WORD 05
SAYING THE WORDS 03/03
Por Karen Rasch  

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Ele sorriu, e com as mos  abraando ela para apoiar seu peso leve, Mulder
curva a cabea para beijar a pele debaixo do sutia dela. Ento, ele desce
mais. Scully se torce nos braos dele, se abaixando ainda mais enquanto ele
desce mais pelo corpo dela. Envetualmente, ela est quase paralela ao
chao, os musculos do estomago dela pulando na reao que Mulder provoca
quando morde sobre o umbigo dela. 

Ele sorri ainda mais. Com um beijo rapido para o pequeno umbigo que espia
sobre o cs da cala jeans dela, ele a ergue de novo. O cabelo dela
era uma nuvem ruiva, iluminado pela luz do abajur, moldando o rosto dela.
Os labios dela estavam rosados e ligeiramente separados, os olhos vidrados com
necessidade. Ela correu a mao dela sobre o rosto dele, e entao foi tentar abrir
o gancho da frente do suti. Mulder a parou.

"Nao. Eu quero fazer isso."

Ele torceu o prendedor de plstico e abriu devagar. O tecido preto que
estava grudado na pele de marfim agora caa libre. O tempo todo em
silencio, ele lentamente empurra as alas para o lado, pelos braos dela. Os
olhos dele estavam focalizados na carne que estavam sendo descoberta.  
Scully ficou sentada no colo dele, predendo o folego, esperando ele dizer
ou fazer qualquer coisa para deixa-la saber que ela o agradava.

Ele levou o dedo sobre um mamilo cor de rosa, olhando para os cumes, e
entao para aureolas. Scully se mexeu, querendo um contato mais firme. Ela
ergueu os olhos, e o que viu tirou todas as suas inseguranas.

Ele suspirou.  "Oh, Scully..."

Sorrindo com ternura, e convencimento masculino, ele colocou as maos nos
ombros dela, por trs. Quieto, ele descansou o rosto entre os seios dela,
e lentamente, muito lentamente, virou de lado a  lado, perdido na sensao
da pele de veludo dela acariciando as bochechas dele.

Mulder queria dizer como ele estava vendo ela agora. A maneira como
o cabelo ruivo o hipnoticava, a pele macia, plida, olhos quentes, azuis,
e a boca que devia ser a boca mais perfeitamente criada no planeta,
o excitando ao ponto de dor. Ele achava que nunca iria conseguir
se encher a viso dela montada nele, os seios to lindo balanando
diante dele, provocantes o bastante para tentar um santo.
Mas ele sabia que ela nunca o acreditaria. Ela nunca se reconheceria
como sendo a mulher encantadora que ele sabia e via que ela era.

Deus... ela o estava enlouquecendo... ele nao queria nada mais do que joga-la
no chao, arrancar o que sobrou das roupas dela, e se enterrar dentro dela
to profundamente que nada, nem ninguem poderia separa-los. Mas ele se controlou,
enquanto ela o beijava na testa, e ele fez o impossivel para ir devagar, tentar
expressar o amor dele atravs do toque, do beijo, dizer o quanto ela
era importante pra ele. Fazer a primeira vez deles juntos muito especial.
Para ela.

Porm, ele no sabia quanto tempo ele podia se controlar. Mulder foi com 
os labios para os seios dela. Oh, graas a Deus, ela pensou, com fervor. Ela
queria saber se podia morrer s de esperar pela sensao
molhada dos labios quentes ao redor do mamilo nu dela.

"Oh!..."

Ela nao teve que pensar nisso de novo, pois ele fechou a boca sobre ela,
e comeou a amamentar.

Em vez da antecipao, ela meditou, ela podia morrer apenas do prazer.

Ele varreu a lingua sobre a pele dela, 
mordendo a carne dura e sensivel. Era estonteantes, a presso, ele puxando...
as maos fortes dele ainda nos ombros dela, sendo as unicas coisas que a
mantinham na vertical.

Ele virou a ateno para o outro seio. Desta vez, os dentes encostaram na
pele sensivel, o impacto deles cuidadosamente medido. Ele a beijou l, 
esfregou a bochecha contra ela, a lingua, os labios e entao
comeou a chupar com fora. Oh, Deus, Deus, =Deus=, ele tinha uma
boca fabulosa! E as coisas que ele podia fazer com isso... ela ficou tonta
s de pensar nas possibilidades.

Ela choramingou enquanto era apertada por ele. A necessidade que sentia
estava ficando insuportvel. Cegamente, ela levou as maos para a cintura dele,
puxando com violencia pouca contida.

"Eu quero..." ela comeou, as palavras parecendo altas e ofegantes para
as proprias orelhas.

"Sim," ele concordou depressa, a voz estrondeando em algum lugar ao
sul da cintura dele, a boca dele soltando o seio dela, para ajuda-la
a tirar a camisa dele.

Scully correu as maos sobre o peito largo e o estomago musculoso, a boca
indo para o pescoo e ombros. Ela mordeu ali, brincando com a rede sensvel
de nervos que tinha l.

"Oh Deus..."

Mulder fechou os olhos, a respirao chupada num assobio.
Ela tocou a pele dele com a lingua e provou um fraco sabor de sal.
Ela queria mais deste sabor, e seus labios vagaram pelo trax dele,
buscando isso. Ela encontrou outras coisas prazeirosas.

Enterrados dentro dos cabelos do peito dela, ela descobriu um, e depois
outro mamilo, dando a ateno que Mulder deu para os dela.
Beliscando, amamentando, lambendo, as maos dela competindo o tempo todo
contra o peito dele, ela o inundou com desejo.

Mulder queria gritar. Mas tudo que podia fazer era gemer.

Ele agarrou os quadris dela, e a puxaram pra baixo, se empurrando ao 
mesmo tempo para cima. Scully elevou a cabea, olhando para o peito dele,
e depois para os olhos. Deus, ele era linda. O rosto, sempre bonito, estava
alterado devido a sua paixao por ela. Ele estava corado, e seus olhos
brilhavam. A boca estava aberta, e esses labios estavam se tornando
uma obsesso para ela. Ela amava este homem.

Ela sorriu, de leve, e vagou sobre o colo dele, o pegando atravs do
denim da cala jeans, e apertou. Ele arqueou de novo, um gemido
gutural saindo da boca maravilhosa. Ele pegou a cabea dela entre as
maos, os dedos enfiados no cabelo ruivo, os polegares nos olhos dela.
Tremendo, ele a puxou contra ele.

"Eu quero voc."

Ela manteve as maos no colo dele, o acariciando de leve, atravs do
tecido, sentindo a carne dele contra a caricia dela.

Longo.

Duro.

Ela elevou a sobrancelha pra ele, um olhar que ele tinha visto centenas
de vezes, embora certamente nao neste contexto.

Nao mesmo. Agora era dado como um convite, ou talvez um desafio.

"Ento me leve," ela sussurrou, a voz baixa, rouca, como mel
cobrindo pedregulho.

Mulder soltou algo como um resmungo, e segurando-a perto, ele se virou,
assim eles estavam face a face no sof. Ele a beijou mais uma vez,
e tirou as roupas restantes dela. Com a ajuda dela, as dele 
uniram as dela no chao.

Correndo a mao sobre a coxa dela, ele parou um momento de investigar
a orelha dela com a lingua para poder murmurar "Sabia que eu tenho uma
cama?"

O sorriso dela poderia ter iluminado a maior parte de D.C. "Acho que minhas
pernas podem nao aguentar ir to longe-"

"Mas as minhas podem por ns dois."

"No," ela disse suavemente, esfregando o polegar dela suavemente no
lbio inferior dele. "Este sfa... eu penso nisso como seu territrio,
Mulder. Seu dominio."

Ele sorriu ternamente.  "E que mais, Scully--- voc est tentando 
reivindicar isso?"

Ela acenou com a cabea, sem vergonha. "Mmhmm," ela sussurrou,   
os olhos incandescentes.  "Isso mesmo. Eu quero que voc faa amor comigo
aqui, Mulder. No lugar em que voc passa as suas noites."

"Sozinho" ele disse, baixo, sentindo a necessidade para concluir a frase
dela, e reconhecer a maneira como era a vida dele, at esta noite.

Ela o beijou, os lbios doces e envolventes. "No mais."

Naquele momento ele teria feito, de boa vontade, a coisa selvagem com
ela no meio da Avenida da Pennsylvania se isso a deixasse
feliz. Mas agora, ele s queria aproveitar a sensaao de ter Dana 
Katherine Scully no sof de couro dele.

As mos dele agarraram as ndegas dela, apertaram a pele macia,
e ento vaguearam at se enroscarem no ninho de cabelos entre
a conjuntura das coxas dela. Ela gemeu, baixo e deliciosa. Mulder
cheirou o pescoo dela, enquanto seus dedos exploravam suavemente
as dobras de carne escondidas entre as pernas dela, que estavam
inchadas, e midas, e quase quente o bastante para queimar.

Ligeiramente ele foi abrindo o corpo dela. Ento, deslizou os dedos
para dentro. Scully moveu os quadris languidamente debaixo do toque
de Mulder. O pescoo dela arqueou, ela mordeu os dentes sobre o lbio
inferior para segurar um gemido, e fechou os olhos.

"Olhe para mim," ele implorou, beijando o canto da mandibula dela, 
a bochecha, os lbios.

Ela abriu os olhos, a expresso ofuscada. Sua mao continou num ritmo lento,
inflexivel; o vo livre dos dedos no centro aquecido dela; e
ento fora, uma fraao de segundo.

"Oh, Mulder," ela sussurrou.  "Nao sei se posso."

"Eu quero te agradar" ele explicou suavemente, o rosto mais juvenil
do que o de sempre, olhando pra ela abertamente, o cabelo caindo sobre a
testa. "Eu quero te fazer sentir... tudo. E seus olhos... eles me dizem
o que eu preciso saber."

Ela ergueu uma mao, que estava tremendo, e passou os dedos sobre a sobrancelha dele.
"Tudo bem. Agarre-se em mim, Mulder."

"Sempre."

Se erguendo um pouco, sobre o corpo pequeno dela,
ele se ajeitou entre as pernas dela, um brao ao redor dos ombros
dela. Scully desceu a mao e o acariciou, da base  cabea, e o fez
morder um gemido, lutar para manter os olhos abertos. Ela repetiu
a caricia, sem parar, variando a presso e direo do toque. At que,
com um suspiro, ele teve que tirar a mao dela, com medo de se
envergonhar. Por um momento, eles ficaram apenas se olhando.
Olhos esverdeados, quentes, contemplando um vvido azul.

Ento, as mos dela o acharam novamente, e com cuidado o guiaram
para dentro dela. Cada um choramingou enquanto ele deslizava dentro.
O corpo dele a estirou, fazendo-a se sentir cheia, possuda. Com um brao 
ao redor dos ombros macios, o outro fechado ao redor da cintura dela, Mulder
comeou a se mover.

Ele comeou lento; um empurrao fcil, suave. Logo os quadris de Scully
pegaram o ritmo,e as pernas dela o enlaaram, os calcanhares tocando
as costas dele.

E logo, o suor comeou a descer pelo cabelo dele, e as costas de Mulder
ficaram lisas nas pontas dos dedos de Scully. A respirao dela batia
contra o rosto dele, ar saindo e entrando na boca dela, 
os seios dela encostando contra o trax dele, o provocando.

Ele a agarrou com mais fora, tentando trazer o corpo dela
contra o dele, sem prejudicar ainda mais o machucado dela, mas precisando
entrar nela to profundamente quanto pudesse, tentando, inconsciente, moldar
os dois corpos num s. Se os empurroes a estava machucando, ela nao
estava mostrando nenhuma dor. Ao invs disso, Scully o agarrou com uma fora
que ele nao sabia que ela possuia, os dedos dela cavando em seus ombros,
nas costas, nas ndegas dele. Os quadris dela batiam contra os dele, as pernas
o segurando bem perto.

Sem parar, ele se dirigiu nela, sabendo que nao iria aguentar por mais
tempo. Ele roubou pequenos beijos dos labios macios, os olhos fechados com
os dela, assistando atentamente suas expresses enquanto ele entrava e saa
de dentro dela, o que a fazia tremer e se apertar, o que a deixava tensa, 
e que caricia era capaz de leva-la ao gozo.

Oh, Deus--ela estava perto... topertotopertotopertotoperto...

Scully o abraou pela cintura, e ombros, e o agarrou pelos cabelos,
baixando o rosto dele a meras polegadas do dela. Ela podia sentir os
braos de Mulder tremendo com a tenso de se segurar, sentiu a corrente
passando pelo corpo dele enquanto ele se preparava para se soltar.

"Mulder, diga meu nome," ela o supreendeu, implorando para achar a voz
dela, a lingua saindo para molhar a boca seca e inchada dela...

"O que...?" a mente dele estava longe.

"Meu nome. Diga.. meu... nome."

Ele acelerou os movimentos dos quadris, o passo quase insuportvel.
As pernas dele doam. O corpo gritava para liberao. Mesmo assim,
ele sorriu. O olhar era terno em seus olhos. Ele sabia o que ela queria.
E era um grande prazer para ele ser capaz de dar isso para ela.

"Dana," ele respirou suavemente, se maravilhando em como era bom --- e certo--
falar aquele nome sob o poder da paixo. "Dana... eu te amo."

O sorriso dela quase dividiu o rosto de Scully em dois, e jogando a
cabea pra trs, ela gritou de aleria e triunfo, o puxando junto com ela.

Mulder deu um ltimo empurro, e ento gozou, o grito amortecido
no ombro dela. Incapaz de aguentar o proprio peso, ele caiu nos braos
de Scully, os membros pesados e mancos, totalmente relaxados.

Eles ficaram assim por muito tempo, uma confuso de corpos descansando,
suando, um contra o outro, a pele esfriando. Finalmente, no s percebendo
que ele deveria estar sufocando a mulher debaixo dele, mas provavelmente
machucando o seu ombro ferido, ele apertou as maos sobre o sof, para se
levantar.

"Fique."

Ele olhou para baixo, para os olhos azuis de sua parceira. Suavemente ele
tirou o cabelo do rosto dela, antes de beija-la. "Eu nao vou a lugar nenhum."

"Bom," ela murmurou, um sorriso lnguido nos lbios. "Eu gosto do lugar
que voc est."

Ele deu um sorriso. "Voc tem certeza de que nao estou te esmagando?"

"Uh-uh... est tudo bem. Alm disso, voc est quentinho."

"Voc est com frio?" ele perguntou, preocupado.

"Hmm," ela zumbiu, distrada, piscando pra ele, com sono. "Um pouco.
Engraado... eu nao notei isso antes."

Ele riu.  "Deixa eu te dizer uma coisa - que tal fazermos um acordo?"
ele ofereceu, e os virou, os corpos ainda unidos, e agora eles estavam deitados
de lado, de frente um para o outro. "Eu poderia fazer outra coisa, mas acho que
meus joelhos nao aguentariam. Eu me machuquei jogando basquete."

"Voc e metade da NBA."

Mulder a beijou de novo, e puxou uma coberta que estava atrs do sof, para
aquelas noites quando o sof servia de cama para ele. Sentindo que ela
estava quase dormindo, ele tentou nao empurra-la enquanto os cobria com a manta.
Scully suspirou e se aconchegou mais perto contra o calor dele.

"Sabia que este sof nao foi feito exatamente para duas pessoas dormirem?"
ele falou baixinho contra a testa dela, brincando com as mechas sedosas
do cabelo ruivo, penteando os dedos por elas. "Voc dormiria melhor na minha
cama."

"E quem disse que eu planejo dormir a noite toda?"

Ele afastou um pouco o rosto, e viu o olhar nos olhos dela. E viu humor
l dentro.

"Voc est ficando velho, Mulder?" ela provocou. "Primeiro so seus joelhos.
E agora voc quer que eu durma a noite toda, e num sbado."

"Eu s pensei que eu talvez tivesse te cansado demais" ele falou, baixo,
sorrindo, enquanto cheirava o cabelo, tocando-o com os lbios.

Ela abafou um bocejo com as costas da maos. "Talvez s um pouco" ela
encostou os dedos no trax dele. "Mas acho que ainda tenho energia suficiente
para fazer isso."

"Fazer o que?" ele perguntou num sussurro.

Ela alcanou at tocar o rosto dele com a mao, os olhos azuis suaves e 
mornos. "Dizer 'eu te amo, Mulder. Amo muito, muito..."

Ele pegou a mao dela, e beijou a palma, segurando isso depois contra a boca,
por um momento. Finalmente, ele a soltou, e abaixou a cabea para
dar-lhe um beijo longo, prolongado. 

" melhor voc descansar, Scully" ele advertiu, os olhos mostrando humor
e algo definitivamente mais pratico. "Pois voc conhece o velho ditado ---
aes falam mais alto do que palavras."

E ele pretendia mostrar para ela com toda sua disposio o quanto aquele
provrbio era verdadeiro.
  
O FIM  

traduo: maro 2003
translation: march 2003
	  
  
