agora não tinha trocado com ele mais do que três palavras.
: Vamos, o porteiro já levou as suas malas enquanto você estava pensando ai. – ele deu um sorriso o que a fez corar.
: Ta OK. – lá vinha ela e suas grandes frases. Os dois seguiram até o elevador, apertou o número 25 no painel do elevador, provavelmente o seu andar. Precisava falar algo com ele, ou ele pensaria que ela tinha ficado com raiva pelo aquele dia no churrasco. – Então... é... como é aqui em New York?
: É normal, mais agitado que New Jersey e tem bem mais coisas também. – ela disse apenas um ‘AH’ e se calou novamente olhando para a porta do elevador. – , você esta com raiva de mim? – disse ao se aproximar dela.
: Não. – deu um passo para o lado. – Eu não estou com raiva de você, pareceu isso?
: É que quando eu cheguei à rodoviária você estava chorando, e durante todo esse tempo ainda não falou comigo, foi por causa daquele dia...
: . – o interrompeu antes que ele tocasse naquele assunto. – Eu não estou com raiva de você eu não teria nenhum motivo para isso, e seria uma ingrata ficando com raiva de você quando você me recebe na sua casa. Deve ser difícil ter que agüentar uma chata feito eu te incomodando e...
: . – foi à vez dele a interromper. – Você não é chata você sabe que eu te amo. – ela sabia, ele sempre dizia a amar, mas apenas como amiga, e ela sabia disso, já que estava fora dos padrões de paixão para desde a sua confissão. – Nos sempre fomos amigos, mas ficou estranho depois daquele dia. – ele abaixou a cabeça olhando para os seus sapatos de marca.
: eu não mudei.
: Eu mudei. – olhou em seus olhos. – Se você tem algo contra eu entendo.
: Não, para, não fala isso. Eu te aceito como você é, e sempre vai ser assim, eu sempre vou te aceitar do jeito que você for, nos somos amigos e pode contar comigo pra tudo. – deu um sorriso para que retribui com um enorme sorriso também.
: Me abraça mana. (n/a: ai que Gay ahshahs.) – os dois se abraçaram forte matando a saudade de meses sem se ver. Embora tivesse resolvido algumas coisas ainda se sentia um pouco constrangida estando com ele.

Gay coisa nenhuma.


: você anda ganhando bem no seu emprego, não é? Seu apartamento é o máximo. – disse a garota assim que entrou no apartamento do amigo, tudo era bem organizado e a sala era em outras palavras perfeita. Tinha dois sofás grandes muito confortáveis com almofadas macias, uma estante com uma TV de plasma enorme, e ao lado uma varanda com vista para o centro da cidade.
: Eu tenho ganhado bem no emprego, eu achei bom montar um bom apartamento, é melhor do que ficar vivendo em uma sardinha rs.
: Fez bem.
: Vem eu vou te mostrar o seu quarto. – ele foi andando por um corredor que ficava ao lado da sala, no corredor tinha quatro portas, uma devia ser o quarto dele a outra o quarto em que ela ficaria, a outra provavelmente um banheiro para as visitas já que os quartos tinham banheiros próprios. – Eu espero que você goste, eu fiz o possível para arrumar a tempo.
: , esta ótimo. Não tenho do que reclamar ficou perfeito. – colocou as malas perto do closet e se jogou na cama.
: Eu pedi folga no trabalho hoje. – se levantou da cama o encarando.
: Ah não Joe, eu não quero atrapalhar. Você não devia ter pedido folga do trabalho, eu posso me virar sozinha. – foi até a garota e se sentou ao seu lado na cama, bem próximo por sinal.
: Eu quis pedir. Mais tarde a gente pode dar uma volta e eu te mostro a cidade, que tal?
: Bom se não vai te incomodar então por mim tudo bem.
: Eu vou sair pra te deixar tomar banho à vontade, nos saímos daqui a pouco. – “Não, fica ai e me vê banhar, você não é Gay? Gente o que eu to falando, tenho que parar com esses pensamentos.” Pensou deixando escapar um sorriso de lado. – Que foi? – ele perguntou vendo o sorriso no rosto da garota.
: Nada de importante, a gente se vê mais tarde. – foi até a porta e a fechou assim que ele saiu do quarto.
abriu sua mala de roupas e pegou a sua toalha de banho, separou uma roupa de frio e a deixou em cima da cama, por sorte ela tinha assistido o jornal e tinha visto que em New York estava fazendo frio, a primeira vez que assistiu ao jornal valeu à pena. (n/a: sem cultura ashhash, assistir jornal às vezes é bom.). Entrou no banheiro e começou a tirar a roupa, entrou em baixo da ducha de água quente, tirou toda aquela sujeira da viagem e aquele cheiro de rodoviária, assim que terminou se enrolou na toalha e começou a dar um jeito em seu cabelo.
Terminou de arrumar o cabelo, tinha sido uma boa trazer a sua chapinha, ficar pagando salão não ia dar certo. Ela precisava juntar dinheiro para ajudar com as despesas da casa, não podia ficar ali de favor sem contribuir em nada, fazia questão de ajudar em tudo, era o mínimo que podia fazer para agradecê-lo.
: ? – tomou o maior susto da sua vida quase deixando a toalha cair, assim que ela estava saindo do banheiro estava entrando em seu quarto, ela ficou tão envergonhada que não conseguia fazer nada apenas ficou estática, os dois estáticos olhando um pro outro. a olhou de cima a baixou babando deixando-a ainda mais vermelha, finalmente parece que tinha voltado ao seu estado normal e correu para o banheiro fechando a porta. – você não sabe bater na porta? E se eu estivesse me trocando?
: Desculpa , eu pensei que você já estava pronta e acabei entrando. Eu tinha esquecido como você demora pra se arrumar.
: Agora lembrou né? – passou a mão no rosto, seu rosto estava em chamas, mas não de raiva e sim de vergonha. Ta ele era ‘supostamente’ gay, mas e daí? Ele não a olhou com um gay, um gay teria vomitado e tido um ataque ali mesmo, ele não, ele ficou lá parado a olhando. Estranho para um gay, na opinião da garota. – Do que você esta rindo? – ela o ouviu rir descontroladamente dentro do quarto, sua vontade era abrir a porta e lhe da uma lição, se não estivesse de toalha, ele nunca mais ia rir na vida. (n/a: você ia quebrar os dentes perfeitos dele? Ahsahs.).
: De você, não é meio obvio? – seu sangue ferveu de raiva, como ele dizia isso na maior assim? – Você ainda continua tímida do mesmo jeito de quando éramos crianças, já tem tanto tempo que nos conhecemos, sai daí .
: Idiota. Escuta aqui , você pode ser o meu melhor amigo, mas eu não fico só de toalha nem na frente do meu pai.
: E seu pai é Gay? – ele ria mais ainda.
: Você não me olhou feito gay. – “PQP, escapou, merda o que eu fui dizer, eu e minha enorme boca grande. Ele parou de rir? Deve ser agora que ele vai me mandar embora da casa dele, ótimo, parabéns você se superou ¬¬*”.?
: Te espero na sala. – ela ouviu a porta bater com força e o quarto ficar no maior silêncio, abriu a porta e colocou a cabeça para fora, ele não estava mais lá. Vestiu a roupa o mais rápido que pôde, por sorte ela não tinha desfeito as malas agora que provavelmente seria despejada, sua mãe a mataria.
Pensamento do :”Meu Deus ela ta certa, eu não olhei pra ela como amigo e muito menos como gay, mas o que ta acontecendo? Eu pensei que era... ta, eu nunca fiquei com nenhum outro cara, não sinto atração pelo meu melhor amigo, o , senti atração por ela lá no quarto, e como senti, para é sua melhor amiga. Espera será se eu sou gay mesmo? Não ta parecendo, ai como eu sou burro, eu devo ter me confundido esse tempo todo achando que eu era gay quando na verdade nunca fui. Calma paciência, vamos analisar a situação. Quando eu ‘pensei’ que era gay eu nunca tinha gostado de nenhuma menina. Mas eu tinha visto aquele cara daquele dia e ele me chamou a atenção, mas espera? Droga como eu sou burro, eu não fiquei atraído por aquele cara eca eu fiquei com inveja, foi isso, foi rivalidade de homem, EU NÃO SOU GAY. Como pode ter uma pessoa mais enrolada do que eu nesse mundo? Mas o que explica eu nunca ter me interessado por mulher nenhuma, até segundos atrás, só pra constar? Não interessa o que foi, o que eu sei agora é que não sou gay. Mas eu não posso contar isso pra , ela vai me odiar, vai pensar que eu sou um tarado pervertido, e que quero me aproveitar dela, eu a conheço bem. A única solução, eu vou fingir pra ela que sou gay, vai ser difícil, mas eu consigo, não pode ser tão difícil assim.”
: ? ? – já estava a alguns segundos o chamando, mas ele estava absorto em pensamentos que nem a viu ali. – !
: Ãh? Ah eu tava pensando. – se sentou no sofá, mas mantendo distancia dele. – sobre aquilo que aconteceu...
: Não precisa explicar eu me enganei, minha vergonha me faz ver coisas que não existem, não esquenta eu sei que você é gay. – deu um sorriso sincero para ele.
: É... sou... – deu um sorriso tão forçado que nem um cego acreditaria naquela mentira. – Você ainda quer sair?
: Claro, eu vou colocar minhas botas e já volto. – ela correu até seu quarto e colocou suas botas, pegou seu casaco e sua bolsa voltando para a sala onde a esperava. – Pronto podemos ir.
: Ta vamos, você se importa se eu chamar um amigo e a namorada dele? Eles moram no andar de baixo.
: Claro que não, seu amigo meu amigo. – trancou a porta do apartamento e os dois se encaminharam para o elevador, ficaram em silencio durante todo o tempo até chegar ao apartamento do amigo de . tocou a camainha do apartamento e uma garota abriu a porta com um enorme sorriso no rosto.
: Oi ! – se cumprimentaram com beijos no rosto, um garoto apareceu na porta logo atrás de , muito bonito por sinal era tão lindo quanto . (n/a: é de familia bem hahs.).
: E ai cara, faz tempo que você não aparece por aqui. – deu um abraço de ‘homem’ em . – Não vai apresentar a sua ‘amiga’.
: Essa é a uma amiga de New Jersey.
: Ah você é a , o falou de você. – deu um sorriso tímido, tentanto imaginar o que havia falado dela, provavelmente que era como uma irmã e essas coisas.
: Pode me chamar de . – disse enquanto cumprimentava e .
: Eu sou o e essa é a a minha namorada. – deu um sorriso para .
: Então eu tava pensando de mostrar a cidade pra , e estava pensando se vocês não querem ir junto.
: Claro, eu e a estávamos querendo sair mesmo, entrem. – deu espaço para que e passassem pela porta, os dois entraram e se sentaram no sofá. O apartamento de e era também muito bonito e arrumado, certamente por causa de , era o único cara que tinha um apartamento organizado e ela não o podia considerar um cara.
: Nós vamos nos arrumar e já voltamos. – os dois saíram deixando e na sala.
: Então aonde vamos?
: Em uma boate aqui perto, eu e o sempre vamos lá.
: Ah você e o ? – começou a rir, pois entendeu perfeitamente a cena que a garota imaginou.
: Não desse jeito, eu e o somos apenas amigos, nada disso, e para de ficar imaginando essas coisas. – se irritou um pouquinho, agora que ele tinha certeza que era homem de verdade não gostava que ficassem de certa forma duvidando da sua masculinidade. Mas não pensou assim por muito tempo, afinal lembrou-se que na frente de faria papel de gay.
: Desculpa . – abaixou a cabeça olhando para as mãos. – Não foi a minha intenção pensar isso é que... – parou de falar assim que percebeu que estava sendo observada de muito perto pelo Jonas, chegando até a sentir a sua respiração. – Que foi?
: Nada! – se deu conta do que estava fazendo e se afastou. – Até que fim vocês chegaram. – disse assim que e voltaram arrumados para a sala.
: Nem demoramos , você é que esta extremamente apresado hoje. – dizia enquanto arrumava a pulseira do relógio. – Podemos ir?
: Claro.
Todos foram para o elevador conversando animadamente sobre vários assuntos, não demorou muito para que e ficassem amigos de . Ela descobriu que e já namoravam a praticamente um ano, eles dividiam apartamento desde que se conheceram, na verdade foi por isso que se aproximaram. Com o tempo de convivência eles se apaixonaram e não se separaram desde em então. Quando contava essa historia do apartamento para , ela não pode deixar de notar o olhar que a lançou a deixando levemente vermelha.
A boate em que foram não era muito longe dali, ficava apenas a duas quadras de distancia, era freqüentada por todos os moradores da Quinta Avenida. Ficaram por um tempo na fila até que finalmente entraram, resolveram se sentar no Bar mesmo e pediram bebidas, nada com álcool, e não bebiam porque eram novas de mais para beber, e e porque teriam que trabalhar na manhã seguinte, mas conhecia o verdadeiro motivo para não beber, ele nunca bebia nada com álcool.
: Então o que você veio fazer aqui em NY? – disse bebendo um gole de refrigerante.
: Eu ganhei uma bolsa de estudos na Academic High School, então a mãe do disse que eu poderia ficar com ele aqui enquanto meus estudos durassem. – imitou a amiga tomando um gole de refrigerante.
: Eu também estudo nessa escola, mas eu não ganhei bolsa nenhuma, meus pais pagam meus estudos.
: Ahh. – aquela escola era cara, então provavelmente os pais de deviam ter um bom dinheiro para pagar os seus estudos ali.
: vamos dançar? – disse arrastando a garota para a pista de dança que por sinal estava lotada. As duas começaram a dançar se divertindo com a musica, amava dançar então não se importou de ter que dançar, e a boate estava escura mesmo então não tinha nem o que ter vergonha.
sentiu alguém esbarrar com força nela quase a fazendo cair, mas foi segurada por braços bem definidos em volta de sua cintura.
: Desculpa moça. – ele se desculpou por ter esbarrado em , ela ficou estática por alguns segundos, apesar da pouca luz dava para ver que o garoto que tinha esbarrado nela era bem bonito, e tinha um sorriso lindo que a deixava quase tão hipnotizada quando ria para ela. – Esta tudo bem com você?!
: Ah- sim-é... esta sim. – a soltou, pois agora ela já não corria perigo de cair no chão. – Obrigada por não me deixa cair. – deu um sorriso para ele que retribuiu com um sorriso na mesma intensidade.
: Imagina se eu ia te deixar cair...
: Algum problema ? – havia percebido a movimentação estranha perto de e tinha ido ver o que estava acontecendo. Assim que ele chagou colocou o braço em volta do ombro da amiga.
: Ah é seu namorado?
: Não! – se apresou em dizer. – O é meu amigo, quase irmão. – olhou para e voltou olhar para . “Quase irmão? É verdade a gente era quase irmão, mas... para com isso.” Pensou .
: Mas o que foi que aconteceu aqui, você se machucou ?
: Não o não deixou. – não conseguia parar de olhar para o garoto a sua frente, como ele consegue ser tão bonito? Só conhecia alguém mais bonito e ele a estava abraçando com certa força agora. Será se poderia ser gay assim como ? Não era possível era muito azar para uma pessoa só. – Eu acho que vou sentar agora... é você não falou seu nome.
: Ah é, pode me chamar de . Você é a , não é?
: Sim, até um dia. Tchau . – e foi até o balcão do bar, acompanhada de . – como tem uns caras bonitos aqui, não é? – “Que tem de mau eu dizer que o cara era lindo maravilhoso? Ele não é gay? Então nem vai se importar se eu dizer isso, mas espera e se o ...? Não pelo amor de Deus, eu não quero brigar por um cara com o meu Amigo, ai credo.” Pensou .
: É ¬¬* - tinha perdido o bom humor que tinha agora a pouco, mas não enxergava o verdadeiro motivo, para ela o motivo do mal humor de era outro.
: não me diz que você ficou interessado nele? – olhou para com uma cara totalmente incrédula, se espantou com a pergunta de , mas se lembrou que ela pensava que ele era gay. Mas não estava disposto a fingir gostar de um cara para isso, preferia vestir roupas de mulher e agir feito uma, do que ter que dizer eu estava ‘afim’ de um cara. “Tudo menos isso” pensou ele. – me responda!
: Claro que não , fala sério ¬¬* Eu não me interessei por ergh... – fez cara de nojo, mas se recompondo vendo o olhar que a garota lhe lançou. – Ele não faz meu tipo. – disfarçou, mas querendo se matar por ter dito aquilo.
: Hey ! – se sentou entre e ainda cansada de tanto dançar com . – Sortuda você ein? Eu sempre venho aqui e não tenho a sorte de esbarrar em um desse. – assim que falou isso bebeu praticamente todo o líquido do copo a sua frente.
: Ah o ? Sorte ein... – deu um sorriso pra . – Mas não encontro ele nunca mais, isso é certo.
: Não boba ele estuda na Academic High School. Sabe por que sortuda? Ele é o cara da escola que as garotas morrem, ele é tudo na escola.
: O sabe que você fala assim dos seus colegas de escola, ? ¬¬ - olhou para vendo se era ele mesmo ali, lhe lançou um olhar que dizia para que ela não ligasse.
: o menino só esbarrou em mim, até parece se ele vai pelo menos olhar pra mim de novo.
: Pois é! Mas então vamos para casa? Amanhã é seu primeiro dia de aula, não é?
: Nossa é mesmo, eu nem estava mais lembrando depois de... deixa pra lá. – se levantou do banco. – se despede do pra mim, nos vemos na escola amanhã?
: Pode deixar, eu dou um jeito de te encontrar por lá.
: Da um tchau pro .

Brigas de amigos?


Os dois saíram da boate e do lado de fora ainda tinha uma fila enorme querendo entrar, foram andando em silêncio até o primeiro quarteirão, até que quebrou o silencio.
: ... – disse parando bruscamente no meio da calçada o fazendo parar também. – As coisas estão diferentes...
: Diferentes o quê ? – colocou as mãos no bolso do casaco para parar o frio.
: Depois que você foi embora de New Jersey as coisas mudaram, desde que eu cheguei aqui não é a mesma coisa.
: Você não gostou da cidade?
: Não é isso, nos é que não somos mais aqueles amigos de antes, as coisas estão diferentes eu não sei o que é.
: É que faz tempo que nos não nos vemos é só isso, só estamos nos acostumando um com o outro de novo só isso. – tentou disfarçar, se dando bem por sinal visto que a garota parecia ter acreditado. – Vai tudo ficar como era antes, é só questão de nos acostumarmos de novo.
: É tem razão, deve ser coisa da minha cabeça. – gotas de água começaram a cair do céu, há segundos atrás o céu estava limpo não tinha nenhuma nuvem e agora do nada uma chuva começa a cair. – Meu cabelo. – (n/a: uma chapinha desperdiçada ahshhas.).
: Vamos correr não falta muito para o nosso prédio. – segurou na mão de e os dois começaram a correr pela chuva em direção ao prédio rindo como crianças, por um instante se lembraram de quando eram crianças e brincava em frente ao jardim de suas casas, de guerra de balão de água. – Chegamos. – os dois sacudindo a água em suas roupas, torcia o cabelo comprido tirando a água deles, é realmente a pranchinha tinha estragado.
: Deu tanto trabalho fazer aquela pranchinha. – se lamentava ainda torcendo os cabelos.
: Você acha que eu não sei como da trabalho? – fez piada de seus cabelos também molhados. (n/a: é ele sabe como da trabalho, MAS ELE NÃO É GAY! Ahshhhshhs.).
: É você deve saber rs. Mas vamos entrar? Eu estou morrendo de frio. – tremeu um pouco com o ar-condicionado.
Os dois subiram para o apartamento de , e logo foram tomar banhos quentes para tirar toda a água da chuva e evitarem pegar uma gripe ou um resfriado. depois de entrar em seu quarto logo foi dormir, teria que acordar cedo na manhã seguinte, seria seu primeiro dia de aula na Academic High School, e agora que o dia estava mais do que próximo estava nervosa. Será se quando ela visse de novo ele se lembraria dela? Provavelmente não, era o que ela pensava, já havia tido sorte de mais em esbarrar com ele, para ter mais sorte em encontrá-lo na escola. Demorou dormir com todos os pensamentos que tinha em sua mente, era tão bom estar de novo ali com o seu melhor amigo, com o garoto que ela sempre amou secretamente, mas que agora tentava o máximo esquecer, pois não tinha chances com ele, ela definitivamente não fazia o tipo dele.
: Ai caramba. – deu um pulo da cama e correu para o banheiro vendo que já estava bem atrasada, tomou o banho mais rápido de sua vida e vestiu uma roupa bem bonita, queria causar boa impressão no seu primeiro dia de aula. Pegou todo o material que já tinha comprado em NJ e foi rápido para a cozinha tomar um café. – valeu por me chamar.
: Ãh? – tomou um gole de suco. – Te chamar pra quê?
: Meu primeiro dia de aula, eu to atrasada e nem sei chegar na escola. – pegou algo para comer e já ia em direção a porta.
: Aonde você vai? Nem sabe onde é a escola. – com tanta presa nem tinha reparado em como ele ficava bonito vestindo um terno Armani (n/a: ele é chique bem ashhahs.), os cabelos perfeitamente arrumados daquele jeito descolado, nem parecia que ia para o trabalho, apesar do terno, mais parecia um príncipe perdido na cidade. “Foca , você esta atrasada, não é hora pra reparar em seu amigo gay ¬¬”. – Eu te levo , a partir de amanhã você pode ir só já que já vai saber o caminho.
: Se você correr a mais de 100/h eu aceito a carona. – disse fazendo graça.
: Cento e sessenta esta bom pra você? – jogou as chaves do carro para cima as aparando de volta. – Vai ficar ai parada? Pensei que tava atrasada.
conseguiu chegar inteira na escola, apesar de mais de dez vezes ter pensado que ia morrer ou atropelar velinhas no meio da rua, corria muito e dirigia bem, ele dizia que só estava correndo por uma boa causa, mas se lembrava perfeitamente das vezes em que Denise falava das multas de velocidade que ganhava por correr em NY. Despediu-se de e entrou correndo na escola, indo direto ao prédio da diretoria.
Secretaria: Bom dia mocinha, você esta atrasada. – entregou uma papelada a . – Essas são as suas primeiras aulas. – apontou para o papel rosa em que estavam todos os horários de . – Depois da aula pegue os seus livros na biblioteca.
: OK, muito obrigada. Mas você poderia-me dizer onde fica o prédio dois? – olhava confusa para o papel.
Secretaria: Depois desse prédio vá para a direita é o Segundo prédio. – fez uma cara de obvio que fez ter vontade de bater na mulher gorda a sua frente com mais batom nos dentes do que na própria boca.
empurrou a porta com força e saiu pisando fundo, odiava que duvidassem de sua capacidade, ela não era nenhuma burra e poderia muito bem encontrar sozinha a droga de prédio dois. Entrou no prédio dois ainda com raiva da secretaria e caminhou em direção a sala cinco, onde teria sua primeira aula de historia, por sorte o professor estava atrasado.
(...)
esperava sentada em um banco na porta da escola, havia prometido a buscar, e algo a dizia que ele se atrasaria de novo, se é que apareceria. Desde o momento em que se levantou aquele dia tudo estava dando errado, em NY os professores não confiavam em seus alunos, encrencaram com ela pelos motivos mais bobos como ir ao banheiro sem um passe, ou sentasse perto da janela. O almoço foi uma droga, se sentou sozinha em um canto do refeitório, não havia encontrado em lugar nenhum, não se enturmou com ninguém, e ainda derramaram suco em sua blusa a fazendo ter que assistir o resto das aulas com cheiro de manga, o suco que mais odiava. E agora lá estava ela sentada numa droga de banco, na droga de frio (sim com a pressa ela também esqueceu o casaco) esperando a droga de amigo que sempre estava atrasado.
“Quer saber eu não vou congelar aqui esperando o , eu vou só para casa, NY não pode ser tão grande assim, não é? Não, não é. NY é enorme o máximo que vou conseguir é me perder ser assaltada, violentada, seqüestrada e morta. Sim com tudo que eu passei hoje eu pelo menos tenho o DIREITO de ser dramática. Onde eu tava com a cabeça quando resolvi vir para NY, o que eu tava pensando quando pensei que isso ia dar certo? Com certeza eu estava pensando em nada como sempre. O (quando to com raiva ou irritada chamo ele assim) deve estar no escritório, não porque esta trabalhando ainda, mas porque deve estar dando em cima do gato do escritório, que saco ¬¬”.
: Hey, você não é a ? – se sentou ao lado de que nem percebeu sua presença, estava ocupada de mais odiando o mundo. – Oi?
: Cai fora. – disse por impulso no seu mau humor.
: Como?
: Tá surdo... – se virou com raiva para a pessoa ao seu lado, mas quase teve um ataque do coração quando viu que era , ali do seu lado, lindo e perfeito como sempre. – Ai me desculpa, eu não vi que era você.
: Tudo bem, mas por que todo esse mau humor?
: O dia foi horrível hoje, pior impossível.
: Esta fazendo quê nesse frio? E sem casco? Quer ficar doente?
: Isso é um interrogatório?
: Depende se vou ser respondido. – deu uma risadinha.
: Eu estou esperando um amigo vir me buscar, eu me mudei pra cá ontem e não conheço a cidade, conseqüentemente não sei voltar para casa sozinha. E como o sempre se atrasa quando se trata de mim, eu vou morrer congelada nesse banco.
: Onde você mora?
: A duas quadras da boate de ontem.
: Acho que posso te levar, se você quiser claro.
: Deixa eu ver, ir com o estranho ou morrer de frio? – fez cara de pensativa fazendo rir. – Bem, acho que as duas opções envolvem morte, então tanto faz eu posso morrer dos dois jeitos mesmo. Ótimo aceito a sua ajuda.
: Você é engraçada , gosto disso em uma garota, a maioria das garotas aqui da escola só pensam em contar o que estão comendo.
: Você vai me levar agora ou eu vou congelar mais um pouquinho?
: Agora. – deu uma risada linda. – Senhorita! – deu o braço para que segurasse, ela riu e segurou em seu braço, os dois foram rindo e contando piadas até o metrô.
Após alguns minutos depois que saiu chegou à frente da escola. Desceu do carro e nada da garota onde eles tinham combinado entrou na escola perguntou a diretoria e nada da garota, tinha se atrasado por causa de uma reunião de última hora. Mil coisas passaram por sua cabeça, e todas elas envolviam morte brutal enquanto aguardava em um banco. Entrou no carro e foi o mais rápido que pode e foi para o seu apartamento, talvez ela estivesse lá.
: Já andou de metrô? – disse enquanto entrava no metrô com a garota, não se sentaram permaneceram em pé, o metrô estava lotado por ser hora do rush.
: Claro que sim ¬¬ eu não sou do interior, só não morava aqui.
: Você é sempre assim ou esta irritada hoje?
: Eu sou sempre assim ahss. Não, eu não sou assim, sou estou irritada por ter sido ‘esquecida’ pela segunda vez, mas dessa vez ainda bem que você apareceu ou eu ia congelar naquele banco.
: Sem problemas, é meu trabalho preferido, levar garotas bonitas e legais pra casa.
: A legal ta aqui, mas cadê a bonita rs?
: Não seja modesta, você é linda. – ficou vermelha com o comentário do garoto. – E tímida também, você tem varias faces. Adoraria conhecer todas. – deu mais um de seus sorrisos perfeitos a deixando mais sem graça ainda.
: Não chegamos? – tentou mudar de assunto, começava a achar que era melhor ter morrido no banco congelada.
: Sim! – os dois desceram do metrô em meio a uma multidão que se apertavam para passar pelas portas do metrô. – A boate fica a dois quarteirões daqui, então sua casa esta a quatro quarteirões daqui.
: Valeu mesmo , eu acho que não conseguiria chegar até aqui sozinha.
: A boate fica logo ali. – apontou para a boate da noite anterior. – Eu te levaria até a sua casa, mas eu estou atrasado para o trabalho, eu trabalho com meu pai nas horas vagas.
: Tudo bem eu consigo chegar em casa daqui. Muito obrigada e desculpa por ter te atrapalhado.
: Eu trabalho perto daqui, a sete quarteirões daqui. A gente se vê na escola.
: Okay! Tchau.
foi caminhando ainda nas nuvens, ele não era um idiota bonito, ele era legal e tão gentil com ela, agora até estava feliz por ter se atrasado. Entrou rápido no hotel estava com fome, e provavelmente ainda nem estava em casa, ele devia estar fazendo algo mais importante.
: Droga eu não tenho a chave. – bateu na cabeça lembrando que não tinha a chave, decidiu tocar a campainha quem sabe por sorte estivesse em casa.
: ONDE VOCÊ ESTAVA? – estava com uma aparência preocupada e ao mesmo tempo irritado e zangado, pensou que ele bateria nela ali mesmo. – ENTRA!
: Para de gritar. – jogou a sua mochila no sofá. – O que deu em você?
: Eu é que pergunto o que deu em você? Eu fui te buscar e você não estava lá, eu te procurei e você não estava lá, posso saber onde você se meteu?
: Onde eu me meti? Onde você se meteu? Eu fiquei congelando em um banco frio, meu dia foi uma droga me isolaram absolutamente na escola, e pra completar você me esquece de novo, era morrer de frio em um banco ou aceitar ajuda de um ‘estranho’. – seus olhos encheram de lagrimas, mas ela não deixou que caíssem, odiava brigar com .
: Aceitou ajuda de um estranho? Você é louca garota? Aqui não é New Jersey, aqui é New York. Não pode aceitar ajuda de estranho, eles podem ser bandidos, assassinos, estupradores. – gritou se alterando um pouco ao falar o último tipo de bandido, estuprador, não se perdoaria se algo acontecesse com ela.
: Mas não era, um estranho me ajudou mais do que meu próprio amigo, queria que eu morresse naquele banco?!
: E você queria morrer aceitando ajuda de um estranho? – não queria ficar ali brigando mais, aquela briga estava saído do controle, a última vez que brigou feio com tinha sido por causa de um brinquedo e os dois eram tão crianças que mau se lembrava. se virou e foi em direção ao seu quarto, fingindo não escutar as coisas que ele falava. – Volta aqui eu estou falando com você.
: Para de falar comigo Jonas. – empurrou a porta de seu quarto com força sendo seguida por . – Eu estou aqui não estou?
: Mas poderia não estar, sua mãe nunca te ensinou a não aceitar ajuda de estranhos?
: Eu cansei de esperar por você. – muitos pensariam que ela falava que tinha cansado de esperar no banco, mas ela falava de outra coisa, tinha cansando de esperar por ele quando ele nunca olhava para ela. – Para de brigar comigo você não é meu pai, nem meu parente, nem nada, nem se importa comigo. – abaixou o rosto colocando as mãos sobre ele deixando que as lágrimas caíssem. – Sai do meu quarto.
: Eu me importo com você, é por isso que eu estou brigando. – se aproximou da garota. – Podia ter acontecido algo com você, e se isso acontecesse, eu não me perdoaria. – levantou o rosto de enxugando algumas lagrimas que desciam pela face da garota.
: Por que eu sou como uma irmã para você e...
: Não, porque... você... – olhava em seus olhos, podia sentir a respiração pesada da garota bater em seu rosto, seus batimentos descompassados, sua pele fria pelo vento da rua. Se ficasse ali mais um segundo só faria besteira, se soltou do abraço se afastando da garota sentando na cama dela enquanto ela permanecia em pé. – Com quem você veio?
: Com quem eu vim? – arrumou os cabelos. – Tipo quem me trouxe aqui?
: Você entendeu. Quem te trouxe?
: Bem quem me trouxe foi um garoto da minha escola... – deu uma tossida.
: Que garoto?
: ... você não conhece. – olhou para os lados.
: ? O cara de ontem na boate? – se levantou da cama. – Pior ainda, viu como ele ficou te cantando ontem? Ele podia tentar algo.
: O não é assim, ele é tão legal, e engraçado, e bonito, me entende, é um bom amigo... – abriu um sorriso, mas o escondeu vendo que tinha acabado de descrever nada mais nada menos que . – Gosto dele.
: Não devia. Sabe como são esse caras populares de escola, ele vai machucar seu sentimentos.
: Você era popular na escola.
: Eu sou diferente.
: E por quê? – colocou as mãos na cintura encarando em busca de uma resposta. – Por que ?
: Ora por que... – escutou a campainha tocar, e sentiu um alivio imerso, salvo pelo gongo. Deixou no quarto sem resposta e correu para atender a campainha.

Por que você não fica?


O mês passou rápido, voando como dizia. Naquele mês tinha ido visitar os pais em New Jersey em um dos finais de semana, todo mês ela fazia a mesma coisa, ir visitar os pais, uma das condições imposta por eles para que ela pudesse ir para NY. Infelizmente não pode ir por causa do emprego, mas mandou recados para a sua família, também mandou um brinquedo para Frankie, ele ficou tão feliz quando lhe entregou o brinquedo que passou o resto do dia brincando com o brinquedo, ele ainda sentia muito falto do irmão. Denise fez questão de fazer um bolo para que levasse para , era o preferido dele. (n/a: claro que esse bolo é diet se for o Nick.). quase não conseguiu voltar para NY a tempo, seus pais ficaram em eternas despedidas e sua mãe logo começou a chorar, só conseguiu ir depois que disse que daqui a duas semanas voltaria de novo.
Naquele mesmo mês nevou em NY e , , e foram para o Central Park se divertir na neve. Era dia de Domingo então eles puderam se divertir a vontade. Fizeram uma guerra de neve, as garotas contra os garotos, eles teriam vencido se não tivesse feito chantagem emocional com , o fazendo as deixarem ganhar.
: Pára! Jonas eu quero atender o telefo... – uma bola de neve lhe atingiu. – Agora você me paga. – juntou toda a neve que pode do chão e atirou em o acertando, ela com certeza erraria se ele não tivesse sido bonzinho a deixando acertar. – Agora eu vou atender ao telefone. – pegou o seu celular que já tocava a minutos. – Alô?
: Oi ! Eu estou te atrapalhando? que estava escutando deixou escapar um ‘Claro que ta!’.
: Claro que não, pode falar. – começou a sorrir como sempre fazia quando a ligava.
: Um amigo me convidou para sair e queria saber se você queria ir comigo, se você não estiver ocupada, claro.
: Que dia?
: Para hoje, ta afim, eu posso te pegar na sua casa que tal?
: Eu vou adorar! Você passa as 08h00min?
: Fechado, nos vemos as 08h00min!
: Você vai?
: Claro que SIM!
: Não acredito que você vai sair com esse idiota!
: para de falar mal do , ele vai ser meu futuro namorado. – e começou a ter um ataque de risos da besteira que tinha falado, caras como não namoravam garotas como ela, ele parecia o tipo que gostava de supermodelos loiras altas e super magras. Ela tinha plena noção que ele só queria amizade com ela e nada mais.
: Menina o que eu ouvi! – saiu de perto das duas elas começariam mais um papo de mulher, provavelmente começaria a dar dicas para . – Você já sabe o que vestir? Tem que ir para casa se arrumar já é 05h00min, vamos para casa eu vou te ajudar, o não é qualquer cara, ele é o !
: como você, só você mesmo. Eu já estou começando a me sentir mal nessa neve, vamos logo antes que eu fique doente e perca a oportunidade da minha vida. – as duas foram andando até o banco em que e estavam conversando, assim que elas chegaram, eles pararam de conversar. – Nos já vamos para casa !
: Tanto faz. – virou o rosto de lado cruzando os braços.
: A tem um encontro super importante mais tarde, eu vou ajudar ela a se preparar. – deu um beijo em . – Você pode preparar o almoço sem por fogo no apartamento?
: Claro que sim, eu sou um cozinheiro nato! – colocou as mãos na cintura fazendo rir, ela lembrava bem da última vez que tentou cozinhar, ele colocou fogo nas cortinas da cozinha e conseguiu derreter uma panela de aço. – Pode ir à vontade. – as garotas se distanciaram conversando sobre um vestido. – ta muito na cara.
: Muito na cara o quê? – olhou com cara de poucos amigos para .
: Ta na cara que você gosta da . – começou a rir. – Você gosta dela né? O jeito que você contava as coisas de vocês em New Jersey, o como ela é engraçada, tímida, uma boa amiga, legal e bonita. – fez uma imitação perfeita de .
: Você falou certo, boa amiga, nada mais.
: Então por que esta com raiva por que ela vai ter um encontro?
: Quem disse que eu to com raiva?
: Só um cego e a não percebe, ah e você mesmo.
: Eu não tenho certeza se to gostando dela, às vezes eu acho que sim, mas outras eu acho que por carinho de amigo mesmo, eu não quero estragar a nossa amizade fazendo besteira.
: Gay você já sabe que não é! – sim sabia, contava tudo para , ele era seu único melhor amigo. – Agora só precisa descobrir se gosta dela como amigo/irmão ou como homem.
: Fácil dizer ¬¬
: Escuta só... – os dois ficaram ali conversando e escutava todas as teorias de se segurando para não rir.
e chegaram ao hotel geladas pelo frio da neve, subiram para o apartamento de e e correram para o quarto de . abriu o closet da garota à procura de uma boa roupa para o encontro, olhava roupa por roupa analisando cada uma cuidadosamente.
: Onde ele disse mesmo que te levaria? – olhava uma calça Jeans.
: A um clube, acho que vai ser um aniversário!
: Que tipo de clube?
: Não sei.
: Como não sabe? Isso é essencial agora eu vou ter que improvisar, nada pode dar errado. – depois de mais dez minutos olhando as roupas de pegou um vestido preto tomara-que-caia que ia até quatro dedos acima dos joelhos, tinha uma faixa de seda em volta da cintura formando um laço delicado, sapato de salto na mesma cor do vestido com detalhes prata. Na cabeça uma tiara delicada de prata. (n/a: não gostou? Imagina outra coisa.). – Isso vai ficar perfeito, vai tomar um banho e vista isso, eu vou fazer a sua maquiagem.
: eu sou fera na maquiagem.
: Mas eu vou te maquiar, você pode manchar o vestido por praga do .
: Como assim? – não entendeu o que a amiga queria dizer, talvez não quisesse que ela fosse por manter um interesse em ? Não. Ou sim?
: Anda logo, daqui a pouco ele chega. – entrou no banheiro e tomou um belo banho, se enxugou e depois passou hidratante no corpo, vestiu o vestido que havia separado e arrumou o cabelo em um coque frouxo com algumas mechas soltas ficando simplesmente perfeito. – Uau o vai babar amiga.
: Esta bom? – disse dando uma volta.
: Não, esta perfeita. Senta aqui que eu vou fazer sua maquiagem. – sentou-se na cadeira de sua penteadeira e começou a fazer a maquiagem na garota, ficou meia hora para terminar a maquiagem, mas quando terminou tinha valido a pena. – Pronto amiga meu trabalho esta pronto, agora eu vou indo antes que o ponha fogo no apartamento.
: Obrigada , eu nem sei se ia conseguir me arrumar de tão nervosa.
: Amiga é pra essas coisas. Não precisa me acompanhar até a porta, tchau boa sorte e amanhã eu quero saber de tudo. – ela saiu do quarto correndo, tinha sentido cheiro de queimado e seu sexto sentido dizia que era pondo fogo no apartamento mais uma vez.
calçou as sandálias e ficou sentada em sua cama, esperando tocar a campainha, seu coração disparava de tanta ansiedade, e se ele não vinsse? Começou a ficar mais nervosa quando esse pensamento passou por sua cabeça, mas escutou a campainha tocar e saiu correndo, parou na porta para se recompor, respirou fundo e arrumou o vestido deu uma checada no cabelo e abriu a porta.
: Eu esqueci as chaves e... – perdeu as falas assim que viu , ela estava simplesmente perfeita naquele vestido, estava perfeita, mas não era para ele. – Me esqueci às chaves.
: o apartamento é seu, por que esta sem graça? – deu um sorriso, o que a deixou ainda mais perfeita. O Jonas não conseguia parar de olhar para ela deixando-a constrangida. – Eu vou esperar no meu quarto.
Foi para o seu quarto se sentou em frente à penteadeira e começou a se olhar no espelho, pegou um gloss, o seu preferido por sinal, e começou a passá-lo delicadamente nos lábios. Assim que terminou seus olhos foram até a porta de seu quarto, se assustou um pouco quando viu encostado no batente da porta a encarando, ou melhor, a observado.
: Você esta linda! – descruzou os braços entrando no quarto, parando perto da penteadeira. – Muito bonita.
: Ta dizendo que habitualmente eu sou feia? – tentou descontrair o ambiente, mas ainda se sentindo constrangida com os olhos de sobre si.
: Não, eu estou dizendo que hoje você esta mais bonita que habitualmente. – se abaixou ficando na altura da garota que permanecia sentada, sua pele rubra e olhando para as próprias mãos. – olha para mim! – ela levantou os olhos encarando a face perfeita a sua frente. – Por que você não fica? (n/a: eu ficava na hora, podia ser um encontro com o Papa, que eu desmarcava saahshhas.).
: Ficar...? – escutou a campainha tocando, se levantou rápido indo em direção a porta, mas a segurou levemente pelo braço.
: Fica! – seus olhos lhe imploravam que ficasse que ela não saísse daquele apartamento com outro, que ela não o deixasse ali sozinho em companhia dos moveis, ele queria a companhia dela.
: Eu não posso... eu... – soltou seu braço de e foi em direção a porta, respirou fundo e a abriu, estava lá segurando rosas vermelhas e brancas, as suas preferidas. – não precisava.
: Rosas para uma rosa. – “Meu essa é velha rs, mas com você tudo fica bem.” – Vamos senhorita? – ele deu aquele riso perfeito que a deixava sem ação, embora ela estivesse querendo ficar ali com ela segurou em seu braço e saiu para a noite com ele. – Você esta linda , com certeza vai ser a garota mais bonita da noite. – dizia isso enquanto abria a porta de seu carro conversível, a tempos já sabia que ele tinha uma ótima condição financeira, era de família rica.
: Exatamente a que clube vamos? – colocou o cinto.
: É uma festa de aniversario de um amigo meu, e não se preocupa com presente.
: Ta me dizendo que é um dos seus amigos ricos e populares?
: É! Você tem algum problema com isso? – olhou para a garota ao seu lado.
: Não tudo bem. – deu um sorriso forçado. Na verdade ela sabia que não se sentiria a vontade com os amigos de , eles eram todos ricos e... Idiotas, as garotas eram fúteis, falsas, fofoqueiras e... Idiotas. Os garotos se achavam, eram fúteis, e só falavam de garotas que já pegaram, ela ainda não sabia como andava com eles sendo tão diferente, sendo tão o oposto deles.
Assim que chegaram ao clube apresentou para todos os seus amigos, a garota agradeceu intimamente por ter a arrumado tão bem, todos ali estava extremamente chiques. O ambiente nem se fala, tudo cuidadosamente ornamentado com objetos caros e raros, as comidas provavelmente foram fias por um bufê especializado.
Aquele lugar estava chato, ali tinha uma pista de dança era uma típica festa de gente rica. conversava com uns amigos e ela estava sentada em uma mesa bebendo refrigerante extremamente entediada, três garotas se aproximaram segurando copos de Martini e se sentaram na mesma mesa que a analisando cuidadosamente.
Blair: Você é a garota que veio com o ? – arrumou o seu caríssimo vestido Prada. (n/a: são personagens de Gossip Girl, estava com preguiça de pensar, e eles se encaixam na Fanfic. Agora esqueça o Nate, ele ta com raiva porque eu o matei na NFB ahshhass.).
: Sim. – lembrou que dizer ‘É’ para essa gente é falta de educação. “Eu mereço, como se a festa já não estivesse chata o suficiente essas metidas vem aqui, provavelmente para me humilhar.”
Serena: Prazer, eu sou a Serena, essa é a Blair e aquela é a Kati ex do . – por que ela tinha que dizer ex? Ela não pediu informação nenhuma.
: Prazer, eu sou a , mas podem me chamar de .
Blair: Você não bebe? – tomou um gole de seu Martini.
: Não, eu não sou fã de bebida. – as três começaram a rir.
Kati: Não sabe o que esta perdendo.
Serena: Mas então vocês já transaram? – se espantou com a pergunta da garota, e perguntou assim na maior cara de pau, como se fosse à mesma coisa que perguntar que sorvete ela mais gostava.
: NÃO! Nos nunca é... vocês sabem. – tomou um gole de refrigerante nervosa com a situação. – Ele disse isso?
Blair: Não, é que as garotas que saem com o não perdem muito tempo pra isso sabe.
Kati: É. Eu pelo menos não perdi. – deu um risinho irônico, já estava com vontade de ir embora daquele lugar.
: Bom pra você. – olhou no relógio, já eram 11h30min, ela já tinha ficado tempo de mais naquele lugar, com aquelas pessoas. Qualquer um se mataria para ficar ali com aquelas pessoas, mas ela não, o que mais queria era ir embora daquele lugar, daquela atmosfera pesada.
Kati: Eu vou ao toalete retocar a maquiagem. – se levantou levando seu copo de Martini, mas pôde ver perfeitamente que ela passou longe do banheiro.
Serena: Não liga, ela é vadia assim mesmo. – “Se elas são amigas eu e a somos irmãs. Ela mal esperou a outra sair pra ficar falando mal dela. Eu vou embora agora.”
: Bem foi um prazer conhecer vocês, mas eu tenho que ir embora. Tchau. – pegou sua bolsa e se levantou procurando .
Não o achou em parte nenhuma, encostou-se ao balcão de bebidas esperando o ver em alguma parte.
Chuck: Você esta procurando o ? – se encostou ao balcão também.
: Sim, você o viu?
Chuck: Na verdade sim, eu o vi indo naquela direção com a Kati. – e apontou para um corredor.
: Obrigada. – foi em direção ao corredor antes que Chuck a passa-se uma cantada barata assim como ele fez quando ela chegou à festa.
viu ali o que ela não queria ver, o que seus olhos não queriam acreditar, estava beijando Kati. Lagrimas escorreram por seu rosto, a primeira coisa que passou por sua cabeça foi ir lá e armar o maior barracos, mas não teve forças para isso, apenas deu meia volta e saiu quase que correndo da festa. Atravessou o grande portão a pé e ficou na calçada esperando que um taxi passa-se ali, sua maquiagem perfeita já estava praticamente toda borrada pelas lagrimas quentes que escorriam por seu rosto. O frio da noite não perdoava e ela tremia, tremia não só pelo fio mais também pelo um misto de tristeza e raiva, como podia ter sido tão boba para acreditar nele? Estava na cara que um garoto como não queria nada sério com ela, provavelmente apenas queria diversão por uma noite e como ela nunca lhe daria isso foi descartada. Sentia raiva dele, mas acima de tudo sentia raiva de si mesma, por não ter escutado , ele tinha razão.
Finalmente um Taxi passou ali depois de horas esperando, quase se jogou na frente do taxi pra que ele parasse, entrou no taxi e pediu para que o taxista a levasse no Hotel.


Não importa mais agora...


pagou o taxi com o pouco dinheiro que tinha levado, foi a última coisa que pegou antes de sair de casa e agora agradecia por ter se lembrado de ter trago algum dinheiro. Entrou de cabeça baixa no hotel não queria que ninguém a visse assim tão... mal, sabia que ficariam fazendo perguntas que só a fariam pior.
: espera. – ela ouviu a voz de a chamar assim que apertou o botão do elevador, torceu para que o elevador chegasse rápido antes que ele a alcançasse, mas não teve tanta sorte. – O que você viu...
: Eu não quero saber. – evitava olhar nos olhos, na verdade aquela noite evitaria olhar qualquer um nos olhos. – Vai embora eu não quero falar com você.
: Mas eu tenho que falar com você e vou, o que você viu foi um engano ela apareceu lá e... – tentou bloquear todas as palavras que saiam da boca de , tudo o que queria era que aquele elevador chegasse logo. Seu pedido foi atendido assim que as portas do elevador se abriram e ela entrou mais que depressa, apertou o botão do seu andar rápido não dando tempo de entrar, encostou-se à parede do elevador deixando que as lágrimas caíssem por seu rosto.
subiu correndo pelas escadas tentando chegar primeiro do que , e quem sabe ter a chance de explicar o que realmente tinha acontecido. A porta do elevador se abriu e correu em direção a porta do apartamento procurando sua chave na bolsa, mas ela não estava lá, teria que tocar a campainha, então fez o mais rápido tocando-a várias vezes seguidas.
: você tem que me escutar. – virou a garota pelo braço de leve, ainda exausto pela subida pelas escadas. – Eu não queria beijar a Keti ela me beijou.
: E você não fez nada para impedir, você me chama para sair e fica com outra garota, eu já devia saber que tipo de cara você era. – tocou mais uma vez a campainha, era o cumulo do azar se não estivesse em casa. – Me solta! – puxou o braço com força.
: eu já disse que não a beijei eu... – ele parou de falar e ficou encarando a porta atrás de , ela se virou e viu que ele não encarava a porta, mas sim que estava parado na porta. Desviou os olhos dos de para que ele não visse a dor estampados neles, agora a vontade de chorar descontroladamente aumentou mais ainda.
: Vai embora... – foi a única coisa que ela conseguiu dizer entre o choro.
: me ouvi...
: VOCÊ NÃO OUVIU? Ela não quer te ver, vai embora, o que você fez a ela? – nunca tinha visto a amiga assim, a dor em seus olhos cortava o seu coração. – Vai embora ou eu chamo a segurança.
: Eu vou mais eu volto. Eu preciso falar com ela. – foi até o elevador e foi embora.
: o que ele fez com você? – deu espaço para que ela entrasse em casa, ela ainda mantinha a cabeça baixa e não conseguia falar. – Ele te machucou.
: Eu não quero falar... Sobre isso. – passou a mão pelo cabelo arrancando a tiara de prata da cabeça, se apoiou no sofá e tirou as sandálias pisando descalço no chão. – Você tinha razão, deve estar feliz agora, não é?
: Como você quer eu fique feliz te vendo nesse estado? Me diz o que ele te fez? Ele te tocou a força, é isso? – serrou os punhos com tanta força que sentiu o sangue fugir das mãos. – Me diz .
: Não importa agora, o que esta feito esta feito. – caminhou em direção a seu quarto, se sentia fraca, não só pelo impacto emocional, mas passar tanto tempo exposta ao frio deixou-a doente.
não podia entender o que tinha acontecido, abriu a porta com raiva e pegou o elevador descendo para o térreo, com sorte ainda o encontraria ali, e poderia tirar satisfações. Nem se lembrou que ainda estava usando uma roupa de dormir, a calça do pijama e uma blusa branca. Algumas pessoas o olharam mas ele nem ligou, assim que o elevador parou no térreo por sorte estava acabando de sair, correu até ele.
: Hey Você para ai. – se virou para ele. – Agora você vai me contar o que fez com a , porque ela não quis me falar.
: Se ela não te contou é porque ela não quer que você se meta na vida dela. Você já parou para pensar que ela não quer que você se meta a vida dela?
: Eu me meto porque ela é importante para mim.
: E quem você acha que é, o namorado? É isso que você quer?
: Você é mais idiota do que eu pensei. – segurou pela gola da camisa. – Você vai me dizer o que fez com ela ou eu vou ter que te bater?
: Eu não quero perder meu tempo com você, eu não fiz nada e pronto. – fechou os punhos e sem nem mesmo pensar deu um soco em o fazendo cair no chão, ele se levantou para revidar mais foi segurado pelos seguranças do hotel.
Segurança: Senhor nada de brigas no prédio, o senhor conhece essa regra. – passou a mão no queixo limpando fio de sangue que escorria ali.
: Desculpa, não vai mais acontecer e esse idiota já esta de saída. – tentou ir na direção de para iniciar uma briga, mas foi arrastado para fora do prédio pelos seguranças.
tirou aquele vestido e entrou no chuveiro de água quente limpando a maquiagem borrada, deixou a água escorrer por seu corpo como se ela pudesse levar a angustia que estava sentindo. Enrolou-se em uma toalha começou a tirar o resto da maquiagem com desmaquilante, se segurando para não deixar mais nenhuma lagrima cair, procurou no armário do banheiro algum remédio para febre mais não tinha nada ali.
Vestiu seu pijama, uma blusa se alças largas rosa claro e um short, patenteou os cabelos e foi até a cozinha procurar algum remédio para tomar. Olhou em todos os armários e não viu nada que lhe lembrasse um remédio, abriu a geladeira e pegou um suco, o tomou o mais rápido que pode e foi em direção ao seu quarto, mas parou no caminho ao ver que estava parado na porta da cozinha.
: Boa noite . – disse com uma voz tão triste que quase não conseguiu falar.
: ... – se aproximou da garota. – Você pode confiar em mim, o que ele te fez? Você parece tão mal...
: É bobagem de garota não quero te incomodar. – deu um sorriso fraco. – Boa noite.
: Não incomoda, pode falar. – disse abraçando a garota que deixou cair algumas lágrimas. – Você esta quente. – colocou a mão na testa de . – Esta com febre, eu vou pegar um remédio para você.
: É só um mal estar amanhã eu vou estar... melhor. – foi até um armário e pegou um remédio, como ela não havia conseguido encontrar? Ele lhe entregou o remédio com um copo de água, ela tomou o comprimido devolvendo o copo para ele. – Obrigada.
: Boa noite, quando você quiser me contar eu vou te escutar. – segurou nas mãos de que estavam extremamente geladas apesar da febre. – Esta com frio?
: Um pouco. – novamente ela estava mentindo, estava com tanto frio que seus ossos doíam, mas não queria preocupá-lo.
: Eu te levo ao seu quarto. – os dois foram andando em silencio até o quarto de . – Boa noite.
: Boa noite. – encostou a porta, foi até o closet e pegou mais um edredom, deitou-se na cama se embrulhando com os dois edredons tentando dormir, mas não conseguia.
foi para o seu quarto ainda pensando naqueles olhos tristes, naqueles olhos que transmitiam somente a dor, nunca havia a visto assim, ela sempre estava sorrindo mesmo que estivesse triste. 12h00min... 12h30min... 01h00min... E nada dele conseguir dormir, estava preocupado de mais para isso, se levantou da cama e foi até o quarto de ver como ela estava. Abriu a porta de vagar para não acordar a garota, se aproximou da cama, tremia apesar de estar embrulhada com dois edredons extremamente grossos.
: ... – abriu os olhos lentamente, mas parecia que ela não estava em sã consciência. – O que você faz aqui?
: Eu vim ver se você estava melhor. – se abaixou na altura a cama. – Mas parece que não estar.
: Eu estou bem, é só... o frio...
: Chega pra lá. – levantou o edredom se deitando junto com na cama. – Eu vou te esquentar, calor humano. (n/a: já me esquentou só de imaginar isso ahshah.). – a abraçou por debaixo dos lençóis a sentindo tremer de frio, ela estava quente mais ainda sim sentia frio, a abraçou mais forte tentando a esquentar. – Se você quiser me contar agora... Só não me diga que ele te tocou se não eu nem sei do que sou capaz.
: Ele me traiu, ele estava beijando outra garota. – o frio começava a passar com o calar do corpo dele, não se importou dele estar ali, ela sabia muito bem que ele a via apenas como uma amiga, e alem do mais ele era gay. – Estava beijando outra... eu gostava dele, você não sabe como doeu vê-lo beijando outra.
: Eu sei. – a abraçou mais forte. – Dorme. Eu to aqui. Ele não vai mais te fazer mal.
: ... obrigada. – e começou adormecer ali em seus braços.
: Eu te amo. – disse em um sussurro.
: Eu também te amo. – pensou estar delirando, pensou que escutar dizer que a amava não passou de um delírio, seus lábios responderam involuntariamente.
: Como eu queria que você não estivesse delirando. – mas dessa vez ela não pode escutar, já tinha caído no sono, mas ele continuava ali ao seu lado. (n/a: mãe da próxima vez que eu ficar doente eu quero esse remédio ai! Ahhhashashhshs.).
A luz do Sol entrou pela janela do quarto de batendo contra os seus olhos a fazendo acordar, abriu os olhos lentamente e estranhou a cena que estava vendo, ao seu lado estava a abraçando. Ela não se lembrava de muita coisa da noite anterior, ou melhor, até lembrava, mas pensava que tudo tinha apenas sido um delírio seu pela febre. Levantou-se de vagar para não acordar e foi para a cozinha, abriu a geladeira e pegou algo para comer, sentou-se nos bancos do balcão pensando no que tinha acontecido noite passada, ela ouviu certas coisas que só poderiam ser delírio de sua mente.
: ? – ele entrou na cozinha a assustando. – Você esta melhor?
: Sim. – não olhava para o rosto de , apenas olhava para o mármore do balcão como se fosse a coisa mais interessante do mundo. – A febre já passou. Eu acho que vou me arrumar para ir a escola.
: Acho que já esta bem para ir à escola? Você podia faltar hoje. – por instantes achou bom faltar a escola assim não teria que ver , mas não podia ficar o resto da vida o evitando. – Eu posso ficar com você.
: Eu acho melhor eu ir para a escola, e alem do mais você não pode ficar faltando ao trabalho. – deu um pulo da cadeira sentindo as pernas doer pelo impacto no chão.
: Você só vai comer isso? – olhou para o balcão onde tinha apenas um pedaço de pão integral e um copo de suco. – Ta querendo ficar doente de novo? (n/a: se eu tivesse que tomar aquele ‘remédio’ eu queria sim ahshhas.).
: Eu lancho algo no caminho. – foi para o seu quarto tomou um banho rápido e trocou de roupa, pegou seus materiais e correu para a porta. – Tchau .
: Tchau. – ele gritou da cozinha.
pegou um metrô até a escola, depois de alguns meses na cidade já tinha aprendido o caminho da escola, pelo menos isso ela tinha aprendido já que ainda não sabia andar muito bem pela cidade. Chegou à escola uns segundos atrasada, foi para o prédio três onde teria aula de Artes, a única aula que ela tinha com . Sentou-se em sua cadeira de costume do lado de perto da janela.
: E ai conta tudo! Como foi?
: Horrível.
: Como assim horrível? Você saiu com e foi horrível?
: É. Foi horrível, péssimo, o pior encontro da minha vida.
: E o que aconteceu?
: Nos fomos para um aniversario de uns dos amigos ricos dele e... – começou a contar tudo para , desde as garotas metidas até a parte em que flagrou beijando outra.
: Ele estava beijando outra? – não acreditava.
: É. Foi tão ruim quando eu o vi beijando aquela vaca garota, eu gostava dele, pensava que ele era diferente desses outros caras, mas eu vi que ele é igual. – rabiscou algo no caderno. – E depois de ter ficado tanto tempo na rua com todo aquele frio eu acabei ficando com febre...
: E...?
: Quando eu estava passando mal na cama o se deitou comigo. – rabiscou o caderno com mais força.
: Ele o quê? Hummm bem que eu desconfiei que ele sentia algo por você. O quê mais?
: Ai eu não sei se tava delirando, mas eu acho que escutei ele dizer que me amava.
: Claro que ama, ta na cara.
: Não ele não ama, porque o é gay. – colocou a mão na boca vendo que tinha deixado escapar o segredo do amigo.
: ELE É GAY?! – a sala inteira olhou para depois do grito que ela deu. – Desculpa professora, eu estava comentando sobre um livro. – a professora lhe lançou um olhar fuzilador e voltou a escrever no quadro. – O é gay?
: Fiama por tudo que é mais sagrado não conta isso para ninguém, eu tinha que guardar esse segredo, e acabei falando sem querer. Prometa que não vai contar para ninguém!
: Esta tudo bem eu prometo. Mas ainda não posso acreditar que o é gay, sabe não parece. Quer dizer ele não parece ser gay. – balançava a cabeça sem querer acreditar. – O sabe?
: eu sei bem o que você esta pensando, o é só amigo do , não pensa besteira.
: Eu não pensei. – tratou de dizer.
: ¬¬ Sei... Mais que isso fique só entre nós entendeu?
: Entendi, só entre nós.

Está tudo tão confuso.


O resto das aulas tinha sido o maior tédio, as mesmas aulas com os mesmos professores de sempre, nenhuma novidade apenas o mesmo dia entediante. Por sorte ainda não tinha visto em nenhuma parte da escola, talvez ele não tenha vindo à escola com vergonha de mostrar a cara, ou talvez ele apenas a tivesse evitado durante todo o tempo, e a segunda hipótese era a que ela mais acreditava. Despediu-se de após a última aula e se sentou no banco que ficava em frente da escola, olhou no relógio e estava cinco minutos adiantada, quem sabe não se atrasasse dessa vez. Pegou o seu livro de História e começou a ler para a prova que teria daqui a uma semana.
: Oi. – se sentou ao lado de no banco, ela tão pouco se importou com sua presença apenas o ignorou como se ao seu lado não estivesse nada. – Eu sei que você esta zanga e triste pelo o que aconteceu ontem, eu te entendo, afinal você pensa que eu beijei aquela garota.
: Desculpa você falou comigo? – se dirigiu a ele como se não tivesse escutado nenhuma palavra que ele tinha dito, como se ele fosse um completo estranho.
: Sim eu estou falando com você. – passou a mão nos cabelos como se estivesse tenso pela situação. – Eu sei que você pode não me perdoar, talvez nunca mais olhar na minha cara por pensar que eu sou cafajeste...
: Eu não penso, eu tenho certeza que você é um cafajeste, a e também é idiota. – voltou a olhar para o livro, como se ela estivesse lendo alguma coisa, na verdade olhava para o livro apenas para segurar as lágrimas.
: Mas eu não sou nenhum cafajeste e nenhum idiota. – imitou a voz da garota que o olhou de lado. – A Kati era a minha ex-namorada e ela não superou, ela ficou com raiva porque eu te levei e quis se vingar. Foi por isso que ela me beijou, a intenção dela era que você visse e funcionou.
: É você tem razão funcionou. – tapou o rosto com o livro deixando uma lágrima solitária correr por seu rosto. – Você já se explicou agora pode ir embora.
: E você não vai fazer nada, nem vai dizer se me perdoa, se acredita, se me odeia.
: Para quê dizer alguma coisa? Não vai mudar em nada mesmo. – enxugou a lágrima. – Na verdade eu nem sei por que você quis me explicar alguma coisa, sabe quando nos saímos nós não éramos namorados nem nada, apenas amigos. Eu é que fui boba de ter ficado magoada com o que aconteceu. Então você pode ir agora para onde os seus amigos ricos. – colocou os livros dentro da bolsa.
: Eu não vou para onde os meus amigos, porque o lugar que eu quero ficar é aqui, ao seu lado. Eles nem são amigos de verdade, eu só me importo se você vai me desculpar ou não.
: E por que você se importa? – dessa vez passou a olhar para o garoto.
: Porque eu gosto de você. – os dois ficaram se olhando em silêncio até que foram atrapalhados por um carro freando bruscamente. – De novo não. – revirou os olhos ao ver descendo do carro.
: ? – se levantou do banco. – Você chegou cedo. – olhou no relógio.
: É to vendo. Eu não acredito que você esta conversando com esse cara depois de tudo, depois de ele a ter deixado naquele estado.
: Você não manda com quem ela deve falar ou não.
: Eu pensei que eu tinha dito para você ficar longe dela, esta querendo a magoar de novo? – novamente apertou os punhos.
: ele só estava me explicando o que tinha acontecido ontem. – apertou a alça da bolsa com força, não queria que brigasse com , ela com certeza não conseguiria separá-los.
: Vamos embora. – puxou pelo braço.
: Você não manda nela, se ela quiser ficar não é da sua conta. – se segurou para não brigar com ali mesmo, não queria brigar na frente de , apenas se controlou.
: Entra no carro . – ele não pediu como sempre, dessa vez sua voz saiu em tom de ordem, a garota achou melhor não contrariá-lo abriu a porta do carro entrou e colocou o cinto, esperou em silêncio até que entrasse no carro. Ele deu a partida e começou a dirigir rápido até o hotel. – Eu não acredito que você estava falando com ele depois de tudo.
: Ele queria me explicar às coisas, eu não podia fazer nada, eu só escutei. – mordeu os lábios inferiores com raiva por a estar tratando como uma criancinha.
: E boba do jeito que você é deve ter acreditado em tudo. – apertou o volante com força. – Ele vai mentir como sempre, eu aposto que tudo que ele disse é mentira e você caiu feito uma boba. – freou o carro bruscamente, eles já havia chegado na garagem do prédio e estacionava o carro. Ele havia corrido tanto que já haviam chegado, e por sorte sem ter deixado vitimas no caminho. – Para de fingir que não estar me escutando. – desceu do carro batendo a porta, a imitou mais batendo a porta com mais força.
: Para de querer mandar na minha vida. – entrou no elevador apertando o botão do seu andar, entrou antes que as portas se fechassem. – E para de ficar dizendo que eu sou boba e burra.
: O que eu vou fazer se é a verdade?
: Cala a boca. – sacudiu a cabeça. – O idiota aqui é você. O que deu em você pra ficar se metendo na minha vida? Não é da sua conta, nunca foi. Você nunca se importou, por que se importa agora? – as portas do elevador se abriram no andar dos dois, os dois saíram mais do que depressa do elevador.
: Eu me importo porque eu não quero que você seja feita de idiota de novo, como sempre, todos a fazem de idiota, porque você nunca deixa de ser a garota boba e idiota que acredita em todos.
: CALA A BOCA. – jogou a sua bolsa no chão do apartamento, enquanto batia a porta com força. – Isso não é verdade, para de dizer essas coisas horríveis de mim, não é verdade. – lágrimas caíram de seu rosto.
: A verdade dói, não é? – se aproximou da garota. Nem ele mesmo sabia o porque estava falando aquelas coisas horríveis sobre ela, talvez por estar com raiva dela esta dando um segunda chance a depois de tudo. – A verdade dói .
: Pára! – por impulso deu um tapa no rosto de o fazendo virar o rosto, não queria ter feito aquilo não queria ter lhe dado um tapa, mas perdeu a cabeça, perdeu o controle. – Me desculpe.
: Você é uma idiota mesmo. – ele passou a mão no lugar em que tinha levado o tapa. Foi em direção a com o olhar em chamas. – Volta aqui , eu vou terminar de falar o que eu tenho que dizer, mesmo que eu ganhe outro tapa.
: Fica longe Jonas. – começou a correr pela casa indo em direção ao corredor, pretendia se trancar no quarto. Sabia perfeitamente que não seria capaz de bater nela, mas não queria mais escutar o que ele tinha para dizer, aquelas palavras a magoavam. – Fica longe.
: Volta aqui. – conseguiu a alcançar a tempo antes que ela entrasse no quarto, segurou-a firme pelo braço a empurrando contra a parede do corredor. – Agora você vai escutar tudo o que eu tenho pra te falar. – a pressionava com força contra a parede, impedindo que ela fugisse de algum jeito, a mão direita na altura da cabeça de e a mão esquerda em sua cintura.
: para eu não quero ouvir, eu não quero ouvir as besteiras que você quer falar. – virava o rosto tentando diminuir o contado entre os dois, a respiração dele batia contra o rosto dela deixando-a fraca.
: Você não pode perdoar ele, ele vai... – não conseguir continuar a sua frase. Os dois mantinham a respiração pesada, o rosto de totalmente rubro. – ... – ele sussurrou o nome da garota no ouvido dela (n/a: ui arrepiou até aqui ahshahs.). Ele segurou no queixo da garota virando o rosto da mesma para ele, foi aproximando seus lábios do dela lentamente, até que os lábios dos dois se juntaram em um beijo, um beijo que há muito tempo os dois esperavam, ela até mais que ele. Ainda se lembrava do primeiro beijo que eles tinham dado naquele churrasco, no dia em que ele tinha lhe dito que era gay, naquele dia ele a beijava como se não sentisse nada, como se beijasse uma parede. Muito diferente do beijo que os dois estavam trocando naquele momento, aquele beijo era um beijo de paixão, desejo, mas acima de tudo um beijo de amor. Ele desceu a sua mão direita a segurando pela cintura a pressionando contra a parede, a cada momento que se passava aquele beijo ficava mais quente e demonstrava a vontade dos dois de se beijarem a tempos.
: ! – o empurrou de leve tomando ar, os lábios vermelhos pelo beijo e a respiração pesada em busca de ar.
: me desculpa eu... – se aproximou de que recuou, se mantendo longe dele. – Me desculpa foi por impulso.
: Por quê? Eu não entendo, você nem gosta de... – sacudiu a cabeça tentando voltar a raciocinar depois daquele beijo que tirou seu chão. Tudo o que conseguiu fazer foi entrar em seu quarto, bateu a porta a trancando, se encostou à porta e escorregou até se sentar no chão.
: abre a porta! – batia na porta, precisava explicar tudo a ela. – ...
: Eu quero ficar só! – gritou de dentro do quarto a voz abafada pelo choro. – Me deixa só!
pegou sua chave e saiu do apartamento, precisava conversar com alguém sobre o que tinha acontecido, e a única pessoa que o escutaria que o entenderia naquele momento era o seu melhor amigo, . Não teve paciência de esperar o elevador foi de escadas mesmo, afinal era somente um andar. Bateu na porta de torcendo para que ele abrisse, torcendo para que ele estivesse lá.
: ?! – abriu a porta dando de cara com um totalmente nervoso. – O que aconteceu?
: Eu perdi a cabeça, preciso de ajuda. – disse mexendo freneticamente nos cabelos. – Agora!
: eu já volto, vou a cafeteria com o , já volto. – bateu a porta acompanhando até a cafeteria da esquina, era melhor conversar lá, poderia escutar alguma coisa do assunto deles.
estava deitada em sua cama olhando pela vista da varanda que ficava em frente a sua cama, ainda não entendia o que estava acontecendo, durante todo esse tempo ela pensava que era gay, mas estava confusa com o que tinha acontecido agora pouco entre os dois. a beijou. Tudo o que se passava em sua cabeça agora era o porquê daquele beijo, o porquê dele esta querendo brincar com os seus sentimentos agora. Ela já sabia muito bem que nunca teria chances com ele, que ele nunca a amaria como ela o amava, e agora quando ela finalmente esta conseguindo esquecê-lo ele a beija a deixando mais confusa ainda. Se ele não gostava dela não a devia ter a beijado para deixá-la mais triste ainda com um amor que nunca aconteceria.
Escutou a campainha tocar freneticamente, já tinha mais de cinco minutos que a campainha tocava sem parar. se levantou e foi até a porta vendo que ninguém a abriria, o apartamento estava vazio, devia ter saído para esfriar a cabeça. Abriu a porta sem nem mesmo olhar quem era pelo o olho mágico.
: ? – encarou a amiga que tinha a aparência preocupada. – O que você esta fazendo aqui?!
: Você esta bem? O te bateu? – entrou sem nem mesmo perguntar se podia, fechou a porta encarando , de onde ela tinha tirado que havia batido nela?
: da onde você tirou que o me bateu? – foi até o sofá e se sentou sendo imitada pela amiga.
: Eu o escutei conversando com o e dizendo que tinha feito besteira, eu pensei que ele tinha... Sei lá, te batido. – começou a rir da besteira que tinha acabado de dizer. – O que aconteceu? Você parece não estar bem.
: Eu e o brigamos. Quando ele chegou para me buscar hoje eu estava conversando com o ... – fez cara de não acredito, mas continuou em silêncio. – Ai ele ficou super irritado, e nos viemos discutindo até o apartamento, e eu não sei o que aconteceu ele me... Beijou.
: O.O Ele te beijou? Mas você disse que ele era gay!
: Eu disse, quer dizer ele me disse, mas agora eu não sei mais de nada.
: E o que você vai fazer?
: Eu não sei. Está tudo tão confuso. Talvez tenha sido por impulso, mas para mim não foi impulso eu gosto dele eu sempre gostei, desde criança, mas ai um dia ele me disse que era gay e meu mundo caiu, mas agora eu não sei o que fazer.
: Eu nem sei o que te dizer amiga, mas ele não deve ser gay se te beijou. Talvez ele tenha se confundido esse tempo todo, talvez ele não seja gay.
: Mais se ele for? Ele brincou com os meus sentimentos, logo agora que eu estava conseguindo esquecer ele.
: não toca mais no assunto, é o melhor a fazer nessa situação. – deu um abraço na amiga para confortá-la, para dizer que ela estava ali para apoiá-la naquele momento difícil.
Enquanto isso na cafeteria e conversavam exatamente sobre o mesmo assunto.
: Eu não estou confuso, eu sei que gosto dela, agora eu sei que gosto mesmo. Acontece que eu acho que a assustei, a pensa que eu sou gay e depois de eu a ter beijado ela deve estar confusa. – tomou um gole de seu cappuccino com creme. – Eu devia ter me segurado.
: Meu amigo eu particularmente acho difícil se segurar, mas acho que agora você tem que conversar com ela, falar o que sente e dizer que não é gay ou sustentar essa historia de gay.
: Eu não sei o que fazer, talvez eu conte tudo, ou não.
: É bom você se decidir logo, ou pretende passar o resto da noite na rua.
: Eu acho que vou dormir no Central Park rs.

Eu sou o cara.


Como não estava em casa resolveu fazer as tarefas da escola na sala enquanto assistia a MTV, estava esperando que passasse o clipe de sua banda preferida. Conseguiu terminar as tarefas a tempo, embora não soubesse se estava cem por cento certas, naquele dia estava com a cabeça a mil, tudo o que pensava era naquele beijo. Guardou seus materiais no quarto e preparou algo para lanchar já que hoje não estava a fim de fazer comida, ela já não era muito boa em fazer comida mesmo, então achou melhor fazer um lanche básico. Olhou no relógio, 10h45min, e nada de aparecer em casa, estava começando a ficar preocupada com ele. A preocupação não durou muito, ouviu a porta da sala se abrir.
: ? – a voz dele era de insegurança. – Você esta ai?
: Estou na cozinha. – deu uma mordida no sanduíche e tomou um cole de suco. – E ai como foi à volta com o ? – estava seguindo o conselho da amiga, fingido que nada tinha acontecido.
: É foi legal... – olhou desconfiado para , ela agia como se não houvesse acontecido nada. abriu a geladeira e pegou um suco para tomar. – Você não acha que precisamos conversar?
: Sobre o quê? – estava se saindo bem, fingia perfeitamente, talvez depois de passar por isso se inscrevesse no teatro da escola. – Aconteceu alguma coisa no seu passeio com o ?
: você bateu a cabeça? Eu to falando do que aconteceu entre nós!
: Entre nós? – fez uma cara de confusa, embora entendesse muito bem do que ele estava falando. – Ah ta, a briga. Foi briga de amigos mesmo, ta tudo bem não esquenta . Lembra da vez que brigamos por um brinquedo?
: Lembro. Mas eu falo depois da briga quando nos...
: Ah e sobre o , eu não vou cair na conversa dele de novo, se é isso que você quer saber, eu já escutei o que ele tinha pra dizer e não acreditei muito. – se levantou do banco.
: você esta louca? – se levantou também do banco. – Eu estou falando do nosso beijo!
: Beijo? Que beijo? – saiu andando para a sala.
: Espera. – foi atrás da garota. – Nós nos beijamos, você não pode fingir que não aconteceu nada, porque aconteceu.
: o melhor que temos a fazer é esquecer isso que aconteceu. Eu sei muito bem que nos só somos amigos e que você é gay, então você não precisa se preocupar, está esquecido. – ela na verdade não queria esquecer, muito pelo contrário queria se lembrar todos os dias daquele beijo, mas não queria se machucar de novo como aconteceu há muito tempo atrás.
Os meses passaram voando, e as coisas tinham mudado muito entre os dois ‘amigos’. se empenhou cada vez mais no trabalho para tentar esquecer o que sentia pela amiga, dificilmente eles se viam, quando ele chegava em casa do trabalho ela já estava dormindo, quando ele saía de manhã para o trabalho ela já tinha ido para a escola. E esses últimos meses passaram assim, um evitando o outro, cada um tentava negar o que sentia. Às vezes quando se encontravam por poucos segundos apenas davam um ‘oi’ e um ‘tchau’. Aos domingos eles sempre assistiam filmes, mas apesar de dividirem a mesma sala era como se estivessem sozinhos, não trocavam frases apenas ficavam focados na TV a sua frente e tudo o que diziam era ‘Filme legal’ e respondia ‘Verdade’, somente isso.
: E o ? – ela finalmente perguntou em um dos recreios. – Ele não te procurou mais?
: Até procurou, mas eu deixei bem claro que não ia dar mais certo, eu não consigo mais confiar nele depois do que aconteceu.
: E o ? – perguntou receosa da resposta da amiga. – Vocês ainda estão nessa de se ignorarem?
: Sim! – disse direta e clara.
: olha pra mim. – se virou para a amiga. (n/a: lembrei do vídeo da Sel e da Demi. “Demi look at me.” Ahshahshs.). – Você realmente ainda acha que o é gay?
: Eu não acho. – suspirou. – Eu tenho certeza.
: será que você não vê?
: Vê o quê?
: O não é gay e está apaixonado por você. – teve um ataque de risos enquanto olhava para e as besteiras que ela dizia. – Você esta com medo de se envolver e sair machucada de novo.
: Não é isso, eu simplesmente não quero criar falsas esperanças. Eu já te contei a historia de quando o disse que era gay?
: Já. E acho que já me contou cem vezes, cento e uma se você for me contar de novo. – disse rindo.
: Então você já sabe como eu fiquei quando ele me contou. Eu não quero escutar um ‘ me desculpe, mas eu sou gay, da fruta que você come eu como até o caroço!’ – disse imitando uma voz de gay arrancando risadas de . (n/a: ahshahshahshash muhhahahhahaha eu morri de rir escrevendo isso.).
: Eu continuo achando que ele não é gay.
: Eu vou te provar que Jonas é gay. – lançou um olhar desafiador para a amiga.
: Como? – retribuiu o olhar desafiador.
: Simples. – deu uma risada imaginando a cena. – Eu vou me vestir de homem e dar em cima do .
: Você não vai fazer isso O.O
: Vou! E ai você vai ver como eu estou certa, no fim dessa semana você vai ter certeza que ele é gay. – tomou o suco quase se engasgando de rir. – Eu só preciso de uma ajuda sua. Preciso que diga que eu sou um amigo seu e me apresente ao .
: Isso não vai dar certo, mas eu pago pra ver.
: Assim que saímos da escola vamos ao shopping. – se levantou da mesa e colocou as mãos na cintura. – Hoje você vai conhecer Josh, o cara mais gostoso. – e as duas começaram a rir. (n/a: o Josh vai ser o mais gostoso depois que os quatro Jonas não habitarem mais a terra ashhas.).
Depois da aula e foram de metrô até o shopping, se fossem pegar um taxi não chegariam nunca, os taxis de NY não paravam nunca, a menos que você entrasse na frente deles. Entraram em uma loja masculina do shopping a vendedora logo veio atendê-las.
: Eu estou procurando uma roupa para... o meu namorado. – não controlou e começou a rir e teve que continuar.
: Ele deve usar 38.
Vendedora: 38? Eu acho que tenho esse tamanho. – foi até a sala no fundo da loja enquanto repreendia para que ela parasse de rir. – Encontrei roupas perfeitas venham aqui ver. – a Vendedora colocou as roupas no balcão enquanto as duas olhavam atentas, e quando a vendedora saía para atender algum cliente elas mediam a roupa em disfarçadamente.
: Nós vamos ficar com essa mesmo. – pagaram a roupa escolhida e saíram da loja morrendo de rir. (n/a: eu não vou descrever a roupa, você vai usar a roupa que o seu Jonas esta usando nessa foto Aqui..) – Então quando vai por o plano em prática.
: No final da semana, eu vou dizer para o que vou visitar meus pais, ai o Josh entra em ação ahshash.
: Nos devíamos apostar alguma coisa, assim eu saio lucrando com algo.
: Quem disse que você vai ganhar? – as duas conversavam no metrô que estava lotado por ser hora do rush, todos voltavam do trabalho, escola e dos seus afazeres da manhã.
: Eu vou ganhar. Vamos apostar, se eu ganhar você vai ter que participar da peça que eu estou produzindo.
: Feito. E se eu ganhar você me compra aquela roupa que nos vimos no shopping.
: Fechado.
O resto da semana foi a mesa coisa de sempre, mesmas aulas, mesmo professores, mesmas caras. ainda treinava as pessoas que participaria de sua peça intitulada como ‘Uma garota em crise’, ela andava tendo trabalho já que o seu elenco não era grande coisa, ainda não tinha encontrado uma vilã, mas espera ansiosa para que perdesse a aposta e pudesse fazer o papel de vilã.
: Bem, eu já vou indo . – levava uma mala de mão. – Meus pais vão me pegar na rodoviária, e pode deixar que eu do o seu recado para a tia Denise.
: Você volta que dia?
: Talvez hoje à noite ou amanhã cedo, eu tenho umas tarefas da escola para fazer então eu não demoro. – levou a mala que estava vazia, exceto pelo seu disfarce de Josh, até a porta e se despediu de .
entrou no elevador e apertou o número 29, o andar logo a baixo do seu, o andar de . Como não estaria em casa ela havia combinado de se vestir lá, e logo depois a 'apresentaria' para . Tocou a campainha da porta e logo atendeu a porta começando a rir de novo só por ter que imaginar a cena.
: controla ¬¬
: Foi mal, entra ai. – deu espaço para que passasse. – Pode se trocar lá no meu quarto. Você conseguiu a peruca?
: Foi difícil mais consegui, sabe aquela loja depois do Central Park? – fez que sim com a cabeça. – Foi lá. Eu não sabia que lá vendia, mas resolvei arriscar, e não é que tinha.
: Se troca logo já são 19h00min. – entrou no banheiro do quarto de e começou vestir aquela roupa, colocou a calça depois a blusa e se olhou no espelho, teve um ataque de risos, ainda tinha os cabelos compridos por cima da roupa masculina. Prendeu os cabelos em um coque para colocar a peruca, assim que colocou a peruca teve outro ataque de risos que fez entrar no banheiro. – OH MY GOD!
: Josh é um cara gostoso, não? – começou a rir se segurando para não cair. – Eu sou o cara rs.
: Temos que dar um jeito no sinal que você tem no rosto ou ele vai saber que é você. – e saíram do banheiro e foram para a penteadeira de que estava abarrotada de maquiagem. – Eu dou um jeito nisso. – passou corretivo e base e em segundos o sinal não estava mais lá.
: Ficou ótimo. – olhou no espelho. – Acho que não quero mais fazer isso.
: Ta com medo do te agarra? – novamente ela teve um ataque de risos. – Se é que ele é gay mesmo, ou ele pode te bater por dar em cima dele.
: Eu acho que prefiro a primeira opção. (n/a: quem não prefere ahshahshs.) É melhor que levar uma surra.
: Sei...
: ¬¬*
: Vamos logo, ou o pode decidir ir a alguma 'festinha'. – antes de sair entregou umas vinte folhas de papel colorido para .
: O que é isso? – olhava para a papelada em suas mãos.
: O roteiro da minha peça, você vai ser a vilã.
: Eu ainda não perdi ¬¬
: Mas vai, acredite ashah. – as duas pegaram o elevador para o andar de cima, se arrumava no vidro do elevador, precisava parecer um homem. – Não vai treinar?
: Não. Na hora eu vejo o que faço rs. – as portas do elevador se abriram, as duas se encaminharam até a porta do apartamento de . – Pode tocar. – tocou a campainha e segundo depois abriu a porta, ele estava com os cabelos úmidos parecia ter acabado de tomar um banho, usava uma calça folgada e uma blusa básica que lhe caia perfeitamente.
: E ai ? A esta?
: Não, ela foi visitar os pais. – passou a toalha nos cabelos.
: Eu queria apresentar um amigo para ela, esse é o Josh. – apontou para .
/Josh: E ai cara?! – forçou uma voz de homem que fez rir.
: E ai! – deu um aperto de mão em , com muita força por sinal, assim que olhou para ela sacudiu a mão no ar fazendo cara de dor. – Pois é, a não esta .
: Ah que pena, mas então será que o Josh pode ficar ai enquanto eu vou chamar o ? – por sorte de e , não sabia que não estava em casa. – Eu não demoro.
: Ta pode ser, entra ai cara. – lançou um olhar para vendo que aceitou rapidinho que ‘Josh’ ficasse lá.

Você não sabe mentir.


Após entrar no apartamento se sentou no sofá olhando o ambiente como se realmente nunca estivesse entrado ali, tinha que fazer alguma coisa ou perderia a aposta mais acima de tudo tinha que provar para ela mesma que ele era gay.
/Josh: E ai cara você mora sozinho aqui? – cruzou as pernas como um homem.
: Não a mora aqui. – ainda meio desconfiado se sentou ao lado de no sofá.
/Josh: Ahh vocês são namorados? – olhou nos olhos de e por segundos o viu desviar o olhar. – São?
: Não, não somos. – se levantou e foi até a cozinha. – Quer alguma coisa para beber?
/Josh: Tem cerveja? – ela não bebia, mas tinha que encarnar o personagem. – Pela sua cara não tem, então me da um suco.
: Já volto ¬¬* – o plano de parecia não estar dando certo, ela precisava agir, qualquer coisa ela tinha que fazer. A primeira coisa que lhe veio a mente foi agarrar , se ela estivesse como não teria coragem, mas ela no momento não era a , no memento ela era Josh Alguma Coisa. Precisava agir rápido não tinha a noite inteira, em breve precisava estar em casa. – Eu trouxe de laranja.
/Josh: Valeu. – pegou o suco o tomando de um gole só. “Anda , vai ficar ai parada? Faz alguma coisa, agarra ele ashahsh. Não vou ter coragem, é isso ou eu vou ter que participar da peça da ¬¬, ta legal eu consigo, vou esperar alguma chance, não posso pular no pescoço dele do nada.” – Então você não esta com ninguém? – entregou o copo para que se levantou para levar o copo para a cozinha.
: Não ¬¬* – “Meu ele me odeia ahshs eu mereço.”
foi para a cozinha levar o copo, se levantou do sofá e respirou fundo, era agora ou nunca. Foi com passos largos para a cozinha, e encontrou a chance perfeita, procurava algo na geladeira muito distraído. respirou fundo e foi em direção a . “Eu consigo, eu sou o cara ashhas isso foi estranho.” o abraçou por traz o assustando.
: Me solta. – empurrou , com certeza se ele soubesse que quem estava a sua frente era com certeza não a teria empurrado. – Você esta louco cara?
/Josh: Não! Eu sei quando vejo um gay, e você é um. – da onde ela tinha tirado aquilo? Mas agora já não era mais momento para voltar atrás. – Então vamos curtir.
: Eu não sou gay. – disse irritado. – E cai fora da minha casa.
/Josh: Qual é não precisa mentir. Eu SEI que você é gay, ENTENDEU?
: Eu não sou gay, e não sou burro.
/Josh: Esquece vem aqui. – foi em direção a segurou em seu rosto e os lábios dos dois quase se encostaram, mas recuou ficando furiosos. – EU SEI QUE VOCÊ É GAY CARAMBA.
: NÃO, EU NÃO SOU. DE ONDE VOCÊ TIROU QUE EU SOU GAY, QUEM TE FALOU ISSO? – quis correr dali, do jeito que ele estava ela levaria um soco a qualquer momento. – Quem te disse isso?
: Não interessa. – disse com voz de mulher. – Errr quer dizer não interessa. – forçou a voz para ficar grossa.
: Eu gosto de uma garota entendeu? Eu não sou gay. – queria pular de felicidade, ele não era gay, mas por outro lado era um mentiroso que tinha mentido para ela.
/Josh: Valeu eu já entendi. Eu to caindo fora. – colocou o cabelo atrás da orelha, um tique que tinha. E isso não passou despercebido pelos olhos de que a conhecia muito bem. – Boa sorte com a gata, seja ela quem for. – saiu praticamente correndo do apartamento, pegou o elevador e bateu ansiosa na porta de . – Você venceu ¬¬.
: Eu sabia! – deu pulinhos na porta. – O que aconteceu conta!
Enquanto se trocava ia contando tudo para que morria de rir, embora ainda não acreditasse cem por cento sobre não ser gay, ele seria um louco se agarrasse um estranho, mas por tempo ela deixaria isso quieto, agora seu passa-tempo seria descobrir quem era a garota. (n/a: santa burrice ashahshas.).
: Eu tenho que ir agora. – pegou a bolsa e foi em direção a porta. – Nos vemos amanhã?
: Certo, como amanhã é sábado temos ensaio na escola para a peça. Já que perdeu você vai ser a vilã.
: ¬¬ Ta bom. Agora eu vou indo.
pegou o elevador pela quarta vez aquele dia e apenas para descer um andar. Abriu a porta e entrou em silencio, seu plano era ir correndo para o quarto, mas não deu muito certo já que estava assistindo TV na sala.
: Você voltou cedo . – fez cara de desconfiado e ela gelou. – Pensei que sua mãe insistiria para que você ficasse lá o fim de semana.
: Ela insistiu, mas como eu tinha muito dever de casa eu voltei. – começou a andar para o seu quarto, mas foi parada por .
: Cadê o seu sinal? – passou a mão no rosto e tirou a maquiagem.
: Esta aqui há há é pelo escuro, ai você não viu. Boa noite . – correu para o seu quarto, fechou a porta e se jogou na cama. “Pensa que me engana? A precisa mentir melhor.” Pensou .
correu para o banheiro e tomou um bom banho para eliminar qualquer pista de que Josh era ela, antes de sair do banheiro olhou umas cinco vezes no espelho para ter certeza que nada lhe faltava no rosto. Depois de se trocar e colocar sua roupa de dormir (n/a: pijama fica muito infantil.) tratou de se livrar das roupas de ‘Josh’.
: Nunca mais faço isso! – se jogou na cama olhando para o teto.
: Faz o quê? – se levantou em um pulo da cama encarando encostado no batente da porta de braços cruzados. – Não tem nada para contar?
: Contar o quê cara. – droga ela tinha pegado o tique do Josh. – Err quer dizer !
: ... – se sentou ao lado da garota na cama a encarando profundamente. – Ou você prefere que eu te chame de Josh?
: WHAT? – se levantou da cama. – Que Josh? – começou a rir descontroladamente. – Por que esta rindo ¬¬?
: você mente mal, eu já percebi que você é o ‘Josh’ estava tão na cara, esse tique de por o cabelo atrás da orelha quando ta nervosa te entregou. – ficou de queixo caído, não esperava ser descoberta tão rápido e fácil assim, ela jurava que ele nem tava desconfiando que era ela. – Então, se entrega.
: Ta bom era eu, satisfeito? – revirou os olhos.
: Ainda não. Por que você se vestiu de ‘Josh’? – “Pensa numa resposta rápido, e vê se não fala as suas desculpas bestas de sempre.”.
: Só pra zuar mesmo. – “Parabéns, essa foi de mais ¬¬ eu me supero a cada dia ¬¬²³”.
: eu não sou burro, eu quero a verdade. – revirou mais uma vez os olhos e se sentou na cama ao lado de . – A verdade!
: Ta a verdade. – respirou fundo. – Promete que não vai brigar?
: Depende.
: Promete ou eu não conto.
: Ta bom eu prometo.
: Primeiro, a sabe que você é... era... gay, sei lá. – disse confusa fazendo rir. – E ela disse que achava que você não era e eu disse que sim, ai ela disse que NÃO e eu disse que SIM. Ai ela quis apostar e eu aceitei, ai ela se aproveitou pra me obrigar a fazer a peça horrível maravilhosa dela. E como você não ficou com ‘Josh’ ela tecnicamente ganhou, e eu vou ter que fazer a peça dela. – se jogou para trás, se deitando na cama exausta pelo enorme texto que contou para . – Foi isso, e não me mata. – fechou os olhos com medo do que ele falaria.
: E então você tirou a sua dúvida? – permanecia de olhos fechados não querendo ter que encará-lo depois daquela confissão. – Você acha que eu sou gay?
: Não sei... Às vezes eu acho que sim, às vezes acho que não. Ninguém te entende Jonas. – colocou as mãos sobre os olhos pensando que talvez ela nunca o entendesse.
: Você quer mais provas de que eu não sou gay? – dessa vez a voz dele estava mais próxima.
: Como assim? – abriu os olhos se dando conta de que estava a centímetros de seu rosto inclinado na cama. – o que você esta fazendo...?
: Você não queria provas de que eu era gay? – permaneceu calada. – Então eu vou te mostrar que a estava certa.
: Mas você disse que...
: Esquece o que eu disse. – foi aproximando o rosto cada vez mais do da garota a encarando nos olhos, a respiração dos dois acelerada, a dela mais do que a dele. Com a mão direita ele a puxou pela cintura para mais perto, encostou os seus lábios nos dela de leve, em segundos começaram um beijo, no inicio apenas como se quisessem conhecer cada parte da boca do outro, mas a cada segundo que se passava aquele beijo ficava mais quente. o abraçava com força enquanto passava as mãos pelos cabelos dele ainda úmidos pelo banho que ele tinha acabado de tomar.
: ... – os dois se separaram tomando ar. – É melhor pararmos, eu acho que já tenho quase certeza que você não é gay. – dizia enquanto procurava por ar.
: Quase? Então deixa eu te provar o resto. – a puxou pelo braço tornando a beijá-la, mas dessa vez um beijo mais quente quase sem ‘inocência’.
: nós somos amigos e...
: eu te amo. – acariciou os cabelos da garota.
: Eu também te amo.
: Não, você me ama como amigo, mas eu te amo como mulher, não como amigo. – o encarou nos olhos não acreditando que aquelas palavras acabaram de sair da boca dele, sempre quis escutar isso vindo dele, e agora ele estava ali na sua frente dizendo tudo o que ele sempre dizia nos sonhos dela. – Eu já devia saber que você não sentia o mesmo. – disse vendo que a garota permanecera em silencio profundo. – Eu só queria que você soubesse.
: eu também te amo do jeito que você me ama. – já era hora de parar de esconder tudo o que sempre sentiu com ele, era hora de pela primeira vez tentar ser feliz de verdade. – Na verdade eu sempre te amei, mas você nunca olhou para mim e eu meio que desisti depois daquele dia do churrasco. – abaixou o olhar, mas levantou a cabeça da garota para olhá-la nos olhos.
: Eu me confundi naquele dia.
: Eu sei que você não sentiu nada por mim naquele beijo.
: Porque naquela época eu ainda te via como uma amiga, mas agora é diferente. – os dois se beijaram novamente, mas dessa vez com carinho, como se quisessem recuperar todo o tempo perdido.
Os dois ficaram conversando até tarde da noite, conhecendo um ao outro, eles já se conheciam muito bem, mas apenas como amigos. (n/a: não pensem sacanagem, estavam só conversando OK? AHSHASHHS.).
No dia seguinte assim que os primeiros raios do sol entraram pela janela do quarto de e ela abriu os olhos se deparou com uma surpresa, trouxera o seu café da manhã na cama, se sentando ao seu lado para aproveitar o começo do dia.
: Bom dia flor do dia. – lhe deu um selinho.
: que brega, de onde você tirou essa frase? Ahshhsh. – devolveu o selinho. – Mas eu gosto. – completou o vendo abrir um lindo perfeito maravilhoso MARA sorriso. – Você vai para o trabalho hoje?
: Não. Hoje é sábado, eu não trabalho dia de sábado. – os dois tomavam café da manhã juntos. – Eu pensei que já que eu não tenho trabalho e você não tem escola nos poderiamos sair.
: Ah eu queria muito, mas eu tenho que ensaiar com a na escola, lembra da peça que eu te falei?
: Ah lembro, você quer que eu te leve então?
: Eu ia adorar. – tomou um copo de suco. – Eu vou me trocar.
: Na minha frente?
: Não, né ? No banheiro.
: Sem graça. – ficou corada com a brincadeira dele, pegou a sua roupa e foi para o banheiro, tomou um banho e se trocou rápido. já deveria estar na escola apesar de ser cedo, ela andava muito empolgada com aquela peça. – Pronta?
: Pronta. – já havia ido se trocar, estava com uma roupa bem mais informal do que a que costumava usar no trabalho, digamos que ele usava uma roupa adequada a sua idade. – Você vai passar o resto do dia sozinho?
: Fazer o quê né? – os dois entraram no elevador e ficaram olhando para as paredes de vidro e para o teto do elevador, estavam sem assunto, até que resolveu quebrar o gelo. – você fica bem de botas sabia? – mexia no cabelo dela.
: Jura? – olhou para as botas. – Obrigada.
: De nada. – afastou o cabelo dela e lhe deu um beijo, empurrou-a lentamente contra a parede do elevador começando um beijo intenso e quente.
: tem câmeras aqui. – dizia enquanto tentava o afastar sem muito resultado, de repente as portas do elevador se abriram e um casal de velinhos ficou estático com a cena.
Velinho: Desce? – o senhor de cabelos brancos e óculos perguntou para que estava vermelho.
: Sim. – se afastou de ficando os dois no fundo do elevador, enquanto o casal entrava e apertava o botão do térreo.
Velinho: Lembra quando nos fazíamos isso minha velha? – ficou vermelha de vergonha e de vontade de rir, prendeu o riso com sucesso ao contrario de que começou a rir baixinho.
Velinha: Ô se lembro! – cutucava para que ele parasse de rir, em vão por sinal. (n/a: morri de rir só de imaginar a cena.).
Os dois saíram do elevador morrendo de rir, era muito engraçado imaginar os dois velinhos se agarrando no elevador, tão engraçado que eles não conseguiam parar de rir.
: Você imaginou a cena ? – ele abria a porta do carro e destravava a porta do passageiro para entrar.
: Imaginei ahshhsa. – colocou o cinto e os dois foram em direção a escola, durante todo o tempo conversando sorrindo e até se beijando nos sinais vermelhos. (n/a: sortuda ¬¬ ahshahs.). – Eu tenho que ir ou a me mata! – dizia enquanto descia do carro.
: Vai demorar muito? – ele fez uma carinha tão fofa que não resistiu e o beijou.
: Acho que sim, eu ainda não ensaiei nada aposto que ela vai pegar pesado. – deu um abraço em . viu pela janela do lado de uma pessoa que ele não gostava nada entrar na escola, ele mesmo, .
: Eu posso assistir o ensaio?
: Você vai me deixar nervosa. – colocou os cabelos atrás da orelha.
: Não vou não eu prometo.
: Esta bem, acho que a não vai se importar se você assistir ao ensaio.

AÇÃO!


No teatro da escola gritava com os alunos que se ofereceram para participar da peça dela, alguns ainda não tinham decorado o texto da peça completamente outros não encarnavam totalmente o personagem, o que a deixava estressada. e se aproximaram de vagar da garota temendo levar uma patada dela.
: pensei que você não vinha sua má perdedora... – parou de falar vendo as mãos de e dadas. – O que eu perdi?
: Depois te conto. Mas mudando de assunto tem algum problema se o assistir os ensaios?
: Não, não tem problemas, ele faz companhia para o já que ele fez questão de vir. – apontou para um garoto sentado na penúltima fila de cadeiras vendo alguns alunos ensaiarem no palco. – Então você leu alguma fala da sua personagem?
: Na verdade não, mas eu leio agora e acho que consigo decorar alguma coisa.
: larga ela. – separou os dois. – Ah é minha esperança dessa peça dar certo. você vai ter que encarnar a vilã, eu te daria o papel de mocinha, mas já estava ocupado.
: Você acha que eu não consigo fazer à vilã?
: Não com esse jeitinho de princesa.
: Você vai se surpreender.
: Isso é o que eu espero. Mas vamos ensaiar um pouco. – foi até que estava sentado na penúltima fileira de cadeiras enquanto e ficaram sentadas na primeira fila de cadeiras ensaiado um pouco.
: Foi mal o atraso . – ele tocou de leve do ombro de a fazendo se virar para ele. – Eu tive que passar na biblioteca antes... ?
: Oi ! Você vai participar da peça da ? – folheou o roteiro a procura de uma resposta para a sua pergunta. – A não me falou! – lançou um olhar de matar para .
: Detalhes, apenas detalhes. – ficou desconfiada. – Então pode subir lá no palco para ensaiar com a Carolaine. – Carolaine era a garota que faria o papel de mocinha na historia, era uma aluna que costumava freqüentar bastante o grupo de teatro da escola.
: Ta bom, até mais ! – ela deu um tchauzinho para ele que subiu correndo no palco.
: você não me contou que o ia participar da sua peça.
: Eu pensei que você não vinha ai achei que não era importante falar esse detalhe.
: Qual é o papel dele?
: Um simples...
: QUAL É O PAPEL DELE?
: O protagonista, faz par com a Carolaine. – olhou para o palco, para e depois para . Se seria o protagonista ela seria a vilã apaixonada pelo protagonista, isso não daria certo. – ATENÇÃO PESSOAL VAMOS PASAR A CENA DO JARDIM DE NOVO.
: Minha cena? tu ta me sacaneando!
: nós quase não ensaiamos essa cena, sobe lá logo. – subiu no palco segurando o roteiro, aquela cena seria uma das suas com , a vilã se declarava para o protagonista e pedia para que ele abandonasse Inês, a mocinha da historia. – Saiam todos do palco e deixem só os dois. – todos desceram do palco deixando e sozinhos ali em cima, olhou para que não tinha uma cara nada boa. – E AÇÃO! – ela gritou e os dois tentaram incorporar o personagem, apesar de nervosa tentou dar o seu melhor.
: Consuelo isso que me pede é impossível. – andava pelo palco encarnado o seu personagem, deu uma olhada no roteiro, às mãos tremendo. – Consuelo isso que me pede é impossível. – ele repetiu vendo que não falava sua frase.
: Por que Estevão se eu te amo? Meu amor por te é maior que o Mar. Eu com certeza te amo mais que Inês, por te eu faria tudo. – segurou na blusa de interpretando a personagem. – A deixe por mim! – se segurava para não subir no palco e interromper aquela ‘cena’. – Diga!
: Eu a deixarei por você, eu deixarei tudo por você! – deu um passo para trás e olhou o roteiro.
: CORTA! não é isso que diz a cena, você teria que dizer ‘Eu nunca deixarei Inês por te.’ – ela sacudiu o roteiro no ar.
: Eu posso tomar um ar?
: Agora?
: Ele quer tomar um ar. – disse como uma ordem para que deixasse. desceu do palco e foi até a amiga. – OMG. Você acha que...
: Ele disse aquilo para você? É eu acho. Vai ser difícil fazer isso dar certo. – ela tomou um gole do suco que segurava. – INTERVALO DE CINCO MINUTOS. – ela gritou para todos os alunos que estavam na peça.
: você é muito boa, mas o é horrível. – ele cruzou os braços e olhou para cima como um menino zangado com a mãe.
: Nem tanto. – ela riu da cena dele.
: Eu faço melhor que ele (n/a: faz o quê? Õ.o ahshahshs.). Vem eu te mostro. – puxou para o palco e se ajoelhou aos seus pés fazendo todos olharem para os dois.
: AÇÃO! – ela gritou para disfarçar.
: Eu te amo mais que tudo nesse mundo por você eu atravesso o oceano a nado. – riu da cena dele, na verdade ele era um bom ator, mas será que ele estava mesmo interpretando?
: Você não me ama de verdade? Se ama prove. – fingiu estar interpretando alguma personagem. – Cante para mim! (n/a: Sing to me. Ahshahs HSM.).
: But I'll be there forever, You will see that it's better, All our hopes and our dreams, Will come true, I will not disappoint you, I will be right there for you 'till the end, The end of time, Please be mine. – apenas conseguiu olhá-lo sem nenhuma reação, por que ele tinha que ser tão perfeito? Assim que terminou de cantar todos que estavam vendo bateram palmas, menos que olhava tudo com certa raiva. – Eu não disse que era melhor.
: Não sabia que você gostava de Lucas Brothers. – dizia enquanto desciam as escadas. (n/a: aqui os Lucas Brothers são os Jonas da nossa realidade, então Please be Mine é deles, ahsh entenderam? Não? Finge que entendeu.).
: A musica é boa. – e vieram correndo até os dois.
: se eu ainda não tivesse protagonista o papel era seu. – deu um soquinho no ombro dele.
: Ai cara mandou bem, não sabia desse seu lado ator e cantor. Nos podiamos montar uma banda.
: Não viaja, nos não iamos fazer sucesso. (n/a: tem certeza disso? ahsha).
: Acredita que nem eu sabia desse ado do ?
: VAMOS VOLTAR AO ENSAIO! – ela gritou para todos que começaram a ensaiar. – Vamos !
: Ta to indo. – apenas lançou um olhar de carinho para e subiu no palco novamente para voltar a ensaiar, naquela manhã ainda errou umas cinco vezes, ele sempre dizia sim ao pedido de quando na verdade tinha que negar, parou a cena para dizer a ele que ele devia dizer não, depois da sexta cena ele começou a dizer não e as coisas foram dando certo.
: Por hoje é só pessoal nos vemos amanha de manhã no mesmo horário para ensaiar mais. – todos começaram a pegar as suas coisa e irem em direção a saída. – você foi muito bem.
: Obrigada.
: Hey desculpa ter estragado a cena, eu estava desconcentrado.
: Tudo bem, faz parte eu também errei estava nervosa.
: Vocês não querem tomar alguma coisa? Eu pago.
: Desculpa, mas a vai almoçar comigo. – ele apareceu de uma hora para a outra colocando a mão no ombro de como em uma postura defensiva. – Não é ?
: É. Eu sinto muito quem sabe amanhã. – e deu um sorriso doce para que o encheu de esperanças, mas que fez amarrar a cara. – Vamos ?
: Vamos. – deu uma ultima olhada em e saiu abraçado com . – Ele ainda esta caidinho por você. – a garota apenas permaneceu em silencio não estava com a mínima vontade de discutir com , afinal era um amigo apesar de tudo, eles nunca ficaram nem nada, e tecnicamente não a tinha traído já que na época eles não eram absolutamente nada, ela é que foi boba de se iludir com ele. – Aposto que as falas dele não tinham nada haver com o personagem, por isso ele dizia aquelas coisas, será que ele não entendeu que você é a ‘vilão’?
: ! – ela parou no meio da calçada o fazendo parar também. – Eu não quero falar disso OK? O é meu amigo de certa forma, eu não quero que você fique falando mal dele assim como eu não quero que ele fique falando de você.
: Nossa desculpa, eu não sabia que você ainda se importava tanto com ele, foi só um comentário.
: Viu? Já estamos brigando.
: Não, nos não estamos brigando.
: Estamos sim, e por causa de uma coisa boba que nem existe.
: Ta dizendo que eu inventei isso? Ta dizendo que eu sou mentiroso?
: Eu não disse nada disso, você esta colocando essas palavras na minha boca.
: Vamos parar com esse assunto.
: É vamos, e para sempre.
Os dois almoçaram em um restaurante perto do hotel e depois voltaram para casa, finalmente tinha desistido de falar de , falar sobre aquele assunto fazia com que os dois brigassem.
Embora os dois estivessem bem unidos ainda não sabia direito o que tinha entre os dois, ele desde aquela manhã não havia a pedido em namoro e nem nada, ela apenas não quis tocar no assunto, só sabia que não seria o brinquedinho de ninguém, sem que esse alguém fosse seu melhor amigo que ela amava mais que tudo.
: Vamos assistir a um filme? – ainda era de tarde e os dois estavam sem completamente nada para fazer.
: Eu pensei em fazer uma coisa mais divertida.
: O quê? – ele se jogou no sofá ao lado da garota a olhando de uma maneira maliciosa.
: ¬¬*
: *-*
: Eu estava pensando se nos poderíamos ir a Estatua da Liberdade, desde que eu cheguei aqui em NY eu ainda não tive a oportunidade de ir, porque alguém nunca quis me levar.
: Essa é uma boa idéia, eu gostei. – lhe deu um selinho. – Mas eu preferia a minha.
: Engraçadinho. Eu vou me trocar já voto. – correu até o seu quarto e colocou uma roupa para ir visitar um dos monumentos mais famosos do mundo, mesmo morando nos Estados Unidos ela nunca teve nenhuma oportunidade de ir até a Estatua da Liberdade, e agora esse era o momento perfeito, ver a Estatua da Liberdade acompanhada por . – Eu já estou pronta vamos? – disse minutos depois, também já estava pronto a esperando na sala.
: Pensei que você tinha morrido no quarto. – ele dizia enquanto trancava a porta.
: Eu nem demorei tanto assim. – na verdade ela tinha demorado, mas o demorar dela era mais de cinco horas.
Os dois foram de carro até o perto da Estatua da Liberdade, mas pra chegar até a estatua teria que atravessar a barco, por sorte tinha um barco saído cheio de turistas. (n/a: eu acho que tem que atravessar de barco por que é bem no meio de um lago/oceano.).
: Vamos ficar na parte de cima do barco a vista é melhor. – os dois foram correndo como um casal feliz até a parte de cima do barco, os casais que estavam ali sorriam ao ver os dois tão felizes. – Olha não é bonita a vista da cidade daqui? – ele apontou para os enormes prédios e arranhásseis agora iluminados pelo brilho do sol do fim da tarde.
: Aqui é tão calmo, diferente da cidade que é tão agitado. – seus olhos brilhavam olhando os prédios da grande cidade. – Que foi? – a olhava de uma forma profunda, de uma forma encantada, como se essa fosse a primeira vez que via a garota, e de certa forma era, já que agora ele a via de uma forma diferente. – O que foi ?
: Você fica ainda mais bonita com a luz do Sol. – ela riu sem graça. se aproximou de vaga a beijando, parecia até cena de filme, o casal feliz se beijando ao por do Sol. Assim que os dois se separaram ficou com um olhar vago. – O que foi ?
: ... o que nos somos? Somos amigos ou namo...
: Namorados? – a interrompeu. – Eu sou tão desligado, eu nem me dei conta que ainda não tinha te pedido em namoro. você quer namorar comigo?
: não precisava fazer isso, eu só queria saber se...
: Não. – ele a interrompeu novamente. – Eu quero fazer isso, eu quero que você seja a minha namorada, eu te amo e quero ficar junto de você pra sempre.
: Eu aceito. – os dois se abraçaram e se beijaram por um longo tempo até que sentiram o barco atracar. – Acho que chegamos.
: Vem vamos descer. – todos já estavam descendo feliz com suas maquinas nas mãos batendo fotos e sorrindo, a maioria ali eram turistas que vieram a cidade e estavam apenas querendo levar uma recordações de um dos pontos turísticos mais bonitos de NY.

Lucas


: É mais bonita de perto. – todos se aglomeravam perto da Estatua da Liberdade batendo fotos. – Obrigada por me trazer.
: Hey para de me tratar como se fosse um estranho.
: Eu não te trato como se fosse um estranho. – colocou as mãos na cintura.
: É sim, agradece por tudo.
: É que eu sou educada, diferente de você. – brincou com ele.
: Eu não sou mau educado?
: É sim... ta bom não é rs. – os dois se abraçaram. – Eu te amo .
: Eu também. – tirou uma câmera digital do bolso do casaco e começou a bater fotos dos dois, umas engraçadas em que os dois faziam caretas para a câmera, outras românticas com a Estatua da Liberdade no fundo iluminada pelo brilho amarelado do Sol que já se punha ao distante. – Que tumulto é aquele ali? – em um lado da estatua muitas gente estava fazendo uma roda tirando fotos, e no centro parecia ter alguém.
: Quem esta lá? Vamos ver?
: Ah não sei pode ser...
: Vamos. – o puxou pela a mão até a aglomeração, foi passando entre as senhoras de idade que mantinham maquinas nas mãos com o flash automático. – O que aconteceu? – perguntou para uma senhora que acompanha a sua neta que tinha lagrimas nos olhos enquanto gritava algo difícil decifra pelo seu choro.
Senhora: É um tal de Lucas que esta ai.
Menina: Ele é tão lindo, tira uma foto vó.
: OMG! Lucas esta ai? ELE ESTA AI? – olhou para , ela estava gritando por uma cara que não era ele, tudo bem que era o cara que era seu ídolo, que participava da banda que ela gostava, mas não era ELE. (n/a: tecnicamente é você sim ahshahs.) – Vem eu quero ver ele.
: Vai você eu não vou. – disse irritado puxando a mão que a garota puxava. – Eu não vou me meter nessa multidão pra ver Lucas, grande coisa ¬¬.
: Então fica ai eu vou lá. – a emoção em poder vê-lo de perto a fez por instantes esquecer que estava deixando o namorado para trás, mas e daí? ela veria outro dia a hora que quisesse, mas Lucas essa era a única chance que teria. Por sorte a câmera estava com ela. Quando finalmente conseguiu chegar mais perto ela pode vê-lo, ali a poucos passos de distancia, tão perfeito como nas revistas, tão perfeito como na TV. – Oi? Tira uma foto comigo? – deu o seu melhor sorriso. (n/a: essa cena de certa forma é hilária, os dois eu do Jonas. O Lucas e o Jonas hahshhs.).
Lucas: Claro. – e quando ele riu para ela, ela quase desmaiou ali mesmo, como ele era tão perfeito? Lucas a abraçou de lado e bateram a foto, ela estava tão feliz com aquela foto que tinha um sorriso radiante no rosto. – Lindo sorriso o seu.
: Obrigada. – disse sem graça. – Bem é... obrigada pela foto.
Lucas: De nada a vontade.
: Diz para os seus irmãos que eu amo eles.
Lucas: Mais do que eu? – “OMG! Ele ta flertando comigo? Para a Terra que eu quero descer. foco, agora você tem namorado. Mas que droga porque isso só me acontece quando eu me comprometo com alguém, por que Lucas não me viu antes? Para com esse pensamento, Jonas Jonas Jonas.” – Porque se for eu não dou o recado. (n/a: eu podia ta namorando o Brad Pitty, mas se um Jonas olhasse pra mim eu dava um pé na bunda do meu namorado hahshs.).
: Ah é... Sabe meu namorado esta me esperando ali. Tchau foi um prazer te conhecer. – ela saiu rápido de perto dele antes que ela fizesse besteira, tipo agarra um cara lindo na frente de desconhecidos enquanto seu namorado estava a metros de distancia. – ! Consegui a foto. – balançava a câmera com um sorriso no rosto, mas mantinha a cara amarrada.
: Bom pra você ¬¬
: Que foi você esta com raiva? – sentou ao seu lado o abraçando de lado.
: Não ¬¬
: Só por que eu fui ver o Lucas?
: Não! Eu não to nem ai ¬¬
: Se é assim então eu vou voltar pra lá, ele me chamou pra sair. – se levantou e saiu andando apenas o testando.
: Eu não vou o deixar ele roubar a minha namorada. – correu e alcançou a abraçando por trás. – Hey mocinha você é minha namorada não dele.
: Eu sei. – o beijou. – Eu estava brincando, eu não te trocaria por ele. (n/a: mentindo ein? Bonito ahshahhs.).
: É bom! – e deu outro beijo na garota.
: Sabe olhando de perto vocês se parecem, e até tem o mesmo nome. – riu do que a namorada dizia.
: Eu parecido com ele? Piada, né? (n/a: na verdade vocês são idênticos.).
: Não! – riu por um tempo da namorada sem notar que não era tão mentira assim o que ela dizia. – Olha o barco esta saindo vamos para casa.
: Acho melhor irmos para um restaurante.
: Se você pagar!
: Extorsão?
: Ahssh eu to brincando nos dividimos a conta.
: Não eu pago.
: Já que você insiste.– assim que os dois iam entrando no barco uma garotinha loira que tinha os olhos inchados pelo choro parou a puxando pela mão. – Ola mocinha, o que você quer?
Menina: Moça como é seu nome?
: , por quê?
Menina: Lucas me pediu para te perguntar, ele me deu um autografo como recompensa. – a menina balançou um papel com uma assinatura que conhecia muito bem por ser fã. – Esse moço bonito é seu namorado? – perguntou apontando para que estava a certa distancia.
: Não, eu não tenho nada com ele passa o meu numero para o Lucas. – isso era o que ela teria dito, ela abriu a boca para dizer isso, mas disse isso. (n/a: eu queria ver a cara que você fez quando leu ashhs.). – É sim, ele é meu namorado e eu o amo muito.
Menina: Moça você estuda em algum lugar?
: Sim, estudo na Academic High School. Ah eu tenho que ir foi um prazer te conhecer mocinha. – passou a mão nos cabelos da garota. – E não larga a escola rs. E não mente mais é feio. – a menina saiu correndo em direção a algum lugar que ela não pode ver. Devia ser uma brincadeira de mal gosto feito pela garota. – Olhando as estrelas?
: É! – o sol já havia se posto totalmente e agora o céu exibia lindas estrelas. – O que aquela garotinha queria com você?
: Bobagem. – abraçou e os dois ficaram olhando o céu estrelado enquanto o barco atravessava a água lentamente.
Foram para o restaurante que sempre freqüentavam, jantaram e depois foram para casa, assistiram a um filme e acabaram adormecendo abraçados no sofá da sala.
acordou na manhã seguinte não querendo se levantar e continuar ali abraçada com o dia inteiro, mas juntou todas as suas forças e se levantou devagar para não acordá-lo. Foi para o quarto e tomou um banho colocou uma saia, uma blusa básica um salto pegou sua bolsa e foi até a sala.
: . – o sacudiu de leve o fazendo abrir os olhos lentamente. – Eu estou indo para a escola preciso ensaiar para a peça de teatro, nos vemos mais tarde. – lhe deu um beijo e se levantou.
: Eu vou te buscar OK? – lhe respondeu com um beijo e saiu.
Pegou um metrô que seria muito mais rápido e mais fácil de pegar do que um taxi, alem de ser muito mais barato, o metrô nem estava muito cheio já que como era domingo as famílias estavam em suas casas aproveitando a folga. Chegou à escola e se deparou com na porta, lhe lançou um sorriso e entrou na escola, ele a acompanhou em silencio.
: você e o estão namorando? – finalmente quebrou o silencio mórbido entre os dois.
: Sim. – respondeu curta e grossa.
: Ele não te sufoca? Fica no seu pé o tempo todo, eu não sei que milagre ele não veio te deixar aqui.
: Escuta o é meu namorado e eu amo ele, ele não me sufoca nem um pouco, e eu agradeceria se você não usasse esse tom ou falar dele. – nem esperou que respondesse e entrou no teatro indo de encontro a .
: Atrasada mocinha.
: Foi mal, eu não queria levantar hoje. – lhe lançou um olhar malicioso.
: Dormiu com o foi?
: Exatamente, mas só dormimos nada de mais. Aposto que você já até tinha pensado besteira.
: Eu? Que isso! – se fez de ofendida, mas caído na risada depois. – Pessoal para o palco vamos ensaiar.
A manhã se passou rápido como um sopro, ensaiaram exaustivamente sem parar para descansar nenhum segundo, afinal o dia da peça já estava bem perto, para ser mais exata seria daqui a duas semanas e se continuassem daquele jeito seriam vaiados ao se apresentar.

Amor e Traição.


As duas semanas seguintes o grupo de atores da peça ensaiaram exaustivamente, se reuniam todas as manhãs antes da aula e depois das aulas também para ensaiar. começavam a ficar orgulhosa com o progresso que todos ali faziam, todos começaram a atuar bem, ao contrario do que atuavam no inicio.
O dia da peça Amor e Traição, nome dado por depois de muito pensar, tinha chegado voando. Naquela manhã todos repassavam as cenas para a apresentação daquela noite, brigava mais que tudo dizendo que tudo tinha que estar perfeito, chegou até a ter uma discussão com Hilary, a garota que fazia o papel de amiga de Inês, tudo porque ela gaguejou ao falar com . Hilary tinha uma quedinha por e sempre ficava nervosa nas cenas em que tinha que atuar com ele.
: Por agora é só, vão para casa e cheguem uma hora e meia antes, para organizarmos tudo. – todos começaram a se retirar. Mas os chamou de volta. – Não se esqueçam da festa no meu apartamento depois da peça para comemorarmos. – todos saíram depois do aviso de , menos que ficou ali com a amiga.
: Você falou com o sobre essa festa?
: Ele é o mais empolgado com a festa, disse que fazia tempo que não dava festas depois da faculdade. – as duas se sentaram exaltas nas cadeiras do teatro. – E você e o como vão?
: Muito bem, ele é tão carinhoso e romântico comigo, ele diz o tempo todo que me ama. – olhou para e leu seus pensamentos pelo olhar que ela fazia. – E sim dona ele beija bem, MUITO BEM. Maravilhosamente Bem.
: Nossa isso tudo? – ela começou a rir. – Me conta o resto no caminho para casa.
As duas foram conversando até o hotel em que moravam, riam e se divertiam chegando até a esquecer o nervosismo da estréia da peça.
: Você e o vão comigo e com o , não é? – apertava o botão do andar de .
: Claro que sim, tenho que ter certeza que você não vai se atrasar. – o elevador parou no andar de e as portas se abriram.
: Eu passo na sua casa as 06h00min. – saiu do elevador fazendo um joinha para . – ? – perguntou assim que entrou em casa, mas sem obter resposta.
Olhou no relógio e pela hora ele ainda devia estar no trabalho, foi para o quarto e tomou um bom banho vestiu o roupão e abriu o closet para escolher uma roupa. Olhou e olhou até que viu uma roupa perfeita, um vestido preto tomara que caia acima do joelho com uma faixa que envolvia a cintura. Vestiu o vestido e colocou o roupão de novo para não o manchar de maquiagem, começou a fazer uma maquiagem de noite, mas mesmo assim não muito forte. Quando estava terminado escutou a porta ser aberta.
: Desculpa o atraso, vou me trocar. - disse abrindo a porta do quarto de .
: Não demore ou a me mata. – lhe deu um beijo. – e vão conosco OK?
: Por mim tudo bem. Vou banhar e me trocar.
voltou para a penteadeira e voltou a se arrumar, penteou os cabelos e calçou as sandálias, assim que terminou já a esperava na sala.
: Você esta linda. – ele a abraçou seu perfume extremamente embriagante, assim como ele.
: Você também. – ele vestia uma roupa social que lhe cai perfeitamente assim como tudo que ele usava, poderia usar uma coisa simples como uma bermuda e uma blusa branca, mas nele ficava perfeito. – Vamos?
: Espera. – ele foi até o quarto e voltou com rosas vermelhas e brancas, um buque delas. – Para a estrela da noite.
: são lindas. – cheirou as rosas. – E eu não sou a estrela sou a vilã da peça.
: Mais pra mim você é a estrela. – segurou a garota pela cintura aproximando o rosto lentamente do dela selando os lábios com um beijo doce e apaixonado, ela acariciava os cabelos dele enquanto ele a envolvia em seus braços. – Agora podemos ir.
Os dois saíram do apartamento pegando o elevador se segurando para não cometerem o mesmo erro da ultima vez e serem pegos por um casal de idosos. Bateram na porta do apartamento de e e eles por incrível que pareça já estavam prontos, foram conversando animadamente até o Academic High School.
A escola estava linda a luz da noite, refletores iluminavam o céu e na entrada da escola uma faixa enorme que dizia Amor e Traição, ficou feliz por ver a faixa pendurada ali.
: Vamos temos que acertar os últimos detalhes.
: Nós vamos sentar na primeira fileira amor. – foi até e lhe deu um beijo de tirar o fôlego deles e de quem estava por perto. – Boa sorte.
: Obrigada amor.
: Boa sorte . – lhe deu um beijo bem menos ousado do que o que e tinham acabado de trocar.
: Obrigada. – as duas foram para os bastidores, os alunos estavam apreensivos com a platéia que se formava. ajudou a vestir a roupa da personagem, um longo vestido vermelho com um leve decote e o cabelo preso em um coque folgado e elegante. – Eu to nervosa , e se eu errar alguma coisa e estragar a sua peça, que você tanto batalhou para conseguir entrar em cartaz na escola?
: calma, você é uma das melhores atrizes da peça eu tenho certeza que vai fazer tudo certo. – deu um abraço apertado na amiga. – Agora eu vou ver como os outros estão. – se distanciou conversando com cada integrante da peça que aparecia em seu caminho.
: Você esta deslumbrante ! – se virou dando de cara com um muito lindo por sinal, ele usava um traje típico dos homens da década, que lhe caia muito bem o deixando mais bonito.
: Obrigada. – lhe deu um sorriso. – Eu estou nervosa.
: Eu também, mas vai dar certo. Estou ansioso pela cena do beijo. – e se retirou deixando para trás uma constrangida. Ele falava da cena em que a Consuelo e Estevão trocavam um beijo, para a sorte de o beijo nunca foi ensaiado, o combinado seria trocar o beijo somente na frente da platéia, e esse dia havia chegado.
: ATENÇÃO PESSOAL ESTA NA HORA! – ficou mais nervosa ainda, os alunos que interpretariam a primeira cena começaram a entrar no palco e ela pode ouvir os aplausos da platéia. – depois dessa cena você entra. (...)
: Consuelo eu não posso, eu amo Inês! – a cena que tanto tinha esperado finalmente havia chegado, estava ali na sua frente e teria que beijá-lo. – Não posso traí-la.
: Claro que pode, aquela idiota te trai todos os dias com Ramon Valdez. (n/a: nomes bem de novela mexicana ahshhs.).
: Isso é verdade? – abaixou a cabeça tentando parecer triste embora estivesse feliz pelo beijo esta chegando. – Não pode ser.
: Claro que é! Beije-me Estevão e se vingue, daquela vagabunda. – se aproximou dela, olhou para a platéia a procura de e seus olhos forem de encontro com os dele, o olhar em chamas pela cena que se passaria a seguir.
: Consuelo? – lhe encarou vendo que por segundos tinha saído do personagem. – Você tem razão.
: Tenho? Quer dizer, claro que tenho. – hesitou antes de dizer as palavras a seguir. – Beije-me Estevão. – se aproximou rápido e ansioso, não importava se era uma cena de uma peça o que importava era que ele a beijaria. A puxou com força pela cintura a segurando firme, e a beijou, tentava não corresponder mais ele a beijava como se ninguém estivesse olhando.
: Esse idiota está se aproveitando. – fez mansão de se levantar da cadeira mais o segurou.
: você não pode atrapalhar, é só uma peça.
: Tem razão. – voltou a se sentar. empurrou disfarçadamente e as cortinas se fecharam para a próxima cena.
(...)
Carolaine: Estevão não me deixe! – ela gritava fazendo com que todos os espectadores se emocionassem. – Se não é para te ter, então prefiro morrer. – ‘Inês’ pegou uma faca do cenário e enfiou em seu peito, caindo ali morta ao lado do corpo de ‘Estevão’.
O publico aplaudiu de pé os atores, um drama que comoveu toda a platéia. Todos que participaram da peça deram as mãos e agradeceram ao publico e voltaram para os bastidores. não continha-se de tanta felicidade pela peça ter sido um sucesso.
: Atenção galera todos para a festa no meu apartamento. – o pessoal deu um viva, uma festa para curtir.
: ! – ele veio na direção da garota e a abraçou com força. – Você foi de mais, foi perfeita.
: Você achou?
: Foi perfeita. – ele deu o sorriso que ela sempre gostava. – Eu só não gostei daquela cena do beijo ¬¬
: Nem eu, eu pedi para a tirar mais ela disse que a peça perderia o sentido. – deu um selinho em que riu. – Durante todo o tempo eu tentei imaginar que era você.
: Isso é difícil porque eu sou único. – ele deu mais um dos seus sorrisos perfeitos fazendo rir com ele.
: Você também é humilde. – ela deu outro beijo nele e o deixou para se trocar, minutos depois voltou completamente livre de Consuelo.
Todos foram para o apartamento de e , ela já tinha organizado tudo, comprado bebidas e lanches para todos. Tudo que não podiam fazer era colocar o som alto de mais para não incomodar os outros moradores do prédio.
: Atenção galera. – ela batia com uma colher em uma taça de vinho chamando a atenção de todos que se divertiam na sala. – Eu queria agradecer a todos por ter contribuído com a peça e terem se esforçado. Eu sei que fui uma chata. – todos riram concordando. – Mas deu certo, não é? Bem agora quero que se divirtam e aproveitem a festa.
: Antes eu quero fazer um comunicado. – todos prestaram a atenção em , e isso para as garotas não era muito difícil já que o namorado de era estonteantemente lindo. – Bem eu queria aproveitar a presença de vocês para pedir que testemunhem isso. – ele enfiou a mão no bolso da calça e tirou uma caixinha de veludo preta, se ajoelhou aos pés de que já tinha lagrimas nos olhos. – você é a garota da minha vida você aceita se casa comigo?
: você planejou tudo isso? – ela já chorava com tamanha felicidade, agora entendia porque tinha achado ótimo ela dar a festa, porque ele já planejava a pedir em casamento a tempos, para falar a verdade desde o dia em que a viu entrar na cafeteria toda molhada da chuva, desde aquele dia tinha se apaixonado por ela, desde aquele dia imaginava essa cena.
: Sim ou não ! – ele falou para que estava estática olhando para com um sorriso brilhante no rosto.
: eu aceito, eu adoraria me casar com você porque eu te amo desde o dia em que te vi naquela cafeteria. – colocou o anel de brilhantes no dedo anelar de e a abraçou lhe dando um beijo, logo em seguida todos na sala bateram palmas e comemoraram pela felicidade dos dois. As meninas presentes comemoravam, embora estivesse triste por um belo homem como não estar mais disponível.
: parabéns. – deu um abraço na amiga que ainda tinha lagrimas nos olhos. – Amiga você merece, vocês são um ótimo casal, com certeza vocês vão ser felizes.
: Obrigada amiga, esse é o momento mais feliz da minha vida. Você sabia disso?
: Não, mas o já sabia, ele não me contou com medo que eu te contasse.
: E contaria, não é?
: E estragar a surpresa? Claro que não.
: Ah sua má!

A Arte imita a Vida!


Todos na festa estavam se divertindo e agora por um motivo a mais, o noivado de e , o mais novo casal feliz da noite. Eles mereciam afinal toda aquela felicidade, nunca tinha visto os dois brigarem, eles sempre estavam unidos e no maior clima de romance, só esperava que depois do casamento também fosse assim.
Em um lado do apartamento todos os homens jogavam cartas e em outro as garotas conversavam e riam, algumas davam conselhos para , conselhos nada aconselháveis de usar mais fingia prestar atenção.
Carolaine: não deixa ele se acostumar com você cozinhando, se ele se acostumar vai querer fazer você de empregada. – todas as garotas riram alto, e os rapazes olharam em sua direção tentando adivinhar do que elas falavam.
: Eu aposto que elas estão falando mal de nos. – ele jogou a sua carta. – E a é a líder! – todos na mesa riram.
: Acho melhor você desistir logo .
Ricardo: Se ela já comando o grupo de garotas agora, imagine quando casar? Ela vai comandar a ONG contra os maridos preguiçosos.
: Ah não importa ela vale isso e muito mais. – todos na mesa ficaram dizendo coisas do tipo ‘ ta apaixonado’.
: você podia pegar para mim aquela revista de noiva que eu deixei na sua casa? – a dias atrás tinha ido na casa de com a revista para escolher modelos para os vestidos da peça de teatro, e acabara esquecendo a revista lá. – Nos poderíamos olhar alguns vestidos agora, e ai vocês me ajudam a escolher, que tal?
Saly: Boa idéia , assim você tem mais opiniões.
: Eu vou lá buscar, já volto.
saiu do apartamento rápido pegou o elevador e foi até o seu apartamento, ficou parada na sala tentando se lembrar onde tinha guardado a revista de noivas, até que se lembrou que tinha a largado dentro do closet, correu até lá e lá estava ela, debaixo de uma pilha de saias.
Pegou a revista e trancou a porta, mas assim que se virou viu que não estava sozinha, alguém para ser mais exato, um garoto a esperava encostado a porta do elevador. revirou os olhos, será que ele não desistia? Será que ele não entendia que ela amava , que nunca mais teria nada entre os dois? Tudo que eles poderiam ter era uma amizade fraca e nada mais.
: O que você esta fazendo aqui ?
: Eu nem tive tempo de te parabenizar pela atuação.
: A agora já deu, e parabéns pra você também. – apertou o botão do elevador o chamando, torcendo para que o elevador chegasse o mais rápido possível, mas parecia que alguém já o tinha chamado antes. – A Hilary gosta muito de você sabia?
: É eu sei, ela é uma garota legal, mas eu gosto de outra garota. – apertou o botão do elevador mais uma vez. – Eu ainda gosto de você .
: Olha , eu não queria ser chata mais a única coisa que pode ter entre nos é amizade, porque eu amo o e não quero perder esse amor entre nos entende... – foi impedida de continuar a frese, foi pega de surpresa por um beijo de , nesse momento as portas do elevador se abriram, e desejou com toda a sua alma que aquele elevador não tivesse chegado. – ?
: Eu estava preocupado com você, mas pelo visto você esta muito bem, não é? – sentia raiva, angustia, tristeza, dor, vários sentimentos ruins por ter presenciado aquela cena. – Eu pensei que você era diferente.
: na é isso que você esta pensando, ele me beijou de surpresa eu fiquei sem reação.
: Eu vou deixar vocês dois a sós, vocês tem muito que conversar. – não era a intenção de que visse aquele beijo, mas já que o destino tinha dado uma ajudinha porque não aceitar?
: eu sei exatamente o que você esta pensando eu já passei por isso, mas acredite não foi o que aconteceu. – abria a porta do apartamento sem parecer escutar nada do que dizia. – me escuta.
: Escutar para quê? Eu vi tudo, não precisa mentir e tentar me enganar. – ele bateu a porta com força depois que os dois entraram no apartamento, deixou a revista em cima de um móvel ali perto. – Aposto que foi a mesma coisa que você fez com aquele tal de Lucas, não é?
: Você esta me ofendendo assim, o que você acha que eu sou?
: Quer mesmo saber?
: Fala se você tem coragem.
: No momento eu acho que você não presta, que é igual ou pior a qualquer mulher. – os olhos deles estavam vermelhos e marejados de lagrimas, aquela cena ainda lhe embrulhava o estomago. – Você não vale na...
: Nem termina a frase Jonas, eu não vou admitir ser criticada por uma coisa que eu não fiz. Foi um engano. – não conseguia mais segurar as lagrimas que lhe caiam pela face. – me escuta. – ela tentou segura-lo, impedi-lo de ir para seu quarto sem escutar todas as suas explicações, mas ele em um gesto involuntário se virou a empurrando, o que fez que ela caísse no chão.
: me desculpa... – ele foi na direção dela tentando levantá-la, mas ela levantou antes que ele chegasse perto.
: Fica longe de mim. – arrumou o vestido. – Eu nunca tinha visto esse seu lado.
: Foi sem querer, não foi minha intenção te machucar. – ela bagunçou o cabelo nervoso.
: Você não me machucou fisicamente, mas sim meus sentimentos. Você desconfiou de mim, acho que eu seria capaz de te trair.
: Eu não acho, eu vi, quando se vê é diferente de achar.
: Cala boca. – foi para o seu quarto batendo a porta com raiva.
: NÃO ME MANDA CALAR A BOCA. – ele gritou do lado de fora com todas as suas forças, entrou no seu quarto e bateu a porta com força.
foi até o banheiro e tirou toda a maquiagem borrada pelas lagrimas, pegou seu casaco, a sua bolsa e enfiou todo o dinheiro que tinha ali. Colocou o casaco e saiu porta a fora, não queria ter que dividir aquele apartamento com , estava triste por ele a ter tratado daquela forma. Ela sabia o que ele sentia naquele momento, ela passou pela mesma coisa, mas mesmo assim não deixava de se sentir ofendida por ele.
Pegou um taxi e foi 3 Gyus Coffe Shop, não queria incomodar que estava em um momento tão feliz com , alem do mais a casa deles estava cheia de visitas e sem falar que deveria esta lá fazendo parte da festinha. Ao pensar em a vontade que teve foi mandar o taxi parar e voltar lá na casa de , empurrar a porta com força, pegar uma faca na cozinha e o matar na frente de todos a sangue frio, mas mudou de idéia, lá teria muitas testemunhas, e o máximo que ela conseguiria era apodrecer na cadeia, ali era os Estados Unidos não o Brasil. “Brasil? BRASIL! Como eu não pensei nisso antes, é isso que eu vou fazer.” Pensou ela, pegando o seu celular e discando um numero internacional.
: Alô? – a pessoa do outro lado da linha atendeu. – Cristiano?
Cristiano: ? Maninha que saudades de você, você não liga mais já ta se achando gringa, não é?
: Para Cristiano. – ela conseguiu rir só de ouvir a voz do irmão. – E como vai por ai? Sua esposa? Vocês já têm filhos?
Cristiano: como você é estraga prazeres, você sempre foi vidente!
: O que foi?
Cristiano: A Luciana esta grávida de seis meses, eu liguei para a mamãe e contei pra ela, ela ficou tão feliz. Ela não te falou?
: Não. Meus parabéns! Vai se rum menino lindo se puxar pra mãe, porque você é muito feio. – os dois começaram a rir, Cristiano nem se importava com as brincadeiras da irmã, ela era a única mulher na face da terra que o achava feio. – Eu não sei se a nossa mãe te contou mais eu estou em NY estudando em uma escola, eu ganhei uma bolsa e vim estudar aqui.
Cristiano: Você esta morando só? SOZINHA?
: Não eu estou na casa de um... Amigo. – sua voz ficou triste. – Mas eu estava pensando se eu podia te visitar, essa próxima semana é a minha ultima semana de aula, e eu pensei em te visitar e matar a saudade do Brasil.
Cristiano: Claro que pode vir, eu vou preparar tudo para a sua chegada, a Luciana é louca pra te conhecer.
: E eu também quero conhecer ela, você só fala dela quando liga.
Cristiano: Eu vou te esperar no aeroporto, quando você estiver chegando me liga que eu te busco OK?
: Pode deixar, te amo, não vejo a hora de chegar ai, tchau. – e desligou o telefone feliz por ter falado com o irmão que já não falava a tanto tempo.
O taxi finalmente parou a 3 Gyus Coffe Shop, ela pagou o taxi que em segundos já tinha outro cliente, em NY era assim os Taxis não paravam. Entrou a 3 Gyus Coffe Shop e apesar da hora o lugar estava cheio, muito cheio, em um canto do lugar um monte de meninas se amontoavam sorriam e tiravam fotos. Sentou-se em uma mesa afastada tirou o casaco e ficou olhando pela janela, ela teria que passar a noite em algum lugar, daqui a pouco o lugar ia fechar e com certeza depois da festa na casa de e eles iriam ‘comemorar’ ela não queria atrapalhá-los, e voltar para o apartamento de estava fora de cogitação.
Garçonete: Vai pedir agora? – ela segurava uma caderneta.
: Sim. Eu quero um Francapuccino. – disse sem muita emoção na voz. A garçonete foi até o balcão e depois de uns minutos voltou com o pedido de . – Obrigada.
Aos poucos o 3 Gyus Coffe Shop começou a esvaziar, novamente ela olhou pela janela a procura de uma luz para aquela noite que começou bem e terminou mal. Sentiu a presença de alguém sentar-se ao seu lado, mas tão pouco se importou.
: Esse lugar esta ocu-pa-do. – disse a ultima palavra em pausa não acreditando que ele estava sentado ao seu lado, bem ao seu lado, perfeito como sempre, perfeito como naquele dia na Estatua da Liberdade. – O que você esta fazendo aqui? (n/a: aposto que pensaram que era o Jonas ahshas.).
Lucas: Lanchando como uma pessoa normal, , posso te chamar assim, né? – ela fez um sinal de positivo com a cabeça, então a garotinha no barco não estava mentindo e nem tão pouco fazendo graça da cara dela. – E você esta fazendo o quê aqui há essa hora?
: É complicado. – ela abaixou a cabeça, não queria contar sua vida para um... digamos que estranho.
Lucas: Eu acho que tenho tempo.
: Eu briguei com meu namorado, e agora não tenho onde dormir.
Lucas: Ele te colocou na rua? – a cara dele era de chocado.
: Não rs ele não faria isso. – ela deu uma risadinha. – Eu saí do apartamento dele, não queria ficar lá, o clima estava pesado e também eu estou triste com ele. – tomou um gole de seu francapuccino.
Os dois ficaram ali conversando, e contou tudo para ele, o motivo da briga e praticamente toda a sua vida, disse que iria passar um tempo no Brasil para esquecer-se de tudo, e Lucas achou legal, ele tinha MUITAS fãs no Brasil, mas nunca teve a oportunidade de ir com seus irmãos tocar lá.
Ooh This is an S.O.S. Don't wanna second guess, This is the bottom line, It's true, I gave my all for you…
Ela atendeu o celular rapido, é meio constrangedor estar do lado da pessoa que canta aquela musica.
: Alô? Ah é você? Não, não te interessa onde eu estou.
: eu acordei e você não estava aqui, me diz onde você esta e eu vou te busca, agora alem de traira é louca de ficar rondando pelas ruas de NY.
: Eu não vou dizer onde estou, mas pode ter certeza que não estou te traindo. Alias nem que eu fizesse, eu te trairia porque a partir de agora não somos mais nada, tchau Jonas. – e desligou o telefone na cara dele.
Lucas: O nome do seu namorado é ? – ele começou a rir.
: Qual é graça ¬¬ você não é o único do mundo. – ela olhou no relógio. – Eu vou embora. – pegou sua bolsa pagou o francapuccino e saiu da 3 Gyus Coffe Shop, do lado de fora ventava, o típico vento frio de NY.
Lucas: Hey aonde você vai? – ele veio correndo até alcançá-la.
: Embora. – fez uma ara de óbvio.
Lucas: Pensei que você não tinha para onde ir!
: Ah é mesmo, eu tinha me esquecido desse detalhe. – e os dois começaram a rir. – Eu dou um jeito, é proibido dormir no Central Park?
Lucas: Você esta brincando, não é?
: Claro, não sou doida. – e se ela alugasse um quarto de hotel? Não, isso não daria certo, os quartos ali no centro eram caros, se quisesse um quarto barato teria que ir na periferia, e se a solução fosse essa preferia voltar para casa.
Lucas: Vem comigo? – ele estendeu a mão, ela olhou para a mão dele estendida e o sorriso perfeito no rosto, era a sua única chance. Segurou na mão dele e os dois saíram andando.
: Aonde vamos?
Lucas: Você vai ver!


Despedidas.


Professor: As fases da mitose são muito simples, temos a meiose, a prófase e anáfase. – os alunos na sala tinham uma cara de tédio pela aula de Biologia que tinha começado a pouco, eles já tinham feito todas as provas mesmo, então aquela ultima semana de aula não importava em nada. Muitos alunos nem a escola estavam indo mais. – Copiem isso. – e começou a escrever no quadro com a sua péssima caligrafia.
TOC TOC. Alguém bateu na porta tirando a atenção de todos.
: Da licença professor eu posso entrar? – disse entreabrindo a porta.
Professor: Atrasada mocinha, vá para o seu lugar e copie isso. – foi rápido para o seu lugar ao lado de e se sentou sem tirar o casaco, estava com a mesma roupa de ontem.
: onde você se meteu? O esteve na minha casa procurando por você e disse que você não tinha passado a noite em casa, ele estava preocupado dava para ver pela cara dele. – disse baixo para que o professor não escutasse. – Trata de me contar.
: Eu briguei ontem com o , briga feia mesmo, por culpa do que não consegue levar um não. – ela não anotava nada, nem tinha passado em casa, veio da rua direto para a escola e não tinha nenhum material em mãos. – Ai eu fui para a 3 Gyus Coffe Shop, e adivinha quem eu encontrei lá?
: Lucas? – já tinha contado para a amiga o dia que o viu na Estatua da Liberdade.
: Foi! Sua sem graça.
: E você estava com ele?
: É. – deu um sorriso irônico para a cara que fazia.
: Fazendo o quê?
: Adivinha?!
: Mentira, e a historia do anel da pureza?
: Tudo mentira, ele é muito bom, nossa o melhor que eu já tive até agora. – quase caiu da cadeira chocada, para a cara que ela fazia era pouco. – Nos fomos no jatinho dele até Las Vegas e casamos em uma capela, e depois fomos para um hotel e tivemos a melhor noite.
: MENTIRA! PARA A TERRA QUE EU QUERO DESCER.
Professor: Oh Senhorita você poderia fazer silencio? – ele bateu o giz no quatro, e calou, todos voltaram a prestar atenção no quadro e no professor de Biologia.
: Sua biscate! Sortuda.
: AAHSHSHHASHHSHAHSHAHSHASHAHASHHASHASHHAHHSHASHAHSHASHHSHAHSHASHSHHASHS. – ficou com uma cara de taxo sem entender nada, e morria de ir ao seu lado, mas ria tanto que não tinha mais ar.
: Posso saber do que você esta rindo? – disse sem entender.
: É mentira sua besta, eu não casei com Lucas e muito menos tirei o anel dele ahshs. Precisava ver a sua cara ashhas. – o professor olhou para as duas com cara de pouco amigos, e parou de rir fingindo que copiava, ele se voltou para o quadro e começou a escrever novamente.
: Sua sem graça eu pensei que era verdade. – ela começou a recompor a cara de chocada que tinha. – Você esta muito engraçadinha ¬¬* Onde se meteu a noite inteira?
: Com Lucas. – disse com simplicidade.
: Não acredito mais.
Professor: Agora já chega! As duas para fora da sala. – as duas se levantaram e saíram da sala.
: É serio? - parecia nem se importar com o fato de ter cido expulsa da sala de aula, no momento tudo o que ela quaria era saber mais detalhes da noite da amiga.
: É! Menos a parte do casamento em Las Vegas e a noite no hotel. – começou a rir de novo. – Eu passei a noite com ele, mas na inocência como bons amigos. Passamos a noite inteira nos divertindo em um parque 24 horas que ele conhecia, é por isso que eu to com essa cara, eu não dormi a noite inteira. Mas foi só isso. – finalmente conseguiu controlar o riso. – Eu amo o Jonas não o Lucas, entende? Eu terminei com o mais mesmo assim ainda o amo e não teria coragem de ficar com ninguém.
: É mais todo mundo ficou preocupado com você, ninguém sabia onde você tinha se metido. E você se divertindo com o lindão do Lucas. Você é foda menina, dois 's lindos que gostam de você e um a tirá colo, quando eu crescer quero ser igual a você ahhahs.
: menos, né? – as duas começaram a rir mais calaram assim que a diretora passou pelo corredor, fingiu que estava passando mal, se a diretora soubesse que elas tinham sido expulsas da sala elas levariam advertência. – Mas mudando de assunto eu preciso da sua ajuda. – falou assim que a Diretora dobrou no corredor. – Eu posso ficar na sua casa até o fim da semana?
: Claro que pode, mas por quê?
: Porque eu não quero ter que ficar lá com o nesse clima, vai ser pior para nos dois. E no fim da semana assim que as aulas acabarem eu vou para o Brasil!
: BRASIL! Por quê? Você não pode ir antes do meu casamento.
: Eu volto para o seu casamento , mas é bom eu passar um tempo longe para esquecer tudo isso.
: Você que sabe , mas fugir não é solução.
: Eu sei, mas eu sou covarde e vou fugir rs.
Depois do dia de aula foi até o apartamento de , que por sorte não estava, e pegou a maior quantidade de coisas que conseguiu, colocou suas roupas em uma mala e levou para o apartamento de com a ajuda de . O resto das coisas ela levaria quando fosse embora, já estava tudo pronto. Primeiro ela iria para New Jersey falar com os pais e de lá embarcaria para o Brasil.
A semana passou arrastada, os dias pereciam ter mais que 24 horas, e seu dia era o maior tédio. depois da escola ajudava seu pai no negocio da família e ainda estava no trabalho, ou seja, ela ficava a tarde inteira olhando para o teto imaginando como e o que estava fazendo. Lutava para esquecê-lo para arrancar aquele amor de seu coração, mas nada dava certo, quando menos esperava se pegava pensando nele e se sentia uma boba por pensar tanto nele enquanto ele provavelmente não estava nem ai para ela.
Na manhã de sexta feira acordou cedo, tomou o seu banho fazendo o mínimo de barulho possível para não acordar e nem , se trocou pegou seus materiais e foi até a cozinha e pegou uma fruta para comer. Naquela manhã ela iria mais cedo para a escola sem , teria que acertar alguns detalhes na escola antes de sua viagem. Tinha passado com excelentes notas em todas as matérias então não teria problema nenhum, tudo que precisava fazer era justificar a sua falta na festa de encerramento escolar.
Apertou o botão do elevador e esperou em silencio, o olhar triste e vago, a mente no lugar em que sempre estava, Jonas. As portas do elevador se abriram e ela deparou com o dono de sua mente e de seu coração, ali parado a sua frente, usando um terno Armani que lhe caia perfeitamente, ele com certeza era o executivo mais lindo que ela já vira.
: Ah eu espero você descer. – segurou a voz para não parecer que estava com vontade de chorar.
: Não somos mais crianças, eu pelo menos não. – a voz dele era fria, o que cortou o coração de , ela nunca imaginou ele usando aquele tom de voz com ela. – Vai descer ou vai ficar ai parada?!
: Idiota. – disse entrando no elevador e apertando o botão do térreo.
: O que você disse?
: Você escutou. – lançou um olhar desafiador para . – Não sou uma gravação para repetir nada.
: Ridícula. – olhou para o teto.
: Como?
: Não sou uma gravação para repetir nada. – a imitou perfeitamente a deixando furiosa, como ele conseguiu passar de cara perfeito para cara idiota?
: Jonas você é um completo imbecil, idiota, ridículo, sem vergonha, ex-gay, conquistador barato, hipócrita, fingido, cínico, e você dirige mal, e canta mal também. (n/a: isso tudo ao contrario é o que ele realmente é *-*). – apenas falou isso porque disse cada palavra em português, ou seja, ele não tinha entendido absolutamente nada. tinha uma aparecia que revelava a sua total falta de compreensão, ele não tinha entendido nada o que a garota tinha dito em outro idioma por sinal.
: Você esta me xingando em outro idioma?
: Também é burro ¬¬³ – disse no velho e bom português.
: Por que você não fala no meu idioma, ein? Tem medo? – a segurou forte pelo braço.
: Me solta ta me machucando. – tentava se soltar, inutilmente por sinal já que ele era bem mais forte do que ela.
: Repete! – agora meio que involuntariamente os rostos estavam próximos, as respirações aceleradas se misturavam os batimentos acelerados.
: Me solta.
: Só depois disso. – a puxou para mais perto a beijando, a principio tentava recusar aquele beijo, tentava afastá-lo dela, mas não teve forças, seu corpo seu coração, cada parte de seu corpo pedia por aquele contato. Ele pediu permissão para aprofundar ainda mais o beijo, ela meio que 'involuntariamente' deixou, seu corpo nem o seu pouco raciocínio no momento não a respondia. As portas do elevador se abriram e mais uma vez o casal de idosos olhava a cena atônitos, pulou para um canto se afastando de , os lábios da garotas vermelhos pela volúpia do beijo.
Velinho: Nossa rapaz eu era como você quando jovem. – ele e a esposa entraram no elevador. – Não deixava minha velha um segundo se quer. – deu um sorrisinho safado para .
Velinha: Bem que você podia continuar do mesmo jeito ¬¬. – as portas do elevador se abriram revelando o hall do hotel, saiu rápido sem olhar para trás. Parou na calçada do prédio com a respiração falha.
: Vai dizer que não gostou! – ele sussurrou no ouvido de fazendo-a arrepiar.
: Eu não gostei. – tentou mentir mais a sua voz revelou toda a verdade fazendo rir. – Que é?
: Você ainda é caidinha por mim.
: E você ainda é idiota. – arrumou os cabelos que estavam bagunçados pelo... beijo. – Até nunca mais Jonas.
: Como assim nunca mais? – ele gritou mais ela já estava descendo as escadas do metrô. – Nunca mais? – sussurrou para si mesmo. Mesmo os dois estando brigados, e ele ainda ter certa magoa por ela não queria deixar de vê-la, afinal ele ainda a amava.
: Hey ! – assim que chegou a escola foi a primeira pessoa que viu, parado na entrada da escola, esperando-a como sempre. – Como foi o dia?
: Ainda estamos no começo do dia. – disse totalmente sem humor. – Ah eu dei uns amasso com o no elevador, por quê? – não ela não disse isso mais sua língua coçou para falar palavra por palavra, mas como sempre teve medo de magoar alguém.
: Nós poderíamos sair, ou melhor, você quer ir ao baile de encerramento comigo? – o sorriso estampado no rosto dele faria com que qualquer garota aceitasse o convite, mas não ela, não depois de tudo que ele fez. – Então sim ou não?
: eu tentei de dizer de todas as formas, mas você parece não entender, eu não te amo, o máximo que eu te vejo é como um amigo, e até essa ‘amizade’ você perdeu depois que me beijou aquele dia. – tomou um ar. Dessa vez ela ia dizer tudo o que estava entalado na garganta, esclareceria de uma vez por todas que os dois NUNCA ficariam juntos. – Eu e o terminamos por sua culpa e daquele beijo idiota, eu deixei de ser feliz por culpa daquele beijo idiota, eu deixei de ser feliz por sua culpa. A pessoa que eu amo não esta comigo por sua culpa, por seus caprichos. Você é o tipo de galanzinho da escola que não aceita um NÃO, e faz tudo para ter o que quer. Mas comigo não vai dar certo porque graças a você eu não tenho mais nada, eu só espero que você esteja feliz com e infelicidade dos outros. – estava tão leve agora que tinha desabafado, agora que tinha posto tudo para fora. – Mas quero que você saiba que eu não vou ao baile com você porque eu estou indo embora para o Brasil, espero que consiga viver com a sua consciência, senhor capitão do time de futebol.
saiu o deixando para trás. ficou ali parado, nunca tinha imaginado que a tinha feito tão mal assim que agora ela se sentia daquele jeito abominável em relação a ele, como se ele fosse o um mostro. Definitivamente ele não gostou de se sentir assim, agora abriu a sua mente e acima de tudo o seu coração. Naquele momento ele percebeu que se amava de verdade tudo o que ele queria era que fosse feliz, mesmo que não fosse com ele, e ainda não era tarde para se retratar, já tinha em mente o que faria para se desculpar.
: Com licença. – ela disse para a secretaria gorda que em seu primeiro dia de aula duvidou da sua capacidade mental. – Eu queria justificar a minha falta no baile de encerramento. – na Academic High School o baile de encerramento era quase que obrigatório, e todos deviam aparecer, tudo em nome da boa conduta moral da escola.
Secretaria: Sim querida, eu vou pegar uma ficha para você. – a secretaria foi até um armário velho e pegou uma ficha de dentro de uma das muitas gavetas. – Aqui esta, assim que terminar me entregue. – “Não, assim que eu terminar eu vou jogar no lixo ¬¬”.
: OK! – se sentou em um das cadeiras ali e começou a preencher a ficha, quanta besteira apenas para não ir a um baile bobo de escola, eles devia fazer fichas para coisas mais importantes como sair da sala de repente, isso com certeza era mais necessário do que a ficha que ela preenchia. – Pronto! Aqui esta. – entregou a ficha para a secretaria, que sorriu para ela, os dentes ainda sujo de batom rosa choque.
Como aquele era o ultimo dia de aula letivo quase não tiveram aulas, e os alunos foram liberados mais cedo, aproveitou para ficar o resto do seu dia na cidade conversando com a amiga.
: eu vou sentir tanta saudades, po rque você tem que ir tão cedo?
: Eu tenho que ir logo , eu não quero mais ficar aqui não esta me fazendo bem. – olhou para o céu que por milagre exibia um sol brilhante. – O meu vou para o Brasil sai no domingo as 09h00min e eu quero passar o sábado com os meus pais antes de ir para o Brasil.
: E a sua escola?
: Como eu tirei notas excelentes a Academic High School me recomendou para a melhor escola do Brasil, então eu não vou ter problemas por lá.
: Você tem que prometer que vem para o meu casamento com o , você vai ser madrinha, e se eu não tiver madrinha eu não caso, ai o vai te odiar por eu ter cancelado o casamento por sua culpa.
: Nossa que responsabilidade ahshs. Não se preocupa amiga, eu vou estar aqui e vou ser a melhor madrinha do mundo.
As duas passaram o resto da tarde conversando e arrumando as malas de para a sua partida para o Brasil. não sabia da partida de por exigência da mesma, ela não queria que ele contasse para que ela estava indo embora, ela não queria ter mais complicações em sua vida.
aproveitou que não estava no apartamento e foi lá rápido e pegou todas as suas coisas que ainda estavam ali, antes de sair deixou uma carta em cima da cama, talvez um dia ele entrasse ali naquele quarto e visse aquele papel em cima da cama e lesse.
Ao sair do apartamento trancou a porta e jogou a chave por debaixo da porta, agora definitivamente estava deixando tudo para trás.

Go to Brasil?


Assim que chegou em seu apartamento se espantou com todas aquelas malas na sala, estaria indo embora e desistindo do casamento? Foi à primeira coisa que passou pela cabeça dele o deixando em pânico.
: que malas não aquela lá na sala? – ele entrou na cozinha onde e conversavam. – Você vai me deixar? – ele fez a carinha mais fofa do mundo.
: Não meu amor eu nunca te deixaria, só pelo Lucas, claro. – fez piada, e riu. Mesmo amando ele sabia que ela tinha uma pequena ‘quedinha’ por Lucas. – Mas não é eu que vou embora , é a !
: Você vai embora ? Por quê? Você não pode ir embora agora você é minha amiga. Você não vai ser a madrinha do nosso casamento?
: Calma . – deu uma risadinha. – Eu vou para o Brasil, mas no dia do seu casamento eu volto, eu não perderia isso por nada no mundo.
: E o sabe?
: Não, e nem vai saber.
: Vamos, nós vamos levar a na rodoviária.
: Pode pegar meu carro amor eu deixo você dirigir, eu to cansado vou ficar.
: ! – ele já saia da cozinha mais o chamou. – Eu sei que você quer ficar para avisar o , mas você ouviu a não quer que ele saiba. Você vai com a gente.
foi a contragosto levar na rodoviária, ele queria avisar que ela estava indo embora, mas não conseguiu. o pegou tentando ligar para umas cinco vezes, e na sexta ela confiscou o celular dele.
Chegaram à rodoviária e só deu tempo de embarcar as malas de , o ônibus sairia em minutos.
: promete que vem pro casamento? – as duas se abraçavam fortemente.
: Eu prometo .
: Eu vou sentir falta . – foi a vez dele abraçar a amiga. – Liga sempre, ein?
: Pode deixar, eu amo vocês. – foi a ultima coisa que ela disse aos dois antes de embarcar no ônibus, tinha lagrimas nos olhos, ela e tinham virado verdadeiras amigas durante todo esse tempo.
Durante toda a viagem tentou dormir para afastar os pensamentos de sua mente, ou melhor, para afastar de sua mente, por mais que ela tentasse ele sempre reinava absoluto em seus pensamentos.
A viagem foi calma e bem melhor que a viagem de ida para NY, quando teve que dividir um ônibus cheio de pessoas mal encaradas. Não tinha avisado para seus pais para buscá-la na rodoviária de NJ então pegou um taxi que a deixou na porta de sua casa.
Mãe da : Filha eu estava com tanta saudade. – ela veio abraçar a filha na porta de sua casa. – E então como foram as aulas? Tirou boas notas?
: Ótimas notas, eles me indicaram para a melhor escola do Brasil. – as duas entraram enquanto o Pai de colocava as malas de dentro de casa. – O Cristiano ligou?
Pai da : Ele ligou e disse que tudo já esta pronto para te receber por lá. – disse colocando a ultima mala dentro de casa. – Ele anda todo feliz com o filho, assim que você chegar lá mande uma foto do meu neto, já que ele não manda.
: Pai ele ainda nem nasceu, acho que a Luciana ainda tem só seis meses.
Pai da : Mas quando nascer você manda.
Mãe da : Filha vem jantar eu preparei a sua comida preferida. – as viagem tinha durado todo o dia e agora já era noite.

No apartamento de :

Aquele apartamento estava tão vazio sem ela, ele não podia escutar o sorriso dela, as brincadeiras que os dois faziam. Era tudo tão sem graça sem ela, tudo tão monótono, exatamente como era antes de Denise ligar e dizer que passaria um tempo na casa dele.
estava cansado daquele orgulho bobo dele, ele a amava e por mais que tentasse negar para si mesmo precisava dela, precisava dela como sempre precisou, precisava dela para ser feliz, para sorrir de novo. Pegou suas chaves e foi em direção a porta, ele iria à casa de e imploraria para que ela voltasse para ele se fosse preciso, mas assim que abriu a porta de cara com uma figura detestável na opinião dele, .
: O que você quer aqui? – disse com desprezo.
: Eu vim falar com você.
: Eu não tenho tempo para isso agora.
: É sobre a . – ao ouvir o nome da garota não fechou a porta como pretendia fazer. – Eu só vim falar que aquele beijo não foi culpa dela, eu a beijei meio que a ‘força’.
: E você tem coragem de vir aqui me falar isso na minha cara?
: Eu vim porque eu estou arrependido, eu sei que foi errado, porque ela ama você não a mim.
: Eu sei disso. – e moveu a porta para fechar na cara de .
: Ela vai embora. – parou o movimento que fazia deixando a porta aberta, o corpo estava estático, como assim ia embora? Então era isso que ela queria dizer com adeus? – Ela vai para o Brasil.
: É mentira sua ela não vai embora, eu a vi hoje de manhã.
: Eu só queria avisar, se não acredita olha no quarto dela. – e se dirigiu para o elevador, as portas logo se abriram e ele entrou, mas antes falou. – Vai ver que as roupas dela não estão lá.
bateu a porta com força e correu até o quarto da garota, abriu a porta com força e foi até o closet do quarto abriu as portas e teve uma surpresa, não tinha nenhuma roupa ali dentro, nada, nada mesmo, apenas a poeira. Olhou por todo o quarto e nada dela, se sentou na cama apoiando a cabeça nas mãos os olhos marejados de lagrimas, ele havia ha perdido para sempre. Virou o rosto para o lado se lembrando do dia em que se beijaram ali, e viu uma carta em cima da cama, pegou-a e começou a ler rapidamente.

, se você esta lendo essa carta é porque eu já estou bem longe agora, sei que você ainda deve me odiar por algo que eu não fiz algo que não sou culpada. Mais eu quero que saiba que apesar do seu ódio por mim eu não te odeio, porque eu te amo, sempre amei e sempre vou amar. Desde que te vi pela primeira vez quando nossos pais nos apresentaram eu já te amei, e eu sempre soube que você nunca me amaria porque você era bom de mais para mim, eu sempre fui a sua amiga a que servia para guardar seus segredos, mas isso me bastava, só ser a sua amiga já me bastava. Apesar de tudo eu queria que ainda pudéssemos ser amigos como sempre fomos, mas eu sei que isso será difícil para você. E agora como amiga eu digo, esqueça seu ódio por mim e viva feliz com uma garota que vai te fazer feliz, ou com alguém que te faça feliz. Mas saiba que eu sempre vou te amar.

Ass. .”


Seus olhos encheram de lagrimas, por ela esta longe agora e por saber que ela sofria tanto por ele. Correu até seu quarto pegou seu casaco, as chaves do carro e foi até o apartamento de , ela com certeza sabia de algo.
: Oi ! – disse assim que abriu a porta.
: Onde a esta .
: Não sei. – ela prometeu a amiga que não contaria.
: ela vai para o Brasil, agora ela ta na casa dos pais amanhã cedo ela parte. Vai logo ou você vai perder ela. – ele apareceu atrás de falando rápido, saiu correndo e pegou o elevador.
: seu linguarudo ¬¬
: Ele tinha que saber.
dirigiu a noite inteira até NJ só parou o mínimo possível, ele precisava chegar a tempo de impedir que ela partisse, ela não podia partir, não antes dele dizer que amava assim como ela o amava.
(...)
Mãe da : as maças já estão no carro vamos?
: Estou indo mãe. – ela deu uma ultima olhada no quarto em que dormiu durante todo o tempo, aspirou o ar e bateu a porta atrás de si, desceu a escada rápido. – Podemos ir. – disse já na porta de casa. O céu em NJ estava lindo, azul e cheio de nuvens, o sol brilhava forte bem diferente de NY.

Pra sempre até o fim dos tempos.


Frankie: ! – ele veio correndo e abraçou a garota pela cintura, os olhos cheios de lagrimas. – A mamãe me disse que você ai embora para o Brasil.
: É verdade Frankie, mas eu volto pra brincar com você. E um dia eu te levo para conhecer o Brasil, que tal?
Frankie: Promete?
: Prometo. – deu um abraço apertado no menino.
Denise: Querida tome cuidado por lá.
: Pode deixar tia Dê. – deu um abraço apertado na mulher. – E diz para o tio Paul que eu mando aquela ferramenta que só vende no Brasil.
Denise: Ele vai ficar feliz querida, ele não terminou de arrumar a porta da garagem porque não tinha.
Pai da : vamos ou você perde o vôo. – gritou de dentro do carro.
: Tchau. – saiu correndo e entrou no carro partindo rumo ao aeroporto de New Jersey. – Pronto já embarquei as malas, agora é só esperar. – disse assim que voltou, ela tinha acabado de embarcar as malas agora só precisaria esperar o seu vôo ser anunciado.
Mãe da : Bem querida nos vamos indo, assim que chegar ao Brasil nos ligue. – deu um abraço na filha.
Pai da : E se comporte. – também abraçou a filha, depois das despedidas os dois foram embora e ficou ali esperando o avião.
Não gostava de ficar esperando mais pelo menos o aeroporto era melhor que a rodoviária. As pessoas que chegavam passavam rápido por ela indo em direção as suas casas, provavelmente com vontade de deitar em suas camas o mais rápido possível, já as pessoas que chegavam ao aeroporto se sentavam nas cadeiras com caras extremamente entediadas.
Atenção passageiros do vôo 68501 com destino ao Brasil embarcar no portão cinco. Obrigada as linhas aéreas Voe Bem agradece.
pegou sua bagagem de mão e se direcionou para o portão cinco, finalmente ela deixaria tudo para trás e começaria uma vida nova. Ela pareceu escutar a voz de a chamar, mas pensou ser coisa de sua cabeça. Entrou no avião procurando por sua poltrona, quando achou ficou aliviada, ela viajaria sem companhia poderia ficar a vontade.
Aeromoça: Eu sinto muito senhor mais o senhor não pode embaçar nesse avião. – ela tentava impedir a entrada do garoto no avião.
: A minha namora esta nesse avião e eu preciso falar com ela urgente. – ele tentava falar calmamente mais não conseguia. – Eu tenho que entrar.
Aeromoça: Eu sinto muito senhor não pode embarcar.
Finalmente o avião decolou, colocou seu Ipod e começou a escutar musicas até que adormeceu. Teve um sonho que mais parecia um flashback, no sonho ela via tudo o que tinha acontecido com ela desde o dia em que chegou em New York, acordou com os olhos triste encarando a janela ao seu lado, puxou o fone do Ipod dos ouvidos.
But I'll be there forever, You will see that it's better, All our hopes and our dreams, Will come true, I will not disappoint you, I will be right there for you 'till the end, The end of time, Please be mine.
Ela olhou o Ipod que estava desligado, quem estaria contando? Virou-se para poltrona ao lado e se deparou com ele sentado ao seu lado com um sorriso no rosto, ela só podia ainda estar sonhando.
: Isso é um sonho?
: Não é a realidade. – ele segurou não mão dela rindo.
: O que você esta fazendo aqui? – disse confusa.
: Eu não podia te deixar ir, eu te amo, e fui um idiota de não ter acreditado em você. Eu fiquei cego de ciúmes, e não quis ver a verdade, me desculpa ?
: Você me magoou muito. – abaixou a cabeça, as lagrimas teimando em cair.
: Eu sei que fui idiota, mas eu não vou mais conseguir viver sem você, ser feliz sem você. Por favor, volta pra mim! – os olhos dos dois foram de encontro, e ela pode ver que ele falava a verdade e que estava arrependido. – Por favor...
: Eu te amo. – foi tudo que ela precisou dizer para ele saber que ela o tinha perdoado. Os dois se aproximaram lentamente selando os lábios em um beijo doce, um beijo de reconciliação, um beijo de amor. – Pra sempre...
: Até o fim dos tempos.
(...)
Padre: Se tem alguém aqui seja contra esse casamento que diga agora ou se cale para sempre. – a igreja fez silencio. – Pode beijar a noiva. – e selaram os lábios em um beijo doce, e a igreja toda aplaudiu. (n/a: aposto que vocês pensaram que o casamento era de vocês ahshahs.).
Os dois saíram de mãos dadas para a tão sonhada lua de mel, agora finalmente os dois poderiam ser felizes sem os pais de reclamar com ela por morar com sem o casamento.
: Atenção eu vou jogar o buque! – uma multidão de mulheres se juntou perto a noiva para pegar o buque, todas querendo ser a próxima a casa. – E um... dois... e três... – ela jogou o buque e ele se projetou pelo ar caindo nas mãos de... .
: Que droga . – fez birra de mentirinha parecendo uma criança que perde o doce.
: E então quer casar? – ele deu um de seu sorriso perfeitos entregando o buque nas mãos da namorada.
: Só se for agora. - os dois deram um selinho, e acompanharam com os olhos e partindo para a sua lua de mel.
Realmente no fundo sempre soube que aquela historia de ‘Acho que sou gay’ não podia ser verdade, um Jonas Gay? Nunca. Ele sempre esteve confuso por nunca ter achado a garota ideal e acabou por confundir as coisas.
Jonas e foram o casal mais feliz dali para frente, provavelmente a profecia do buque se realizasse mais pra frente, era bem provável que o próximo casamento fosse dos dois. As famílias se gostavam, e apesar do pai de dificultar um pouco para eles foram felizes juntos, felizes a sua maneira mais felizes, as vezes eles discutiam por coisas bestas, mas acabavam se desculpando e seguindo suas vidas, afinal que namorados não brigam? Eles não eram diferentes...
resolveu esquecer apesar de ainda sentir algo pela garota, atualmente ele esta com Hilary, a garota que sempre foi apaixonada por ele, quem sabe desse certo?
e foram mais felizes do que esperavam, obrigou a entrar em um curso de culinária depois que ele queimou a cortina da cozinha pela sétima vez no mês.
E dali para frente nunca mais confundiu seus sentimentos, porque agora ele tinha ao seu lado para ajudá-lo em tudo.

----*-------*------*----- FIM ----*-------*------*-----


Post: Eu terminei outra Fanfic, VIVA! Um dia eu ainda fico boa em escrever Fanfic *-* Ah não lá vem as partes chatas, a hora da despedida, é a pior parte essa, sabe você faz muitas amigos ao decorrer da fic e no final tem que se despedir de todos. Despedir entre aspas, porque eu espero que vocês nunca me deixem e nem me abandonem.
Bem lá vai... como eu sempre digo em primeiro eu gostaria de agradecer as pessoas que vão no TPC da comunidade upar, porque sem vocês eu não saberia se a fic esta realmente boa, e sem vocês as outras pessoas não veriam a Fanfic e não leriam, em tão em primeiro lugar a vocês que estavam todo o dia no tópico da Fanfic e não me deixavam morrer de solidão lá.
E agora a todas as pessoas que me deixam recadinhos legais ai na Cbox, vocês não têm não como é bom abrir essa pagina e ver os recados carinhos de vocês, sabe alguns até me fazem chorar, outros me fazem rir, afinal bom humos sempre, não é?
Obrigada as leitoras: Julia, Zazi, Ray, Lui, Fabi, Wilds, Jheyluanny, Lilah, Pah, Cá, Mih, Carla, Ceci, Nessa, Boo, Nati ♥ Joe Ever, Giix, Leeh, Caarol J., Lalaaah, Yasmin, Biia.S, Bah, Julie, Mariana, July, Thaisynha, Stephanie, Giu, Bella, R., Aline, Leidy, Paty* DDPM S2*, 'Isaah, Marianna : ), Juuubs, Maandy, Marieli, Deborah, Ritaa, Sammy, Marih, Sunshine, Britty, Luma, Vivian, Maah, Sunshine, Ana, Fernanda Victória, Miile, Cii.
Na minha pagina de Fanfics tem mais Fanfic escritas por mim, algumas que nem estão na comunidade, e muitas vezes eu posto a Fanfic lá primeiro, então para ficar por dentro sempre dê uma chegada lá.
Obrigada por ter acompanhado a minha Fic, e conto com você na proxima. Eu posso não é?
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