F@lei

 

A seguir a entrevista :  

J.B. : Como está o campo de trabalho, para o jornalista ?

A.L. : O trabalho para o jornalista atualmente está muito restrito, recessivo, como toda economia do pais. Houve dois momentos em que acreditei que o mercado de trabalho iria melhorar: Quando começou à aparecer a TV a cabo, porém não houve a melhora esperada. E atualmente o jornalismo OnLine ( Internet), mas ainda não houve o esperado aquecimento de mercado.

J.B.: Tenho lido e ouvido muitas críticas sobre o comportamento de alguns jornalista, no que diz respeito à defender ou criticar atitudes de pessoas, empresas ou políticos. O que você pensa disto?

A.L.: Estão por fora da realidade, com a cabeça em uma época em que esse tipo de atitudes não condiz com a nossa realidade. O jornalista tem que ser claro e mostrar as veracidade dos fatos, tem que facilitar, não complicar.

J.B.: Qual foi a melhor e a pior reportagem jornalística que você já viu?

A.L.: A pior foi na TV, foi uma reportagem feita na Escola de Base, onde os donos da escola foram acusados de assediar sexualmente os alunos, deturparam a escola, difamaram os dirigentes da escola e por fim era tudo mentira.

A melhor, são todas as reportagens, que consigam quebrar preconceitos e discriminação, essas são reportagens excelentes.

N.G.: O que você acha dos jornalistas que trabalham exclusivamente para falar mal da vida alheia?

A.L.: Muito simples, não são jornalistas.

J.B.:  Qual seria sua dica para alunos de comunicação social, ser um bom profissional na área de jornalismo?

A.L.:       1º)  O bom jornalista tem que desconfiar de tudo.

                2º)  Não tenha medo de perguntar o que não sabe.

                3º)  O jornalista tem que ser um lutador incansável na busca da verdade.

Fotos: Cibele de Castro Leão

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Reportagem: Jasiel Braz

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Reportagem: Nilson Gabriel

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