Título - Another Day Autora- Miss Duchovny NC-17 2003 Resumo: Mulder está fora do FBI, Monica Reyes e John Doggett estão tomando conta dos Arquivos X, Scully de licença de maternidade, vamos ver no que vai dar... RETRATAÇÃO: Todos os personagens dos arquivos X são de posse exclusiva de Chris Carter e da 1013 Productions. Não pretendo violar nada, está fic é apenas para diversão, sem nenhum lucro envolvido. Se quiser me processar, vai em frente, mas já vou avisando que será perda de tempo, pois, não possuo nada. PS: Por Favor, não me processe ;) 1ª Nota autora: Mulder e Scully estão casados! É uma fic Shipper, por tanto, se você não for, se afaste, pois, irá ver muito a palavra "amor" entre os 2 personagens. 2ª Nota autora: Está é a minha 1º fic, então, sejam bonzinhos com as criticas :) miss_scullyfbi@yahoo.com.br 3ª Nota autora: Está fic é muito longa, então, aconselho pegar alguns Snacks ================================================================================================ "Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vázio...Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido." ================================================================================================ * ANOTHER DAY * ================================================================================================ Mulder: "Minha lanterna de bolso" Scully: "E eu que pensava ter satisfeito uma curiosidade antiga minha." [Home - O Lar] *Cenas excluídas* ================================================================================================ Uma bela jovem estava na parada de onibus, olha p/ o relogio: 5:30am, não há mais ninguém por perto, estava frio e a neblina não ajudava... No final da rua surge um vulto, que vem caminhando em sua direção, chegando mais perto, ela consegue ver que é um homem, usando uma calça jeans desbotada, tenis velho e um moleton. Ele passou por ela e deu uma tapa em sua 'bunda', ela não reagiu na hora, esperou ele passar e juntou uma pedra que o acertou na cabeça, o homem caiu. A jovem estava tremendo, meio que em choque com o acontecido. O homem se levanta, meio tonto, coloca a mão na cabeça e ve sangue. olha para a jovem com os olhos queimando de raiva "Sua vadia, agora irei te matar". A jovem arregala os olhos e sai correndo gritando, sem olhar para trás. Até que em um certo ponto para cansada, com o rosto quase translucido. olha para trás, não vê nada. Alivio passa por sua face. se permite respirar fundo, resolve continuar, quando se vira leva um susto dando de cara com o homem. Este a agarra pelo pescoço e a ergue para cima com uma mão, não dando tempo para ela reagir. A outra mão livre, ele coloca em seu bolso, tirando algo... "Mulder!" Mulder da um pulo do sofá assustado. "Credo Scully! Você quer me matar?" ele da um suspiro se recompondo do susto "na melhor parte do filme..." Ela ergue uma sobrancelha, com divertimento nos olhos "Assistindo mais um daqueles filmes que não são seus?" "Você sabe que eu tive que abrir mão daqueles, depois que disse: Aceito" olhou para ela com um soriso maroto "sabe, acho que fiz uma ótima 'troca', pelo menos a lua-de-mel valeu pela fita da Savanah". Ela olha para ele com uma cara brava, mas seus olhos desmentindo sua expressão. "Hum, continue com este papo e ira dormir hoje sem a sobremesa". Ele olha para ela com a cara de panico dele. "Bem, não está mais aqui quem falou. Um homem precisa de sua sobremesa para sobreviver!" ambos dão uma risada. "Então amor, o que você queria falar quando gentilmete tirou a minha atenção do filme?" "Ah, é, eu já estava esquecendo, eu vou dar uma saída, tenho que comprar algumas coisas para preparar o jantar de hoje, não temos nada em casa além de papinha de nenê e pipoca". "Scully, você se preocupa demais, eu não me importaria de comer pipoca e papinha," ele faz uma careta "desde que eu tenha a sobremesa" ele balança as sombrancelhas em sugestão. "Bem, Mulder, mas não é com você que estou preocupada, é com as visitas". "Hum, agora me sinto especial!" ele faz uma carinha de cahorrinho abandonado, isso tira uma risada dela. "Oh Mulder, você entendeu o que quis dizer!" "Scully, relaxe, só porque Doggett e Monica resolveram juntar os trapos não significa que eles estão comendo bem", ele não consegue evitar a risada. "Tenho certeza que Doggett gostaria da papinha de berinjela. Ok, Scully, se isso te preocupa, podemos fazer uns miojos, ahn?" ele ergue uma sombracelha "O que você acha? Sei que parece sopa de massa, mas se você fechar seus olhos e imaginar que está comendo uma magnifica massa 'a la mulder', bem..., ok, então podemos pedir uma pizza!" "Mulder, eu vou fingir que não escutei o que acabei de escutar..." "Ahn?" "Vou no mercado, não pretendo demorar. O William ainda está dormindo, fique de olho nele, ok?" "Por favor Scully, você não precisa me dizer como cuidar do meu filho. Scully, que tal nós irmos juntos no mercado?" "Mas o Will ainda está dormindo e não tem necessidade de vocês virem junto, isso só iria atrapalhar!" "Ah Scully, podemos ir mais tarde, quando ele acordar, seria divertido, nós sairmos como uma familia, fazendo coisas de familia." "Mas, nós somos uma familia!" "Eu sei, mas você entendeu o que eu quis dizer. Ah, amor, pense no Will, ele não sai muito, deve estar entendiado." Ela da uma risada. "Sério Scully, ele está precisando pegar um sol, ele ta parecendo com aquelas crianças do curso de computação, parecem uns albinos. Um ar fresco faria bem para ele. Depois das compras podemos da uma volta no park. E depois voltamos a tempo de preparar o jantar para Doggett e Monica, o que você me diz?" "Pensando bem, seria divertido mesmo. E hoje é sexta, não tem nada de bom na tv." "É, e eu quero aproveitar meu dia de folga, e você tem que aproveitar também, porque sua licença de maternidade já está acabando." Ela fica triste de repente, lembrando que daqui uns dias irá voltar a ativa novamente. Não é o fato de voltar para o FBI que lhe deixa triste, mas sim o fato que não irá mais trabalhar com Mulder, ela sente falta dele, ela sabe que ve e tem ele todos os dias, mas não é a mesma coisa, ela sente falta de seu parceiro, de suas ideias malucas, não que ele tenha parado com elas - isso faz ela dar um sorriso -, e também o fato que ela irá para Quantico e não para os Arquivos X, mas isso foi ela que quis, porque o que adiantaria ela lá sem o Mulder? Não faria sentido. Eles poderiam continuar com a sua busca pela verdade, mesmo sem os arquivos X, certo? E olhando pelo lado bom, duas pessoas agora de sua confiança estavam cuidando dos Arquivos X. Ela ficou feliz que pelo menos havia uma pessoa lá com a mente aberta para as possibilidades extremas, Monica Reyes. Era como se a dupla Mulder&Scully fosse invertida, Monica era o Mulder da dupla. Ela teve que rir pelas bobagens que estavam cruzando sua mente. Mas, ela estava feliz, Mulder estava se dando bem no seu novo emprego, e de vez enquando Doggett/Reyes pediam ajuda a ele, claro que por baixo dos panos, para 'certas' pessoas não descobrirem que um civil, mais especificamente Spooky Mulder, estava 'envolvido' novamente com o Bureau. Ela percebeu que Mulder estava olhando para ela. "Eu sei no que você está pensando, e quero que pare. Scully, eu sei que é dificil, sinto a mesma coisa que você, mas temos que ver o lado bom disso tudo, temos um filho lindo e saudavel", Mulder não conseguiu esconder o orgulho que está simples palavra lhe davam - Filho! NOSSO filho, fruto de uma união perfeita - e concluiu "temos a nós. Ninguém pode tirar isso de nós!" Ele deu um passo para frente a abraçando. Ela colocou o rosto em seu peito, escutando as batidas de seu coração. Ele tem razão, eu deveria estar feliz por ter conseguido uma familia, e eu estou, nunca estive tão feliz. Todos estão seguros, William não corre perigo. Ninguém está atrás de nós, certo? Ninguém irá tirar eles de mim. Eu não sei o que faria se perdesse Mulder novamente, ou William. Tento tirar estes pensamentos da minha cabeça. Sinto os labios de Mulder na minha testa, resmungando algumas palavras que não consigo decifrar. Levanto minha cabeça, dando um beijo de esquimo nele. Logo depois ele me pega, colocando seus labios contra os meus, abro minha boca permetindo a entrada de sua lingua - bem, meus pensamentos se foram, só tenho um agora, que está indo para o sul - Isso não é o bastante preciso demais, mais contato - mais Mulder - é incrivel como não me canso desse homem, eu amo ele, ele é magnifico, perfeito em todos os aspectos, as vezes nem tenho palavras para expressar o que sinto por ele, de tão 'imenso' que são meus sentimentos, e eu sei que é mutuo. Começo a tirar sua camisa, ele está bem adiantado, já está abrindo meu sutiã. Começa a lambiscar a minha orelha e desce para meus seios - OH MEU DEUS! COMO ISSO É BOM - ele sabe exatamente o que quero, o que preciso - . Finalmente chego na calça dele, quando escuto um choro. Não pode ter sido o Mulder, né? Escuto novamente, oh droga, era William, meu filho isso é hora de acordar? Ha algumas semanas atras seu pai derrubou o armario de seu quarto e você nem se moveu, mas agora que eu ia começar a brincar no meu parque de diversão favorito você acorda!? Ela olha para cara desapontada de Mulder, que fala "Que 'taiming' tem este garoto". Começo a procurar meu sutiã/camisa, quando sou parada por Mulder. "Deixa que eu vou Scully, só me de 1 minuto para me 'recompor'." xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Mulder entra no quarto de seu filho e acende a luz. "Que foi filhão, ta com fominha ta? Vem com o papi. Cade o nene do papai, cade?" Mulder olha para o William, fazendo a cara do senhor batata. William da uma risada e começa a chorar novamente. "Hey, amigão, eu te assustei, foi? Papai tava brincando! Will, como você ta pesado!". Ele olha as fraldas de Will, faz uma cara de nojo "Por que isto não me supreende? Só no conteudo que tem em suas fraldas tem 1kg, bem, não diria 1kg, mas tem metade de um William ai." Mulder da uma risada. "Vem 'cagão mascarado' do pai, vou te dar um banho." Mulder leva Will para o banheiro. Da um grito para Scully "Scully, William preparou o jantar". Ela entra no banheiro, ao ver a cena faz uma carranca. "Mulder, você lambuzou ele todo, sem mencionar a sua camisa. Seus porquinhos. Pera que vou ver uma roupa para o bebe, ah, e para o Will também". Mulder faz uma cara de "ops", ela da uma risada e sai do banheiro. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Apartamento dos Mulder's Georgetown - DC Sexta-Feira - 18:33pm Mulder estava tentando achar as chaves da porta, estava usando o 'canguru' levando William, que estava dormindo com a cabeça no peito de seu pai. Scully vinha logo atrás deles, cheia de sacolas de compras. Scully ficou encantada com a visão, os dois homens de sua vida. Deu um sorriso largo, contagiante. "Foi divertido mesmo, amor! Você tinha razão". "Eu sempre tenho razão". Mulder piscou para ela, que sorriu. "Sim, claro, como quiser..." Eles entraram no AP., Mulder largou as compras na mesa e foi colocar Will no berço. "Mulder, faço a galinha ou as costelas?" Gritou Scully da cozinha. Mulder foi até ela, que estava na pia e a abraçou por trás. "Você que sabe chef!Quer ajuda?" "Você poderia fazer a salada." Ela segurou as mãos dele, que estavam em seu quadril. "Ok, tudo que você disser." Mulder virou o rosto dela procurando os lábios, e deu um beijo rápido, mas provocante. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Sexta-Feira 21:30pm "Obrigada pelo jantar, estava perfeito" Monica disse já na porta. "É mesmo! O próximo será lá em casa. Hey Mulder, quer ir jogar basquete amanhã?" Mulder olhou para Scully, meio que pedindo autorização. Ela deu uma piscada discreta para ele. "Claro! Podemos ver se 'rapunzel' também irá querer ir." Doggett da uma risada. "Ok, vou ligar para o Skinner vê se ele topa." "Dana, o que você irá fazer amanhã quando seu marido for jogar? Tem planos?" "Ia ficar em casa com William, mas nós poderiamos dar uma volta no shopping, o que me diz?" "Seria ótimo! Depois os rapazes poderiam nos encontrar para almoçar, que tal?" Os dois se olham e balançam a cabeça em sincronia. "Ok, então está marcado. Vejo você amanhã na quadra, Mulder." "Ok!" Mulder fecha a porta se despedindo e vai em direção a sua mulher, ajudando ela a guardar as coisas. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Sexta-Feira 22:33pm O apartamento estava em silêncio, até que se ouvi umas risadas. Mulder e Scully sentados no chão, em frente a mesa de centro da sala. Mulder toma um gole de vinho. "Scully, você está roubando! Não é justo!" "Vamos Mulder, não chore!Tira a sua camisa" ela olha para ele com um olhar sedutor e da uma risadinha. "Foi sua idéia jogar 'Strip Poker', agora aguente..." Mulder olha para ela, se levanta e tira a camisa. Scully olha para ele com fome nos olhos "Uhu" e toma um gole de vinho. "Scully, eu ainda acho que você está roubando. Eu só tenho minha boxer, e você só perdeu as meias até agora. Quer saber, este jogo ta chato." "Porque você está perdendo, porque se fosse o contrario, você estaria pulando até agora." Mulder faz uma carinha de cachorrinho abandonado "Amor, eu to com frio!" "Ó pobrezinho! Vem aqui vem, que eu te esquento." Ele vai até a ela que o abraça. Ele olha pra ela "Scully, amor, e a sobremesa?" Ela olha pra ele, e o puxa para cima dela. "Mulder, faça amor comigo!" Ele desce os labios beijando seu pescoço. Começa a tirar a camisa dela, logo após o sutiã. Ela procura desesperadamente seus lábios, dando um beijo urgente nele. Ele desce as mão tentando abrir as calças dela quando é parado. "Aqui não, me leve para o quarto". Mulder pega ela no colo a carregando. Os dois continuam se beijando, Mulder tropeça e quase derruba os dois. Isso não tirou a atenção deles, Scully corria as mão pelo torax de Mulder. Eles entram no quarto, Mulder fecha a porta, logo em seguida deita ela na cama. Tirando as roupas dela. Ele fica entre as pernas dela. Scully tira o boxer dele e agara seu membro já duro. Mulder solta um 'grunhido'. Ele desce uma mão entre as pernas de Scully colocando 3 dedos na zona molhada e quente dela, que joga o corpo para cima em reação. Mulder desce seus labios no seio de Scully, chupando, devorando. Scully começa a gemer e clamar por mais. "Mulder, quero você dentro de mim, agorrrrr a! Ela pega seu membro e o guia até a sua entrada, que está pedindo, suplicando para ele afundar nela. "Oh Deus, Mulde rrrr". Mulder entra nela e começa a empurrar, logo ela segue seu ritmo empurrando os quadris para cima. Eles começam está dança. "Oh, Scully, eu te quero tanto! Venha para mim" "Oh, Mulder! Eu te amoooo!" Com isso ele a beijou. Mais profundamente, a língua esfregando lenta e de maneira provocante contra a dela. Ela o abraçou no pescoço, com firmeza, seus seios apertando contra o tórax dele. Ele pegou o rosto dela nas mãos, tremendo ligeiramente, segurando-a por um momento enquanto seus olhos mantinham uma conversa silenciosa. "Também te amo!" Ela sorriu pra ele, deslizou as mãos sobre os ombros largos. Mulder estava lindo - ela pensou, a admiração ardendo claramente nos olhos azuis. Mulder baixa a boca sobre um dos mamilos. Ele fechou os lábios sobre um, e lambeu. Scully gemeu. Ele sorriu ao ouvir o som. Com cuidado, ele até amamentou o peito dela. Finalmente, Mulder a libertou e observou, os olhos brilhando. Scully encontrou seu olhar, o dela escuro e ofuscado. Ela sorriu, e o abraçou pelo pescoço, puxando-lhe a cabeça pra baixo, num beijo longo e preguiçoso. Parando o beijo, ela começou a beijar-lhe a garganta, lambendo e chupando enquanto suas mãos iam para as nadegas de Mulder. Mulder zumbiu, as mãos dela alisando sua pele. Ele era dela, ela pensou com uma onda de satisfação quase dolorosa. Este homem brilhante, bonito, suave e louco pertencia a ela. Ele provava isso todos os dias, para ela, com sua devoção, lealdade e amor. Suspirando, ela apertou os braços ao redor da cintura dele, uma mão esparramada sobre o tórax largo. A outra, debaixo de seu umbigo. As mãos pequenas se moviam sobre ele, varrendo seu tórax, ombros, braços, a cintura... Ele assobiou quando as mãos suaves pegaram o saco dele, e ergueu, empurrando isso dentro da palma quente. Ele fechou os olhos. Um som inarticulado, torturado, foi rasgado da parte de trás da garganta dele. Oh Deus. Os dedos dela cavando nas nadegas dele, as unhas curtas beliscando a pele. Então, ligeiramente, tão ligeiramente que ele pensou que poderia estar imaginando, a lingua dela começou a brincar mais uma vez. Ele empurrou os quadris pra frente. Começou subir e descer, para cima e para baixo. Seu corpo inteiro estava vibrando com a violencia e necessidade disso. Até que os dois encontram liberação. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Finalmente, ele conseguiu sentir seu coração reduzindo a velocidade, o suor esfriar em sua pele, seus músculos ficando pesados e frouxos. Eles se abraçaram silenciosamente, quase reverentemente. Depois de um tempo, Scully cheiro o tórax de Mulder, e beijou o sal da pele. Ele só ficou olhando pra ela, para a mulher bonita em seus braços. A mulher com a pele macia e pálida, e o cabelo ruivo. Os olhos brilhando, cheios de calor, inteligencia e desejo. A mulher cujo corpo sedoso e perfeito segurava surpresas que ele sabia que nunca se cansaria de descobrir. Da maneira como ele pensava, sempre, em segura-la. A mulher por quem ele faria qualquer coisa. Ele abaixou os lábios e a beijou de novo. Ele a segurou até que ela dormiu, acariciando o cabelo dela suavemente, naquele ritmo preguiçoso e lento que ele sabia que ela gostava. Depois que ele sentiu o corpo dela ficar mole em seus braços, e a respiração dela ficar profunda, Mulder saiu da cama olhando para sua mulher, com um sorriso terno no rosto, os olhos varrendo, devagar, sobre o rosto liso e perfeito dela. Saiu do quarto para checar William, depois de ter certificado que tudo estava bem, voltou. Suspirando, ele deitou de vez, colocando a cabeça ao lado de Scully, de forma que seu queixo estava contra o lado da testa dela. Apertando o corpo contra ela, ele passou o braço pela cintura pequena, segurando-a contra ele. Scully murmurou em seu sono, mas não acordou. Ao invés disso, ela virou o rosto, instintivamente, para que o nariz dela se aninhasse contra a garganta de Mulder. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Quadra de basquete Georgetown - Maryland Sábado - 10:30am Skinner sentado no chão todo suado, com cara de dor, olhando enquanto o cara alto se aproxima. "Hey, rapunzel, desistiu?" Mulder ta um tapa no ombro de Skinner e se senta ao seu lado. "Não, só estou dando um tempo planejando minha estrategia. O golpe final" "Pensei que você já havia dado o golpe final quando caiu no chão." Mulder da uma risada. "Mulder, se você não percebeu, eu só estava testando vocês. É uma tatica." "Sei, e Elvis é meu vizinho!" Doggett se aproxima "E ai, as meninas vão jogar ou vão ficar fofocando?" Mulder e Skinner se olham, ao mesmo tempo balançam a cabeça como se tivessem concordado em algo. Se levantam e correm atras de Doggett. "Ok, mas Skinner fica no seu time" Skinner olha para os dois homens na sua frente "Não acredito que vocês estejam me descartando, quer saber, eu desafio vocês. Vamos jogar 'Horse', eu contra os dois, o perdedor paga o almoço." "Por mim tudo bem, a tempo estou afim de comer umas lagostas" Mulder sorriu xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Shopping Sábado - 12:45am "Hey, Mulder! Sou eu! Onde vocês estão? Ok!" Scully desliga o celular "Eles estão no estacionamento". "Ok, vamos encontrar eles lá!" William ao ver Mulder começa a se mexer no colo de Scully, querendo ir no colo de seu pai. Mulder da um sorriso largo e pega ele do colo de Scully. "Vem ca campeão". Scully da um tapinha no William "Traidor". "Ah, ele não é não! Scully, ele é um menino das 'alturas', ele gosta de ficar por cima, entende? Não no terreo!" Mulder da uma risada, Scully da um tapa nele. "Mulder e não sou baixinha..." Mulder se inclina e da um beijo nela. "Hey, Skinner, não sabia que você viria!" Disse Monica surpresa Mulder olhou para ele com diversão nos olhos "Scully, ta afim de umas lagostas?" Scully ergue uma sombrancelha não entendendo. Doggett olha para Monica "É, o campeão não ia vir, mas ele precisa pagar uma 'aposta'". "Olha só, sobre a aposta, era tudo brincadeira. Vocês não levaram a sério, né?" "Não adianta, aposta é aposta Skinner, sorte a sua por ter apostado só o almoço..." "Bem, mas vocês roubaram!" "Quer uma revamche?" "E tu pensa que eu tenho dinheiro para mais lagostas?" "Skinner, não sei porque você foi querer fazer a aposta, seria mais facil seu cabelo voltar a crescer do que ganhar de nós dois!" "Ok, o que vamos comer?" Skinner olhou para eles "Bem, eu vou querer uma sopa" Todos dão risada. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Apartamento do Mulder's Georgetown - DC Domingo 21:33pm O apartamento estava praticamente quieto. Único som que havia vinha da TV. Mulder estava deitado no sofá, com William deitado em seu peito, com os olhinhos quase fechando, Scully estava sentada no final do sofá com os pés de Mulder em seu colo. Os dois quietos assistindo o filme. Até que Mulder quebra o silêcio "Scully, se você pudesse ser um animal, qual você seria?" Scully ergue uma sombrancelha "Que tipo de pergunta é essa, Mulder?" "Eu li um artigo que dizia, que todos nós temos uma semelhança com algum animal." Mulder faz carinho nas costas de Will, que fecha os olhinhos se entregando ao sono. "Bem, você acha que eu tenho semelhança com qual animal?" "Isso é uma armadilha?" Mulder fala meio que rindo. "Você é um ursinho de pelucia, Scully. Você é mimosa que nem um ursinho de pelucia, mas ao mesmo tempo você é 'durona', não tem medo do desconhecido, você é forte que nem um urso - no bom sentido -, você defende seu ninho que nem a dona ursa e sem mencionar que seu mimgau é delicioso" Mulder fala sorrindo. "Cachinhos Dourados, Mulder?" Scully faz uma careta de desapontamento "Um URSO Mulder? É assim que você me ve? Eu pareço um urso?" "Não! Bem, talvez! Eu quero dizer... Scully, eu só quis fazer uma comparação porque os ursinhos de pelucias são mimosos, lindos e ... , Scully, não estou dizendo que você se pareça fisicamente com um, longe disso." "Tudo bem, Mulder! Eu gosto de ursos, nunca diria que 'sou' um, mas..." "E você, que animal eu lhe lembro?" "Bem, Mulder, você é a minha raposa astuta". Ambos dão uma risada. Mulder esfreta as mãos na bochecha de Will. "Ele apagou!" Scully da um sorriso de orgulho "É, ele gosta de dormir no seu peito, mas quem não gosta?!" "Coitadinho do meu filho! Finalmente o pobrezinho se aquetou e parou de chorar. Quanto tempo você acha que ele ficou chorando?" Mulder olha com um olhar de pena para o rostinho de Will, que chupa a chupeta com força. "Parece que durou horas, mas acho que foi uns 15 minutos. Foi a pior colica que ele já teve, não tenho duvidas. Ele começou se acalmar depois que você o colocou em seu peito, isso esquentou a barriguinha dele e sentindo você perto ele parou de chorar." Scully olha para os dois. Mulder começa a se levantar "Vai me abandonar?" Mulder ajeita William em seu colo "Vou colocar Will na cama, aqui ele está mal-deitado, lá ta mais quentinho." xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Segunda-Feira 6:00am Mulder olhou para sua mulher dormindo, aninhada nele, deu um beijo em seu rosto delicado e saiu da cama. Tinha que se vestir para ir trabalhar. Foi para o banheiro tomou um banho, vestiu seu terno e foi para a cozinha comer algo. Abriu o armario de cima da pia, pegando um novo filtro de café. Procurou no armario do lado seus 'CornFlakes'. Colocou numa tigela com leite. Fritou uns ovos e fez umas panquecas. colou o filtrou na cafeteira e começou a passar o café. Alguns minutos depois, tudo estava pronto e modesta parte com um cheiro maravilhoso - ele pensou-. Mulder vai até a porta de saída e pega o jornal, volta para a cozinha. Senta na mesa, coloca melado em suas panquecas, serve uma xicara de café, come seus ceriais, e le seu jornal. Ah, tudo está perfeito! Nisso Will acorda. Mulder se levanta ligeiro e vai o mais rapido que pode pegar seu filho, para Scully não acordar tão cedo. "Hey, filhão, você madruga!" Mulder checa as fraldas de Will, então faz uma careta e vai em direção a comoda pegar uma fralda. "Você não brinca em serviço, huh?" Will olha pra ele e sorri, mostrando suas gengivas. "hey, afim de uma papinha?" Mulder leva ele para a cozinha, Will vestido com seu pijama de superman com a meia do batman e chupando sua chupeta do spiderman, isso só podia ser coisa dos três patetas - ele sorriu - , menos mal, poderia ser pior, Langly poderia ter dado algo dos 'Ramones' ou algo relacionado a JFK, Frohike poderia dar algo que Scully com certeza não aprovaria. Bem, Byers era o mais 'certo', talvez foi ele que escolheu o 'tema' super-herois. Sorrindo, Mulder coloca Will na cadeira de bebe e vai em direção a geladeira pegando a papinha, que realmente não parecia nada apetitosa. "Pronto, aqui está seu café, senhor" Mulder senta enfrente a Will que fica observando todos os movimentos de seu pai. "Filho, lembre-se, eu estou te alimentando, então, quando você 'resolver' começar a falar, a 1ª palavra tem que ser 'papai', ok?" Mulder passa uma mão na bochecha de Will e da um beijo em sua testa. "Hey, sabia que eu te amo?" Will fica mexendo suas mãozinhas impaciente, querendo que seu pai de logo a tal papinha. "Ok, você venceu, tome" Mulder enche uma colher e faz aviãozinho, dando a papinha, para a alegria de Will. "Will, como você consegue dar este sorriso maravilhoso depois de comer isso? Isto é um Arquivo X." Falando nisso Mulder lembrou que tinha que ir trabalhar e resolveu apurar a 'operação papinha'. Mulder levanta da mesa pegando Will, indo em direção ao quarto. Scully ainda estava dormindo. "Hey, Will, eu vou te deixar aqui com a mamãe, ok?" Mulder começa a colocar Will do lado de Scully, que abre os olhos sonolentos. "Hi!" "Hi, amor!" Mulder da um beijo nela "Continue dormindo, ainda está cedo, vou colocar Will aqui do seu lado, tenho que ir. Ah, já dei a papinha dele e troquei as surpresas que havia em sua fralda". Scully pega ele pelo pescoço dando um beijo longo e demorado. "Ah, Scully, não faça isso comigo, estou a um passo para voltar de novo para esta cama" ele faz uma cara de sofrimento. "Hum, e eu queria você aqui também para me manter aquecida, mas Will pode fazer isto. Né, Will?" Ela olha para Will "Você fica aqui fazendo companhia para mamãe, enquanto papai vai para o trabalho, meu homenzinho." Ela da um beijo na bochecha rosada de Will que mexe as pernas sorrindo. "Bem, agora não sei se ele irá voltar a dormir, ele está despertado" "Para tudo a uma solução Mulder, este é um trabalho para a super-mãe, faço ele dormir num minuto, né filho?" Mulder olha para o relogio "Droga, tenho que ir! Scully, tem café passado e umas panquecas!" "Hum, você já pode casar Mulder!" Ela fala com uma voz divertida. "Você vem pra casa para o almoço ou hoje você irá ficar até tarde?" "Eu não sei, mas eu te ligo, ok?" Mulder da um beijo nela, e passa por cima dela para dar um beijo em Will "Tchau nene, cuida da sua mamãe, ta? Se ela fazer arte tu me conta." "Tchau amor, bom trabalho!" "Obrigado! Amo vocês! Vou indo, isso já ta parecendo novela mexicana. Parece que estou indo para a guerra" Mulder da uma risada e sai. Scully olha para William "Bem, agora vamos fazer o senhor dormir" Alguns minutos mais tarde, Will se rendeu e dormiu num sono gostoso, Scully ficou olhando ele dormir. Só nós, huh? Mal seu pai saiu e já estou sentindo sua falta, é estranho não ter ele por perto todo o tempo, antes nós eramos parceiros e então ficavamos 'quase' todo o tempo juntos. Agora não temos mais este 'tempo' - tempo de trabalho - , não que eu esteja reclamando, longe disso, eu amo a nossa vida a dois, mais seria perfeito se ainda pudessemos trabalhar juntos. Scully olha para Will com uma cara triste. Como Mulder não queria exercer sua profissão de 'graduação', ele foi tentar procurar um emprego no condado, com suas referencias e com uma recomendação do Skinner, sobre como ele perfilava e tinha sido o cabeça da SCV por um bom tempo, ele conseguiu um trabalho como 'investigador' na delegacia de Maryland. Bem, aceitou sem questionar, ele gostava de ser um 'policial', logico que o que ele realmente queria era voltar para os Arquivos X, para o FBI, mas isso seria impossivel, uma vez que foi demitido. Mas, ele tinha que admitir que isso era melhor que ficar em casa assistindo a 'Oprah'. Por outro lado, Mulder achava que ficar longe do arquivo x, seria mais seguro para eles, assim sua familia teria um pouco de sossego. Scully fez uma carranca se lembrando, o único problema dele trabalhar lá, pra ela, não pra ele, porque ele não se importava com este detalhe, era que ele trabalhava 'para' uma mulher. Helen Geller, a chefe de seu departamento, que ha alguns dias atras, havia mostrado que Mulder era seu 'escudeiro' favorito, ela tinha gostado do trabalho dele, em seu 2º dia Mulder havia feito mais do que uns veteranos que havia por lá. Mas, Scully não podia ter ciúmes. Mulder não tinha dado motivos para isso. E se for analisar a situação, Mulder estava lá apenas ha alguns meses. Ele não se envolve com alguém que trabalha, certo? Bem, tinha a Diana - ela faz uma careta ao pensar naquela..., não achando uma palavra apropriada resolveu continuar - e tinha ela. Bem, no caso deles, ouve alguns anos antes deles ficarem 'realmente' intimos, então ela só iria se preocupar daqui alguns anos. Ela teve que rir da idéia. Que pensamentos Dana! Você sabe que Mulder é fiel, e te ama, e mais do que isso, você confia nele. Ela deixou de lado estes pensamentos pertubadores, e abraçou seu filho e voltou a dormir. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Apartamento dos Mulder's Georgetown - DC Segunda-Feira 12:00pm Mulder entrou em casa. Scully olhou para ele surpresa "Ué, achei que não iria vir para o almoço." Ele foi na direção dela e lhe deu um beijo "Na verdade, não vim para o almoço. Só vim pegar algumas roupas, tenho que viajar." "Viajar? Pra onde? Por que?" "Vou para Tennesse, num caso." "Onde em Tennesse?" "Cookeville" "Quantos dias irá ficar?" "Isso é um interrogatorio? Vou esperar meu advogado" Mulder sorri para Scully, que obviamente não gostou da piada. Mulder fica sério "Não sei, dois talvez três." "Não tem outro que possa ir?" "Geller quer que eu vá, pois, estou mais apar do caso, então..." "Oh, então ela também irá?" Scully olha para ele irritada. "Irá, ela está comandando o caso" Mulder vai até William, que está no carrinho e o pega no colo. "Scully, não me olha assim, se pudesse eu não iria, você sabe." Ele chega perto dela e beija sua testa. "Eu não quero ir 'brigado' com você. Por favor, compreenda." Ela olhou para ele e caminhou em direção ao quarto "Vou arrumar suas coisas." "Deixa que eu faço isso." "Não, pode deixar, fica mais um pouco com William." xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Delegacia Tennesse - Cookeville Segunda-Feira 15:00pm "Ok, mas nos disseram que poderiamos ver a cena do crime, sem mencionar nas testemunhas disponiveis." Helen Geller falou quase que gritando. Mulder olhou para ela por baixo dos oculos escuros. "Eu não sabia que alguém de DC viria pegar este caso, pensei que o caso estava com a policia local." Disse o policial "Eu quero ver o 'xerife', por favor!" Helen olhou para Mulder "Eu pensei que o Xerife tinha avisado que nós viriamos, agora iremos perder um tempo precioso por causa deste 'imprevisto' ". Mulder da de ombros. O policial olha para ela "O xerife deu uma saída, se a senhora puder esperar..." "Saimon. Saimon, certo? Por que você não liga pra ele, e diz que estamos esperando por sua presença?!" Disse Mulder com uma voz calma para o rapaz. "Ok, senhor, vou fazer a ligação e explicar o 'acontecido." Helen olha para Mulder e da um sorriso "Uau, você é bom em todos os aspectos, quero dizer, de investigador. Vejo que escolhi a pessoa certa para este caso". Mulder olhou para ela meio que envergonhado "Bem, acho que você está se preciptando, é bom me conhecer melhor e depois ver se realmente sou 'tudo' isso, garanto que daqui algumas horas, irá mudar de opinião." Ele sorri, ela devolve o sorriso. O clima fica meio embarassoso. "Ahn, vou pegar um café, você quer alguma coisa?" "Bem, já que você está se oferencendo, vou querer um, obrigada" Mulder sai para pegar o café, nisso seu celular toca. "Mulder!" "Mulder, sou eu!" Mulder da um sorriso alegre, por escutar a voz tão conhecida para seus ouvidos. "Hey, baby!" Mulder para de caminhar para abrir a porta. "Aconteceu alguma coisa?" fala preocupado. "Não, não. Tudo está bem, eu só queria escutar sua voz, estou com saudade" "Hum, eu também, e o Will?" "O Will também está com saudade. E ai, como vai o caso?" "Até agora não saiu do lugar, estamos na delagia esperando pelo xerife. Deu uns problemas..." "Que tipo de problema?" ela ergue uma sombrancelha "Aparentimente não 'sabiam' que iriamos investigar o caso. Ah, Scully, sinto falta da minha parceira" Mulder faz uma cara triste. "Era tão bom, sabiamos o que o outro pensava, nós formavamos a dupla perfeita" Mulder da um suspiro. "Também sinto falta. Que barulho foi este?" "Ah, to pegando café!" "Hum" Helen sai na porta e chama Mulder "Scully, tenho que ir, o xerife chegou. Eu ligo para você quando chegar no hotel, ok? Da um beijo no Will pra mim e um na mamãe dele". "Ok, se cuida Mulder! beijo! Vou esperar você ligar. Mulder?" "Que?" "Te amo!" Mulder da um sorriso "Também te amo, amor!" Mulder entra novamente no corredor da delegacia com os cafés na mão, indo para a sala que estava antes. Passa por uma sala que lhe chama sua atenção, não a sala, mas as conversa, resolve parar e escutar. *Nestas circunstâncias, torna-se necessário estabelecer algumas definições úteis; assim, entende-se por: Homicídio - Morte de um indivíduo em mãos de outro, em forma dolosa, culposa ou preterintencional. Suicídio - Morte de um indivíduo pelas lesões que se auto-inflige com o objetivo de pôr fim a sua vida. Morte acidental - Diz-se da que sofre um indivíduo por causas fortuitas e não previsíveis, ou que, em sendo previsíveis, não o foram por ignorância, negligência ou imprudência, isto é, por culpa. Durante as investigações, a existência de uma destas três modalidades de morte violenta deverá ser cuidadosamente pesquisada, sendo o raciocínio balizado por certos elementos que analisaremos a seguir. O exame do local em que o cadáver de uma pessoa é encontrado constitui a pedra angular da investigação. Daí a importância que tem a preservação desse local, para não prejudicar as pesquisas. É óbvio que nem todos os casos exigem a presença do legista na cena do evento. Todavia, há situações em que o seu chamado poderá ser de utilidade para que, no local, possa avaliar o modo provável do óbito (homicídio, suicídio ou acidente), com base em indícios peculiares. Será, também, a melhor forma de que se possa estabelecer uma razoável aproximação do momento ou horário da morte. O legista, muitas vezes, pode auxiliar na reconstituição do incidente graças aos aportes médicos ou de ciências afins que poderá fornecer. Há de se levar em consideração que o legista, por força de sua formação, vê uma cena de crime com olhos diferentes daqueles dos peritos criminais e que as hipóteses que levante no local, tanto poderão ajudar às pesquisas subseqüentes, quanto ao próprio Juízo, uma vez que o médico legista poderá ser chamado a prestar esclarecimentos em audiência. Assim, ao estudar o local do crime, a verificação da desordem de móveis, móveis quebrados ou desarranjo de objetos é um forte indício de que no local houve luta, perseguição ou tentativa de fuga, comuns aos homicídios. Todavia, quando citada desordem se limita apenas à vizinhança imediata do cadáver, não permite descartar a hipótese de um suicídio e sua provocação durante a fase agônica da vítima...* Mulder franze a testa, alguém está tentando 'cometer' o crime perfeito ou...?! Mulder sem bater abre a porta, Saimon olha para ele assustado e desliga o vídeo rapidamente. Mulder segura o riso "Desculpa, porta errada!" Mulder balança a cabeça, vai ver era por isso que ele não queria 'dar' o caso, 1º grande caso da cidadezinha. Nem Frohike compraria um vídeo daqueles. Pobre 'criança', querendo aparecer no mundo adulto... Mulder entra na sala e ve Helen falando com o xerife. Xerife Scroll olha para ele. "Você deve ser o oficial Mulder, sou o Xerife Matthew Scroll" ele estende a mão para Mulder "Como eu havia dito para sua colega, sinto muito pelo acontecido. O policial Saimon Break sabia que vocês viriam, eu mesmo havia dito para ele lhes recepcionar enquando eu estava fora. Ele ficou bravo porque queria este caso, seria o seu 1º, ele não achava que tinha necessidade de envolver outras pessoas, a policia local poderia tomar conta disso." Mulder entrega o café para Geller, que olha para ele dizendo obrigada. "Eu já suspeitava que ele 'queria' o caso" Mulder fala com humor "Bem, eu já discordo dele, não quero 'panico' na minha cidade. Lidavamos com gatos em arvores, crianças no Halloween, roubos de bicicletas, coisas do tipo, até que isso aconteceu." Helen olha para ele "Bem, você pode nos mostrar a cena do crime agora?" xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Casa dos Perry's Tennesse - Cookeville Cena do crime Segunda-feira 17:00pm "O que você acha Mulder?" "Bem, para falar a verdade, acho que a policia local poderia realmente cuidar disso. Foi homicidio. Tenho quase certeza que o marido 'supostamente' desaparecido tenha matado a senhora Perry." Helen olha para ele "Mulder, você sabe o que é espasmo cadavérico?" Mulder olha para ela confuso "Bem, nada mais é do que um caso particular de rigidez cadavérica, de instalação instantânea e ainda em vida, cuja principal característica é uma contractura muscular que faz persistir, após a morte, a posição ou a atitude que a vítima apresentava no momento do óbito." Mulder olhou para ela e continuou "A principal diferença que apresenta o espasmo cadavérico em relação à rigidez cadavérica propriamente dita, é que esta última se instala já no cadáver como parte dos fenômenos consecutivos e é sempre precedida de relaxamento do tonus muscular, coisa que não ocorre no primeiro. É um fenômeno raro e que, pela própria característica de sua instalação - relacionada com lesões extensas e súbitas de centros neurais superiores (cerebrais, cerebelosos e do tronco encefálico) ou após fadiga muscular intensa - somente pode aparecer nos casos de morte violenta ou súbita." Ela olhou para Mulder surpresa "Uau, alguém andou fazendo o dever de casa" "Bem, eu sou casado com uma médica, ela é uma boa professora e eu um bom aluno" Mulder sorri. "Mas, não entendi o por que da pergunta." O Xerife fica de boca aberta olhando confuso para a conversa dos dois, como se eles estivessem falando em grego. "Uma pergunta, como você tem certeza que é homicidio, quando pode ter sido suicidio?" Helen olha debochada para ele "É claro que o achado de um cadáver empunhando uma arma, por exemplo, embora faça logo pensar em suicídio, nem sempre deverá ser hábil a realizar tal diagnose jurídica da 'causa mortis'. Outros elementos como a topografia lesional e as características do próprio ferimento (câmara de mina de Hoffmann, zonas e orlas em torno do orifício produzido pelo projétil e trajeto deste) ou da mão do cadáver (salpicos de sangue ou substância neural, teste residuográfico positivo) deverão ser relacionados com a arma empunhada para aquilatar a coerência da afirmação." Ele olha para ela sem entender nada. "Bem, o que a miss Geller está tentando dizer, é que, temos o relatorio do legista, e este afirma que não foi suicidio." "Mas, senhor Mulder, por que acha que foi o marido?" "Pela minha intuição. Nunca falha, mas por via das duvidas, quando acharmos o suspeito terei que fazer um exame nele." "Exame? Que tipo de exame?" Mulder e Helen se olham. Helen quase perdendo a paciencia. Antes dela responder algo, Mulder fala "Bem, deve ser realizado um exame desde o ponto de vista físico e psíquico." Vendo que o xerife estava mais confuso Mulder continuou "O exame fisico, visará a verificação da ocorrência de rasgões nas roupas, existência de vestígios (manchas de sangue ou outros líquidos orgânicos, pelos etc.) oriundos da vítima e/ou de lesões de qualquer natureza, que permitam caracterizar a ocorrência de luta ou reações de defesa da vítima. Já o exame psíquico, deve realizar-se para avaliar o estado mental do acusado, caracterizar se é portador de algum desvio comportamental ou psicopatia capaz de modificar sua imputabilidade ou de explicar a violência, as lesões de 'overkill' ou outras que possa ter infligido na vítima." Matthew Scroll balançou a cabeça, fingindo ter entendido "Bem, vou voltar para a delegacia, se precisarem de mim, podem ligar" dizendo isso ele saiu Helen olha para Mulder "Precisar? Até parece que precisaremos! Mulder, ainda acha que a policia local poderá resolver isso? Credo, nunca vi um ser tão burro. Não me supreenderia se ele tivesse roubado o distintivo. Mulder olha para ela, balança a cabeça rindo "Sabe, eu achei que 'eles' podiam, mas depois desta, tenho medo até de deixar eles tirarem meu gato de cima da arvore." xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Pousada Two Brother's Tennesse - Cookeville Segunda-feira 21:03pm Mulder entra em seu quarto. Tira a gravata, os sapatos e vai para o chuveiro. Minutos depois, sai do banheiro usando apenas sua calça de pijama. Se atira na cama canssado, olha para o telefone. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Apartamento dos Mulder's Georgetown - DC Segunda-Feira "Scully!" Mulder sorri ao escutar a linda, doce voz de sua amada esposa. Deus, como ele sentia sua falta! "Hey, Scully, sou eu!" Scully sorri feliz "Hey, pensei que não iria mais ligar!" "E o Will?" "Não faz muito que dormiu." Mulder da um suspiro. "O que você está vestindo?" "Nada" Disse Scully com uma voz provocante. Mulder da um gemido "Queria estar aí com você." Scully fala com diversão na voz "É mesmo? O que faria?" Mulder responde com uma voz rouca "Começaria beijando o seu pescoço. E, então, iria descendo e lamberia o bico dos seus seios. Hum, o bico do seu seio está durinho. Onde está sua mão?" Scully se remeche na cama excitada "No seu pau." Mulder solta um gemido. "Se acaricie com a outra." (...) ..... "Você se curva e eu 'brinco' com você." Ambos já estavam suando e ofegando. "E seu pau está na minha boca." Mulder fala ofegante "Acho que vou gozar..." Scully estava quase 'vindo', quando sua segunda linha tocou. "Droga! Um momento. Seu pau está na minha boca. Mantenha-o aqui." Dizendo isso, Scully atende ofegante a outra linha. "Alo? Mãe, não posso falar agora. Ligo para você amanhã." Scully desliga a linha que estava sua mãe e volta para a que 'tinha' o Mulder. "Sinto muito." "Eu também. Acabei de gozar." Scully faz uma cara de 'desapontamento' "Gozou?" "Agora, cuidaremos de você." xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Apartamento dos Mulder's Georgetown - DC Quarta-Feira 21:00pm Mulder abre a porta entrando em casa. Scully ao ver corre em sua direção. Mulder a abraça, ambos ficam parados sem dizer uma só palavra. Scully ergue a cabeça, colocando as mão no pescoço de Mulder puxando ele para um beijo carinhoso, que se transformou num beijo desesperado, ardente. Ambos se afastam para buscar ar. "Oh, deus, como senti sua falta." Scully beija a bochecha dele. "Também senti a falta de vocês. Estou feliz por estar de volta." Mulder vai para o quarto carregando sua mala, para na frente do quarto do filho e entra. Will está dormindo, num sono profundo, com a aparencia tranquila. Mulder sorri e se abaixa para lhe dar um beijo. "Ele sentiu sua falta" Scully diz num sorriso, vendo a cena a sua frente. Mulder sorri pra ela, saindo do quarto de Will, indo para o deles. Scully sentou na cama. "Então, 'resolveram' o caso?" Mulder tira a gravata e senta ao lado de Scully na cama. "Bem, está manhã achamos o sr. Perry enforcado na casa de campo do casal, junto estava um bilhete, que dizia como ele havia matado a mulher, seu plano e tudo mais. E como ele estava arrependido, assim ele mesmo iria se punir. E foi o que ele fez." Mulder olha para Scully "Amor, eu estava pensando, você ainda tem algumas semanas de licença, eu posso tirar alguns dias..." Scully ergue uma sombrancelha "Onde você quer chegar Mulder?" "Bem, nós poderiamos fazer uma viagem, tirar umas 'férias', aproveitar estes seus dias, porque depois, você sabe como será dificil termos um tempo para viajar." "É uma otima ideia! Que lugar você tem em mente?" "Praia ou campo, você escolhe. "Hum, praia, quero ver você de sunga" Ela faz uma cara safada. "E, minha mãe erdou de meus avós uma casa de dois andares na praia." "Poderiamos convidar sua mãe, Doggett, Reyes e Skinner. Seria divertido." "Ok, eu falo com mamãe, com certeza ela vai querer ir, vive reclamando que não passa tempo suficiente com o neto..." "Então, eu falo com Skinner e Doggett. O que você acha de convidarmos os rapazes?" "Os três patetas? Por mim tudo bem! Poderiamos ir todos na Kombi deles." "Bem, acho melhor não, a não ser que você queira ir empurrando a kombi até a praia." Ele ri imaginando a cena "Ok, quando iremos?" "Bem, tenho que falar com Geller antes, e amanhã tenho umas coisas para fazer, acho que podemos ir sexta." Ele chegou mais perto e apertou os lábios dele contra os dela, suavemente. Ela deslizou os braços ao redor do pescoço dele, o beijou completamente, passando a língua para dentro da boca de Mulder. O beijo cresceu mais apaixonado, urgente. Ele enterrou os dedos no cabelo ruivo, se afastando para beijar-lhe a testa, os olhos, e a ponta do nariz. "Deus, como senti sua falta." Ele não parou o caminho de beijos, agora indo da orelha para o pescoço dela. Ela suspirou enquanto ele cheirava e beijava a junção do pescoço e ombro dela. Scully começou a desabotoar a camisa dele. Ela terminou de abrir os botões e empurrou a camisa dele, deslizando-a pelos braços, correndo os dedos pelo tórax nu dele. "Eu te quero tanto, Mulder....Senti tanto a sua falta...." Ele a beijou asperamente, levantando a camisa de pijama dela por cima da cabeça de Scully, e acariciando-lhe os seios, removendo com cuidado o sutiã. Chovendo beijos na pele macia, ele levou cada mamilo na boca, um de cada vez, e chupando com vontade. Scully arqueou-se nos braços dele, e Mulder a puxou mais perto, só para lhe dar acesso ao cinto dele, e para a calça social. Scully deixou sair um suspiro quando Mulder deslizou uma mão dentro da calça de pijama que ela usava, sondando, procurando... "Oh, deus..." ela respirou, freneticamente empurrando a calça social dele pra baixo, tentando ao mesmo tempo sair da calça dela. Impaciente, ele se levantou e se despiu, jogando tudo por cima das costas. Se abaixando, ele fixou o olhar nela. "Mulder, agora..." ela ofegou quando ele deslizou dentro dela e começou a se mover lentamente. Scully apertou a cabeça dele dentro das mãos dela, mordendo-lhe o lábio inferior. "Oh, Deus! Mulder...." Ele começou a se mover mais rápido, entrelaçando os dedos dentro do cabelo dela e afastando-lhe a cabeça para expor a curva do pescoço dela. Correndo a língua para cima e para baixo na doce pele, mordendo, lambendo, ele se dirigiu mais profundo dentro dela. "Sculliiiieeee..." Scully inclinou os quadris dela, e agora Mulder entrou mais profundamente, tão fundo quanto poderia, a batendo contra a beirada da cama. Ela enrijeceu, chegando ao orgasmo, tremendo e se contraindo ao redor dele. Mulder deixou sair uma série de gritos enquanto ele entrava no clímax também. Quando terminou, ele desmoronou em cima dela, embrulhando os braços longos ao redor da cintura fina, e a segurando bem apertado. Ternamente beijou um seio, enquanto ela corria os dedos pelo cabelo dele, o segurando. Ele se mexeu para que ficassem deitados lado a lado na cama, e pegou o rosto dela entre suas mãos. "EU TE AMO!" Girando uma mecha do cabelo dele entre os dedos dela, ela disse "EU TAMBÉM TE AMO!" "Mmmm...." ele voltou a beijar-lhe o seio e começou a beijá-la em todos os lugares. Parecia que o homem havia tomado um 'shake' de viagra, misturado com vitaminas e sei lá mais o que, Mulder já estava se preparando para o 2º round. Isso tudo era saudade? Ele deveria viajar mais vezes, ela pensou sorrindo. Scully ofegou ao sentir as mãos dele na pele nua dela enquanto era acariciada nos quadris e seios. Ele se abaixou lentamente diante dela e colocou pequenos beijos ao longo da barriga e coxas dela. Ela sentiu a respiração quente dele entre suas pernas, e então, a sensação da língua dele quando Mulder começou a beijá-la lá. Scully fechou os olhos e agarrou a cabeceira da cama. Mulder lambeu e chupou-a até que ela deixou sair um baixo gemido, enterrando os dedos no cabelo dele. Agora os únicos sons ali era a língua dele trabalhando e a respiração ofegante dela. E quando a onda de êxtase coroou e estourou num orgasmo incrível. Definitivamente, ele deveria viajar mais vezes. "Oh, deus, Mulder!" "Você me deixa louco, Scully." Puxou-a em seus braços, beijou-lhe a testa ternamente. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Casa da praia Sexta-Feira 11:33am Mulder estacionou o carro em frente a casa de 2 andares. Uau, Scully não estava brincando a casa era demais e bem de frente para o mar. Um verdadeiro paraiso. Mulder foi pegar as malas, enquanto Maggie tentava tirar Will de sua cadeira de bebe. "Mãe, pode deixar que eu tiro ele." "Não, não, eu faço isso. Aqui, pegue as chaves e abra a porta para Fox. Eu quero levar meu neto num lugar antes de entrar." Maggie pega William e sai caminhando na direção contraria deles. Mulder passou por Scully e olhou para ela com a sombrancelha franzida "Rapitaram nosso filho!" "É, mas acho que o 'sequestrador' não pretende negociar." Scully disse sorrindo, pegando o rosto de Mulder e lhe dando um beijo. "Eu te amo, já lhe disse isso?" "Hoje ainda não." Mulder sorriu "Fico feliz por você não estar mais brava comigo." Scully ergueu uma sombrancelha "Quem disse que não estou?" "Ah, Scully, você sabe que eu fiz sem querer, eu apenas queria fazer um gesto 'romantico'." "Colocando fogo na minha roupa?" "Bem, a intenção foi boa!" "É, Mulder, da proxima vez deixa que eu passo a roupas, ok?" Mulder faz uma cara de cachorrinho abandonado, com um beiço quilometrico. "Ah, Mulder, isso não é justo! Você está me manipulando. Ta, ok, eu te perdoo com uma condição." Mulder da um 'pulo' feliz "E qual seria?" "Bem, eu ainda tenho que pensar, mas você está perdoado, ficará me devendo uma, ok?" "Tudo que você quiser, patroa!" Mulder entrou na casa "Amor, onde coloco as malas?" "Vamos coloca-las nos quartos." Scully estende as mãos "Daqui, eu levou as da mamãe e você as nossas." "Bem, os pistoleiros podem dormir na van, mas onde Doggett, Reyes e Skinner irão dormir?" Scully olha para ele o repreendendo "Mulder, coitados! Podem ser o que são, mas são nossos amigos" Ela diz rindo. "Tem lugar para todos nesta casa. Eu, tu e Will ficaremos no último quarto, mamãe ficara no primeiro, Monica e John no do lado do nosso, Skinner pode ficar no do meio, os rapazes podem ficar nos quartos de baixo." "Scully!?" "hum?" "To com fome!" "E quando você não está?" Scully fala com uma voz divertida. "Venha Mulder, vamos ver nosso quarto!" "Bem, eu tenho mais interesse na cama do que no quarto." "É mesmo, e por que será?" "Quer mesmo que lhe explique?" Scully olha para ele sorrindo. Mulder larga as malas no chão e pega Scully pela cintura. Scully segura ele pelo pescoço, puxando ele para baixo. Os dois começam se beijar, o beijo começa a ficar mais ardente, com fome, necessidade. Mulder coloca a mão no seio da Scully, que geme ao contado. Scully coloca as mãos para baixo tentando abrir o cinto dele. A respiração dos dois começa a acelerar. Os dois ainda famintos se beijando. "Não podemos deixar estes dois sozinhos nem por um minuto, esses coelhos" Maggie diz para Will sorrindo. Mulder e Scully se separam ligeiro com os olhos arregalados. "Parecem que viram um fantasma" Scully com o rosto vermelho "Mãe, nós estavamos desfazendo as malas." "Uhum!" Maggi olha para os dois com diversão. "Se precisarem de mim estarei na cozinha." Scully se arruma e olha para Mulder "Quase que minha mãe nos pega fazendo a dança do avestruz..." Mulder coloca uma mão na boca, para não rir do que ela acabou de falar. "Eu não sei Scully, mas acho que sua mãe e Will tem algo contra nós. É uma conspiração." Scully pega a mão dele e o conduz para fora do quarto "Vem, se demorarmos ela irá achar que... bem, você sabe o que ela irá achar." xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Os dois entram na cozinha, Will estava na cadeirinha e Maggie estava colocando as compras que eles trouxeram de DC no armario. "Dana que horas seus amigos iram chegar? Quero saber quanto de macarrão faço para o almoço." "Bem, Doggett, Reyes iram vir só ha noite, pois, ambos tem trabalho. Skinner e os rapazes iram vir amanhã pela manhã eu acredito." "Então, para o almoço será só nós três?" "Acho que sim, Doggett disse que chegaria para a janta. Deixa eu te ajudar com isso." "Vocês querem a minha ajuda?" Mulder fala olhando para elas. "Bem, você poderia...." "Não, Fox, você está liberado" Maggi interrompe Scully. Mulder sorri feliz "OK, então, eu vou subir, trocar de roupa, depois eu desço e levo Will para dar uma volta" Ao ouvir seu nome, Will se mexe na cadeira olhando para seu pai, quando Mulder sai da cozinha sem o leva-lo Will começa a chorar e esticar os bracinhos. Scully foi na direção dele "Hey, Will, seu papai já volta. Ele vai passear com Will, não chora, ok? Vem com a mamãe puxa-saco do pai." Scully pega Will no colo, que está fazendo beicinho. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Continua na parte II