Curiosidades parte 1 Caracteres Estranhos Se a impressora passou a imprimir caracteres estranhos no lugar do texto, é porque algum software recentemente instalado pode ter trocado o controlador padrão de impressão. Para verificar qual o controlador usado como padrão clique no menu arquivo do seu aplicativo de texto e escolha o opção imprimir ou setup de impressão. Veja qual o nome da impressora que está conectada e qual a porta de impressão está sendo usada. Se houver alguma informação incorreta altere a impressora ou a porta nos campos apropriados. Falta de Energia Uma das principais causas de mau funcionamento do sistema está nas falhas do suprimento de energia. Quando o micro, o monitor, a impressora, ou qualquer outro periférico não funcionam siga os seguintes passos: Verifique se o cabo de força está ligado na tomada. Olhe se este cabo está bem conectado ao equipamento. Se está tudo certo descubra se a tomada está em ordem. Se o problema não está na tomada verifique se o equipamento possui um fusível na parte de trás da máquina. Verifique se o fusível está com o filamento queimado, e, se for o caso, troque-o por outro ( facilmente encontrados em lojas de equipamentos eletrônicos). Caso não tenha instrução para fazer isto procure alguém que entenda, antes de mexer no aparelho... Conceitos Básicos de HTML A World Wide Web, ou simplesmente WWW é um sistema hipertexto, com capacidade de multimídia, que permite a qualquer pessoa navegar com facilidade pela Internet. A WWW é capaz de lidar com gráficos, sons, vídeo e quaisquer outros tipos de dados que possam ser armazenados em computadores. O melhor de tudo é que, para desfrutar da WWW, você só precisará de duas coisas: um browser e uma conexão com a Internet. O browser é o software que você usa para navegar na Internet como o Netscape, Internet Explorer ou Mosaic. A WWW é formada por centenas de milhares de páginas interconectadas (ou documentos), que podem ser exibidas na tela do computador. Cada página possui conexões com outras páginas, que podem ser mantidas em qualquer máquina ligada à Internet. A WWW foi originada a partir de uma especificação criada em 1991 no CERN, o Laboratório Europeu de Física de Partículas baseado em Genebra, na Suiça. O método de transferência, que foi batizado como HTTP (Hypertext Transfer Protocol), roda primariamente sobre TCP/IP, o protocolo de rede padrão da Internet. O HTTP funciona de acordo com a configuração padrão da Internet, onde um servidor envia os dados e um cliente se encarrega de exibi-los ou processá-los. As informações a serem transferidas são criadas com uma linguagem denominada HTML (Hypertext Markup Language). Os documentos HTML são formados por texto ASCII e códigos especiais de formatação, que indicam como o documento deverá ser exibido. O cliente WWW precisa ler esses códigos para saber como deverá exibir o documento. A WWW é baseada no conceito de hipertexto, um termo cunhado originalmente por Ted Nelson, ainda na década de 60. Um exemplo muito claro de hipertexto é o sistema de help on-line do Microsoft Windows, por exemplo. No sistema de help do Windows, os usuários podem saltar de um tópico para outro clicando palavras ou frases destacadas com o mouse. O hipertexto representa uma notável evolução em relação aos documentos convencionais, nos quais a única ligação entre os tópicos é o índice. Os responsáveis pela WWW aperfeiçoaram ainda mais o conceito de hipertexto, criando a hipermídia. O hipertexto padrão possibilta a ligação de palavras e frases. A hipermídia, por sua vez, permite que as ligações conectem também figuras, sons ou qualquer outro tipo de arquivo de dados que possa ser armazenado em um computador. As ligações de hipermídia mantidas nas páginas da WWW descrevem a localização do documento que o browser deverá exibir utilizando um nome especial, denominado URL (Uniform Resource Locator). Os URLs permitem que os browsers acessem diretamente qualquer arquivo contido em qualquer servidor da WWW. O sistema de atribuição de nomes URL é extremamente simples e poderoso. Imagens Entrelaçadas - Interlaced Images Imagens entrelaçadas (interlaced images), são uma excelente maneira de mostrar imagens na sua home page para usuários, com conexões lentas na Internet . Uma imagem entrelaçada irá mostrar primeiramente uma resolução bem baixa da imagem, que gradualmente irá ficando mais nítida. O browser poderá ler outras informações na página enquanto o resto da imagem está sendo carregada. Para fazer uma imagem GIF entrelaçada é necessário salvar a imagem como GIF Entrelaçada (Interlaced GIF) com formato 89. Existe vários programas shareware que permitem fazer isso podendo citar o LVIEW, POLYVIEW e o Paint Shop Pro 3.12 para Windows 95. CGI * Porque tudo de novo que se aprende em informática vem acompanhado de uma porção de termos técnicos que temos que aprender. Este é mais um dos termos que você vai se deparar quando quizer colocar um contador na sua página, por exemplo. CGI é sigla de Common Gateway Interface. É uma maneira de deixar documentos HTML interagirem com os programas. Programas CGI podem ser escritos em qualquer linguagem de programação, mas as mais utilizadas são Perl e C. Isto quer dizer, que se você quiser usar CGI então necessariamente você terá que aprender uma linguagem de programação. Para programar CGI é realmente necessário você ser um profundo conhecedor de uma linguagem de programação e Internet de uma maneira geral. Por isso quando você quiser usar um programa CGI, como por exemplo um contador, a empresa que está fornecendo o espaço para você montar a sua home page (geralmente seu provedor de acesso) também irá informar como proceder para você colocar um contador na sua página. Geralmente os provedores de acesso não gostam que seus usuários utilizem programas CGI, pois um programa CGI pode interagir com qualquer documento HTML e quem sabe interagir com algum documento que você não deveria ter acesso... Pois bem, é uma prática salutar você perguntar ao seu WebMaster se você pode ou não utilizar programas CGI. Notebook * Se você tem um notebook anote uma lista de bens essenciais para carregar na pasta de viagens: uma chave de fenda pequena, uma caneta-lanterna dois cabos de telefone com conectores rj-11, baterias extras, carregador para baterias, disco de boot, backup dos principais programas, disquetes adicionais em branco e cabos para conectar-se à rede. Baterias são preciosas e não devem ser usadas mais do que o necessário. Nos aeroportos procure pelas tomadas das salas de espera, nas salas vip das companhias aéreas. Ajuste o consumo de suas baterias para o mínimo possível e reduza ao máximo a iluminação da tela. * Jamais deixe seu notebook dentro de um carro, nos estacionamentos, sob um sol de 40 graus! Cuidados com a impressora * Se sua impressora for colorida, um jeito de economizar tinta é usar cores claras e ilustrações pequenas nos trabalhos. Limpe a parte externa da impressora com um pano levemente umedecido e compre uma capa de proteção adequada ao modelo. Quando não estiver usando ela procure mantê-la desligada. Guarde o papel em lugar seco e sem umidade para que não fique preso dentro da impressora na hora de imprimir. Limpando Tudo * O gabinete do seu micro ficou amarelado com o tempo? O único remédio é um pano levemente umedecido e algumas gotas de detergente. No comércio existem sprays práticos de espuma para limpar equipamentos mas é bom você escolher bem porque a maioria não faz mais do que um pano umedecido com gotas de detergente... Mexendo no Gabinete * As placas instaladas no seu computador são muito sensíveis e todo cuidado é pouco em se tratando desse assunto. Por isso o melhor conselho é: se você não tiver certeza do que está fazendo, evite mexer em qualquer uma das placas colocadas no seu micro. Deixe isso para quem entende, um técnico por exemplo... * Nunca deixe seu gabinete (CPU) sem a tampa. Isso evitará sujeira depositada dentro do mesmo e também a entrada de algum inseto. Uma pequena mosca pode causar danos fatais! * Se o computador apresentar alguma anomalia, travamentos expontâneos do sistema ou outro sintoma estranho ao seu desempenho não abra o gabinete! Chame alguém que entende. Muitas vezes o problema é no sistema (software) e não no hardware. Como funciona a Placa de Som * A placa de som é basicamente um conjunto de chips que codifica e decodifica impulsos sonoros, transformando-os em linguagem de computador. São diversos tipos de arquivos sonoros e cada um deles varia na qualidade de acordo com a gravação. São sons wave, midi, mod, que podem ser gravados em 8 ou 16 bits. Isto é, a quantidade de dados usada para memorizar a mesma "onda sonora". Quanto mais bits a gravação utilizar, maior será a fidelidade do som reproduzido. E também maior o tamanho do arquivo criado... O Drive de CD-Rom * O drive onde colocamos os cd's é um acessório muito sensível e, por isso, pode apresentar problemas no decorrer do uso se não for bem cuidado. Muita gente não sabe, mas a lente que faz a leitura dos dados no cd pode sujar, prejudicando o bom funcionamento desse periférico. A limpeza é complicada e deve ser feita por um técnico. Portanto quando o drive de cd começar a apresentar problemas de leitura ( tais como falhas inesplicáveis e travamentos), chame um técnico. * Todos os drives vêm com um botão eject, que serve para abrir e fechar o gabinete do cd. Acostume-se a usá-lo sempre. É certo que empurrando levemente a portinha fecha. Mas esta atitude fará com que "amoleça" o mecanismo e causará defeitos de funcionamento. * Fuja da tentação de limpar internamente o drive de cd. O que você pode fazer no máximo é tirar o pó que fica acumulado na bandeja do cd. Para isso pegue um pano levemente umedecido com... * Querendo conservar seus cd's nunca exponha-os ao sol ou a altas temperaturas, dentro do porta-luvas do carro por exemplo... * Você sabe como funciona o drive de cd-rom ? Este tipo de drive utiliza feixes de raio laser para ler e gravar dados em discos ópticos, ou seja, o cd-rom (compact disk read only memory (disco compacto somente para leituras da memória)). Os dados contidos em um cd não passam de minúsculos pontinhos gravados em série. O conjunto desses pontinhos representa uma série de "uns" e "zeros" que é a linguagem binária que o computador entende. O drive de cd-rom não funciona sozinho. Precisa de uma placa para "traduzir" as informações para o pc. Esse trabalho é feito porcircuitos colocados na placa de som ou em uma placa específica, colocada na placa mãe do pc. O drive de cd que acompanha os kits multimídia funciona como uma espécie de winchester óptico, servindo apenas para a leitura de dados já gravados, como é o caso dos cds distribuídos pelas revistas, e nada pode ser gravado neste disco. Existe um outro tipo de drive de cd chamado cd-worm (compact disc read many, algo como disco compacto para gravar uma vez e ler muitas), que permite aos usuários gravar seus próprios discos. O processo é assim: um gravador lança potentes feixes de laser sobre cd's virgens queimando a superfície e gravando dados neles. Estou Falando no Telefone e Quero me Conectar Sem Perder a Linha * Quando estamos no bom da conversa alguém lembra que poderíamos mandar o programa ou o arquivo via modem, mas o telefone tem que ser desligado. Não tem não! Abra seu programa de conexão (Bitcom, Hyper-terminal, ou outro que você use), e digite ATX3D e tecle ENTER. Em seguida mande seu amigo digitar na tela do terminal aberto a palavra ATA , teclar ENTER e colocar o fone no gancho imediatamente para não prejudicar a conexão. Pronto! Estou Sem Mouse * Tudo bem. Até amanhecer e as lojas abrirem que tal usar o teclado? Use as setas direcionais para mudar de menus, quando selecionada o opção desejada tecle ENTER. Use a tecla TAB para se movimentar dentro de uma janela aberta ou pelos comandos de menu. ALT+TAB alterna entre os diferentes programas abertos. Apareceu um vírus no meu PC Na maioria dos casos de contaminação, o vírus é detectado e algumas vezes removido pelo próprio antivírus que o encontra. Se isto não ocorrer, é preciso produzir a "vacina" em um computador saudável, sem vírus. Para ajudar seus leitores, a Revista do CD-ROM traz, todo o mês, atualizações de antivírus, e vai manter sempre uma versão para DOS no CD-ROM, facilitando a elaboração da vacina. Para criar a vacina, a partir do antivírus que acompanha o CD-ROM da Revista, siga estes passos: 1 - Num computador sem vírus, formate um disquete com o seguinte comando no prompt do DOS: C:\> FORMAT A: /S 2 - Quando terminar a formatação, copie o antivírus para o disquete formatado. 3 - Pronto, basta proteger o seu disquete-vacina, colocando a trava de gravação na posição correspondente a protegido. Basicamente o que criamos foi um disco de BOOT (disco com o sistema de inicialização do computador) com o antivírus gravado nele. Entretanto, ter a vacina não basta. É necessário saber utilizá-la corretamente. Os passos abaixo ensinam como remover um vírus com o disquete-vacina. 1 - Insira o disquete no drive correspondente. Desligue e ligue a máquina novamente. Espere um momento até que o prompt A:\> apareça na tela. 2 - Digite o seguinte comando para remover o vírus: A:\> SCAN C: /CLEAN O C: indica qual disco está sendo analisado. Este comando é aplicado para o Scan 95 da McAfee. Se você não dispõe deste anti-vírus, mas de outro qualquer, primeiro leia as instruções de uso do produto. E se você tiver dois HDs, execute mais uma vez o comando substituindo a letra C por D. 3 - Ao final retire o disquete, e reinicie o computador. Então certifique-se que o vírus foi removido passando o antivírus novamente. Apesar de parecer fácil, a remoção de um vírus nem sempre é tão simples. Algumas vezes é necessário apagar arquivos para evitar uma maior contaminação. Portanto o melhor a fazer é verificar periodicamente seus disquetes e discos rígidos, para evitar um problema maior. Setup Perdido Problemas com a bateria existente na sua placa de CPU podem fazer com que seja apagada a configuração de hardware do micro, o Setup. Quando o Setup é perdido, ficamos sem poder acessar o disco rígido, além de ter o funcionamento do micro totalmente comprometido. A melhor coisa que a fazer é anotar todos os valores do seu Setup para que possa mais tarde restaurá-los, se necessário. Se por um acaso o seu micro perdeu o Setup mas você não tinha seus valores, faça o seguinte: a.Use no seu Setup o comando "Auto configuration with BIOS defaults", ou então "Optimal Defaults". b.Se você não sabe os parâmetros do seu disco rígido, use o comando "Auto detect Hard disk". Este comando detectará os parâmetros do seu disco rígido (número de cilindros, número de cabeças e número de setores) e os preencherá automaticamente. c.Finalmente, use o "Standard CMOS Setup" para indicar a data, a hora e a capacidade dos drives de disquete instalados no seu micro. Isto deverá colocar o seu micro de volta à ativa. Deixe-o ligado de um dia para outro, pois a perda do Setup pode ter sido causada por falta de carga na bateria. Após algumas horas a bateria estará novamente carregada. Se o problema persistir você terá que contar com os serviços de um técnico especializado. Cuidados com Vírus Muitos pensam que, caso o computador seja atacado por um vírus, basta usar um programa antivírus para eliminá-lo. É verdade que é possível eliminar os vírus, mas os danos que são causados aos dados são irrecuperáveis. O que deve ser feito é tomar cuidados para evitar que os vírus cheguem ao computador. Use um escudo antivírus. Todos os pacotes antivírus possuem este tipo de programa. Trata-se de um programa que fica residente na memória, monitorando os acessos a disco e checando a presença de vírus nos programas, antes mesmo que sejam executados. Evitando a execução de programas com vírus, estaremos evitando que os vírus sejam ativados. Entre os diversos pacotes antivírus existentes no mercado, sem dúvida o mais usado é o Scan. Neste pacote podemos encontrar o programa VShield. Devemos instalá-lo no arquivo autoexec.bat, fazendo com que passe a proteger o computador dos vírus. Podemos usá-lo de diversas formas, mas simplesmente executando-o sem nenhum parâmetro, já entrará em ação normal. Periodicamente devemos usar um programa para procurar vírus no disco rígido. Podemos fazer isto, por exemplo, uma vez por semana. Antes de utilizar um disquete que você tenha recebido de terceiros, cheque se ele contém vírus. Por exemplo, para checar vírus no disquete do drive A, use o seguinte comando: SCAN A: Mantenha sempre um disquete com o boot e com os programas que formam o seu pacote antivírus. Proteja este disquete contra gravação e guarde-o em um local seguro. Se mesmo com todos os cuidados seu computador for contaminado por um vírus, execute um boot com este disquete e dê início aos procedimentos de eliminação do vírus. Mantenha sempre um backup dos seus dados mais importantes. Se o seu computador for atacado por um vírus, você poderá eliminá-lo, mas a única forma de recuperar dados adulterados pelo vírus é mantendo cópias em backup. Screen Savers É altamente recomendável o uso de programas conhecidos como "Screen Savers". Esses programas evitam o desgaste que o monitor sofre sempre que fica um longo período de tempo com uma tela estática. Por exemplo, se você vai almoçar e deixar o computador ligado, a tela estará apresentando por pelo menos uma hora uma figura estática. Com o passar do tempo, a tela do monitor poderá começar a ficar deteriorada, apresentando manchas que nada mais são que marcas das imagens estáticas. Os screen savers evitam este desgaste. Tratam-se de programas ficam residentes na memória monitorando as atividades do teclado e do mouse. Após detectar um certo período de inatividade (que pode ser regulado pelo usuário), o conteúdo da tela é salvo e entra em ação o Screen Saver. O melhor tipo de Screen Saver é aquele que mantém a maior parte da tela apagada e utiliza apenas uma pequena área colorida, mas em movimento constante. Para que a tela seja realmente poupada, é preciso que o fundo seja preto. Existem Screen Savers apresentam grandes bolas ou outros objetos coloridos. Estes não economizam a tela, apenas a desgastam por igual. Pior ainda são os Screen Savers que apresentam uma imagem parada, onde se desenvolve uma estória. São divertidos, mas não servem para proteger sua tela. Evitando Conflitos de Hardware Certamente é grande o número de usuários que compra dispositivos para fazer expansões nos seus micros. Entre os dispositivos mais comuns podemos citar as placas fax/modem, kits multimídia e scanners. É possível que a instalação seja extremamente simples, bastando conectar a placa de interface em um slot livre, ligar os cabos necessários e instalar o software pertinente. Isso é o que acontece quando não ocorrem conflitos de hardware. Quando ocorrem esses conflitos, a instalação pode ser muitíssimo trabalhosa e resultar na perda de muitos cabelos. Dentro de poucos anos, todos os computadores e todas as placas serão do tipo Plug & Play, ou seja, bastará conectá-las, e serão configuradas automaticamente. Os três tipos de conflitos mais comuns são: conflitos de endereços de entrada e saída (I/O), conflitos de interrupção (IRQ), e conflitos nos canais de acesso direto à memória (DMA). Ao instalar qualquer nova placa em um computador, precisamos antes atuar sobre os seus jumpers para definir certas opções de hardware, como por exemplo o seu endereço de I/O. Por exemplo, a placa Sound Blaster 16 oferece 4 opções: a.220 a 233 b.240 a 253 c.260 a 273 d.280 a 294 Devemos escolher preferencialmente a opção default, que é a configurada na fábrica. Entretanto, caso esses endereços de I/O já estejam ocupados, devemos escolher outra opção. Muitos usuários fazem a escolha na base das tentativas. Usam uma opção qualquer e, caso não funcionem, tentam outra. O problema é que com quatro opções de endereços de E/S, quatro opções para IRQ e três opções para DMA, temos um total de 48 combinações possíveis, e isso faz com que o método de tentativas e erros seja muito complicado. Existe uma forma muito simples de checar se os endereços de uma determinada faixa estão livres. Basta usar o programa Debug, um dos utilitários do MS-DOS. No Debug, devemos usar o comando I (Input from port) para checar todos os endereços de I/O da faixa que desejamos usar. Por exemplo, para testar se podemos deixar a placa Sound Blaster 16 usar a faixa 220-233, devemos usar o comando I do Debug um total de 20 vezes: I220 I221 I222 ... I229 I22A I22B I22C I22D I22E I22F I230 I231 I232 I233 Observe que os endereços de I/O são expressos em hexadecimal, ou seja, ao chegar no 9, temos ainda os dígitos A, B, C, D, E e F. Cada vez que usamos o comando I, o Debug nos apresenta como resultado um número hexadecimal de dois dígitos, que é o valor lido daquele endereço de I/O. O valor FF indica que o endereço está livre, valores diferentes de FF indicam que está ocupado. Para que possamos utilizar uma faixa de endereços, é preciso que todos os seus bytes estejam livres, ou seja, que todos os valores retornados sejam FF. Ao instalar placas fax/modem, temos que escolher entre as opções COM1, COM2, COM3 ou COM4. Os endereços que essas interfaces seriais ocupam são, respectivamente, 3F8-3FF, 2F8-2FF, 3E8-3EF e 2E8-2EF. Por exemplo, para saber se uma placa fax/modem pode ser configurada como COM3, basta verificar se todos os endereços de I/O na faixa 3E8-3EF estão livres. Outra opção que faz parte da configuração de hardware são as interrupções (IRQ). Normalmente as placas oferecem algumas opções, e devemos escolher alguma que esteja livre. Infelizmente isto nem sempre é fácil. Por exemplo, a placa Sound Blaster 16 oferece as opções IRQ5, IRQ7, IRQ9 e IRQ10. As placas fax/modem também necessitam usar interrupções, e tipicamente apresentam escolhas como IRQ3, IRQ4, IRQ5, IRQ7 e IRQ9. Muitas placas fax/modem usam como default a IRQ2 para a COM2 e para a COM4, e usam a IRQ4 para a COM1 e a COM3. Se você tem em seu computador um mouse conectado na COM1, significa que a IRQ4 já está ocupada. Se você deixar a sua placa fax/modem ocupar a COM3, usará como default a IRQ4, e desta forma entrará em conflito com o mouse. Uma das formas de evitar este conflito é usar para a placa fax/modem uma outra interrupção, como por exemplo a IRQ9. Normalmente um micro que ainda está com a sua configuração básica (placa VGA, disco rígido, drives, duas interfaces seriais e uma paralela) possui as seguintes interrupções livres: IRQ5, IRQ9, IRQ10, IRQ11, IRQ12 e IRQ15. Você pode, portanto, usar a IRQ5 para a placa Sound Blaster e a IRQ9 para a placa fax/modem, ficando ainda com mais quatro interrupções livres para placas adicionais. Canais de DMA Finalmente, existem muitas placas que requerem o uso de um ou dois canais de DMA. Os PCs possuem um total de 8 canais de DMA, sendo que nos casos em que ainda se tem uma configuração básica (placa VGA, disco rígido, drives, duas interfaces seriais e uma paralela), temos os seguintes canais de DMA livres: DMA0, DMA1, DMA3, DMA5, DMA6 e DMA7. Placas fax/modem não usam DMA. A placa Sound Blaster 16 necessita de dois canais, sendo que o primeiro pode ser escolhido entre DMA0, DMA1 e DMA3. O default é DMA1. O segundo canal pode ser DMA5, DMA6 e DMA7, sendo que o default é DMA5. Você pode usar esses dois canais, mas anote em um lugar seguro que você já os está utilizando, pois quando for feita a instalação de novas placas (Ex: interface de scanner), provalmente será preciso usar outros canais, e você precisará saber quais já estão em uso. Esqueci a Senha Praticamente todos os micros modernos possuem no seu CMOS Setup um mecanismo de senhas. Podemos ativar uma senha, fazendo com que o boot só seja possível mediante o seu fornecimento. Podemos também fazer com que o CMOS Setup também só possa ser usado mediante a senha. Finalmente podemos ainda fazer com que tanto o Boot quanto o uso do CMOS Setup só sejam permitidos se o usuário fornecer a senha. O problema que ocorre é que muitos usuários ativam senhas (muitas vezes sem necessidade) e depois a esquecem. Para complicar mais ainda, existem muitas diferenças nos mecanismos de senha dos diversos computadores. Por exemplo, existem alguns que possuem um ítem para ativar a senha. Uma vez ativada, é automaticamente pedido que o usuário digite a senha que deseja usar. Em outros computadores, existem dois comandos individuais, sendo um para informar qual é a senha a ser usada (Change Password), e outro para ativar o seu funcionamento. Um usuário desavisado pode ativar o seu funcionamento e esquecer de cadastrá-la. E agora, qual é a senha atual se o usuário não cadastrou nenhuma? Nessa hora é importantíssimo possuir o manual da placa de CPU. Lá é explicado exatamente qual é o procedimento correto para alterar, habilitar ou desabilitar a senha. É informada também a senha default utilizada pelo fabricante. Normalmente o CMOS Setup produzido pela AMI (American Megatrends Inc., o mais comum) possui como senha default o nome do seu fabricante: AMI. Se você cadastrou uma senha e a esqueceu, existe uma forma de solucionar o problema. Desligue o computador, abra o gabinete e procure na sua placa de CPU onde está a bateria. Normalmente é uma peça cilíndrica, mais ou menos com a mesma largura e a metade da altura de uma pilha tamanho pequeno. Com o computador desligado, use um clips de papel para dar um curto entre os terminais da bateria. Explicando melhor, você deve abrir o clipse e fazer com que o mesmo toque simultaneamente nas duas extremidades metálicas da bateria. Mantenha o contato durante cerca de 5 segundos. Existem placas de CPU que possuem baterias de lítio, em forma de moeda. Nesse caso, você deve retirar a bateria e dar um curto entre os dois contatos do seu suporte. Com a retirada ou o curto na bateria, o chip CMOS fica durante alguns segundos sem tensão, com todos os seus dados apagados. Quando você ligar o computador, será preciso refazer a programação do Setup. Entre no programa Setup e use o comando "Auto Configuration with BIOS Defaults", ou então "Default-Optimal". A seguir use o comando Standard CMOS SETUP para indicar a data, a hora, as capacidades dos drives e os parâmetros do disco rígido. Muito cuidado, esta técnica é uma solução desesperada, e você só deve utilizá-la se souber usar o CMOS SETUP do seu micro. É comum o caso de pessoas que usam esta técnica mas não sabem quais são os parâmetros do seu disco rígido. Desta forma, estão trocando um problema por outro. A melhor coisa a fazer é pedir ajuda a um técnico ou a um colega mais experiente. Desfragmentação É recomendável que você realize periodicamente uma desfragmentação nos arquivos do seu disco rígido. A fragmentação é um processo natural que ocorre com o uso do disco. Toda vez que apagamos arquivos, ficam lacunas de espaço livre no disco. Quando criamos um novo arquivo, essas lacunas são preenchidas. Quando um arquivo é maior que a primeira lacuna livre encontrada, sua continuação é gravada na lacuna seguinte, e assim por diante. Dizemos então que este arquivo está fragmentado. A desvantagem de um arquivo estar fragmentado é que serão necessários mais movimentos com as cabeças de leitura e gravação para que possa ser acessado, e isto tornará seu acesso mais lento. Desfragmentar nada mais é que regravar todos esses arquivos de forma que ocupem áreas contíguas. Neste processo, também são preenchidas as lacunas de espaço livre. No MS-DOS existe um programa desfragmentador chamado Microsoft Defrag. Você pode usá-lo para este fim. Para aqueles que possuem o famoso pacote Norton Utilities, podem usar o Norton Speedisk. Já o PC Tools, outro famoso pacote de utilitários, contem o Optimizer. Você pode usar qualquer um desses desfragmentadores. Fazendo Backup É muito difícil convencer alguém a fazer backup (simples cópias de arquivos) de um disco rígido com 500 MB usando disquetes de 1.44 MB. Seriam necessários cerca de 350 disquetes, o que levaria, na melhor das hipóteses, 12 horas. Entretanto, com esta desculpa, muitas pessoas simplesmente não realizam backup algum. Você deveria fazer backup pelo menos dos seus arquivos mais importantes. Muitas vezes um único disquete é suficiente para isto. Mouse Muitos usuários reclamam: "meu mouse só funciona no Windows, mas não no DOS!". Para que o mouse funcione com os programas que rodam sob o DOS (Ex: jogos), você precisará colocar no seu arquivo autoexec.bat a chamada de um programa chamado Mouse Driver, que normalmente é fornecido em um disquete junto com o seu mouse. Se você não recebeu este disquete, não se aflija. Normalmente programas fornecidos com um mouse podem funcionar com outro mouse de outro fabricante. Você poderá então utilizar o Mouse Driver do computador de um amigo, a maioria dos fabricantes coloca seu Mouse Driver em domínio público. Micro que Congela Um micro que congela ou trava constantemente poderá estar com problema de mau contato, com defeito em um chip de memória, ou estar ligado a uma rede elétrica ruim. Para tirar a dúvida, a melhor coisa a fazer é utilizar um estabilizador de voltagem. Não serve filtro de linha, tem que ser um estabilizador mesmo. Normalmente um estabilizador de 0,8 ou 1,0 kVA é suficiente, a menos que o micro possua uma impressora a laser. Neste caso, recomenda-se o uso de um estabilizador de 1,5 ou 2,0 kVA. Memória Insuficiente Se o seu micro possui uma razoável quantidade de memória e, mesmo assim, muitos programas acusam problemas de memória, tente utilizar o utilitário Memmaker.