O v�o
� a mesma aragem que levanta as folhas
A mesma paisagem da minha janela
E os muros caiados, os motores ao longe
E o marchar dos ponteiros
Seria tudo a mesma ess�ncia
N�o fosse o v�o de tua aus�ncia
E o v�cuo que ela fez
Seria tudo a mesma ess�ncia
N�o fosse o v�o de tua aus�ncia
E o v�cuo que ela fez
Existe, no entanto, um b�lsamo divino
Que seca o meu pranto e amortece a dor
Eis que apenas dorme para logo despertar
Quando Cristo enfim chamar
Para levar � Sua cidade,
Para conceder a eternidade
Todos juntos outra vez
Bem aventurados todos
Que desde agora e at� o fim
Dormem no Senhor
Suas obras v�o com eles
Sua coroa est� guardada
Ser� o fim de toda dor
O fim de toda dor
Bem aventurados todos
que dormem no Senhor
Os que morreram na esperan�a
da volta de Jesus
Receber�o a boa heran�a
Partilhar�o da Sua luz
E n�s, os que ficarmos,
Confirmemos nossa f�
Pois Cristo � a garantia
O reencontro certo �
Esta poesia eu dedico � mem�ria de minha av�, Ada Martins Brasil. Quando ela faleceu eu escrevi o embri�o do que mais tarde seria esta letra, que o meu amigo Robson Fonseca foi extremamente feliz ao musicar, dando pitacos valiosos.
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Sempre senti falta de uma boa can��o que tratasse da forma peculiar, embora totalmente calcada na B�blia, que os adventistas do s�timo dia v�em a morte. N�o pode existir b�lsamo mais eficaz do que este, e garantido por ningu�m menos que Jesus Cristo, que tem as chaves da morte. Louvado seja por isso!
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