Saudade

 

Quantas vezes no meu quarto tão sozinho

Procuro e não encontro... Nem me encontro. 

Me perco num sonho, ficando pelo o caminho

Por favor, seja compreensível... onde anda você?

Sinto sua falta!

Agora compreendo.

Por favor, segure firme a minha mão.

Se de você estou distante,

não queira imaginar o que há em meu coração,

Pois só vejo escuridão...

Tudo é trevas sem você.

 
 

Francisco Gilberto Oliveira

aluno do 2º ano “A” do turno da tarde

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