Faixa do Cidad�o

1- FAIXA CIDAD�O

Existem v�rias bandas de freq��ncia 160, 80, 20, 10 metros, mas a que se destaca entre elas � a faixa de 11 metros que normalmente � utilizada pela maioria dos grupos de PX do Brasil, esta��es independentes e simpatizantes por esta arte de transmitir.

2- A FAIXA CIDAD�O NO BRASIL

Desta id�ia originou at� a realiza��o pratica da faixa cidad�o iriam decorrer muitos anos. No Brasil, somente C/ a promulga��o do C�digo Nacional de Tele comunica��es ( 1960 / 61). Foi poss�vel eliminar os obst�culos burocr�ticos e preconceitos que n�o existiam e impediam que a faixa cidad�o se tornasse efetivamente uma faixa de livre uso p/ o cidad�o comum. Em 1970, a faixa do cidad�o tamb�m conhecida por PX ou 11 metros, foi totalmente liberada c/ equipamentos mais baratos que os de outras faixas, come�aram a crescer dia a dia, que a partir da� a freq��ncia permitida seria de 26.965 Khz a 27.605 Khz (60 Canais) restando os canais 59, 60 e 09 reservado a emerg�ncia, 019 de uso em rodovias. "Informa��es obtidas do livro faixa cidad�o/ apollan fanzeres".

3- MUITOS PARTICIPAM DA FAIXA CIDAD�O, MAS NEM SABEM O QUE SIGNIFICA.

A faixa cidad�o � uma banda de ondas de r�dio, situada na zona mais elevada das freq��ncias (H.F) das denominadas "ONDAS CURTAS".

4- COMO SURGIU:

A id�ia de criar a faixa cidad�o nasceu em reuni�es internacionais logo ap�s o t�rmino da II Guerra Mundial, quando todos os pa�ses estavam animados de um grande espirito de cordialidade e ansiavam dar aos seus cidad�os, sem burocracia meios que permitissem a livre comunica��o entre pessoas, em distancias relativas, sem necessidade de fios ou cabos, tornando poss�vel a comunica��o entre ve�culos e esta��es terrestres, embarca��es etc.

5- FAIXA CIDAD�O, A COMUNICA��O LIVRE.

De acordo com a norma N�01 A/80 Servi�o do R�dio da Faixa Cidad�o (aprovada pela portaria N�218 MC de 23/09/80 D . O . U em 03/10/80) o servi�o r�dio do cidad�o e o servi�o de radio comunica��es, de uso compartilhado para comunica��o entre esta��es fixas e/ou m�veis, realizados por pessoas naturais, utilizando o espectro de freq��ncia, compreendido de 26.965, 27.605 Mhz. Para isso, as pessoas s�o devidamente habilitadas e as freq��ncias s�o organizadas mundialmente, pela U . I . T (Uni�o Internacional de Telecomunica��es e n�o permitindo que a faixa seja utilizada para fins comerciais ou que o seu fim seja desviado para qualquer outra finalidade que n�o seja o Roby, mais do que isso uma paix�o. Paix�o esta que d� o prazer das pessoas fazerem amizade para todo o mundo. Quando as associa��es representativas entre elas o Corpo de Bombeiros � facultativo o uso. A finalidade do servi�o proporcionar comunica��es em linguagem clara de interesse geral ou particular, atender a situa��es de emerg�ncia, como cat�strofes, inc�ndios, inunda��es, epidemias, perturba��es da ordem, acidentes e outras situa��es de perigo a vida, a sa�de ou a propriedade. ("Fonte: Revista Q.S.L magazine a sua revista radioamadoristica").

6- A IMPORT�NCIA DA FAIXA DO CIDAD�O:

O PX, deve ser encarado como uma verdadeira escola destinada a desenvolver a educa��o, as boas maneiras e a cortesia t�o necess�rias no mundo atual. O PX � uma de escola civismo e de fraternidade a n�vel universal. O relacionamento sadio e cortes entre todos os companheiros da faixa e uma necessidade, uma obriga��o de toda pessoa que adquire e passa a operar um equipamento de r�dio. Por isso � importante resumir algumas regras:
6.1- SABER OUVIR: � a primeira coisa que um radio operador deve aprender, o novato deve ser paciente e acostumar-se a ouvir mais do que falar, porque saber ouvir � tamb�m uma forma de aprender.
6.2- AOS MAIS EXPERIENTES: Uma regra importante � ser um bom ouvinte e incentivar os outros colegas a falarem sobre si mesmo
6.3 INCENTIVE O INTERESSE DOS COLEGAS: Fale sobre assuntos que interessam ao colega que est� do outro lado
6.4 VALORIZAR O COLEGA DO OUTRO LADO: Faca com que o colega sinta a sua import�ncia dentro do contexto da Faixa Cidad�o.
6.5 CHAMAR O COLEGA PELO NOME: A palavra mais importante para qualquer pessoa � seu pr�prio nome e ao sentir seu nome sobressaindo-se em qualquer conversa a pessoa por mais humilde que seja, assume a consci�ncia de seu valor. E infantilidade, a inven��o de apelidos sem o menor significado, para ocultar o nome verdadeiro que, mais dia ou menos dia acaba sendo conhecido, demonstrando despersonalizar�o do operador, levando-o a ser visto com reservas pelos demais.
6.6 FUJA DE DISCUSS�ES: � o melhor meio de vencer uma discuss�o � evita-la. , nunca estimule discuss�es pelo r�dio, respeite a opini�o alheia e evite dizer taxativamente que uma pessoa est� errada, nesse caso voc� estaria acendendo o estopim de uma discuss�o.
6.7 AGUARDAR SUA VEZ: A habilidade do radio- operador esta tamb�m na sua capacidade de compreender as falhas alheias e em respeitar o companheiro que est� no comando de uma rodada, falando sempre quando lhe dado a oportunidade.
6.8 N�O MONOPOLIZE A COMUNICA��O: O habito de fazer longos discursos, monopolizando a conversa, revela um ego�smo muito grande de quem fala e contribui para desestimular os demais a permanecerem na conversa��o.
6.9 EVITE EXIBICIONISMO: Se seu equipamento e de primeira e est� bem instalado todos perceber�o, portanto evite exibicionismo de linguagem e dos recursos que possui o seu equipamento, principalmente diante dos companheiros mais humildes pois tal comportamento s� contribui para que voc� seja visto com antipatia pelos demais colegas. Conhe�a a legisla��o e normas de opera��o da faixa e fa�a grandes amigos. Texto: Tenente sadraque.

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