Série: Arquivo-x. Título: Me prove! Categoria: NC17 (Crianças se afastem, ok?). Resumo: Mulder e Scully resolvem passar o dia dos namorados juntos, apenas conversando, mas o papo acaba ficando muito pesado, e Scully tem que provar algumas teorias que ele desconhece e não acredita, em prática. Disclaimer: Infelizmente, não são meus! Só me utilizo deles para proporcionar-lhes um pouco de diverção, hé,hé!! Autora: Márcia Mulder. Feeds para: marushyamulder@yahoo.com.br. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 14 de fevereiro, Geogertown, apartamento de Dana Scully. Mulder e Scully passaram um dia diferente. Os dois resolveram passar a, comemorativa, data do dia dos namorados, na casa de Scully, conversando. Há algum tempo a relação dos dois tinha tomado um rumo diferente, mas, eles ainda não tinham ultrapassado a tênue linha de uma relação mais íntima. Mulder às vezes tentava algo além dos amassos diários, mas Scully ficava retraída nesses momentos, cortando todo tesão de Mulder para maiores avanços. Mas, hoje ambos estavam diferentes... Ele tentava respeitar as decisões de Scully, mas ela não deixava ele se afastar demais. Então eles estavam sempre se tocando, falando baixo, se olhando. Scully podia sentir a crescente nuvem de excitação que os rodiava. E o mais engraçado é que na última meia hora, o assunto em voga eram os orgasmos compartilhados... Scully defendia a tese querendo sempre impor dados científicos, enquanto Mulder, com sua vasta experiência, era do contra, eafinal isso nunca acontecera com ele. "...De Todas as mulheres com quem eu já transei, nós nunca tivemos esse sincronismo, Scully... E olha que eu já me esforcei muito. Chegávamos perto, mas..." "Correndo o risco de parecer mal educada, ou aborrecida... Você amou alguma dessas mulheres, Mulder?" - Scully perguntou tentando parecer profissional. "Talvez uma ou duas... Mas, se você quiser saber se eu sentia o que sinto quando estou com você... Não. Eu nunca amei nenhuma dessas mulheres." - Ele falou beijando o topo da cabeça dela. Scully sorriu mediante o galanteio. "Mulder! É sério!" "O que eu estou dizendo é sério também, Scully. Dessas mulheres, as que eu pensei que amei, foram a minha primeira transa e Phoebe..." "E Diana?" "Nunca foi amor..." - Ele falou calmo. Scully preferiu não entrar nesse terreno e continuou seus argumentos. "Eu não tive tantas experiências quanto você, Mulder, mas nem que fosse uma vez, eu conseguia sincronizar meus orgasmos com meus parceiros..." Mulder suspirou, meio incomodado com o andamento do papo. "Eu sou uma prova viva de que isso acontece..." - Ela falou orgulhosa. "Scully, eu posso acreditar em orgasmos múltiplos, mas, não nos sincrônicos, seus testes foram feitos com terceiros então eu não tenho base para fazer um julgamento diferente..." "E por que não?" "Eu já te disse... Eu nunca vivenciei um. NUNCA!" Scully tentou não sorrir, quando uma idéia passou por sua mente. Já que ele parecia tão certo que isso era impossível, ela provaria para ela de uma maneira direta e gostosa para ambos, ela queria que isso fosse especial, então... "E se eu te provasse, Mulder?" "Scully, eu não estou afim de ver filmes educativos...hoje é dia dos namorados... " - Ele falou mexendo-se ao lado dela, aborrecido. "E quem falou em filme? Eu posso muito bem prover meus argumentos. E tenho certeza que você irá se render a eles..." - Ela falou maliciosa. Mulder segurou a respiração. Ele ouviu o que ouviu? A sua Scully estava querendo fazer sexo com ele? Agora? Nesse instante?... E com ele? Mulder estava com a garganta seca, e não conseguia pensar direito. "Você quer dizer que nós... Que você vai... me mostrar?" - Ele falou atabalhoado. "Claro! por que não?" - Ela sorriu brilhante. Scully se levantou e o puxou suavemente para o quarto. Mulder a acompanhava mudo, em expectativa. Scully sorria da cara engraçada de Mulder. Ele parecia que não acreditava no que estava acontecendo... Scully sorriu ainda mais, pensando que aquilo era só o começo. Ela provaria para ele que tinha razão e de quebra teria uma noite muito especial com ele. Eles entraram no quarto, Scully desligou a luz do quarto e acendeu a do abajour. O quarto ficou semi-obscurecido, como os olhos de Mulder, que estavam obscurecidos pela paixão. A excitação dele a estava deixando louca, ela podia sentir a grossa umidade no fundo calcinha. "Tire suas roupas, Mulder..." - Ela falou, tirando a própria. Sapatos primeiro, depois a camiseta e a calça, ela começou a abrir o soutien, mas percebeu que Mulder estava parado fitando-a. - "Mulder?" - Ela falou arfante. Ele apenas fez um leve movimento, antes de começar a se despir. Scully estava apreciando isso demais. Ela sempre gostou de controle, e saber que iria controlar a primeira relação entre ela e Mulder era tudo o que ela mais queria no mundo. Os dois ficaram nus. Um de frente para o outro. Mulder um pouco sem jeito, mas Scully... Parecia que para ela isso é uma coisa muito natural e que Mulder já estava cansado de vê-la nua. Scully estava tão excitada, que sentia o forte pulsar entre suas pernas... Apenas a visão de um Mulder nú, era o suficiente para fazê-la se derreter de prazer. "Deite-se!" - Ela falou mandona. Mulder obedeceu sem nem pestanejar. Ele se deitou e ficou olhando-a encantado, bebendo de cada curva delicada de seu corpo pequeno. Seus pensamentos foram para o dia em que eles começaram o relacionamento mais íntimos. Ele suspirou de prazer, só de pensar na mulher linda a sua frente. Scully parecia confiante e extremamente sensual. Parecia que eles faziam isso sempre, nem parecia que era a primeira vez deles... A primeira vez que eles se viam nus mesmo, e em plena excitação. Mulder nunca havia se sentido tão duro em toda a sua vida, chegava a doer e ele sabia que o único jeito de aplacar essa dureza, era entrar em Scully até vê-la tremer em extâse... por causa dos pensamentos que ele estava tendo, ele estava com medo de se envergonhar e acabar realmente conseguindo provar que Scully estava errada... E da pior maneira possível. "Scully!?" - Ele falou com voz torturada, não aquentando a espera. Scully achou graça. "Esse é o meu nome, Mulder... Que bom que você ainda se lembra. por que em alguns instantes, você não vai lembrar nem onde está." - Ela falou zombeteira. Ele estava fora de controle e ela ainda nem tinha feito nada, só falado e se mostrado. Scully subiu na cama e chegou perto dele. "Eu preciso te tocar..." - Mulder falou segurando-a pela cintura. Scully se deixou abraçar e beijar carinhosamente por ele. Mulder Começou a acariciá-la com cuidado. "Mulder... Eu não preciso ser preparada... Só de ver você..." - Ela falou, se esfregando nele sem sentir, molhando-o no abdômen com sua excitação. Mulder gemeu ao sentir o calor e umidade que expandia de seu centro. Ele a olhou surpreso. "Fui... eu?" - Ele perguntou entre orgulhoso e temeroso. "Você só precisa falar... Mulder... Me olhar... Não precisa nem me tocar... " - Ela falou beijando-o carinhosa. "Scully... eu..." Scully colocou a mão nos lábios dele, impedindo-o de continuar a falar. "Só sinta, Mulder... Sinto o prazer que eu posso te dar... o meu calor..." - Ela falou fazendo círculos preguiçosos no rosto dele. Mulder ficou tocado com o gesto de doçura dela, mas foi pego de surpresa, quando ela começou a se posicionar sobre o membro dele... Mulder ofegou surpreso, ao senti-la descendo ao redor dele, um pouco de cada vez... se preparando para o momento em que ele estaria enterrado nela, totalmente. "Sinta... Sinta como eu estou molhada por você... para você..." Mulder estava prendendo a respiração, tentando controlar sua libido, e se impedir de se empurrar, entrando fundo nela. Scully estava suando frio, quando o sentiu todo dentro. "Simmm!!!!!!!" - Ela falou extasiada. Os dois suspiraram alto, diante da sensação extasiante de seus corpos fundidos. Scully começou a se mover delicadamente, e os dois novamente suspiraram em uníssono. "Ninguém... nunca... me preencheu... desse... jeito..." - Ela elogiou-o, enquanto se movia sensualmente sobre ele. Ele somente ouvia, sem conseguir achar palavras... Mulder tentava não interferir no passo iniciado por ela, mas estava ficando muito difícil, então, cada vez que ela descia, ele subia no mesmo passo. Os dois começaram a respirar com dificuldade. Scully já não conseguia falar, tamanha a sua excitação, mas ela permitia que ele visse em seu olhar tudo o que estava fazendo-a sentir. Scully estava começando a sentir o conhecido formigamento no baixo-ventre, e pelo olhar desfocado de Mulder, ele também estava próximo. Scully sorriu maliciosa, ao aumentar o passo para um subir e descer frenético. Mulder arregalou os olhos ao perceber a ação. Os gemidos ficaram mais, e mais altos. Os olhos do dois começaram a rolar para trás, e como se ambos estivessem assistindo ao um show de sincronismo... O berro dos dois foi compartilhado, juntamente com os tremores do climax e teve como testemunha as paredes do quarto. Scully caiu sem ossos sobre o corpo dele, Mulder a segurou com firmeza, enquanto tentava reencontrar sua respiração e conhecimento dos ambientes que os cercavam. As mãos dele ficaram fazendo círculos preguiçosos nas costas dela. Scully levantou a cabeça e a apoiou no tórax dele. "O que você estava dizendo???" - Ela falou sorrindo provocante. Mulder tocou no rosto dela carinhoso. "Acho que você conseguiu me comprovar sua tese, doutora Scully... Devo admitir que existem orgasmos sincronizados... Sabe, acho que se você me dizer que papai noel existe... eu acreditarei." - Ele disse categórico. Scully sorriu de maneira sensual... Para Mulder ela parecia uma gata, ronronante e feliz. Scully o beijou no queixo, em cima de sua pinta. Mulder se ajeitou, deitando Scully e ficando por cima dela. "Será que poderemos repetir a dose?" - Ele falou movendo-se sobre ela, fazendo com que Scully sentisse sua crescente ereção, novamente entre as pernas. "Hum!! Estou gostando de ver, Mulder... Você é um bom aluno... Precisamos fazer vários testes até nos certificarmos da veracidade dessa tes..." Ela não terminou de falar, Mulder começou a se mover para dentro ela, acabando com qualquer raciocínio lógico que ela pudesse vir a ter. A noite seria longa, mas Scully estava preparada para provar para Mulder que ela estava certa, tantas vezes ele quisesse... xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx FIM xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Feeds, please???!!