| Aqui do alto | ||||||||||||||||
| Este incompreens�vel efeito de �tica, que nos faz ser, aos olhos de Cristo, aquilo que ainda n�o somos! Ainda n�o est� musicada |
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| N�o importa o teu �dio A zombaria demente Aqui, de onde olho � tudo diferente Do alto desta cruz Olho pelas lentes da f� E vejo, na contra-luz O que ainda n�o � Vejo n�o tua maldade Nem tua escolha por morrer Vejo al�m da realidade O que ela pode ser N�o vejo essas m�os Que pedras me atiram Agora transformadas s�o E harpas dedilham |
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| Vejo n�o acusa��es De teus l�bios, que criei Mas louvor em mil can��es Ao Cordeiro e Sua lei Onde h� fragilidade Degrada��o e rudeza Em lugar da fealdade Eu s� vejo beleza Por isso eu sorrio Apesar da dor e afli��o Meu gesto, j� pressinto N�o h� de ser em v�o E se meu sangue a escorrer N�o vai ser desprezado Ent�o j� posso dizer: Est� consumado! |
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