Tudo em vão

 

Tu, que me deste vida,

Que me fizeste ver o sol com seu esplendor,

Eis aquele que matara minha sede de amor.

Foi o invasor mais cauteloso.

O refúgio mais aconchegante.

 

Então quebrastes o brilho de seus olhos,

Fizestes então minha cova.

O mundo tornou-se obscuro.

Se antes me dava luz,

hoje mostra-me as trevas.

Continua...

 

 

Bruna Juliana Carneiro do Nascimento

aluna do 1º ano “C” do turno da noite

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