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�tica Algumas considera��es Aos
que bagun�am as freq��ncias: Aos
Radioamadores s�rios: Nas pr�ximas p�ginas est�o os textos sobre �tica. Aproveite bem. �TICA OPERACIONAL Os
princ�pios �ticos s�o a base de um radioamadorismo sadio, fraterno
e construtivo e visam proporcionar a harmonia e o entusiasmo humano.
Use frases elegantes em sua conversa��o. Evite palavreado chulo, palavras e ou jarg�o de sentido duvidoso e impr�prio das bandas de radioamador, de forma que n�o venha ferir a suscetibilidade dos que est�o escutando. 11.Lembre-se que sua transmiss�o est� sendo ouvida por muitos radioescutas, inclusive por monitores e rastreadores de banda. Do que disser nas faixas depender� o conceito que cada ouvinte far� do radioamadorismo brasileiro. 12.N�o interrompa quem est� falando, salvo se tiver algo muito importante a acrescentar. Interromper uma conversa � t�o deseducado em r�dio como pessoalmente. 13.Evite criticar pela faixa, ou ent�o comentar sobre assunto de que n�o tem real conhecimento. A cr�tica pela faixa pode assumir graves propor��es e causar males irrepar�veis. 14.N�o extravase sentimentos negativos pela faixa quando uma medida ou atitude dos �rg�os Diretivos n�o lhe agradar , ou quando uma falha administrativa causar dissabor. Procure o di�logo com sinceridade. 15.Evite enfileirar-se com os que, por motivos inconfess�veis, procuram tudo denegrir e aviltar. 16.Os comunicados devem ser amistosos e compreensivos. A maneira de fazer as coisas � t�o importante quanto as coisas que devem ser feitas. 17.Ajude os menos experientes. Fa�a isso de uma forma elegante, desinteressada e paciente. 18.Guarde sigilo quanto �s comunica��es eventualmente ouvidas em outras faixas, que n�o as de radioamador. 19.Evite fazer cr�tica a outros modos de transmiss�o pelo fato de n�o se dedicar a esta ou aquela modalidade operacional. 20.Se voc� tiver necessidade de um QSO mais demorado, ser� demonstra��o de camaradagem e considera��o aos demais colegas se procurar uma janela fora dos segmentos de DX. 21.O trote pela QRG, embora seja gozado para quem o pratica, predisp�e a outra parte a ficar desconfiada, insegura e sempre na expectativa de um novo trote. Isso poder� fazer com que, em situa��es emerg�ncias, ela n�o acredite naquilo que esteja ouvindo. 22.Jamais suprima parte de seu indicativo de chamada. Somente completo ele � exclusivo. 23.Quando se tratar de um QTC de emerg�ncia ou SOS, interrompa todo e qualquer QSO, dando prioridade exclusivamente ao operador que est� de posse do QTC/SOS na QRG. 24.Se voc� tem uma esta��o "poderosa" deve ser o primeiro a colaborar para que todos "tenham sua vez". Ser� f�cil para voc� aguardar o t�rmino do contato j� estabelecido, torcer por ele e, depois ent�o, ca�ar a figurinha. O companheiro do contato anterior vai ficar contente com o colega que teve a considera��o de aguardar o t�rmino de seu QSO. 25.� extremamente desagrad�vel ouvir que este ou aquele colega impediu ou dificultou o outro com QRM ou sinais de sua esta��o. 26.Fa�a sempre saber que voc� evita contatar esta��es que sejam violadoras habituais dos preceitos b�sicos de �tica operacional. 27.Respeite as freq��ncias das Expedi��es de DX. Evite entrar em sua QRG em desacordo com as normas da boa opera��o e da �tica radiomador�stica. Muito esfor�o foi previamente desenvolvido at� se conseguir chegar "ao ar". Os operadores trabalham em condi��es dif�ceis, tem que ser verdadeiros malabaristas para atender milhares de chamados do mundo inteiro. Os equipamentos, muitas vezes, ficam em cima de pedras ou mesmo no ch�o. Os expedicion�rios se alimentam a base de conservas , passam noites mal dormidas, s�o perturbados por insetos e, tudo isso, para proporcionar ao resto do mundo a oportunidade de faturar mais uma "figurinha" ou um novo pa�s para o DXCC. 28.N�o entre em cima de colega que j� iniciou a contesta��o a um CQ. D�-lhe a chance para concluir seu contato antes que voc� tente seu chamado. 29.Antes de acessar uma repetidora, primeiro escute para familiarizar-se com as caracter�sticas de seu funcionamento. Para iniciar um contato comunique que voc� est� na freq��ncia, informando seu indicativo de chamada. 30.Fa�a uma pausa entre as transmiss�es. Isso permitir� que os outros radioamadores tamb�m comuniquem a presen�a na freq��ncia. 31.Respeite os respons�veis e mantedores de repetidoras. Embora instaladas no alto de torres, edif�cios e montanhas, elas n�o caem do c�u. Geralmente um grupo de pessoas se empenha para colocar este servi�o � sua disposi��o. 32.Os c�mbios "espada" (c�mbios muito longos) podem impedir que algu�m utilize a QRG, mesmo que esteja com alguma emerg�ncia. T�CNICA OPERACIONAL Al�m da �tica no uso do Servi�o de Radioamador, � necess�rio que voc� tamb�m conhe�a a T�CNICA OPERACIONAL. A seguir, apresentamos algumas DICAS sobre esse assunto: 1.Antes de fazer um CQ, certifique-se de que a QRG est� desocupada. 2.Quando voc� contestar um CQ, sintonize seu equipamento "beat zero" na QRG do colega, a fim de facilitar sua recep��o. A �nica exce��o a essa regra ocorre no caso de opera��o "split", previamente anunciada. Al�m disso, tenha em mente que nossas faixas est�o, cada vez mais, tornando-se pequenas diante do crescente n�mero de radioamadores. 3.Identifique-se pelo menos a cada 5 minutos, bem como no in�cio e fim de QSO. Estas s�o regras aceitas internacionalmente. 4.A esta��o que, pela ordem, est� para usar a freq��ncia, � a �nica que deve atender a outra que chamar e se identificar num espa�o entre c�mbios. A raz�o para isso � manter a seq��ncia da rodada. 5.Nunca tente transmitir "sobre" outra esta��o. Primeiro, porque � ilegal ! E segundo, porque prejudica a todos. 6.Se voc� pensa que est� modulando juntamente com outra esta��o, desligue o PTT ou VOX e ou�a para certificar-se. 7.Se para uma esta��o � cedida a QRG para fazer uma chamada r�pida a algu�m, a conversa��o entre elas deve ser a mais breve poss�vel ou ambas as esta��es devem mudar de QRG. 8.A palavra "break" � estritamente reservada para tr�fego de emerg�ncia. 9.N�o opere em freq��ncias que n�o lhe s�o permitidas. 10.Mantenha-se permanentemente atualizado com a legisla��o radiomador�stica. Tenha sempre presente os termos em que lhe foi conferido o privil�gio de ser radioamador. 11.N�o utilize as faixas para propaganda de atividade comercial, pol�tica ou religiosa. Abstenha-se tamb�m de atos que se caracterizam como mercantiliza��o do radioamadorismo. Al�m de ser ilegal, sua conduta estar� sendo observada pelos companheiros. 12.Cada radioamador tem o direto de procurar alcan�ar os objetivos legalmente abrangidos pela sua licen�a. Contudo, tem o dever de evitar causar inconveni�ncias aos outros. 13.Se h� um estreito segmento de faixa que � utilizado para comunicados internacionais (DX), evite utiliz�-lo para bate-papos. 14.Respeite os segmentos das bandas destinados �s diversas pr�ticas operacionais. H� espa�o suficiente para a conviv�ncia harm�nica e pac�fica de todas as modalidades radioamador�sticas. 15.Nos bate-papos locais di�rios, d� prefer�ncia para a utiliza��o das bandas baixas (40 e 80 metros) ou, ent�o, utilize as bandas altas de VHF/UHF (50, 144 e 430 Mhz). 16.Normalmente os comunicados a longa dist�ncia t�m prefer�ncia sobre os locais. 17.QRM zero � coisa que n�o se pode pretender no radioamadorismo. Sempre haver� um ou outro QRM neste ou naquele QSO, devido ao congestionamento das faixas, o que n�o � motivo para descarregar na QRG frases e/ou palavras inconvenientes. Se voc� quiser comunicados livres de interfer�ncias, o radioamadorismo talvez n�o seja a op��o mais adequada. 18.Na �nsia de faturar um QSO, evite atropelar indevidamente a QRG, ocupando-a antes da conclus�o do contato anteriormente estabelecido. 19. Nos DX e "pile-up", respeite a ordem natural dos QSO, evitando beneficiar esta ou aquela esta��o. Em casos excepcionais, essa pr�tica poder� ser admitida apenas se a esta��o favorecida for QRP. 20.Considera-se que um comunicado � v�lido quando as duas esta��es tenham trocado os indicativos e as reportagens de forma correta. 21.Seja breve, preciso e conciso nos contatos DX. Nos "pile-up", ent�o, d� o indicativo, reportagem e... nada mais. 22.Jamais fa�a interrogat�rio quando contatar um indicativo especial. A �nica pergunta cab�vel � "PSE MANAGER?" ou "QSL INFO?", para saber por interm�dio de quem devemos mandar o QSL. 23.Em comunicado "pile-up" evite pedir informa��es, pois a esta��o DX sempre passa os dados do respectivo MANAGER. 24.Escute bastante antes de tentar "faturar" uma figurinha... Ao se defrontar com um "pile-up" evite oferecer o pr�prio indicativo sem antes saber de quem se trata e depois perguntar "PSE UR CALL?". 25.Se a esta��o DX opera em "SPLIT" e voc� n�o tem condi��es de faz�-lo, esque�a a figurinha, sen�o ficar� perturbando os outros com sua chamada sem a m�nima possibilidade de contato. 26.As extremidades de cada faixa s�o usadas para comunicados mais dif�ceis, DX e Dxpedi��es. Tente sempre se lembrar disso. 27.N�o � bom procedimento acionar v�rias vezes uma repetidora sem identificar-se. 28.Fa�a c�mbios curtos para garantir a durabilidade do equipamento e "espa�o" para os demais radioamadores. 29.Utilize comunicado simplex, sempre que poss�vel. Se puder terminar um QSO em uma freq��ncia direta, n�o h� necessidade de manter a repetidora ocupada e impedir os demais a utilizem. 30.Utilize a m�nima pot�ncia necess�ria para manter a comunica��o. Al�m de n�o for�ar o equipamento, minimiza a possibilidade de acionar outra repetidora mais distante, que porventura utilize a mesma freq��ncia. 31.Muitas repetidoras est�o equipadas com "autopatch" (conex�o com rede telef�nica) que, corretamente utilizado, proporciona muitas facilidades. Entretanto, os abusos do privil�gio do "autopatch" podem levar � sua perda. EQUIPAMENTOS Para
garantir a qualidade do Servi�o de Radioamador, utilize somente equipamentos
certificados e homologados pelo Minist�rio das Comunica��es. OS C�DIGOS UTILIZADOS NA FAIXA Os
c�digos existem para facilitar a comunica��o.
FON�TICO INTERNACIONAL, DE PA�SES E ELETR�NICO A = ALFA- AM�RICA- ANTENA c�digos s�o necess�rios,
porque na freq��ncia onde h� est�tica e interfer�ncias, quando
voc� pronuncia algum nome, por exemplo: MILTON, o outro operador poder�
entender: NILTON. Ent�o, voc� dever� "codificar" o nome
Milton, assim: Mike, �ndia, Lima, Tango,
Oscar, November. OS N�MEROS Os n�meros tamb�m s�o "codificados"
de uma maneira muito simples. Quem fala "seis", pode ser
interpretado como " treis". Ent�o, evite essa confus�o dizendo: ( N�o estranhe. O zero � chamado de negativo mesmo). IMPORTANTE
RESPEITE PARA SER RESPEITADO - Seja leal ! Afinal, assim devem ser os Radioamadores. GENTILEZA: ESTA��O INDEPENDENTE DE
RADIOAMADOR W.M |
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