Relato Dungeoness
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made by escrava
Relato (Sess�o com uma escrava) Era uma sexta-feira � tarde, t�nhamos combinado encontrarmo-nos no estacionamento da Portagem... N�o nos conhec�amos pessoalmente. Apenas hav�amos comunicado por IRC e por mensagens no telem�vel. Bem... possivelmente vai ser uma desilus�o. Pensava eu, enquanto me aproximava do local. Estava alguns minutos atrasado e o telem�vel tocou ao que respondi: dentro de 5 minutos. No parque de estacionamento da portagem l� estava o carro que a minha escrava havia descrito. Parei ao lado, sa�, e vejo uma cara madura e ansiosa que abre a porta e sai. Era alta de pernas longas, mamas bem desenhadas e cabelo curto, fiquei bem impressionado e senti que a escrava tamb�m. Corou e estendeu a cara ao que nos beij�mos no rosto. Perguntei: trouxeste tudo o que combin�mos? A escrava mostrou um saco de pl�stico e respondeu afirmativamente. Combin�mos que al�m de trazer um plug enfiado no cu, trazia: um pepino grosso, um mais fino, 1� litros de vaselina l�quida, um equipamento de clister, corda de nylon fina, um vibrador, um chicote, uma morda�a, 6 clips met�licos de mola e luvas de borracha. Olh�mo-nos e percebi que ela, embora nervosa, tinha um desejo enorme de come�ar rapidamente a sess�o. Veio atr�s do meu carro at� � Residencial e estacion�mos l� dentro, fomos levantar a chave e dirigimo-nos ao quarto. Entr�mos, ela pousou o saco e a mala e acendeu um cigarro, fiz o mesmo, abri a janela ao que ela espreitou para o exterior e disse gostar da vista. Olhei mais em pormenor para ela, para o seu cu bem feito e senti um desejo de lho acariciar, resisti. Quando se voltou senti o mesmo relativamente �s suas mamas, ao pesco�o, � boca... Bem, vamos come�ar? Ela estremeceu e disse que sim com voz sumida. �s mesmo submissa e adoras servir para dar prazer? A� os olhos tiveram um esgar de felicidade e apressou-se a dizer que sim dado a forma seca como lhe perguntei. Ordenei-lhe que se despisse, f�-lo devagar, os bicos das mamas saltaram do soutien eram grandes e salientes... o meu desejo crescia e quando tirou as cuecas o meu caralho at� doeu... tinha um cu bem torneado, l� estava a base do plug a parecer entre as n�degas, e uma cona totalmente rapada em cima dumas pernas bem feitas e cuidadas. Vais para a casa de banho e deitas-te de c�coras na banheira, quero a tua cara encostada ao fundo e pulsos junto aos tornozelos onde os amarrei. Ficou com o cu e a cona bem expostos e indefesa. Pus-lhe quatro molas met�licas a afastar bem os l�bios da cona ao que sempre que se fechavam ela dava um gritinho de dor e prazer... a cona estava toda molhada de desejo, enterrei dois dedos e explorei bem fundo sentindo o plug na ampola rectal, ouvi um gemido e disse cala-te ou ponho a m�o toda... tirei os dedos, fui buscar o chicote e dei uma vergastada nas n�degas... ela deu um grito estridente. N�o disse nada, amordacei-a com a bola. Ela olhava para mim com um ar de s�plica e desespero. Pensei: bem se calhar o melhor � acabar j� n�o h� d�vida de que � uma desilus�o... Acariciei-lhe a cona bem aberta pelas molas e ela come�ou a contorcer-se de prazer, vais estar muito quieta ou ent�o levas mais uma vergastada. Preparei o clister, �gua morna com 1 litro de vaselina era o saco totalmente cheio. Tiro-lhe o plug duma s� vez e enfiei-lhe a sonda no cu que encheu num instante e come�ou a jorrar �gua e merda. Tiro a sonda do clister rapidamente e encostei a ponta do pepino mais fino ao buraco negro e bem feito que se foi abrindo... deu um gemido, empurrei mais e senti-o entrar. Estava bem lubrificado pela vaselina l�quida, fui empurrando... ela gemia de forma abafada pela morda�a, um gemido rouco t�pico de dor e prazer... senti-a a empinar o cu ao meu encontro pelo que continuei a empurrar... tinha entrado pouco (havia 5 marcas no pepino para marcar um palmo de comprimento) tinham entrado 2 quando a senti fugir... dei-lhe duas palmadas bem dadas nas n�degas e deslizou sem resist�ncia at� � quinta marca. Comecei a fazer movimentos de vai e vem, aumentando o ritmo cada vez mais...ela de cona bem aberta respirava fundo cada vez que o pepino deslizava pelo cu dentro. Fiz isto algum tempo e repentinamente tirei-lhe o pepino do cu... jorrou abundantemente �gua e merda... ela estava ofegante. Lavei-a com o chuveiro enquanto lhe ia acariciando o corpo todo, o pesco�o, as costas, as mamas, a barriga, as coxas o grelo e, na cona bem molhada enfiei o polegar at� ao fundo. Senti-lhe a cona a abrir-se como que a pedir algo maior... Tiro o dedo. Preparo outro clister ao que ela come�a a murmurar reclamando, dei-lhe uma chicotada em cada n�dega e uma terceira bem no meio da cona escancarada. Come�ou a chorar...Dei-lhe outro clister com o resto da vaselina e mais �gua ao que desta vez vez saiu limpo enquanto lhe acariciava a cona com a m�o esquerda por baixo passando pelo grelo. Desamarrei-lhe os punhos dos tornozelos e amarrei as suas m�o atr�s das costas. Mandei-a levantar-se e enxuguei-a carinhosamente com a toalha. Agora vais-te deitar na cama de barriga para cima e pernas bem abertas e levantadas. Amarrei as coxas �s pernas e passei a corda por baixo da cama de modo a mant�-las bem afastadas. Tiro as molas dos grandes l�bios que estavam bem marcados e comecei a acariciar-lhe a cona com a l�ngua e a chupar-lhe o grelo ela gemia de prazer e senti-a estremecer com um orgasmo. Prendo-lhe duas molas aos pequenos l�bios e outras duas aos bicos das mamas, passo uma corda por traz de forma a manter as mamas esticadas e os pequenos l�bios da cona bem abertos e bato com o chicote nas virilhas, na parte interna da cona e por baixo dos seios levantados pelos mamilos.... v�m-lhe as l�grimas e ela geme baixinho cada vez que o chicote lhe toca as partes er�genas do corpo. Vou buscar ao frigor�fico 4 cubos de gelo e come�o a meter-lhos dentro da cona um de cada vez. Cal�o uma luva de borracha lubrifico-a e enfio os dedos dentro da cona por cima dos cubos de gelo, vou enterrando e fecho a m�o � volta deles e tiro-os... ponho-os no cu e desta vez fodo-a com a m�o enluvada enquanto a escrava se mija toda e a �gua vai escorrendo pelo cu � medida que os cubos derretem ... Sinto-a estremecer de prazer. Nesta altura j� mal conseguia suportar a tes�o e ao v�-la mijar-se deu-me a mesma vontade. Enterrei-lhe o pepino mais fino no cu e o mais grosso na cona, ela gemia... passei uma corda em volta do pesco�o e prendi-os de forma a n�o sa�rem. Disse-lhe, volto daqui por duas horas. Ela ficou com um ar aflit�ssimo!!! Fui � casa de banho mijar e lavar o caralho que escorria o l�quido que precede a ejacula��o, demorei 10 minutos. Quando me viu voltar senti o seu al�vio... Voltei a chicote�-la mas desta vez com o cu e a cona bem cheios. N�o chorou e olhava para mim com um ar de s�plica... Tinha a parte inferior das mamas, as virilhas e a cona bem marcadas pelo chicote e pelas molas. Desamarrei-a, tiro-lhe os pepinos da cona e do cu e tiro-lhe a morda�a... ajoelhou � minha frente a abra�ou-me as pernas beijando-as...!!! J� que o mereceste quero que me chupes e confessei-lhe que n�o aguentava mais a tes�o. Em posi��o de 69 comecei a chupar-lhe o grelo e a acariciar-lhe a cona enquanto ela me ia acariciando o caralho com as m�os e a l�ngua... De repente come�a a engoli-lo e a chup�-lo... enterro-lhe a m�o bem fundo na cona e venho-me na sua garganta enquanto ela ia engolindo tudo... fico exausto!!! Ela tamb�m estava exausta...!!! E adormecemos abra�ados um ao outro... a escrava tinha um ar feliz. Dungeoness