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Metalinguajar
O brilho é intenso ao quebrar da casca.
Nasce a poesia, frágil ínfima.
Festeja a métrica seus verdes anos
Tropeça em rabiscos infantis, onde nenhuma palavra basta
Ao som da lira grega entoa-se a rima
E engatinham, e surgem, e criam-se os ramos...Um dia colherás frutos dos teus versos fecundos
Terás o respeito merecido por quem conseguiu
Fazer a poesia ressurgir sobre tua mão.
E não te esquecerás jamais que dos teus textos profundos
Não comemorarás nada além de mais um papel escrito que surgiu
Pois a poesia é grande sim, e nunca será escrava da razãoFortaleza, 14 de dezembro de 1998
Fábio Fernandes Dantas Filho
20 anos, cursa medicina na UFC.
Correio: [email protected]
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