INTIMACY 7

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Apartamento de Scully
6:00 da tarde 

"Distrofia Miotonica" eu falei enquanto subamos os degraus da 
entrada principal. Mulder me seguiu no carro alugado dele at o 
meu apartamento. "Era isso que Craig O'Dear tinha. Testes confirmaram
isso esta tarde."

"Outra vtima com uma rara doena gentica." Mulder falou, arrastando
a mala pela entrada. Passei meu carto para ter aceso ao andar do
elevador. Adorava a segurana do prdio. Tinha um guarda 24 horas por
dia e era bem iluminado. Dois outros agentes do FBI moravam aqui no
quinto e no nono andar.

"Este aqui foi achado em Wilmington, certo?" eu perguntei quando 
entramos no elevador.

"Sim," ele me esbarrou intencionalmente enquanto ia para a parte de
trs. Se eu estava com raiva antes, agora no estava mais. Aquele
pequeno toque na sala de exames me lembrou o quanto eu sentia a falta
dele. E no como meu parceiro do FBI.

"Ele era do Canad?" 

"Canad?" Mulder franziu a testa. "No.Acho que no. Importa?"

" que Distrofia Miotonica e prevalecente de canadenses franceses"
eu esclareci, vendo os nmeros acendendo enquanto subamos.

"Ou os pais dele eram" ele somou, se apoiando na grade do elevador. 
"Isso pode ser significante. Eu sabia que havia uma razo por eu te manter
como parceira."

"Melhor no ser a nica razo." As portas se abriram, e andamos at
o numero 714.

Ele colocou a mo na porta, bem ao lado da minha cabea e se apoiou
em mim. Seus lbios escovaram minha orelha. "Eu posso pensar em mais algumas."

Eu sorri, virando a chave. Abri a porta de repente e fiz ele perder
o equilbrio.

"Adoro a maneira como voc faz a decorao." Mulder disse, sarcstico.
Parecia exatamente igual quando ele me ajudou na mudana. Eu tinha apenas
movido um pouco da moblia para eu poder andar pelo apartamento de maneira
mais livre.

"No  a que eu escolheria pra mim" eu acendi as luzes e conferi a
secretaria. Todas as cores eram neutras e suaves. "Gosto de um pouco de
cor no meu sof. Talvez um padro de lista. Qualquer coisa."

Mulder ligou as orelhas naquele comentrio. "Alguma cor em particular
para o sof?"

"Eu no sei. Verde escuro. Castanho."

"Que tal cerejeira? Voc gosta de mveis de cerejeira?" ele andava
vagamente para o quarto.

"Gosto de cerejeira" eu o segui. "Por que este sbito interesse em
mveis?"

"Nada demais" Mulder falou, encerrando o assunto. Eu elevei
minha sobrancelha pra ele.

"Eu gosto do quarto" eu comentei. Tinha uma cama de quatro colunas, enorme,
com um ba no final e uma cmoda. Tirei meus sapatos e me sentei na cama,
me lembrando de nossa primeira noite aqui, ternamente. Essas colunas
foram muito teis.

"Tambm gosto" ele confirmou, me cutucando ligeiramente. Ento, ele
exalou, enquanto um sorriso suave ia se formando no rosto dele. O 
quarto ficou calado enquanto ns encarvamos.

"Eu senti muito a sua falta, Scully."

Sorri de volta, sentindo calor irradiando por todo meu corpo ao
ver a maneira como ele estava me olhando. Com muito desejo.

"Eu tambm".

"Deixe-me leva-la para sair, Scully" Ele falou, e eu podia ver que ele
estava querendo me tocar, mas ficou com as mos paradas. "Deve ter algum
lugar bom aqui por perto que tenha boa comida. Voc poderia vestir algo
bem sensual."

"Eu no tenho nada sensual," eu elevei uma sobrancelha pra ele.
"Sensual no  um adjetivo para descrever roupas de grvida."

"Eu tenho certeza que voc tem" ele insistiu. E a expresso dele ficou
sria. "E podemos ir em qualquer lugar que voc queira ir."

"Tem um restaurante no fim da rua onde eu trabalho, e eu ouvi dizer
que  bom. Privado. Onde podemos falar com tranqilidade."

Ns precisvamos falar. Sobre este beb. Sobre o que amos fazer quando
eu voltasse para DC. As esperanas e medos que eu tinha eu mantive
escondido. Ele tinha medo tambm? Ele acordava no meio da noite, esperando
que nossa criana nascesse normal? Sem uma vida cheia de conspirao,
decepo e mentiras? Ou uma doena escondida dentro de mim, esperando para
nos atacar a qualquer momento?

"Eu tenho algo para voc," ele disse, quebrando a tenso. "Na verdade,
da sua me. Ela pediu para eu te dar."

"Ela pediu?". Minha me no disse nada quando eu falei com ela ontem 
noite. Eu ligava pra ela quase tantas vezes eu ligava para Mulder.

"Yeah," Mulder ficou de p e pegou a mala, colocando-a na cama. Ele
abriu e tirou um pequeno pacote embrulhado em papel de seda.
"No sei o que . Algo sobre uma conversa que vocs tiveram na outra
noite."

"Oh," Tinha um bilhete e s haviam cinco palavras. "Para seu nervo
citico. Mame."

Rasguei o papel de seda e achei uma compressa para aquecer. Mulder
riu um pouco ao ver o presente.

"Acho que isso  bem melhor do que meu presente." 

"Com certeza." eu coloquei a compressa na cama. "Deve ser bem til
depois. Depois de ..."

"Depois de?" Mulder perguntou, esperanosamente. 

"Do jantar" eu terminei, sorrindo fracamente.

* * *

Dierdorf e Hart
7:30 da noite

No sei se so os hormnios extras que corriam pelo pequeno corpo
dela, mas Scully estava absolutamente linda. Atordoante. Ela no acha
que  sensual, mas o vestido creme, simples, que ela usava, s acentuava
as curvas dela.

"Como est Skinner?" ela perguntou enquanto tomava um gole do refrigerante
diet dela.

"Super irritado comigo" eu falei, sorrindo. "Mas isso no  novidade. 
sobre este caso com Gene Splicer."

"Gene Splicer?"" ela repetiu, elevando a sobrancelha ao apelido que
eu dei para o assassino de O'Dear. 

"Estou inclinado a pensar que ele pode ter sido parte de algum grupo
de supremacia branca. Neo-nazista, talvez. Ele v as vitimas como 
seres inferiores por causa de suas condies, e escolhe libertar
o mundo destas aflies." eu falei, recitando palavras que eu tinha
dado para Skinner de manh, no meu relatrio.

Scully ficou estranhamente quieta, evitando me olhar, seus olhos danando
pelo cardpio.

"Scully?" eu perguntei, pegando a mudana de humor nela. "Eu... eu sinto
muito. Achei que voc queria falar sobre trabalho."

Ela molhou os lbios, pensando com cuidado nas prximas palavras.
Ento, ela me olhou rapidamente. "No, eu quero.  s que..."

" s que...?"

"Voc j se preocupou sobre isso?" ela abaixou o cardapio na mesa.
"Doena gentica. Na nossa criana."

"Eu deveria?" eu peguei a mao dela sobre a mesa. Tremia, e eu apertei
para firma-la. "Todos os testes foram bons. Parecia perfeito para mim
na ultra. Eu ia fazer copias para colocar no escritrio."

Ela mordeu o lbio, ignorando minha tentativa de humor. "Parece
bom agora, mas  muito cedo para dizer. Estou preocupada com o chip
no meu pescoo. E se isso fez algo para afetar o vulo? Eu no 
deveria estar grvida, Mulder. No foi o que Krycek disse?"

Jesus. E foi isso que Diana disse esta manh. Ser que eles sabem
de algo que no sabemos? Os instintos maternos de Scully esto dizendo
a ela que pode ter algo errado? Ou ser que  este maldito caso que
est fazendo ela questionar sobre a gentica de seu prprio filho?
Aquela conversa que tivemos naquele banco de parque, no h muito
tempo, voltou na minha cabea. Eu sabia que ela estava com medo.
Esperanas e medos de uma mulher e seu filho por nascer.

"Eles podem fazer testes, no ?" eu vi o rosto dela ficar um
pouco menos preocupado.

"Amniocentese," ela olhou para mim. Eu podia ver as lagrimas nos olhos
azuis, ameaando cair se ela piscasse de novo. "Mas nem todas as doenas
genticas foram traadas, Mulder. Especialmente uma que pode ter sido
criada."

Eu odiei isto. Odiei o que eles tinham feito com ela. Transformando o que
deveria ser a poca mais feliz de nossas vidas para algo cheio de duvidas
e medo pela criana que est para nascer. Aquela lagrima caiu sobre o
rosto dela, e Scully secou rapidamente com o guardanapo, no querendo
fazer uma cena em um local publico.

"Ns no sabemos disso" eu respondi, puxando minha cadeira para mais 
perto dela. Abaixei minha voz. "E no podemos passar as prximas vinte
semanas especulando sobre o que pode ou no acontecer. Este beb 
saudvel, Scully. Voc est cuidando muito bem dele. Ou dela."

Ela respirou fundo, se firmando. "Voc tem razo, Mulder. Krycek deve
estar apenas brincando com voc."

"Sim", eu acenei com a cabea, deixando meu polegar acariciar a palma
dela. "Ele tem que fazer o retorno bi-anual dele, voc sabe. S
para manter contato."

Ela relaxou um pouco, mas os dedos dela me apertaram mais forte. "No
quero esta criana se ela for parte disso, Mulder" ela avisou, no querendo
que eu ficasse envolvido com Krycek.

Queria poder passar isso por escrito. Registrado e autenticado, lacrado
em sangue, que isso no ia acontecer. Eu no pensei na possibilidade
de que o chip poderia ter afetado a gentica dela. Especialmente depois
que eles tiveram tanto trabalho para pegar os vulos dela. Porque deixar
pra trs qualquer coisa que poderia afetar uma criana, quando ela no
deveria ter filhos?

Ou talvez fosse por isso que Krycek e Diana estavam to preocupados
por ela estar grvida.

Tirei estes pensamentos da minha cabea. Eles no iam arruinar esta
noite, e nem minha visita com Scully. No queria que ela pensasse sobre
isso nem mais um segundo. Nada disso ia acontecer. Era tudo especulao,
causado por anos de conspiraes em nossas cabeas. Nosso beb no foi
criado como parte de nenhuma experincia. Foi criado porque ns nos 
amamos.

"Vamos dar o fora daqui, Scully" eu sussurrei, sabendo que ela estava
incomodada por estar sentada neste restaurante de luxo. "Podemos pegar
algo para comer no caminho. Que tal?"

Ela cheirou, ento acenou com a cabea.

* * *

Apartamento de Scully
10:15 da noite

"Todo mundo aqui  bem gentil comigo" eu falei, pegando a comida
chinesa da caixa de papel. Estava sentada no chao, com as costas
apoiada no sof, e minhas pernas debaixo de mim. Minha meia fina estava
no chao, largada. Eu no agenta usa-las nem mais um minuto.

"E por que eles no seriam?" Mulder falou, comendo metade do rolo de ovo
que eu deixei.

"Se fosse em DC, voc sabe que eles estariam falando pelas nossas
costas". eu no olhei para ele, evitando o contato.

"Sobre como 'Spooky' pegou de jeito Dana Scully?" ele caoou.

"Aqui, todo mundo acha que estou casada ou que tenho algum me
esperando em DC. Em casa."

"Voc tem algum esperando por voc em casa" Mulder confirmou, se
aproximando de mim. "E eu quero me casar com voc."

Coloquei a caixa no chao e pus as mos no colo, olhando para o anel
de compromisso. "Eu sei, Mulder. Mas ninguem aqui sabe pelo que
passamos.  como se fossemos um casal normal. Voc est em DC, e eu
estou em St. Louis. O anonimato  timo."

"Era isso que eu esperava" ele admitiu, me oferecendo a ultima
mordido do rolo de ovo. Mordi e ele tirou um pouco do molho
que ficou nos meus lbios.

"Trabalho sempre foi minha prioridade numero um, Mulder" eu me
estique. Eu tinha comido demais. "Mas agora, o beb  que . O
que  mais engraado  que as pessoas aqui no vem Dra. Dana Scully
quando me olham. Eles vem Dana Scully, a futura mame."

"E voc est aceitando bem isso, dra. Dana Scully?" ele colocou uma
mecha de cabelo atrs da minha orelha.

"Estou" eu me apoiei no toque dele. " s uma observao sobre a
mudana de percepo das pessoas."

"Mesmo assim, mal posso esperar para voc voltar para DC" Mulder
passou um brao pelo meu ombro. Ele me puxou mais perto, e eu 
enterrei meu rosto no pescoo dele, inspirando o cheiro familiar
de Mulder. Passei meus braos ao redor da cintura dele. "Voc
deveria ver o ch de beb que os rapazes esto planejando para 
quando voc voltar."

Eu ri, j imaginando algo como uma festa com enfeites de computador
ou algo assim. "Eles no precisavam..."

"Oh, mas Frohike quer" Mulder interrompeu, me apertando mais ainda.
"Ele j est pesquisando o melhor assento de carro para bebs e 
um carrinho de criana para te dar."

Senti um golpe embaixo do abdmen e me sentei rapidamente.

"O que foi?" Mulder me soltou na hora.

Peguei a mo dele, e coloquei sobre minha barriga. "Acho que se mexeu
de novo. Duvido que voc possa senti-lo. Mas ele se mexeu."

Mulder sorriu enquanto abria a mao sobre minha barriga, apertando um
pouco. "Me avise quando ele fizer de novo."

Esperamos alguns minutos, mas eu no senti nada.

"Deve ser a comida chinesa" eu falei, me ajeitando, colocando minhas
pernas sobre as dele. Eu o puxei para mais perto, assim nossos lbios
estavam quase se tocando. "Acho que ele no aprovao sua seleo do
jantar."

"Ele deve ser enjoado pra comer" Mulder comentou, cheirando meu cabelo.
"Igualzinho a me dele."

"A me dela," eu corrigi, dando um lento beijo nele. Nosso primeiro beijo
desde que ele chegou.

"Eu j te disse como voc esta linda esta noite?" Mulder passou a mao
pra cima e pra baixo nas minhas pernas nuas. Tremi ao contato. Ele me
beijou de novo, deixando os lbios passearem sobre minhas bochechas
e plpebras, descansando na minha testa. "To linda..."

Um elogio assim quando eu no estava me sentindo particularmente
bonita fez ele ganhar outro beijo. E ento outro, at que estvamos
deitados no tapete, eu de costas no chao e Mulder de lado, distribuindo
o peso com cuidado sobre mim, para que nada pesasse sobre meu abdmen.

"Espero que tenha seu nariz, Scully" ele passou um dedo pela minha 
bochecha, meus lbios e meu queixo. "Pois ninguem deveria ser sujeitado
a ter um nariz como o meu."

"Espero que tenha seus olhos" eu respondi. Esses olhos esverdeados,
com tanta convico e determinao. Verdadeiras janelas para a alma
que ele achou que no tinha.

"Mal posso esperar para ver como ele " Mulder colocou
a mo entre as minhas coxas. Eu gemi baixinho, desfrutando a sensao
de ser tocada. Me sentindo desejada. Sabendo que eu ainda era desejvel
para ele, apesar de todas as mudanas no meu corpo.

"Voc viu como ele  hoje" eu comeou a tocar os botes da camisa dele.

"Ele  uma batata cinza" ele falou, sorrindo. As pontas dos dedos
dele alcanaram o algodo da minha roupa intima e ele me acariciou 
suavemente, pelo tecido.

Mulder continuou empurrando o meu vestido para cima, at que estava ao
redor da cintura. Ele beijou meu estomago com cuidado, descendo ainda
mos. Eu apertei o ombro dele para chamar sua ateno. Tremi minha 
cabea, no querendo que ele me amasse daquela maneira. Queria compartilhar
tudo. 

"Juntos," eu sussurrei. Igual  noite em que concebemos esta criana.

* * *

Eu soube exatamente o que ela queria e ento, olhei para ela, no
querendo que ela pensasse que tinha que me agradar. No tive
chance para perguntar para a mdica se ns podamos fazer isso,
mas assumi que ela deve ter perguntado. No havia mais nada que eu quisesse
fazer a no ser fazer amor com Scully naquela enorme cama com quatro colunas.

Eu a beijei mais uma vez, antes de me levantar. Coloquei as caixas
da comida chinesa que sobrou sobre a mesa de centro, e apaguei as luzes.
Ficou escuro, e levou um segundo para minha viso se ajustar. Eu estendi
minhas mos para Scully, para ajuda-la a sair do chao. Ela as apertou e
se levantou. Antes que ela percebesse, eu a ergui em meus braos. Ela ainda
pesava perto de nada.

Abaixei-a sobre a cama, sobre uma pilha de travesseiros. Ela se apoiou
nos cotovelos, me esperando. Eu acabei de desabotoar minha blusa e a tirei.
Logo depois foram meus sapatos.

"Mulder," ela falou com malicia na voz. "Esse trabalho  meu."

"Desculpe" eu me abaixo ao lado dela, que me abraou pelo pescoo
e cobriu minha boca com a dela, me beijando forte e com fervor. Parece
que animals crackers no eram a nica coisa que Scully desejava.

O vestido que ela usava tinha botes na frente e eu os abri lentamente,
beijando cada parte de pele exposta antes de me aventurar mais abaixo.
Ela tinha comprado um novo suti, um para acomodar os seios maiores.
Eu brinquei com a renda, tocando a carne embaixo.

"Novo?" eu indaguei. 

"Sim," ela apoiou o corpo dela no meu. "Comprei um dia desses."

"Com a calcinha?" eu perguntei, esperanoso, continuando a despi-la.
Espiei a calcinha com uma pequena renda do lado e avidamente eu
abri o resto da roupa. 

"Desfrute, Mulder" ela avisou, virando a cabea para me estudar. "No
vou fazer compras na Victoria's Secrets por muito tempo. Este  o
maior numero que eles tem."

"Voc no vai usar isso por muito tempo" eu a girei de lado para poder
abrir o gancho do suti nas costas. "Gosto mais do que tem embaixo."

Minha mo agarrou um seio, meu polegar escovando o mamilo, sentindo ele
endurecer ao contato. Queria que ela soubesse que ainda estava linda para
mim. No importava o que estava acontecendo ao seu corpo. Ela estava
carregando meu filho e ele era uma parte dela. Nada poderia ser mais
ertico para mim do que isso.

"Mulder," ela ronronou, desfrutando a sensao, arranhando minhas
costas, tirando minha camiseta sobre minha cabea. Ela me empurrou,
e eu ca de costas, e ela comeou a beijar meus mamilos, fazendo lentos
crculos com a lngua.

Fiz uma nota mental para comprar uma cama com quatro colunas, igual a
esta aqui, no para comemorar nosso tempo longe um do outro, mas uma
lembrana desses encontros.

"Voc ainda est usando isso?" ela se sentou e colocou as mos no
meu cinto, abrindo minha cala. Meu pnis estava tentando sair
pelo meu Armani. Em momentos,ela tinha me colocado nu, e ela 
me beijou, agarrando meu pnis, e acariciando.

"Scully," eu avisei enquanto ela encontrava aquele lugar certo na base.
O polegar dela me apertou. "Achei que amos fazer isso juntos."

Ela me soltou, passando a mao sobre meu corpo, para cima, at encontrar
minha nuca. E levando a boca contra a minha. Mas ao invs dela me beijar,
ela respirou, e falou, "Por trs."

Eu exalei enquanto ela se afastava e deitava de lado, de costas pra
mim. Eu li em algum lugar que esta era outra boa posio para sexo.
Esperanosamente, mais confortvel.

Passei meus braos ao redor da cintura dela, a puxando contra mim. 
Meu rosto estava apertado contra o dela, meu queixo sobre seu ombro.
No podia ver seu rosto nesta posio, mas podia ouvi-la. Sentir suas
reaes. Scully mexeu os quadris pra trs, abrindo as pernas para eu 
poder entrar nela. Me convidando.

"Hmmmm," ela resmungou enquanto eu deslizava dentro dela. Com cuidado,
para no forar muito.

"Me avise se isso est bom pra voc" , eu sussurrei. 

"Est" ela respirou, apertando meu brao, que estava ao redor dos ombros
dela. Ela cavou as unhas na minha pele, com prazer.

Beijei seu rosto, e comeou a me movimentar suavemente. Meu corao
batia forte na minha cabea, e minha ereo ficou mais dura. Fazia
semanas desde a ultima vez que tivemos sexo. Eu dentro dela. Havia
esquecido de como era poderoso.

Minha outra mo abaixou ao espao entre as pernas dela, passado nossa criana e 
nas dobras dela. Eles tambm estavam mornos, enquanto j pulsando com vida. Eu 
apertei neles, enquanto esperando estimular l como bem a. Cronometrando cada 
golpe. 

" Mulder, " ela sussurrou, enquanto balanando a cabea dela a meus movimentos. 
Os quadris dela bateram atrs em meu, enquanto esperando cada empurro 
avidamente. Os prolongando. 

" Eu o, Scully, amo " eu disse, contra a orelha dela. " Eu o amo ambos ". 

Ela suspirou, enquanto fazendo pequenos barulhos que sinalizam a liberao 
dela. O corpo dela ficou tenso durante um segundo e ento ela clamou. Eu sentia 
o pulsando dentro dela, enquanto pulsando ondas de prazer. Eu a segurei mais 
apertado, enquanto querendo os ir com ela. 

Logo, eu sentia meu prprio objeto pegado de necessidade em cima de. Eu movi 
minhas mos aos quadris dela, enquanto a firmando contra mim. Eu empurrei mais 
duro, mas no muito longe em. Estabelecendo a frico precisada para liberao. 
Eu bati uma certa mancha dentro das paredes dela, enquanto provendo bastante 
contato para me enviar em orgasmo. Eu gemi no ombro dela, enquanto beijando a 
pele dela como vim eu, enquanto chocando abaixo. Eu a puxei mais ntimo, 
enquanto h pouco no retirando contudo. Ns fomos unidos. Todos os trs de 
ns. 

E ns ficaramos aquele modo. No importa o que aconteceu. 

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