Philadelphia Project


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PROJETO FILADÉLFIA

               A história não deixa dúvidas. O que garantiria uma vitória num conflito não era a coragem e ousadia de generais, mas sim o potencial tecnológico dos cientistas. Em 1943, consciente dessa questão, os Estados Unidos, tal como os alemães, russos, etc; estavam investindo alto para desenvolver tecnologias bélicas que garantiriam uma vitória rápida na Segunda Guerra Mundial. Entre inúmeras pesquisas que eram levadas a cabo, veio à tona uma que talvez seja o “embrião” da tecnologia Stealth (veículos que seriam invisíveis aos radares dos inimigos – a grande pergunta é: invisíveis somente aos radares?). Não se pode provar nada além de recorrer ao testemunho de pessoas que teriam participado diretamente dessas atividades, muito menos que haja de fato uma ação alienígena; mas se prestarmos  a atenção de forma mais acurada, pode-se ver a grande similaridade com o que é descrito nas observações ufológicas e, principalmente, a improvável capacitação tecnológica humana (pelo menos na época) para realizar tais experimentos.

               Nomeada de Projeto Arco-íris (rainbow project), os Estados Unidos teria captado vários cientistas para desenvolver um experimento que consistia em criar campos eletromagnéticos de altíssima intensidade nos veículos bélicos. Tal campo, pelo que consta, bloquearia as emissões dos radares do inimigo e, conseqüentemente, tornaria os veículos invisíveis e indetectáveis. Não se tem informações precisas dos primeiros experimentos anteriores, mas segundo muitos pesquisadores desse caso, em 1942 já haviam sido realizados diversos experimentos que teriam como resultado a “invisibilidade” parcial e total de uma pequena embarcação não tripulada. Assim, foi construído o destróier DE 173 Eldridge (as fotos são de fato dessa embarcação – foram tiradas antes da realização do experimento) que no dia 12 de agosto de 1943 seria submetido ao primeiro experimento da “invisibilidade” com tripulação.

               Segundo os fatos apurados, as torres de canhões do DE 173 Eldridge teriam sido adaptadas para instalar as bobinas desenvolvidas por Nikola Tesla, cientista iugoslavo que ficou conhecido como o “Pai da corrente alternada”. O destróier foi posicionado próximo ao Porto da Filadélfia onde seria o palco de uma das histórias mais chocantes e aterradoras de “falhas” em experimentos para desenvolvimento tecnológico militar. Os tripulantes, obviamente, não tinham conhecimento que serviriam de cobaias para este “teste” de invisibilidade. Um segundo navio que se encontrava próximo, USS Andrew Furuseth, estariam os cientistas e oficiais responsáveis pela fatídica experiência. Dando início ao experimento, os geradores foram ligados e as bobinas começaram a emitir ondas de altíssima freqüência. Em torno do DE 173 Eldridge surge uma espécie de névoa verde que seria causada pela ionização do ar seguido de um som estridente devido à eletricidade estática que “varria” as imediações destróier. Inicialmente parecia que tudo havia corrido conforme o previsto e o Eldridge tornou-se invisível (inclusive a olho nu), ficando apenas a marca de seu casco impresso na água...

 

               O navio Eldridge se manteve conforme as expectativas por alguns poucos momentos. De repente ele começou a dar claras demonstrações de instabilidade em sua condição de “invisível”. Numa espécie de “pulsação”, o Eldridge oscilava continuamente entre o invisível e o transparente (momento em que era possível ver o desespero dos homens a bordo – dizem que todos gritavam desesperadamente). Após poucos segundos o Eldridge desapareceu completamente ante a visão chocada da tripulação do USS Andrew Furuseth. Por quatro horas, os cientistas e oficiais tentavam de todas as formas descobrir o que havia acontecido e trazer de volta o Eldridge e sua “condenada” tripulação. Ao que tudo indica, inicialmente o Eldridge teria se matearilizado no Porto de Norfolk (foto acima) a muitos quilômetros de distância de Filadélfia. Após alguns instantes ele também desaparece de Norfolk. Somente após quatro horas ele retornaria definitivamente para o Porto de Filadélfia.

               Imediatamente ao seu retorno para o Porto de Filadélfia, após o desaparecimento de quatro horas, a cena encontrada no DE 173 Eldridge seria digna dos filmes mais impressionantes de terror de Hollywood. O navio se encontrava totalmente coberto por uma fuligem negra que parecia uma espécie de poeira grossa. Várias partes do destróier estavam danificados e, inclusive, o mastro principal havia desaparecido. Já a tripulação estava em um estado lastimável. Vários homens com seus corpos ainda com chamas, outros vários estavam picotados com algumas partes de seus corpos fundidos com a estrutura do próprio navio e outros, ainda vivos, estavam com seus corpos instáveis (ora ficavam normais ora ficavam meio transparentes apresentando um certo brilho). Como sempre, o governo norte-americano recusa-se a aceitar a veracidade dessa história. Todas as pessoas que estavam no Eldridge foram dadas como mortas em operações na Segunda Guerra Mundial em diversos locais diferentes. Práticos não?   

Por mais que pareça ser fantástico demais, existem várias publicações que contam com detalhes este dramático experimento, na qual todos os autores garantem ser a mais absoluta realidade dos fatos ocorridos. Chegam inclusive a apresentar Carl Allen, como um dos sobreviventes ao Projeto Filadélfia. Segundo alegam, todos os sobreviventes foram colocados sob quarentena em uma base militar. Carl seria um dos poucos que teria tido o restabelecimento de sua saúde. É claro que isso não consiste numa prova definitiva, mesmo porque, dentre as várias publicações sobre este assunto, há uma imensa quantidade de detalhes que diferem umas das outras (o próprio testemunho de Carlos e seu papel é um dos que teriam “milhares” de versões). Mas se radicalizarmos, então nem a presença alienígena na Terra será possível de ser comprovada. Na verdade, provas efetivas dificilmente apareceram uma vez que o governo “tranca a sete chaves” todos os documentos pertinentes a estes assuntos. E quando os ufólogos conseguem os mesmos, é alegado ser falso ou nem se dignam a comentar o assunto. O que mais impressiona nessa história toda é que, independente de qual seja a “força” da prova que se obtenha, elas simplesmente são totalmente ignoradas pelas autoridades e a população sequer parece dar atenção. Será que o poder de acobertamento está de fato nas autoridades ou se não seria uma indisposição da população em ter de lidar com um assunto tão inquietante. Não podemos esquecer que é muito melhor ignorar à ter que lidar com algo que parece estar muito além do que somos capazes de imaginar. Só que essa atitude não elimina a presença alienígena. Este “chão de vidro” não nos garantirá nada além de um sono tranqüilo hoje. Mas e amanhã? Mesmo sabendo que os militares devem estar fazendo algo à respeito, manter a população na ignorância é privar-nos do direito de conhecer a realidade que nos cerca (parece até o enredo do filme “Matrix”). Não é possível haver uma ótica benéfica nesta atitude... quem “eles” pensam que são para acreditar que suas aspirações individuais devem suplantar o restante da humanidade?

               Devido ao trágico resultado do Projeto Filadélfia, os experimentos foram cessados e deu-se início ao Projeto Phoenix. Este teria duas ramificações sob supervisão de John Erick Von Neumann: uma que continuaria desenvolvendo a parte tecnológica (nesse aspecto é inegável o sucesso parcial, afinal houve a invisibilidade embora sem controle) e a segunda buscaria responder o total fracasso com o recurso Humano. Segundo Al Bielek, o único sobrevivente reconhecido por todos os pesquisadores, a resposta relacionada ao recurso humano seria obtida com o famoso acidente alienígena de Roswell. Neumann teria sido convocado para tentar estabelecer comunicação com o alienígena sobrevivente e, pelo que consta, ele teria obtido sucesso. Não se têm informações precisas sobre de que forma essa comunicação teria se dado, mas seja qual for, o fato é que Neumann conseguiu inclusive informações relativas a invisibilidade. Pelo que tudo consta, a questão da falha tinha implicações metafísicas. Neumann teve de calcular o “tempo zero” do navio e da tripulação e sincronizá-los. Assim, em 1948 foi realizado um novo experimento, só que dessa vez não houve dano algum na tripulação e muito menos no navio. Apesar de não haver maiores detalhes sobre esta informação, aparentemente os russos faziam o mesmo tipo de pesquisa relativa a invisibilidade. Eles estariam desenvolvendo um submarino que teria uma tecnologia similar (seria muita inocência achar que tudo isso acontecia sem que os russos soubessem).

               Antes de você se perguntar onde é que estaria os tais acordos com os alienígenas que tanto se fala, de fato eles não estão totalmente relacionados com o Projeto Filadélfia, a não ser as supostas informações obtidas com o sobrevivente do acidente de Roswell. Porém eles estão diretamente relacionados com o Projeto Montauk, e este por sua vez, para ser apresentado é necessário estar “a par” do Projeto Filadélfia, pois Montauk se deve aos resultados do Projeto Filadélfia.

 

 

 

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