�tica

Algumas considera��es
O motivo pelo qual estou colocando estes textos sobre �tica Operacional n�o � para consertar o mundo mas para tornar acess�vel informa��es que considero de suma import�ncia para o presente e o futuro do Radioamadorismo.

Aos que bagun�am as freq��ncias:
Aqui cabe um recado �queles que possuem esta��o de Radioamador e at� prefixo mas n�o tem RF correndo nas veias, ou seja, aqueles que bagun�am as freq��ncias atrapalhando o bate-papo dos outros. Saiba que qualquer psic�logo explica o seu problema, que ali�s, tem cura. Na minha opini�o, pendurar uma melancia no pesco�o � uma forma muito mais eficiente de chamar a aten��o. N�o se aborre�a se num ou noutro grupo de Radioamadores voc� n�o encontrou a amizade que esperava, neste mundo as amizades se afinam, atra�das como im�s ou se repelem e n�o geram uma amizade sincera. Voc� vai encontrar o seu grupo de amizade com certeza sem precisar se revoltar e partir para a bagun�a. Com o equipamento certo, o Radioamadorismo estende o seu la�o de amizades para o mundo todo e, se neste planeta voc� n�o encontrar amigos, ent�o o problema est� em voc� e n�o no mundo. Se quer um conselho, trate de se melhorar pois voc� ter� que conviver consigo mesmo pelo resto da eternidade ent�o pare de semear inimigos.

Aos Radioamadores s�rios:
Este � um planeta em evolu��o. � interessante se pensar no planeta como um todo quando o Radioamadorismo rompe as fronteiras dos pa�ses. Se este fosse um planeta evolu�do ent�o se chamaria C�u, Para�so, ou sei l�; mas por enquanto � s� Terra.
Logo, em todos os lugares se encontram pessoas mal intensionadas e elas nos d�o a chance de os superarmos nos tornando cada vez melhor. Agrade�o a Deus por isso!.
Estes que atrapalham os outros nas diversas freq��ncias de Radioamadores s� querem chamar a aten��o de alguma forma e s� conhecem esta. Merecem ser ignorados pois desta forma eles se cansam. Isto funciona muito bem com c�rebros pouco desenvolvidos, experimente com um cachorrinho e ver�. Com este pessoal � a mesma coisa.
N�o vale a pena perder a paci�ncia com este tipo de gente, ignore-os e deixe que a vida os ensina mesmo que aos trancos e barrancos j� que eles n�o escolhem o caminho mais f�cil que � fazendo as coisas direito.

Nas pr�ximas p�ginas est�o os textos sobre �tica. Aproveite bem.


�TICA OPERACIONAL

Os princ�pios �ticos s�o a base de um radioamadorismo sadio, fraterno e construtivo e visam proporcionar a harmonia e o entusiasmo humano.
Lembre-se que o radioamadorismo � um cont�nuo processo de aprendizado. N�s aprendemos atrav�s de instru��es, e os coment�rios abaixo fornecer�o princ�pios b�sicos para uso consciente de nossa QRG.

    1. O coordenador da Rede ou Rodada � o respons�vel pelo fato de ser a mesma conduzida de maneira ordenada e cort�s e que n�o perturbe outros comunicados.
    2. Nenhuma rede ou operador individual tem o direito exclusivo a uma freq��ncia espec�fica, a menos que esteja conduzindo tr�fego de emerg�ncia. O uso pertence aquele que a est� ocupando no momento.
    3. N�o interrompa no meio de uma conversa��o, se voc� pretende fazer uma chamada a outra esta��o ou pretende juntar-se ao grupo, ou rodada. Espere, ao menos, at� que o c�mbio da esta��o que est� com a palavra termine e, s� ent�o anuncie seu indicativo de chamada depois que a esta��o que estiver falando desligar o PTT ou VOX. O uso do "break" s� � permitido em casos de comprovada emerg�ncia.
    4. Identificar uma esta��o com "BOA TARDE", "BOM DIA", "ESTOU CHEGANDO A�?", "OPORTUNIDADE", etc., n�o s�o formas aceit�veis de identifica��o. Sempre provocam um retorno in�til de c�mbio, que poderia ser evitado, por exemplo "BOM DIA DE QUEM", "QUEM CHAMOU?", "OPORTUNIDADE PARA QUEM?" e por a� afora.
    5. Se voc� achar que uma nova esta��o que chegou � freq��ncia n�o sabe quem voc� �, por bom procedimento operacional e por cortesia, d�-lhe seu indicativo de chamada e nome.
    6. Mesmo que a esta��o que se identificou seja de seu melhor amigo, se n�o � sua vez de falar, n�o entre na QRG, n�o o cumprimente, n�o lhe dirija a palavra .Espere a sua oportunidade de falar, dentro da seq��ncia natural.
    7. � sinal de pr�tica operacional deficiente deixar a freq��ncia "a quem de direito", pois, normalmente gera certa confus�o logo ap�s.
    8. � extremamente desagrad�vel desenvolver uma conversa��o bilateral com os demais � parte, em uma rodada.
    9. Nunca fa�a coment�rios ou observa��es durante a conversa��o de outros. � deselegante.

Use frases elegantes em sua conversa��o. Evite palavreado chulo, palavras e ou jarg�o de sentido duvidoso e impr�prio das bandas de radioamador, de forma que n�o venha ferir a suscetibilidade dos que est�o escutando.

11.Lembre-se que sua transmiss�o est� sendo ouvida por muitos radioescutas, inclusive por monitores e rastreadores de banda. Do que disser nas faixas depender� o conceito que cada ouvinte far� do radioamadorismo brasileiro.

12.N�o interrompa quem est� falando, salvo se tiver algo muito importante a acrescentar. Interromper uma conversa � t�o deseducado em r�dio como pessoalmente.

13.Evite criticar pela faixa, ou ent�o comentar sobre assunto de que n�o tem real conhecimento. A cr�tica pela faixa pode assumir graves propor��es e causar males irrepar�veis.

14.N�o extravase sentimentos negativos pela faixa quando uma medida ou atitude dos �rg�os Diretivos n�o lhe agradar , ou quando uma falha administrativa causar dissabor. Procure o di�logo com sinceridade.

15.Evite enfileirar-se com os que, por motivos inconfess�veis, procuram tudo denegrir e aviltar.

16.Os comunicados devem ser amistosos e compreensivos. A maneira de fazer as coisas � t�o importante quanto as coisas que devem ser feitas.

17.Ajude os menos experientes. Fa�a isso de uma forma elegante, desinteressada e paciente.

18.Guarde sigilo quanto �s comunica��es eventualmente ouvidas em outras faixas, que n�o as de radioamador.

19.Evite fazer cr�tica a outros modos de transmiss�o pelo fato de n�o se dedicar a esta ou aquela modalidade operacional.

20.Se voc� tiver necessidade de um QSO mais demorado, ser� demonstra��o de camaradagem e considera��o aos demais colegas se procurar uma janela fora dos segmentos de DX.

21.O trote pela QRG, embora seja gozado para quem o pratica, predisp�e a outra parte a ficar desconfiada, insegura e sempre na expectativa de um novo trote. Isso poder� fazer com que, em situa��es emerg�ncias, ela n�o acredite naquilo que esteja ouvindo.

22.Jamais suprima parte de seu indicativo de chamada. Somente completo ele � exclusivo.

23.Quando se tratar de um QTC de emerg�ncia ou SOS, interrompa todo e qualquer QSO, dando prioridade exclusivamente ao operador que est� de posse do QTC/SOS na QRG.

24.Se voc� tem uma esta��o "poderosa" deve ser o primeiro a colaborar para que todos "tenham sua vez". Ser� f�cil para voc� aguardar o t�rmino do contato j� estabelecido, torcer por ele e, depois ent�o, ca�ar a figurinha. O companheiro do contato anterior vai ficar contente com o colega que teve a considera��o de aguardar o t�rmino de seu QSO.

25.� extremamente desagrad�vel ouvir que este ou aquele colega impediu ou dificultou o outro com QRM ou sinais de sua esta��o.

26.Fa�a sempre saber que voc� evita contatar esta��es que sejam violadoras habituais dos preceitos b�sicos de �tica operacional.

27.Respeite as freq��ncias das Expedi��es de DX. Evite entrar em sua QRG em desacordo com as normas da boa opera��o e da �tica radiomador�stica. Muito esfor�o foi previamente desenvolvido at� se conseguir chegar "ao ar". Os operadores trabalham em condi��es dif�ceis, tem que ser verdadeiros malabaristas para atender milhares de chamados do mundo inteiro. Os equipamentos, muitas vezes, ficam em cima de pedras ou mesmo no ch�o. Os expedicion�rios se alimentam a base de conservas , passam noites mal dormidas, s�o perturbados por insetos e, tudo isso, para proporcionar ao resto do mundo a oportunidade de faturar mais uma "figurinha" ou um novo pa�s para o DXCC.

28.N�o entre em cima de colega que j� iniciou a contesta��o a um CQ. D�-lhe a chance para concluir seu contato antes que voc� tente seu chamado.

29.Antes de acessar uma repetidora, primeiro escute para familiarizar-se com as caracter�sticas de seu funcionamento. Para iniciar um contato comunique que voc� est� na freq��ncia, informando seu indicativo de chamada.

30.Fa�a uma pausa entre as transmiss�es. Isso permitir� que os outros radioamadores tamb�m comuniquem a presen�a na freq��ncia.

31.Respeite os respons�veis e mantedores de repetidoras. Embora instaladas no alto de torres, edif�cios e montanhas, elas n�o caem do c�u. Geralmente um grupo de pessoas se empenha para colocar este servi�o � sua disposi��o.

32.Os c�mbios "espada" (c�mbios muito longos) podem impedir que algu�m utilize a QRG, mesmo que esteja com alguma emerg�ncia.


T�CNICA OPERACIONAL

Al�m da �tica no uso do Servi�o de Radioamador, � necess�rio que voc� tamb�m conhe�a a T�CNICA OPERACIONAL. A seguir, apresentamos algumas DICAS sobre esse assunto:

1.Antes de fazer um CQ, certifique-se de que a QRG est� desocupada.

2.Quando voc� contestar um CQ, sintonize seu equipamento "beat zero" na QRG do colega, a fim de facilitar sua recep��o. A �nica exce��o a essa regra ocorre no caso de opera��o "split", previamente anunciada. Al�m disso, tenha em mente que nossas faixas est�o, cada vez mais, tornando-se pequenas diante do crescente n�mero de radioamadores.

3.Identifique-se pelo menos a cada 5 minutos, bem como no in�cio e fim de QSO. Estas s�o regras aceitas internacionalmente.

4.A esta��o que, pela ordem, est� para usar a freq��ncia, � a �nica que deve atender a outra que chamar e se identificar num espa�o entre c�mbios. A raz�o para isso � manter a seq��ncia da rodada.

5.Nunca tente transmitir "sobre" outra esta��o. Primeiro, porque � ilegal ! E segundo, porque prejudica a todos.

6.Se voc� pensa que est� modulando juntamente com outra esta��o, desligue o PTT ou VOX e ou�a para certificar-se.

7.Se para uma esta��o � cedida a QRG para fazer uma chamada r�pida a algu�m, a conversa��o entre elas deve ser a mais breve poss�vel ou ambas as esta��es devem mudar de QRG.

8.A palavra "break" � estritamente reservada para tr�fego de emerg�ncia.

9.N�o opere em freq��ncias que n�o lhe s�o permitidas.

10.Mantenha-se permanentemente atualizado com a legisla��o radiomador�stica. Tenha sempre presente os termos em que lhe foi conferido o privil�gio de ser radioamador.

11.N�o utilize as faixas para propaganda de atividade comercial, pol�tica ou religiosa. Abstenha-se tamb�m de atos que se caracterizam como mercantiliza��o do radioamadorismo. Al�m de ser ilegal, sua conduta estar� sendo observada pelos companheiros.

12.Cada radioamador tem o direto de procurar alcan�ar os objetivos legalmente abrangidos pela sua licen�a. Contudo, tem o dever de evitar causar inconveni�ncias aos outros.

13.Se h� um estreito segmento de faixa que � utilizado para comunicados internacionais (DX), evite utiliz�-lo para bate-papos.

14.Respeite os segmentos das bandas destinados �s diversas pr�ticas operacionais. H� espa�o suficiente para a conviv�ncia harm�nica e pac�fica de todas as modalidades radioamador�sticas.

15.Nos bate-papos locais di�rios, d� prefer�ncia para a utiliza��o das bandas baixas (40 e 80 metros) ou, ent�o, utilize as bandas altas de VHF/UHF (50, 144 e 430 Mhz).

16.Normalmente os comunicados a longa dist�ncia t�m prefer�ncia sobre os locais.

17.QRM zero � coisa que n�o se pode pretender no radioamadorismo. Sempre haver� um ou outro QRM neste ou naquele QSO, devido ao congestionamento das faixas, o que n�o � motivo para descarregar na QRG frases e/ou palavras inconvenientes. Se voc� quiser comunicados livres de interfer�ncias, o radioamadorismo talvez n�o seja a op��o mais adequada.

18.Na �nsia de faturar um QSO, evite atropelar indevidamente a QRG, ocupando-a antes da conclus�o do contato anteriormente estabelecido.

19. Nos DX e "pile-up", respeite a ordem natural dos QSO, evitando beneficiar esta ou aquela esta��o. Em casos excepcionais, essa pr�tica poder� ser admitida apenas se a esta��o favorecida for QRP.

20.Considera-se que um comunicado � v�lido quando as duas esta��es tenham trocado os indicativos e as reportagens de forma correta.

21.Seja breve, preciso e conciso nos contatos DX. Nos "pile-up", ent�o, d� o indicativo, reportagem e... nada mais.

22.Jamais fa�a interrogat�rio quando contatar um indicativo especial. A �nica pergunta cab�vel � "PSE MANAGER?" ou "QSL INFO?", para saber por interm�dio de quem devemos mandar o QSL.

23.Em comunicado "pile-up" evite pedir informa��es, pois a esta��o DX sempre passa os dados do respectivo MANAGER.

24.Escute bastante antes de tentar "faturar" uma figurinha... Ao se defrontar com um "pile-up" evite oferecer o pr�prio indicativo sem antes saber de quem se trata e depois perguntar "PSE UR CALL?".

25.Se a esta��o DX opera em "SPLIT" e voc� n�o tem condi��es de faz�-lo, esque�a a figurinha, sen�o ficar� perturbando os outros com sua chamada sem a m�nima possibilidade de contato.

26.As extremidades de cada faixa s�o usadas para comunicados mais dif�ceis, DX e Dxpedi��es. Tente sempre se lembrar disso.

27.N�o � bom procedimento acionar v�rias vezes uma repetidora sem identificar-se.

28.Fa�a c�mbios curtos para garantir a durabilidade do equipamento e "espa�o" para os demais radioamadores.

29.Utilize comunicado simplex, sempre que poss�vel. Se puder terminar um QSO em uma freq��ncia direta, n�o h� necessidade de manter a repetidora ocupada e impedir os demais a utilizem.

30.Utilize a m�nima pot�ncia necess�ria para manter a comunica��o. Al�m de n�o for�ar o equipamento, minimiza a possibilidade de acionar outra repetidora mais distante, que porventura utilize a mesma freq��ncia.

31.Muitas repetidoras est�o equipadas com "autopatch" (conex�o com rede telef�nica) que, corretamente utilizado, proporciona muitas facilidades. Entretanto, os abusos do privil�gio do "autopatch" podem levar � sua perda.


EQUIPAMENTOS

Para garantir a qualidade do Servi�o de Radioamador, utilize somente equipamentos certificados e homologados pelo Minist�rio das Comunica��es.
Da mesma forma, o sistema Irradiante (conjunto formado por antena, cabo, conectores e isoladores) � fundamental para o bom desempenho da esta��o , evitando interfer�ncias em outros servi�os.
Em caso de d�vida na instala��o, consulte um colega radioamador ou t�cnico especializado.

OS C�DIGOS UTILIZADOS NA FAIXA

Os c�digos existem para facilitar a comunica��o.
Utilize-os quando necess�rio. Lembre-se de que tudo o que � demais prejudica. Portanto, sugerimos que voc� n�o fique apenas falando em c�digo ou repetindo g�rias e chav�es. O bom radioamador n�o deve se comportar como o papagaio, que s� repete o que ouve, mas n�o raciocina sobre o que fala. Simplesmente... CONVERSE!

 

FON�TICO INTERNACIONAL, DE PA�SES E ELETR�NICO

A = ALFA- AM�RICA- ANTENA
B = BRAVO- BRASIL- BATERIA
C = CHARLIE- CANAD�- CONDENSADOR
D = DELTA- DINAMARCA- DIODO
E = ECO- EUROPA- EST�TICA
F = FOX- TROT FRAN�A- FILAMENTO
G = GOLF- GUATEMALA -GRADE
H = HOTEL- HOLANDA- HORA
I = �NDIA –IT�LIA- INTENSIDADE
J = JULIET –JAP�O- JACK
K = KILO- KWAIT KILO-WATT
L = LIMA -LONDRES- L�MPADA
M = MIKE –M�XICO- MANIPULADOR
N = NOVEMBER- NORUEGA -NEGATIVO
O = OSCAR- OCEANIA- ONDA
P = PAPA -PORTUGAL -PLACA
Q = QUEBEC- QU�NIA- QUADRO
R = ROMEU –ROMA- R�DIO
S = SIERRA- SANTIAGO- SINTONIA
T = TANGO- TORONTO -TERRA
U = UNIFORME -URUGUAI -UNIDADE
V = VICTOR- VENEZUELA -V�LVULA
W = WHISKEY- WASHINGTON- WATT
X = X-RAY- XING�- XADREZ
Y = YANQUE- YUCAT�N I -GREGA
Z = ZULU -ZANZIBAR –ZERO

c�digos s�o necess�rios, porque na freq��ncia onde h� est�tica e interfer�ncias, quando voc� pronuncia algum nome, por exemplo: MILTON, o outro operador poder� entender: NILTON. Ent�o, voc� dever� "codificar" o nome Milton, assim: Mike, ndia, Lima, Tango, Oscar, November.
Portanto, utilize o C�digo Fon�tico que todo o planeta o compreender�, mesmo se o r�dio-operador for de outro pa�s. Lembre-se: esse c�digo � internacional e conhecido por todos os radioamadores, aviadores, soldados, marinheiros e policiais, que o utilizam largamente.

OS N�MEROS

Os n�meros tamb�m s�o "codificados" de uma maneira muito simples. Quem fala "seis", pode ser interpretado como " treis". Ent�o, evite essa confus�o dizendo:
Zero de Negativo; Um de Primeiro; Dois de Segundo; Tr�s de Terceiro; Quatro de Quarto; Cinco de Quinto; Seis de Sexto; Sete de S�timo; Oito de Oitavo; Nove de Nono.

( N�o estranhe. O zero � chamado de negativo mesmo).

IMPORTANTE

    • Os radioamadores devem conduzir-se nas faixas com integral respeito �s normas legais, sobretudo as que regulam o Servi�o de Radioamador.
    • Nossas obriga��es perante aos demais colegas radioamadores n�o se limitam apenas a dispositivos regulamentares. Mais importante � o uso do bom senso e de cortesia rec�proca, ao compartilharmos as freq��ncias que nos s�o destinadas.
    • Nos comunicados em geral, e especialmente nos comunicados internacionais, procure utilizar as orienta��es contidas neste material, contribuindo assim para forma��o de uma boa imagem do Radioamadorismo Brasileiro.
    • Portanto:

RESPEITE PARA SER RESPEITADO

- Seja leal !
- Aja corretamente !
- N�o abuse dos c�digos!
- N�o interrompa outros comunicados desnecessariamente!
- N�o atrapalhe os comunicados de emerg�ncias!
- Seja solid�rio!

Afinal, assim devem ser os Radioamadores.

GENTILEZA:

ESTA��O INDEPENDENTE DE RADIOAMADOR W.M
WAGNER M. ARAUJO (PX4C 0775)
PRA�A, ALLAN KARDEC N� 141 IPIRANGA
38.302-082 ITUIUTABA- MINAS GERAIS-BRAZIL

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