TTULO: INTIMIDY DEUX
By MoJo

PARTE UM

Floresta Estadual Greenridge 
Allegany, Maryland,
3:45 pm


"Vamos, Scully" Mulder insistiu, olhando para mim. "O que voc
est esperando?"

Eu encarei a descida ngreme, querendo saber como eu ia descer.
Eu no deveria ter vindo aqui.

J estava cansada da caminhada de sete milhas pela floresta. Eu no
tinha mais equilbrio. Inconsciente, coloquei uma mo sobre meu estomago.

"Scully, eles esto esperando por ns," Mulder disse, agitado. Ele olhou 
para a descida, e ento para mim, ansioso para colocar as mos
em Warren. "No sei por que voc veio usando estes sapatos."

"Cala a boca, Mulder" eu estalei, me apoiando. A caada humana
comeou esta manh, e no tive tempo para me preocupar com meus
sapatos. Respirei fundo, e comecei a descer o declive atrs dele.
Gravidade me forou a andar mais rpido, e eu lutei contra o chao
desigual. S deslizei uma vez, mas me recuperei. Me choquei contra
Mulder, os braos dele me pegando de maneira protetora. Lutei contra
ele, no querendo me demorar em seu abrao.

"Vamos," eu disse, empurrando-o e andando adiante. Mulder correu
para a pequena clareira onde eles estavam.

"Agentes," Det. Richard Raymond disse, saindo do caminho. Ele tinha
pego Warren momentos antes. Ele e outro oficial tinham usado suas
armas, e Warren estava deitado com a cara no cho. Algemado e
contido. Estreitei meus olhos ao v-lo. Eu tinha nojo dele.

"Seu filho da me" Mulder disse, o agarrando. Ele o levantou,
virando-o de frente pra ele. "Achou que podia escapar com isso, no
?"

Atirar em crianas numa creche. S porque vozes em sua cabea disseram
para ele fazer isso. Cinco crianas morreram esta manh. Violncia
feita contra crianas inocentes s para provar a ideologia dele
para Mulder. E ns chegamos tarde demais para impedir.

Tive que me afastar, de repente no tendo estomago para isso. Raymond
se afastou, permitindo Mulder bater a cabea de Warren no chao.
Era completamente contra as regras, mas eu no ia discutir desta vez.

Sobre ns, eu podia ouvir o som do helicptero se aproximando.
Iam levar este desgraado agora. Fiquei fora do caminho enquanto 
Raymond, Mulder e o outro oficial carregavam Warren pra dentro. No
havia espao para todo mundo l dentro. Mas outro estava a caminho.

"Scully?" Mulder gritou, sobre o som das hlices. "Voc vem?
Raymond pode esperar aqui!"

"No," eu gritei de volta, apertando o brao dele enquanto o 
vento desarrumava meu cabelo. "Voc precisa tirar o Warren daqui,
agora!"

Ele precisava ir. E haveria a imprensa em todos os lugares, esperando
a chegada deles, e isso eu no podia suportar neste momento. Meu 
Meu radiou tocou, o outro piloto avisando que estava chegando.
Pelo menos eu no teria que andar de volta para a estrada. 

Me afastei, e o helicptero decolou. Mulder olhou pela janela,
enquanto eu observava ele sumindo no cu. Tirei meu colete,
querendo me livrar do peso. Joguei tudo no chao, junto com minha
jaqueta. Todas as minhas roupas me apertavam. Me apoiei contra uma
arvore. Completamente exausta.

Eu tinha que falar com Mulder. No podia mais agentar isso.
No depois de hoje.

* * *

O helicptero nos levou sobre a floresta. A imagem de Scully tinha
sumido dentro da paisagem enquanto subamos. Esperava que o outro
helicptero no demorasse. Ela parecia exausta. No me pegou de
surpresa que ela queria ficar pra trs. Menos tempo para ela passar
junto de mim.

"Mulder," Warren disse, se apoiando adiante.

"Cala a boca, seu filho da me" eu respondi. No queria ouvir nada
do que ele tinha a dizer.

"Voc recebeu minhas cartas, no ?" ele perguntou, me ignorando.
Ele esteve, durante semanas, gozando da minha cara, com suas profecias
de destruio e dio. Um Nostradamus dos dias modernos, cujas cartas
eram recebidas fielmente a cada dois dias, esboando sua loucura
para uma pessoa que ele achou que o entenderia. Eu. Fox Mulder.
Protetor dos Malucos. Devo ser o dolo deles.

"S foram alguns dias" ele continuou. "Eu mandei a carta a apenas alguns
dias."

Raymond o empurrou de volta no banco. "J chega."

"Voc tem filhos, Mulder?" ele perguntou, gritando alto o suficiente
para ser ouvido.

"No," eu gritei de volta, querendo que ele ficasse quieto.

"Foi por isso que voc chegou tarde demais" Warren falou,
gozando de mim. 

Me virei, pronto para chuta-lo pra fora do helicptero. "O que isso
quer dizer?"

"Se voc fosse um pai, ento voc teria entendido," ele disse, 
falando em enigmas, assim como as cartas. "As almas dos pequeninos
sero poupadas da ira do dia do julgamento."

Ele estava citando a ltima carta dele, o que esboou esta agitao matutina. 
Eu tentei decifrar a mensagem secreta,percebendo, tarde demais, que ele
estava mirando a creche onde sua ex-esposa trabalhava. Onde os filhos
dele estavam. Duas das cinco crianas que morreram eram sua prpria
carne  e sangue.

"Cala a boca, Warren!" Raymond gritou, o contendo. Como um profiler,
meu trabalho era entrar na cabea de homens como ele. Tentar entender
o que os leva a agir assim. Sim, foi um erro de julgamento da minha
parte, pois eu o subestimei, no achando que ele iria to longe para
provar seu ponto de vista. Matando seus prprios filhos. No podia pensar
numa traio maior de confiana.

Incrvel como pessoas como essas recebem o direito de serem pais.
Enquanto outros, mais merecedores de tal honra, no so ou no podem.
Este caso deve ter sido duro para Scully, embora ela no tenha mostrado
isso. Ela era boa em esconder suas emoes de mim.

* * *

Apartamento de Scully
6:15 pm

As manchetes eram sobre a captura de Dennis Warren. Escutei enquanto
me curvava sobre o vaso, vomitando tudo que sobrou no meu estomago.
Meu corao doa pelos pais que mandaram seus filhos para a creche
esta manh, no sabendo que os veriam de novo, vivos.

Entendi o que era perder uma criana. Eu tinha perdido a minha
Emily. Achei que ela foi a minha nica chance de ter uma filha minha.
E talvez, de alguma estranha maneira, eu j tinha escolhido um
pai, embora, quela altura, Mulder no era mais nada do que meu
parceiro no FBI. Talvez eu soubesse que ele seria =ele=. Mas
no para Emily.

J sabia por quatro semanas que estava grvida. Semanas de nusea,
e fadiga, me incitaram a procurar meu mdico, temendo que o cncer
tinha voltado. Ou que eu estava experimentando os efeitos ps-infeco
pelo fungo. Nunca me ocorreu que a resposta fosse algo to simples.

Uma em cinco bilhes, com certeza.

E eu estava assustada. Temia Eu temi meu corpo que tinha sido violado de tantos modos 
no poderia levar este beb a termo. O primeiro trimestre era os mais crticos 
e as porcentagens trocadas drasticamente em meu favor quando a 12 semana veio. 
Eu tinha levado ao cuidado de mim, se foi algum tempo, mudou minha dieta e 
deixou de beber cafena. A retirada de caf deveria ter clued no que Mulder 
corrigem. Duas semanas de mim a meu bitchiest.

Eu no ia poder trabalhar assim para mais tempo. No pelo lado dele no campo. 
Minha mente atropelou as repercusses. O que fariam Skinner quando ele 
descobriu? Como isto seria controlado? Eu seria levado completamente fora os 
X-arquivos? Ns seramos separados? Ou at mesmo despediu?

Eu esfreguei minha boca e me levantava, aliviou a nusea tinha passado agora 
para. Eu levei uma respirao funda, enquanto olhando para minha face no 
espelho.

Voc tem que lhe falar.

Eu caminhei em cima de para minha cama, enquanto se sentando na extremidade. 
Ele tinha estado chamando toda a tarde. Minha mquina tinha corrido uma hora 
atrs fora de fita. Eu decidi deixar uma mensagem no servio para ele assim eu 
no teria que falar diretamente com ele. Eu me firmei como eu esperei pelo tom.

"Mulder, sou eu. Preciso te ver hoje  noite, por volta das nove.
Vou te encontrar no escritrio. Tenho algo importante para falar
com voc."

* * *

J. Edgar Hoover Building
6:45 pm

Liguei para o celular de Scully pela 24. Mesmo assim, nenhuma resposta.
Raymond disse que ela voltou para o depto. de policia trinta e cinco
minutos depois de ns. Mas eu estava ocupado, ajudando no interrogatrio
de Warren e na sua confisso. Felizmente, a declarao dele no 
ia ser mostrada para a mdia. Ele estava sendo preso sem fiana,
sob custodia, at o juiz decidir seu destino. Eles j estavam 
falando sobre alegar loucura.

O balconista me entregou o jornal da noite. Joguei isso sobre a mesa.
Uma lembrana de como fiz a coisa errada. No tinha ningum quem
culpar, a no ser eu. Depois de vrias cartas com o meu nome
nela, eu deveria ter sabido.

Disquei meu servio de mensagens, sabendo que haviam varias
chamadas de Skinner. Passei por elas depressa, esperando achar uma
mensagem de Scully. Meu corao correu. A ltima tinha o numero do
celular dela como ponto de origem.

"Mulder, sou eu. Preciso te ver hoje  noite, por volta das nove.
Vou te encontrar no escritrio. Tenho algo importante para falar
com voc."

J era tempo dela ligar. Eu fiquei preocupado o dia inteiro. Apesar
do que ela pode pensar, eu ainda a amo.

Me lembrei dos nossos trs meses juntos. Quando as paredes finalmente
foram derrubadas. No tinha nenhum pesar sobre o que tinha
acontecido. Achei que Scully tambm no tinha. Mas terminou antes
de comear. Sem explicao. Nada. Toda intimidade tinha ido embora,
com exceo da nossa relao no trabalho, a nica indicao de que ela
me queria em sua vida.

Ela no sabe no h nada mais importante para mim do que ela?

Queria provar para ela que podia dar certo. Que poderamos trabalhar
e ter uma relao, mesmo com os contras. Como sempre, o trabalho
interferiu e complicou as coisas. Talvez tenha sido isso que a
afugentou, saber que nunca teramos uma relao normal
no contexto de uma s pessoa.

No. Scully conhecia os riscos, assim como eu. Tinha que
ser outra coisa. Havia outra coisa que a estava incomodando. 
Olhei para o meu relgio. 9h30, e tudo estava escurecendo.

* * *

Prdio J. Edgar Hoover 
9:45 pm

Meus passos ficaram mais lentos enquanto me aproximava da porta.
Eu sabia que ele estava l, esperando por mim. Eu estava atrasada.
Respirei fundo, mo sobre a porta. Pronta para bater. Mas a nusea bateu
em mim, e de repente me deu vontade de ir ao banheiro. Me firmei. 
Desculpas. 

Desculpas.

No posso voltar agora.

"Mulder?" eu chamei, batendo ruidosamente.

"Entre," ele respondeu.

Mulder estava sentado na escurido, iluminado apenas pelo
monitor do computador. Eu acendi as luzes, e ele piscou, apertando
os dedos contra os olhos, esfregando-os, olhando para mim. Ele
estava aborrecido.

"Onde voc esteve?" ele perguntou, sustentando as mos. "Raymond 
disse que voc sumiu depois que voc voltou. Te liguei umas
cinqenta vezes. Se voc no tivesse me ligado, eu estava pronto para
ordenar outra caada humana."

Olhei sobre a mesa, e vi a manchete falando sobre os assassinatos
na creche.

"No  sua culpa" eu sussurrei, reconhecendo o tumulto interno 
atrs da aparncia exterior tranqila dele.

"Claro que  minha culpa," Mulder se ops, jogando o jornal
pela mesa. Ele apontou para a pilha. "Se eu tivesse estudado isso
com mais afinco, levado o assassino seriamente, o procurasse mais
cedo... cinco crianas estariam vivas hoje."

"Voc no pode se responsabilizar pelas aes dele" eu disse,
andando lentamente para ele. Me apoiei contra a mesa. "Voc
s  responsvel por suas prprias aes."

"Voc quer ser o psiclogo, Scully?" ele perguntou, encostando
completamente na cadeira. "Pois eu pareo estar falhando aqui."

"Na verdade, no estou aqui para falar sobre o caso, Mulder" eu
respondi, e pigarreei, "Estou aqui para falar sobre ns."

"Ns?" ele perguntou, carranqueando. J haviam se passado quatro
semanas desde a ultima vez que ficamos ntimos. Eu poderia ver a 
decepo nos olhos dele  mera meno disso. Eu me desculpava, alegando
que tinha trabalho, ou no estava a fim, ou no estava me sentindo
bem. Tinha certeza que ele veria isso como uma rejeio sobre nossa
nova relao. Afinal de contas, tudo tinha parado.

"Mulder," eu comecei. "Aconteceu uma coisa. Uma coisa que j sei h
muito tempo. Voc pode no gostar do que estou a ponto de dizer."

"Estou escutando" ele falou, ficando rgido em preparao. Me 
fixando com o olhar penetrante.

"Eu sei que voc notou que as coisas no foram as mesmas entre ns,
ultimamente" eu me sentei. "Eu fiquei distante, afastada... longe."

"Notei que voc parecia no me querer por perto." ele falou, sincero.

"No, mas no  isso" eu respondeu, apertando a mesa, para apoio.

"Ento, o que era?" ele implorou. "Me ajude, Scully, a entender."

"Tenho escondido algo de voc" eu continuei, me forando a respirar. 
"No quis dizer nada, at que eu estivesse certa... de que estaria
com sade para levar isso at o fim."

"Scully," ele respirou, tremendo a cabea dele. "O que voc
est dizendo?"

"Eu estou... grvida."

Pronto. Finalmente eu disse.

O quarto ficou intensamente quieto enquanto Mulder me encarava.

Por todos esses anos que eu o conhecia, finalmente eu o deixei mudo.

* * *

Ser que ela disse o que eu acho que ela disse?
Minha mente fotogrfica rodou o filme de volta. De novo e de novo.
Em perfeita claridade.

"Como?" eu declamei, muito chocado para formar outra palavra.

"Como voc acha?" ela respondeu, sorrindo para a estupidez
da minha pergunta. Uma lgrima escapou e desceu pelo rosto dela.

Afastei minha cadeira at poder sentar, e olhei para ela. "Voc
tem certeza? Eu achei que voc no podia..."

"E eu tambm" ela acenou com a cabea, respirando fundo. Lutando
para manter a compostura.

Minha mo foi, por vontade prpria, para frente, para toca-la,
com medo de que tudo fosse uma iluso. Encostei no estomago,
sentindo o leve inchao que ela estava escondendo. Sorri quando
meus dedos se alargaram, apertando mais um pouco. Ela estava
grvida de verdade. Gravida o bastante para mostrar... minha
cabea comeou a calcular.

"H quanto tempo voc est grvida?" eu perguntei, estreitando
meus olhos ligeiramente.

Ela respirou fundo. "Doze semanas".

"Doze semanas?" eu repeti. "H quanto tempo voc sabe?"

"Quatro" ela disse, baixinho.

"Quatro semanas," eu repeti  de novo, esperando no ter ouvido
a palavra corretamente.

"Quatro semanas," ela confirmou.

"Algum mais sabe?" eu insisti, ainda meio areo.

Ela tremeu a cabea. "No. Ningum, a no ser meus mdicos."

Fiquei encarando-a at que a imagem que eu estava vendo em minha
mente entrou em foco. O cansao. A mudana de humor. A retirada
do caf. E o fim da nossa relao. Sinais indicadores de que ela 
no poderia esconder que estava grvida.

"Ningum ficou mais surpreso do que eu" ela comeou, tocando meu
ombro ligeiramente. "Entendo o que voc est sentindo."

Eu tremi minha cabea. "No, voc no entende."

"Mulder?" ela perguntou, respirando ainda mais fundo.

"Voc no tem nenhuma idia do que estou sentindo. Voc sabia por
quatro semanas, e no me contou?" eu sussurrei, deixando 
minhas palavras penetrarem ainda mais. "O que eu fiz de errado, Scully?"

"Nada," ela disse, se abraando. "Nada, Mulder."

"Por que voc achou que teria que fazer isso sozinha?" eu
perguntei, tocando o brao dela, meu tom mais suave. "Por que,
Scully?"

"Eu tinha medo, Mulder," ela disse, fechando os olhos. As lagrimas
caram sem esforo. "Por causa de tudo que eles fizeram comigo.
Os testes. O implante. O vrus. Meu medico disse que se eu passasse
do primeiro trimestre, a chance de sobrevivncia seria muito mais alta.
No quis levantar suas esperanas. Ou as minhas, considerando que
a probabilidade do meu corpo sustentar uma gravidez fosse to baixa."

"Eu teria ficado ao seu lado" eu falei, lutando para entender
como ela me tirou pra fora da vida dela num momento to critico.
Meu corao afundou enquanto eu buscava uma razo.

"Isto muda tudo, Mulder. Tudo. Nossas vidas so consumidas no trabalho.
Vivemos e respiramos os arquivos X" ela falou, mantendo a voz firme.
"E isto est alem de tudo. Tem que estar. Esta pode ser minha nica
chance de ter um filho. Acho que eu estava sendo..."

"Egosta?" eu terminei, ficando de p. "F no era o suficiente para
acreditar. Sua cincia toda poderosa tinha que ganhar. Mesmo
sobre nosso filho. Voc esperou at que a cincia medica desse sua
beno antes de me falar. Porque  mais fcil colocar sua f nela
do que em mim."

"Isso no  verdade," ela protestou, se levantando depressa. Ela
oscilou, se apoiando na mesa para apoiar-se.

"Scully," eu disse, estendendo minha mo para pega-la pelo
brao, preocupao vencendo meu orgulho ferido. "Voc est bem?"

"Eu estou bem, Mulder," ela disse, olhando para mim. Trinquei meus
dentes. As palavras me cortaram. A negao padro dela, sempre dita
no momento em que eu ameaava ficar muito intimo. Uma resposta
automtica, puro reflexo. Uma mensagem imediata para eu deixa-la
sozinha imediatamente.

Soltei-a, e peguei meu casaco. Antes que me desse conta, eu estava
indo para a porta, incapaz de levar outra rejeio dela no momento.

"Mulder, espere!" ela implorou, enquanto eu batia a porta atrs de mim.

* * *

