Primeiro filho de Manoel Florentino da Silva Simas e de sua esposa Maria Luiza da Rosa Simas. Nasceu na região conhecida como Palhocinha em Coqueiros, Florianópolis-SC (à época pertencente ao município de São José da Terra Firme) no dia 17 de agosto de 1880 e faleceu neste mesmo bairro e cidade no dia .................................. no dia ..................................... com ............ anos de idade. Foi batizado pelo Vigário Francisco Pedro da Cunha na Igreja Matriz de São José da Terra Firme-SC no dia 22 de dezembro de 1888, tendo por padrinho seu tio Joaquim Florentino da Silva Simas.
Tio Flor, como era conhecido, foi casado com Francisca Constância da Silva (nascida em Coqueiros/Florianopolis-SC no dia ....................... filha de Francisco Silvino dos Santos, mais conhecido como Francisco Silva e de apelido Quincas Silva e falecida neste mesmo bairro e cidade, no dia ................................... com ............... anos de idade). O casal teve cinco filhos: ELZA ( ), MANOEL, o Dedélo ( ), ORLANDO (1923/), JANUÁRIO, o Naro (1925), e RICARDINO, o Lang (1930).
Segundo filho de MANOEL FLORENTINO DA SILVA SIMAS e de sua esposa MARIA LUIZA DA ROSA. Nasceu na região da Palhocinha em Coqueiros (à época, município de São José, hoje um bairro de Florianópolis-SC) no dia 28 de janeiro de 1884 e faleceu em Florianópolis-SC no dia 26 de abril de 1934, com cinqüenta anos de idade. Foi batizado na Igreja Matriz de São José da Terra Firme no dia 10 de outubro de 1885, tendo por padrinhos o tio-avô João Rodrigues da Rosa e Maria Porfíria de Jesus, conforme Certificado de Batizado daquela Igreja (livro n.ð 12, 1884/1886, página 32). Era neto paterno de FLORENTINO JOAQUIM DA SILVA SIMAS e de ISADORA JOAQUINA DE JESUS e neto materno de THOMÁS RODRIGUES DA ROSA e de LUIZA ROSA DE JESUS.
João Florentino, o Caticati, era filho de lavrador, mas, quando adulto, tornou-se pescador de profissão. Em 1924, casado e com três filhos, passa a viver na ilhota em frente à praia da Saudade, atendendo ao convite do amigo Luiz Francisco Pedro (Seu Biquinha). Segundo informações orais que consegui junto à Sra. Maria Luiza Pedro, filha do Seu Biquinha, existia naquela ilhota uma casa grande que foi dividida entre as duas famílias. O Sr Biquinha vivia com a esposa Esmeraldina Pantaleão do Lago, um filho e com a dita Sra. Maria Luiza. A casa só tinha uma cozinha, por isso o vô Caticati construiu uma pequena cozinha no lado de fora da casa. Ali as duas famílias viveram felizes durante muito tempo.
Um ano após ter chegado à ilha, isto é, em 1925, nasce o quarto filho do vô Caticati, na verdade uma filha, Maria. Ao tentar batizá-la, o padre da paroquia da capital (Padre Topp, mais tarde, Monsenhor Toop) exige que os pais sejam casados. João então casa-se no dia 27 de agosto de 1926, na "capella dos Coqueiros" (atual igreja de São Cristóvão, na Praia da Saudade) com a esposa BENVINDA FELICIDADE DA SILVA. A filha é batizada no mesmo dia e na mesma capela.
Em 1928 meu avô, por algum motivo desconhecido, constrói uma tapera numa pequenina praia entre os rochedos em frente a dita ilhota e ali passa a viver até sua morte em 1934. No dia do seu sepultamento, sua urna funerária teve que ser levada de canoa até a Praia do Meio, pois a maré, quando enchia, impedia o acesso, por terra, até a referida praia.
Vô Caticati e vó Benvinda deixaram quatro filhos: OSVALDO, o tio Babá (1913/1982), JOÃO JUNIOR, o tio Boi d'água (1917/1979), JOSÉ, meu pai, conhecido como Zé Feijão (1921/1997) e MARIA, a tia Bia (1925/1981).
Benvinda Felicidade dos Santos
Primeira filha de João Silvino dos Santos e de sua esposa Felicidade Maria de Jesus. Nasceu na região da Palhocinha em Coqueiros (à época, município de São José, hoje um bairro de Florianópolis-SC) no dia 16 de setembro de 1886 e faleceu em Florianópolis-SC no dia 22 de agosto de 1986, às vésperas de completar 100 (cem) anos de idade. Como não tinha Certidão de Nascimento, sua idade era uma incógnita e todos lhe davam mais idade do que tinha. Quando faleceu diziam que tinha 103 ou 107 anos. Algumas pessoas chegaram a lhe atribuir 115 anos. Em 1975 seu neto Oscar Florentino da Silva tentou conseguir-lhe uma aposentadoria pelo INSS. Ela precisava de uma Certidão de Nascimento. Oscar, então, registrou-a no dia 05 de dezembro de 1975, como nascida no 02 de fevereiro de 1890. Dupla alegria: agora ela tinha uma Certidão de Nascimento e uma aposentadoria. Só agora, revendo os livros de batismos da Igreja Matriz de São José-SC, eu descobri sua certidão de batismo e sua idade verdadeira.
Vó BENVINDA foi batizada na Igreja Matriz de São José da Terra Firme no dia 02 de agosto de 1890, conforme sua Certidão de Batismo, registrada no livro de São José-SC, anos 1888/1891, às folhas 80V. Foram seus padrinhos Benvindo José Garcia e Maria das Dores. O padre que celebrou foi o Vigário Francisco Pedro da Cunha. Vó BENVINDA era neta paterna de Silvino dos Santos e Maria Silvínia e neta materna de Joaquim Antônio da Silva e Maria de Jesus. Perdeu a mãe ainda criança e foi criada pelo tio Antônio Silvino dos Santos, mais conhecido como Antônio Silva, casado com sua madrinha, Maria das Dores.
Em 1912 Vó Benvinda fica grávida e passa a viver maritalmente com João Florentino da Silva. Em 1924 um amigo do casal (Sr Luiz Francisco Pedro, conhecido como seu Biquinha) convida o casal e seus três filhos para virem viver junto com eles na ilhota em frente ao Costão (Rochedo) que separa as Praias da Saudade e do Meio. Convite feito, convite aceito, pois os dois homens eram muito amigos. Alem do mais, a esposa do Sr Biquinha (Sra. Esmeraldina Pantaleão do Lago) era cunhada da tia Fina, irmã do vô Caticati, ou, dito de outra maneira, Vô Caticati, além de amigo do Sr. Biquinha, era cunhado da esposa do mesmo, Sra. Esmeraldina. Ali na Ilhota nasce Maria, a tia Bia, quarta filha do casal João e Benvinda. Ao tentar batizá-la, o padre da paróquia da capital (Monsenhor Toop) exige que os pais sejam casados. O casal João e Benvinda casa-se, então, no dia 27 de agosto de 1926, na "capella dos Coqueiros" (atual igreja de São Cristóvão, na Praia da Saudade), sendo a filha batizada no mesmo dia e na mesma capela. Em 1928 vô Caticati constrói uma tapera numa pequena praia entre os rochedos em frente à ilhota e ali o casal passa a viver com seus filhos, até a morte do marido no ano de 1934.
Vó Benvinda ajudava financeiramente o marido, lavando roupa "para fora" como costumava falar. Também gostava de criar frangos, porcos, patos e marrecos, os quais vendia, quando se tornavam adultos. As galinhas e patas ela mantinha em casa, na produção de ovos, os quais eram usados na alimentação dos filhos ou vendidos, quando eram excedentes. Também era parteira e colocou muitas crianças no mundo, inclusive alguns netos. Quando meus pais se separaram, ela veio morar conosco, tendo criado a mim e ao meu irmão Jackson entre os anos de 1953 e 1959, quando meu pai se casou pela segunda vez. Mulher de pescador que era, sabia tecer redes e tarrafas muito bem. E nesta lida muito ajudou ao marido.
Foi uma das primeiras moradoras do bairro e se converter à Igreja Evangélica Assembléia de Deus, igreja fundada perto da sua casa na Praia do Meio, pelo Missionário João Peter Kolenda. Nessa igreja que ela amava, veio a falecer. Costumava nos contar que ia a pé desde a Praia do Meio até a Agronômica e mesmo "ao campo da aviação" para participar dos cultos da recém fundada igreja. Suas companheiras inseparáveis eram dona Benta (não a irmã, era uma amiga) e dona Bebéla, duas moradoras antigas e muito conhecidas na Praia do Meio.
Vó Benvinda e vô Caticati, como era conhecido meu vô João, tiveram quatro filhos: OSVALDO, o tio Babá (1913/1982), JOÃO JUNIOR, o tio Boi d'água (1917/1979), JOSÉ, meu pai, conhecido como Zé Feijão (1921/1997) e MARIA, a tia Bia (1925/1981).
Quarta filha de João Florentino da Silva e de sua esposa Benvinda Felicidade da Silva. Nasceu em Florianópolis-SC no dia 27 de junho de 1925, mas foi registrada como nascida no dia 07 de julho de 1925 e faleceu em Curitiba-PR em 1981 com cincoenta e seis anos de idade. Foi batizada na Capela de Coqueiros no dia 27 de agosto de 1926 pelo padre missionário Silvestre Onsterhauss, tendo por padrinhos o casal Manoel Alves Garcia e Hygina Maria Garcia. Interessante é o fato de que seus pais se casaram neste mesmo dia e nesta mesma Igreja. A coincidencia foi devido a obrigatoriedade, por parte do novo pároco de Florianópolis, Padre Topp (depois Monsenhor Topp) de que, para batizar um filho os pais deveriam ser casados perante a Igreja Católica. Assim, os pais marcaram seu casamento e o batizado da filha para a mesma data. Era solteira, micro empresária e não deixou filhos.
BIOGRAFIA: Terceira filha de Manoel Florentino da Silva e de sua esposa Maria Luiza da Silva. Nasceu na região conhecida como Palhocinha, no bairro de Coqueiros, Florianópolis-SC no dia .............................. e faleceu neste mesmo bairro no dia ............................... com .............................. anos de idade. Casou-se em Florianópolis-SC com Graciano Pantaleão do Lago (nascido em São José da Terra Firme-SC no dia 22 de fevereiro de 1880, filho de Antonio Pantaleão do Lago e .......................................................................................................... e falecido em Palhocinha, bairro de Coqueiros em Florianópolis-SC no dia ..................................... com ....................... anos de idade). Deixou duas filhas: MARIA (1931) e ANITA (1933).
BIOGRAFIA: Quinto filho de Manoel Florentino da Silva e de sua esposa Maria Luiza da Silva. Nasceu em Coqueiros-Florianópolis-SC no dia 28 de agosto de 1889, na região conhecida como Palhocinha, e faleceu neste mesmo bairro no dia ............................... com .............................. anos de idade. Foi batizado na Igreja Matriz de São José da Terra Firme-SC no dia 28 de maio de 1892, tendo por padrinhos Manoel Joaquim Garcia e Maria Alves Garcia. Casou-se com Alzira Salomé Dutra (nascida em Coqueiros-Florianópolis-SC no dia ..................................... filha de Manoel Dutra e de Maria Luiza Dutra e falecida neste mesmo bairro no dia .............................................. com ....................... anos de idade). Deixou sete filhos: LEÔNCIO (1922), GERSON (1924), ELZI ( ), ALCINOÉ ( ), MANOEL/QUIÉLE (1930), BEATRIZ ( ) e ELOIR ( ).