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CRISTOVÃO COLOMBO

N�o se sabe ao certo quando nasceu, sup�e-se, entretanto que foi entre 26 de Agosto e 31 de Outubro de 1451, seu pai foi um pobre cardador e que os dias de sua juventude foram passados entre aventuras rom�nticas e servindo em navios piratas onde ajudou a saquear e a apresar os gale�es venezianos e pelejar denodadamente contra os ferozes cors�rios argelinos.

E numa �poca em que se julgava que as ilhas brit�nicas constitu�am o limite ocidental das terras e que o mundo era plano e pequeno, que se alongavam para o ocidente formando os territ�rios asi�ticos e que n�o havia noticia alguma da Am�rica. Para que tudo isto se tornar realidade, custou mais de meio s�culo para os marinheiros portugueses abrissem caminho para o sul ao longo das costas ocidentais da �frica quando Gil Eanes ao dobrar o cabo Bojador e depois dele Bartolomeu Dias ir al�m e regressar triunfalmente aplaudido pela multid�o que o aguardava em Lisboa. Crist�v�o Colombo que se encontrava nomeio da multid�o com a id�ia de averiguar o que havia para al�m daquele mar imenso em raz�o de seus estudos de que al�m daqueles abismos coberto de �gua deveria existir outra terra, pois tinha ouvido falar de que objetos estranhos haviam sido encontrados a grande distancia da costa, e de recolhimento de peda�os de madeiras em que apareciam gravados alguns sinais fora do comum, e de volumosos bambus que n�o se conheciam na �poca. E de acordo com os estudos e investiga��es realizadas por Crist�v�o Colombo, sobretudo dos mapas e de quantos escritos logrou reunir.

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Ao tomar conhecimento de uma carta em que o astr�nomo Toscanelli respondia � pergunta do rei Dom Afonso V sobre a possibilidade de chegar a �ndia pelo ocidente, Crist�v�o Colombo sabendo que a terra era redonda, e, portanto se navegando para oeste poderia chegar a �ndia.

Imediatamente participou o seu projeto a Dom Jo�o II que era filho de Dom Afonso V, todavia o monarca portugu�s repeliu a proposta de Crist�v�o Colombo, que por isto foi oferecer-se ao reino da Espanha onde a principio o acolhimento de suas id�ias n�o foram favor�veis, por este motivo ele resolveu passar o seu projeto � Fran�a onde ao bater as portas de um convento os monges que o acolheram ficaram encantados com suas id�ias, e um dos religiosos que gozava de grande prestigio junto � rainha da Espanha acabou escrevendo uma carta ponderando a import�ncia dos planos de Crist�v�o Colombo. A rainha ao se interessar pelo projeto de Crist�v�o Colombo, de imediato ordenou que ele retornasse a Espanha onde recebeu tr�s caravelas para a expedi��o, e no dia 3 de Agosto de 1492 Crist�v�o Colombo zarpou com os seus tr�s navios para uma viagem em que a tripula��o pediu-lhe repetidas vezes que desistisse de prosseguir no projeto e que regressasse.

Ap�s dois meses de travessia Crist�v�o Colombo avistou terras em 11 de Outubro e na manh� seguinte vestido de grande gala e arvorando a bandeira da Espanha Crist�v�o Colombo desembarcou em terra e ordenou aos seus homens que seguissem os seus exemplo ao ajoelhar e beijar o solo do qual tomou posse em nome do rei de Castela.

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E ao continuar a sua navega��o em demanda de outras ilhas, Crist�v�o Colombo imaginou que todas elas pertenciam a um arquip�lago ocidental da �ndia e por este motivo chamou as terras descobertas de �ndias Ocidentais e os seus habitantes de �ndios, e ao descobrir outras ilhas, ele chamou de Cuba e uma outra de S�o Domingos onde ap�s deixar alguns homens regressou a Espanha aonde chegou em 15 de Mar�o de 1493 e recebeu da corte o mais brilhante acolhimento.

E em pouco tempo lhe confiaram uma nova expedi��o, na qual descobriu novas ilhas. Apesar de ter levado a cabo t�o grande empresa, o famoso navegador chegou a ser preso e ao morrer se encontrava pobre e isolado.

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