Neuralmancer
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escrava
por Neuralmancer . Cap�tulo 1 A Leil�o Monica estava de p� nervosa ela esperava com ansiedade o momento de subir na plataforma de leil�o. Era um dia extremamente quente. O suor escorria pelo seu belo corpo nu, deixando-o brilhante e mais delineado. Estava na companhia de muitas outras mulheres igualmente nuas, apavoradas e sem qualquer assunto. Tudo aquilo do que a M�nica poderia pensar era na quantidade de homens na audi�ncia que esperavam por uma chance para olhar e apalpar aqueles corpos nus. O que aborrecia a Monica e a maioria era a sensa��o de formigamento entre as pernas , ocasionado pelo simples olhar de todos aqueles homens, esta sensa��o causava desconforto. N�o entendia o como e o porque estava diante daquela situa��o. H� pouco tempo atr�s, Monica tinha recentemente se formado em uma faculdade de uma cidade do interior . Agora Monica estava se aproximando do momento de ser leiloada e vendida para quem ofertasse o melhor pre�o como qualquer vaca de uma fazenda. Monica parecia preocupada com o destino de todas aquelas jovens e mulheres, que como ela passariam para outras m�os. Uma a uma elas iam sendo expostas sobre a plataforma de leil�o, totalmente exibidas � audi�ncia quase exclusivamente masculina, era percept�vel o nervosismo, o choro de algumas delas quando levadas. A vez de Monica viria logo. Com m�os firmes o leiloeiro empurrou Monica pelas costas at� o centro do tablado. E foi logo dizendo " Qual o seu lance senhores para esta ador�vel criatura�? Segurando-a pelos pulsos algemados com a m�o esquerda , enquanto a direita deslizava pelos contornos de seu corpo. " Olhe para o cabelo preto! Onde voc�s viram alguma vez tal uma beleza "? Foram gritadas algumas ofertas atr�s ao leiloeiro. As ofertas iniciais eram muito baixas, menores que os valores ofertados para outras mulheres. Monica estava desconsertada pelo pouco que estava valendo apesar de todo esfor�o que o leiloeiro fazia demonstrando o produto. Libertando o cabelo de Monica, ele alcan�ou um de seus seios, apertou-o firmemente " P�r favor, examinem cuidadosamente como s�o amplos e firmes estes peitos. Pensem no prazer que ela lhes pode trazer! A face de Monica ficou vermelha, os mamilos endurecidos pelo toque do leiloeiro, e pela pr�pria situa��o. As ofertas aumentaram notadamente. A m�o direita do leiloeiro desceu para a cintura de Monica " Olhem, nenhuma grama de gordura "! o leiloeiro moveu a m�o direita dele mais abaixo, por entre as n�degas e finalmente apertou �s coxas dela. " Note os m�sculos das pernas, fortes. Penso senhores que � um esp�cime perfeito para se transformar em uma bela �gua em seus est�bulos, com um pequeno treinamento e voc�s poder�o ter uma �gua vencedora aqui ". Monica virou a cabe�a dela para encarar o leiloeiro. Ele tinha a chamado de �gua! O que era um fazendeiro de p�nei? Pensou Monica. Enquanto freq�entava a escola, Monica tinha gastado parte do seu tempo livre para andar e correr. Monica amava correr, pensava um dia participar de algumas competi��es. Que tipo de prop�sito tinham os homens que agora rodeavam o tablado com os olhos fixos nela? As ofertas tinham aumentado dramaticamente. O leiloeiro estimulado bem a multid�o. A preocupa��o inicial com o pouco valor desapareceu e ela sentiu-se melhor Os lances prosseguiam e aos poucos diminu�am os concorrentes at� restarem apenas dois. Um dos competidores para se propriet�rio de Monica se salientava da multid�o. Usando um chap�u de abas largas, o tipo que os vaqueiros usam. Um sujeito enorme, ombros largos ofereceu " Mil d�lares ". Este era um pre�o extremamente alto para pagar por uma menina de escrava obviamente destreinada, at� mesmo para uma garota t�o ador�vel quanto a Monica A multid�o o encarou com admira��o e espanto. A advers�ria do homem estava igualmente determinada em possuir a escrava ador�vel. Uma mulher bem vestida que aparentava Ter muito dinheiro, ela se considerava igual a qualquer homem. Ela freq�entemente tinha lutado com este mesmo homem em leil�es e outras competi��es. Ela estava determinada a ganhar. " Mil duzentos d�lares para a escrava "! Todos os olhos viraram para ela. O ignorando o homem que ela estava competindo contra ela, este sorrindo disse: " Esmeralda, eu vejo que estamos em competi��o uma vez mais. Assim seja. Voc� ainda n�o aprendeu como jogar sua m�o corretamente. Mil quinhentos d�lares "! Ignorando o insulto do homem, Esmeralda aumentou a oferta dela. O leil�o ficou eletrizante, ficou por assim dizer muito quente. Depois disto o homem teria que desistir. " 4 mil d�lares! Por�m o homem sorrindo, Olhando para o leiloeiro, Mark deu o lance dele, " Dez mil d�lares ". Esmeralda percebeu que n�o tinha raz�o para ir mais alto. Por�m Esmeralda queria ter batido Mark naquele leil�o, por�m ela era, tamb�m, uma boa negociante. Se Mark desejasse ser um bobo, problema dele. Nenhum escravo destreinado valia dez mil d�lares e Esmeralda n�o ofereceu outro lance em resposta. O leiloeiro estava euf�rico pelo valor conseguido. " Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido ao homem alto com chap�u de vaqueiro! O senhor acaba de comprar uma boa �gua. Durante toda a excita��o, Monica tinha se esquecido, momentaneamente que ela era a fonte de tudo disto. Ela tinha sido vendida. Um olhar de confus�o cobriu a face de Monica, o que aconteceria agora a ela? Mark subiu a plataforma de leil�o para reivindicar a propriedade dele. Pagando o valor do lance ao leiloeiro, dinheiro � vista como era a pr�tica habitual, o novo propriet�rio, Mark ordenou, " solte as m�os dela e prenda-as na frente dela ". O Assistente do leiloeiro obedeceu os desejos de Mark depressa. O leiloeiro j� estava se preparando para a pr�xima venda. " O que vai voc� fazer comigo , interrogou Monica " Eu n�o sou como essas outras mulheres. Eu n�o sou uma escrava ". Mark respondeu, " Todas as mulheres expostas, apresentadas e vendidas aqui s�o escravas, v. n�o � diferente. Desfrute o som de sua voz ador�vel, pois estes ser�o os seu �ltimos sons intelig�veis que voc� emitir� . A� v. se diferenciar� de tantas outras mulheres, v. sofrer� mas se transformar� em uma excepcional ponygirl . Eu acreditei no leiloeiro. Voc� n�o � uma �gua boa, n�o, voc� � uma grande �gua! Com pernas bem feitas e fortes, e eu pretendo prepara-la para o campeonato, prepar�-la para vit�rias pois desejo o primeiro lugar "! Sem dizer outra palavra, Mark conduziu Monica para fora da plataforma e por entre a multid�o. Monica estava sendo puxada, envergonhada, nua por entre todos os homens da multid�o. Poucos deles lhe prestaram qualquer aten��o. Ela era agora propriedade de um criador. A multid�o focalizava seus olhares para a escrava que era apresentada no tablado para mais uma rodada do leil�o Quando alcan�aram a extremidade da multid�o, Monica encontrou a vis�o da sua nova vida . Arreada a um dos dois carros uma esp�cie de charrete uma mulher nua. Bem n�o totalmente nua, uma s�rie de correias envolvia determinadas partes de seu corpo. Uma correia grossa passava pela cintura dela. Em um par de an�is grandes presos na correia estavam presos os var�es da charrete. Verticalmente, duas correias em forma de um grande v, partia da correia e separavam e sustentavam um meio-suti� como x�cara debaixo de cada peito, suspendendo-os e dando a impress�o de serem maiores e mais firmes do que deveriam ser.. As correias passavam sobre os ombros e se fundiam nas .costas Outro par de correias que partiam da cintura cercavam o topo de cada coxa. O cabelo da mulher estava cortado como os cabelos dos �ndios Mohawk. Monica gostou do estilo. As pontas dos longos cabelos se estendiam at� os ombros dela, enquanto os lados da cabe�a eram totalmente lisos. O efeito era algo como a crina de um cavalo. Na boca da mulher, um freio, de ambos os lados partiam as r�deas , Monica entendeu o que era uma ponygirl. As ponygirl eram adornadas com muitos muitos piercings. Monica podia ver os an�is que pendiam do nariz da mulher, de ambos os mamilos, dos l�bios da vaginas e do clit�ris dela. Os an�is se tornavam mais vis�veis devido � falta dos p�los do corpo da ponygirl. Com a exce��o da juba longa, a ponygirl estava completamente calva. A carne bem lubrificada da ponygirl debaixo do sol forte. Aparentemente os an�is n�o serviam apenas para o prop�sito ornamental . Presos a cada anel dos mamilos estava pendurados sinos de 3 cms de di�metro, nos quais tiras finas de couro presas �s r�deas, qualquer movimentos destas faziam os sinos tocarem. Como um toque final, tiras finas de couro estavam presas aos an�is dos l�bios vaginais, e, estas conectadas �s correias mais largas presas as coxas da ponygirl, mantinham a vagina totalmente aberta, permitindo uma vis�o da carne rosada. Nenhum artigo de vestir impedia os movimentos das pernas da ponygirl. A ponygirl faziam uma real exibi��o. Quando Monica aproximou-se do carro a ponygirl emitiu um som ininteligivel bastante alto, semelhante ao relincho de um cavalo. Aparentemente a ponygirl estava com pressa para andar, Monica observava a ponygirl que continuava pisando o ch�o fortemente com o p� direito, exatamente como um cavalo faria. Monica notou os sapatos estranhos que se encaixava nos p�s da ponygirl. Ao contr�rio de qualquer outro sapato que a Monica tinha visto, os sapatos tinham saltos extremamente altos, em forma de ferradura com pegadas em forma de U que ficavam impressas na areia. Sapatos totalmente fechados, como os que eram usados pelas senhoras da �poca vitoriana, presos �s pernas por finas tiras de couro. Monica perguntou se ela seria treinada e transformada em uma ponygir igual �quela. Mark responde dando um tapa r�pido e forte na face dela. Monica retrocedeu alguns passos para tr�s assustada com a a��o inesperada. " Voc� n�o dir� outra palavra! Sim, voc� se tornara uma ponygirl, igual a esta aqui ". N�o dizendo outra palavra, Mark levou um peda�o de corda e prendeu uma das pontas �s algemas que prendiam os pulsos de Monica, a outra ponta da corda ele prendeu � parte traseira do carro. Monica ficou assustada por esta a��o. Ela esperava ir ao lado de seu propriet�rio no carro. Mark, tomou seu lugar no carro, virou-se para Monica e disse-lhe. " Seu treinamento come�ar� imediatamente. N�s temos algumas milhas at� chegarmos na fazenda. Voc� correr� at� l�. Eu estou seguro que voc� n�o ter� nenhuma dificuldade ". Monica continuava espantada com Mark . O que aconteceria se ela ca�sse? Ela tinha corrido tal distancia antes, mas nunca completamente nua e em cima de terreno desconhecido. Ho "!, Mark gritou para a ponygirl. Chibatando com as r�deas os ombros da ponygirl, a ponygirl partiu com um trote lento e os sinos dos mamilos tocaram de acordo com o ritmo do trote da ponygirl. A corda a qual Monica estava ligada esticou-se e levou-a abruptamente junto com o carro Cap�tulo 2 De Mulher para P�nei At� que eles chegassem � fazenda o corpo de Monica cobriu de suor e poeira. Felizmente ela estava em boa forma, mesmo assim sentiu-se sem f�lego. N�o tinha havido nenhum infort�nio no caminho. Chegando a fazenda Monica pode ver � direita da estrada um rasto oval. Nisto estavam sendo treinadas v�rias ponygirls pelos . Uma ra�a estava em desenvolvimento. Arreada a uma �nica vers�o menor de carro, para uma s� pessoa estava uma ponygirl negra. Para Monica pareceu que era um esp�cime especial, muito superior. Ela estava ultrapassando os dois outros carros com a maior facilidade " O que v. est� vendo, s�o algumas das suas concorrentes. A �gua preta � especialmente competitiva. Mas antes de voc� poder correr, voc� ter� de ser transformada em uma �gua, dever� pensar e agir como tal "., disse Mark . Monica recolhe-se em pensamento, o que fariam com ela para que se transformasse em um animal Eles entraram em um p�tio cercado por v�rios edif�cios. Parando o carro, o Mark gritou para um criado vir se encarregar da carga, desatrelar a ponygirl e guardar os arreios e o carro. A ponygirl era obviamente usada e acostumada com isto, ela n�o fez um som. Monica n�o viu nenhum sinal de desconforto na face do ponygirl. Mais tarde Monica iria, infelizmente descobrir a raz�o para a gama limitada de vocaliza��es de uma ponygirl . Aparentemente a corrida de v�rias milhas que tinha acabado de percorrer n�o tinha sido dura ou fatigante. A primeira parada de Monica foi no hospital. Como ela foi levada para o hospital, Monica reclamou. " O que voc� vai me " fazer, lutou como ela foi presa a um carro operacional. Dois empregados a subjugaram, e a prenderam a maca, primeiro os pulsos dela e ent�o os tornozelos dela foram amarrados firmemente a an�is de metal localizados aos cantos daquela cama de metal. Monica tentou inutilmente para evitar que suas pernas fossem amarradas ao carro, tarefa in�til , outro ajudante agarrou as pernas dela, uma de cada vez e prendeu com certa facilidade os tornozelos dela aos an�is. Assim que ela estava firmemente presa , Monica foi conduzida para uma sala de opera��es. Uma bandeja de instrumentos cir�rgicos foi trazida , sua boca foi aberta com um aparelho, colocado entre as denti��es superior e inferior. Mark se levantou observando o procedimento. " Esta opera��o marcara o inicio de sua transforma��o de mulher para uma ponygirl e deve ficar claro para v. que �guas n�o falam. � ent�o necess�rio alterar suas cordas vocais um pouco. No futuro, os �nicos sons que v. emitir�, ser�o os sons pr�prios dos eq�inos, eu espero que se transforme em uma boa �gua para merecer um bom cavalo ". Monica observou Mark com olhos horrorizados. Monica n�o ofereceu resist�ncia e o anest�sico foi aplicado. Rapidamente ela perdeu consci�ncia e com ela perdeu o resto de qualquer controle que ela poderia ter sobre o destino que seu novo propriet�rio tinha tra�ado para ela. A opera��o foi bem sucedida. Imediatamente depois que a opera��o terminou, Monica n�o podia emitir um �nico som. Monica agora era incapaz uma fala intelig�vel. Depois de alguns dias de recupera��o, Monica achou que ainda pudesse fazer alguns sons, mas s� os sons guturais lan�ados altos semelhantes os relinchos produzidos por um cavalo. Enquanto Monica se recuperava da cirurgia, os criados procederam algumas altera��es, tais como cortar o cabelo da sua cabe�a no mesmo estilo usado por aquela ponygirl que tinha puxado o carro. Rasparam todos os p�los localizados em outras partes de seu corpo. Uma vez mais Monica tentou impedir o progresso do criado. Monica tentava afast�-los dando chutes, mas isso de nada adiantou. Os criados estavam acostumados com a tarefa de remover o cabelo de corpo de outras �guas e se antecipavam a todo e qualquer movimento. Afinal de contas, eles tinham feito isto muitas vezes antes. Monica foi levada a uma arma��o vertical onde ela foi atada com firmeza. As pernas e os pulsos estavam t�o apertados que impediam qualquer movimento. S� para ter certeza, e para acalma-la aplicaram-lhe e uma inje��o de sedativo. Monica olhou para baixo passivamente aos homens como eles empregavam o aparelho de eletr�lise para remover permanentemente os p�los do seu mont�culo p�bico. Mesmo anestesiada pode sentir a dor cruciante quando o aparelho foi colocado por entre suas pernas e sobre seus l�bios vaginais. Rapidamente eles concluiram sua tarefa e ela estava completamenta lisa, sem um �nico p�lo abaixo do pesco�o. Nos dias seq�entes, os criados come�aram a treina-la ensinando a Monica os sons e os seus significados, atrav�s deles Foram esperados s� certos tipos de vocaliza��es dela. Um relincho alto deveria ser emitido produzido pelo reconhecimento de um comando. Um outro mais curto, mais baixo poderia ser usado como um tipo de cumprimento para outra ponygirl. Foram ensinadas outras li��es, como o pisar incessante, para indicar um estado emocional. Por exemplo, quando aguarda ansiosa para prosseguir em uma a��o, ou simplesmente para indicar impaci�ncia. Monica recebeu v�rias li��es que lhe deram um vocabul�rio variado de express�es vocais e movimentos do corpo que exigiram um longo e �rduo treinamento. Tudo porque estava privada de sua capacidade de falar, o vocabul�rio dos eq�inos, aos poucos, substituiria o vocabul�rio humano . Quando j� estava suficientemente recuperada da cirurgia, Monica foi conduzida � loja do ferreiro, pr�xima da fazenda. L� ela foi presa uma vez mais, com firmeza a uma arma��o vertical. Os pulsos dela, estirados acima da cabe�a, e os tornozelos na extremidade inferior do estrado. Monica estava impedida de qualquer movimento, pois seus bra�os e pernas estavam esticados formando uma esp�cie de X, deixando-a completamente exposta e aberta. "O amigo trouxe a bela �gua para que coloquemos os an�is habituais�? perguntou o ferreiro, com a maior simplicidade? Sim, respondeu Mark, enquanto estudava as formas do belo corpo de Monica. Primeiro, sopesando e conferindo os seios, avaliando o tamanho, a consist�ncia, comprimindo com for�a os mamilos, sem deixar de observar a express�o de dor estampada, pelos olhos e pela contra��o da face de Monica. Conduzia-se como um comprador que avalia o animal que acabara de comprar, apenas um olhar, uma observa��o t�cnica, sem demonstrar a m�nima considera��o. . " Eu acho que os an�is dos mamilos devem ser estes aqui um pouco maiores. Os mamilos dela s�o extremamente longos e grossos. Ent�o estes de duas polegadas de di�metro fiquem bem ", sugeriu o ferreiro. Quando ela ficar prenha e come�ar a produzir leite eu poderei serr�-los, para que os bicos fiquem livres e possam at� ser colocados na m�quina de retirar leite. "Voc� tem raz�o os an�is de duas polegadas de di�metro v�o ficar muito bem nos mamilos ". Segurando o nariz de Monica, Mark instruiu o ferreiro para colocar um anel na membrana que fica logo abaixo da cartilagem que separa as duas narinas. " Um anel de meia polegada ". Mark deslizou suas m�os pelo corpo de Monica, at� que sua m�o direita pousou sobre o sexo de Monica que estava completamente lisa e vis�vel, e Mark continuou. " aqui dever�o ser fixados dois an�is, um cada um dos l�bios e um de duas polegadas fixo no clit�ris dela. Note que o clit�ris desta �gua � longo e parece que n�o foi usado h� muito tempo. Pode perfeitamente sustentar um anel de uma polegada, se duvidar pode sustentar at� dois, mas deixaremos com um s� mesmo. O ferreiro entendeu rapidamente os desejos de Mark. Quando pegou o mamilo esquerdo, observou, e disse para Mark, �este mamilo j� foi perfurado, assim como o outro, observou e informou tamb�m que os l�bios vaginais eram perfurados�.� Porem s�o perfura��es fin�ssimas� Uma vez mais cada um dos mamilos beliscados e esticados. Ela olhava o ferreiro com olhos claramente carregados de horror e do medo que ela estava sentindo. Empregando os pr�prios an�is previamente esterilizados para prevenir e evitar qualquer infec��o. Os an�is eram de a�o, com uma ponta fina de um lado e a outra extremidade oca, preparada para encaixe. O ferreiro perfurou o mamilo de direito de Monica e em seguida o mamilo esquerdo. Sem piedade o a�o pontiagudo penetrou dolorosamente expandindo o tenro tecido, fazendo Monica gritar por duas vezes e permanecer chorando. Ela pode ouvir como seus gritos tornaram-se diferentes dos gritos produzidos por uma mulher inalterada. Se por um lado os gritos serviram para aliviar a dor, por outro, deu-lhe a no��o de quanto alterada ela estava. O ferreiro n�o se preocupou. Momentaneamente, o ferreiro deixou Monica com os an�is abertos tornando-os maiores do que eram. A dor era cruciante. O ferreiro tomou um alicate pequeno e o fechou ao redor da extremidade oca, colocou com um conta gotas uma gota de alcool no orif�cio, e, ato cont�nuo, acendeu um isqueiro incendiou o �lcool. Com um alicate forte e grande apertou o anel, as pontas se fecharam e um estalido demonstrou que a cravilha tinha se encaixado perfeitamente. O ferreiro explicou que provocara uma pequena dilata��o na ponta oca e que quando ela voltasse � temperatura normal seguraria a outra ponta que seria imposs�vel abrir o anel sem cort�-lo com uma serra especial. Demoradamente o ferreiro concluiu seu trabalho nos dois mamilos. Eu criei estes an�is e s� eu posso retir�-los. Estava longe de terminar a agonia, o sofrimento de Monica, pois o ferreiro agora estava buscando trabalhar nos l�bios vaginais. A dor provocada pelos an�is agulhas era t�o grande quanto a que sentira nos mamilos. O ferreiro repetiu toda opera��o como se fosse um ritual, e sentia-se feliz e recompensado quando unia as duas extremidades, fechando os an�is. Ele mesmo elogiava seu trabalho. . Por�m o sofrimento de Monica estava longe de terminar. O ferreiro, sem nenhum pudor, ou constrangimento, afastou a capuz de carne r�sea que cobria o clit�ris e manteve-a afastada com o uso de uma pin�a, ou bra�adeira feita especialmente par isto. O clit�ris de Monica estava duro e enorme, pois seu mestre anterior, h� muito n�o utilizava aquela abertura de seu corpo e n�o lhe permitia que se tocasse, e tamb�m pelo motivo que a dor sempre lhe provocava tes�o. Utilizando um outro anel menor, o ferreiro perfurou a base do clit�ris de Monica, com t�cnica e rapidez. A dor intensa percorreu imediatamente para cima fazendo o corpo de Monica se retesar no primeiro instante, e no instante seguinte, amolecer e come�ar a tremer. T�o alto quanto ela p�de, Monica clamou. At� mesmo depois que os sons cessaram, a boca de Monica permaneceu aberta em uma pantomima perfeita de um grito. Seguindo um procedimento id�ntico para isso previamente usado, o ferreiro fechou o anel do clit�ris dela. Monica ficou na agonizante espera. Mark achou o anel pequeno, por�m o ferreiro disse-lhe que um anel maior poderia atrapalhar e ferir a �gua no caso de uma corrida ou numa longa caminhada. Caso o patr�o, mais tarde quiser troc�-lo por outro, o senhor traga-a de volta. Po �ltimo o ferreiro inseriu o anel no nariz de Monica. Para ela este foi o menos dolorido, por�m, era ,sem d�vida, o mais humilhante. Este a marcava, visivelmente, para sempre como um animal. As l�grimas flu�am dos olhos de Monica, al�vio, dor e vergonha se misturavam em seus sentimentos. Finalmente ela foi libertada da arma��o vertical. Estava quase sem for�as para caminhar, ela teve que ser segurada pelos ombros por um par de criados que a dobraram sobre um cavalete acolchoado, apenas seguraram seus bra�os, enquanto as pernas foram atadas �s pernas do cavalete, o ferreiro, abriu suas n�degas e enterrou um dos dedos, ainda com a luva cir�rgica, em seu buraco traseiro, amaciou-o, fez com que ficasse relaxado sem usar qualquer tipo de lubrificante, em seguida, pediu a um dos criados que trouxesse o rabo de crina. O plug anal, parecido com um carretel, tendo uma ponta arredondada foi introduzido por aquela passagem e ficou fixo, a parte fina presa pelo esf�ncter e a mais protuberante, a pois a parte que estava al�m dele, era mais grossa. Os criados a conduziram at� o carro que a levaria de volta para sua nova casa. Podia se dizer que o ferreiro completara bem sua tarefa. J� na fazenda Monica foi levada meio arrastada para seus novos aposentos, os est�bulos. Levada para uma baia, com o ch�o forrado com palha, os pulsos de Monica foram presos em uma viga. O sol entrando pela porta, que ficava � esquerda , dava uma bela vis�o da nova ponygirl. " Bem, pelo menos agora voc� j� se parece como uma bela potranca ". O Mark se levantou em frente de Monica, Pela primeira vez ela pode ver como ele era grande, forte e bonito. Com uma bucha Mark ajudou o criado a esfregar e lavar o corpo pendurado. Nunca mais ela tomaria banho sozinha, estes seriam administrados pelos empregados, quando achassem conveniente e necess�rios. " Deixe me ver, voc� precisa de um nome. Aquela juba salientou-se na escurid�o e ela determinou seu novo nome . A cor desta juba lembra uma �guia e �guia ser� seu novo nome ". Mark determinou ao criado que colocasse na entrada daquela baia o nome de �guia ". A noite, a vida anterior de Monica veio a sua mente como se fosse um sonho, agora ela n�o s� era um animal, ela n�o era mais Monica, n�o era mais uma graduada em curso superior. Enquanto as l�grimas escorriam pela sua face, ela se lembrava. Filha de fam�lia rica do interior, ganhou de presente uma viagem para o exterior, como j� conhecia mestre Ghor, e estava se envolvendo e encantada com ele, deu a passagem para uma amiga viajar em seu lugar e entregou-se �quele que at� o leil�o tinha sido seu propriet�rio. Seus documentos foram substitu�dos e ela, t�cnica e legalmente n�o mais existia. Lembrou-se de como carinhosa e emocionante tinha sido sua entrega como escrava, uma cerim�nia linda, na qual ela tinha recebido os an�is de ouro nos mamilos, nos l�bios vaginais e tamb�m no clit�ris. Nada compar�vel com a brutalidade como foram aplicados, hoje, os desproporcionais an�is de a�o. Por alguma raz�o h� pouco mais de um m�s seu mestre vinha evitando sua companhia. Mas nada que ela pudesse reclamar, pois o contrato que assinara lhe dava todas as prerrogativas sobre ela. Poderia fazer o que bem entendesse, poderia, inclusive se desfazer dela, como o fez. Sua vida com mestre Ghor tinha sido emocionante e ela esteve, durante todo esse tempo em permanente estado de tes�o, sendo surrada, ora com carinho, ora com viol�ncia, mas recebendo, como compensa��o, sexo por todos os orif�cios de seu corpo. Agora estava sendo maltratada, estava com tes�o e seu sexo n�o era nem lembrado. Bem que ela gostaria de ter, pelo menos por um momento, a ferramenta de Mark dentro de seu corpo, mas isso, pelas circunst�ncia, jamais aconteceria, ele n�o iria se dispor a fazer sexo com um animal. E pendurada ali passou a noite dormindo e sendo acordada, pelo desconforto da posi��o e pela dor, nos seu mamilos e sexo Cap�tulo 3 Treinamento " Caminhe! Trote! Corra! Vadia. Entenda logo �gua est�pida, isso n�o � t�o dif�cil. Erga seus joelhos quando voc� trotar "! �guia, at� bem pouco tempo, uma promissora formada em um curso superior, estava recebendo li��es dos fundamentos para se transformar em uma potranca, ou ponygirl. E ela tinha consci�ncia que �eles� obteriam �xito em seu empreendimento, pois tinha paci�ncia e metodo, e usariam, sem qualquer pudor, cerim�nia, ou pena, a dor, a fome, o confinamento, seriam utilizados como meios para conseguir o que pretendiam. Mais cedo, ou mais tarde o seu subconsciente estaria dominado, e ela seria apenas e t�o somente, mais uma �gua entre tantas outras, daquela, e de outras fazendas. Arreada a um dos carros de uma pessoa que ela tinha visto na chegada, com o treinador dela no controle, imediatamente encaminhou-a para uma caminhada na arena oval e o melhor que poderia fazer era aprender a obedecer e obedecer as instru��es do treinador dela. Qualquer engano, qualquer vacilo o feltro preto com bolinhas de chumbo do chicote do treinador, descia sobre seu corpo provocando dor e marcas. Logo as cicatrizes de v�rias chicotadas do chicote do treinador, estavam estampadas em seu corpo. Ele demostrava per�cia particular no uso do chicote. �guia percebeu rapidamente a correla��o entre o erro dela e a severidade, e a dor provocada pela ponta, ou pela maior extens�o com que o chicote atingia seu corpo. Uma ofensa de arrendador podia resultar em um golpe de chicote em um dos ombros dela. Um erro maior podia resultar em chicotadas nas tenras n�degas dela e se reincidisse na infra��o particular o chicote atingia sem piedade os l�bios da vulva. Os erros foram mais freq�entes, uma pisada em falso, um desequil�brio, eq�ivalia a uma chicotada mais leve, ap�s o reconhecimento do terreno, o treinador colocou uma venda sobre seus olhos e ela tinha de caminhar apenas sob os comandos dele. Isto provocou uma onda de chibatadas, mas aos poucos aprendeu a ouvir e agir e isso lhe deu confian�a em seu mestre e em si mesma. O mestre estava colocando para �guia uma sucess�o b�sica de movimentos de ponygirl. �guia tinha de dominar e reconhecer todos eles antes que ela fosse testada em uma corrida. �guia, aos poucos ia aprendendo a real�ar seu modo de caminhar. Caminhar para ela, agora, era um tipo de arte. Ela foi ensinada como elevar os joelhos dela o mais alto poss�vel quando dava um passo. Um p� firme no solo, enquanto o p� oposto era exposto t�o alto quanto ela, a ponygirl pudesse conseguir sem afetar seu equil�brio. Logo depois aprendeu o trote. O trote n�o era apenas uma vers�o mais r�pida do passeio, neste o peso da ponygirl era colocado sobre as pontas dos p�s . Os sapatos usados pelas ponygirls n�o possu�am saltos. Portanto, a ponygirl tinha de aprender equilibrar-se nas pontas dos p�s e aprender a utilizar a energia natural armazenada nos m�sculos das suas pernas . Aos poucos eles iriam sendo refor�ados pelos treinamentos, tornando-se mais duros e mais fortes. Os tend�es das pernas, pelos constantes treinamentos, deixariam de ficar doloridos mesmo se lhes fossem exigidos os mais duros e mais prolongados trabalhos, eles continuariam impelindo a ponygilr , tal t�cnica para ela, �guia, n�o era dificuldade, ela quando M�nica era uma boa corredora e sempre empregara a t�cnica dos �ndios que corriam sempre nas pontas dos p�s. O andar �hip�crita� era essencialmente uma vers�o mais r�pida do trote. Era s� exagerar para cima e para baixo os movimentos das pernas .. Finalmente l� estava ela correndo. Aqui o espet�culo acaba. Toda a �nfase � colocada em fun��o da velocidade. A maneira dos p�neis correrem, n�o era diferente da maneira normal da corrida de um humano normal. Nenhum esfor�o diferente era exigido. O que dificultava o equil�brio era a exig�ncia de que os bra�os da ponygirl continuavam presos �s costas. Esta era a diferen�a entre uma corrida de ponygilr e a de uma garota. Um equipamento standart prendia os bra�os da ponygirl era uma barra T-amoldada curta com pulseiras em cada uma das tr�s extremidades. As pulseiras da parte horizontal fixavam a parte superior dos bra�os da ponygirl, enquanto a pulseira da extremidade vertical prendia os pulsos. S� as ponygirls mais completas e perfeitamente treinadas, era permitido puxar os carros com os bra�os livres, isto normalmente significava que s� as ponygirls nascidas em cativeiro e que n�o conheciam, consequentemente, nenhum outro tipo de vida. Durante os treinamentos, o treinador, foi aos poucos, aplicando as pe�as do arreio. Como acontece com a introdu��o do arreio, em qualquer potro, ou potra, �guia resistiu � coloca��o do freio em sua boca. Uma barra de ferro niquelado em forma de U provida de an�is para as r�deas e seus fins, o que se poderia observar � que o freio encaixava-se perfeitamente entre os dentes. Uma coura�a de correias de couro foi ajustada na cabe�a e nelas, uma aba de cada lado servia de tapa olho, impedia a vis�o lateral. Com as r�deas afiveladas firmemente � parte de tr�s da cabe�a de �guia. �guia n�o tinha nenhuma esperan�a de escapar daqueles aparatos. Um dos criados da fazenda, segurou com firmeza os pulsos, mantendo-os as costas de �guia. Mark tinha entrado com o freio em suas m�os. Ele adorou o porte da nova ponygirls . �guia tentou manter a boca fechada, mas os criados souberam facilmente acabar com sua resist�ncia. Um dos criados segurou seu nariz fechando-o ao extremo, obrigando-a a abrir a boca para respirar. Ela tentou resistir, mas a necessidade de respirar foi mais forte. Aproveitando-se da chance, Mark empurrou o freio por entre os dentes de �guia. A r�dea foi fixada firmemente atr�s da cabe�a da �guia. Em cima dos ombros de �guia foi colocada a coura�a de couro pr�prio para uma ponygilr. Foi afivelado pela parte de tr�s, a altura da cintura, parecia um corpete, na parte da frente, as duas meias ta�as sustentaram os amplos e belos seios de �guia. Os mamilos com os an�is ficaram perfeitos, fora daquelas ta�as. Agora ela estava parecendo com a ponygirl que �guia tinha visto quando ela saiu do tablado do leil�o, faltavam os pequenos sinos serem pendurados nos an�is dos seus mamilos. Os an�is dos l�bios vaginais de �guia foram fixados �s correias das coxas por meio de finas tiras de couro. Tal provid�ncia manteria a vulva totalmente aberta, e isto lhe parecia sem prop�sito. Assim a parte interna, a carne cor de rosa ficava humilhantemente exposta. �guia estava sendo privada de qualquer fragmento de pudor ou vergonha. Ao contr�rio, deveria sentir orgulho dos seus belos e amplos seios e sua vulva completamente expostos, eles deveriam, em conjunto oferecer uma bela e estimulante vis�o. Todo este treinamento, todo o aparato foi sendo administrado aos poucos e ela j� estava adquirindo confian�a e respeito para com seu treinador, e aprendia o que ele desejava, aos poucos, sem perceber, estava querendo aprender. Os treinamentos eram administrados, na parte da manh� na arena oval, vez por outra em estradas de terra dentro dos dom�nios da fazenda, quando o sol ficava mais alto e forte era ela levada para um galp�o coberto. Uma correia, pendurada no colarinho, assim como, uma outra correia que partia dos antebra�os, era atada � ponta de um varal, fixo a um poste central e ela era obrigada a dar voltas e mais voltas. O treinador, por meio de manivelas podia aumentar ou diminuir o peso do varal . O treinador, ora colocava ora tirava sua venda, enquanto comandava os tipos de passos ou de corrida. Estava sendo preparada para ser atada a uma charrete. Estava ficando, para sua pr�pria tristeza, ansiosa por se igualar �s outras �guas que j� tinham adquirido o status de puxadoras de carros. N�o demorou muito para que ela fosse ligada pela primeira vez a um carro de p�nei, de acordo com a vontade de Marck. " Voc� se acostumar� com o freio em sua boca. Logo voc� aprender� a se comportar ". Mark pela primeira vez esfregou a m�o direita dele contra os flancos nus dela. �guia saltou ao toque dele. " Voc� ser�, sem d�vida uma boa �gua�. �Depois de um tempo voc� come�ar� a desejar o meu toque, ou , o toque de qualquer homem. Voc� viver� para ser o pasto de algum potro, e para a corrida�. �Se voc� ter� �xito, n�o sabemos, vai depender de v. e das advers�rias que v. ter� pela frente, e eu n�o tenho nenhuma d�vida que voc� ter� �xito, n�s a estamos preparando para ele. Depois de suas vit�rias Eu alugarei um reprodutor humano de qualidade, Esmeralda, minha advers�ria, mas minha amiga tem alguns bons para acasalar e enxertar v.. Eu estou seguro que voc� � capaz de gestar muitas potrinhas e potrinhos. Estes seus peitos, grandes, produzir�o muito leite, e n�s termos muito prazer em ordenha-los. N�s lhes administraremos horm�nios sint�ticos em ambos os peitos para estimular e aumentar sua capacidade de lacta��o. Essas amplas tetas ir�o inchar quando ficarem cheias de leite ". �guia olhou para Mark com tristeza e indiferen�a. Era estranho que ele n�o a desejasse, n�o a tivesse como um objeto sexual, ele a possu�a como um animal, Como ele poderia fazer isto a ela? Monica queria gritar, mas o que ��guia� conseguiu foi um esp�cie de um relincho estridente e Mark sorriu ao ouvir o relincho de sua ��guia�, sem jamais desconfiar que naquele momento ela o estava odiando, para ele a nova ponygirl estava se tornando mais cavalo a cada dia de treinamento. Era a primeira vez que Mark apareceu desde o dia que a tinha arrematado e ficou assistindo o trabalho do treinador ensinando e domesticando e treinando a nova potra. Ficou at� a pausa para o almo�o, quando Mark quis saber dos progressos de sua �guia. " Como ela est� se saindo "?, Indagou Mark. " Eu penso que, com um pouco mais de treinamento, o senhor ter�, finalmente, uma vencedora. Tem boa estatura, bom equil�brio, forte complei��o f�sica e musculatura nas pernas longas e bem torneadas. � um belo esp�cime. Suas pernas tem muita for�a e seu poder de arranque � incr�vel. Ela precisa perder um pouco de gordura acumulada nas n�degas e nas cochas e firmar os m�sculos do ventre e da barriga, para isto eu j� preparei um programa de treinos intensivos e uma alimenta��o mais adequada, ao que parece seu antigo dono deixou que ela se descuidasse. D�-me algum tempo e eu a terei em forma, e durante esse tempo terei, tamb�m, suas atitudes corretamente ajustadas "., foi a resposta do treinador. Mark estava muito contente com a avalia��o do treinador. O desempenho de �guia na corrida, deixou-o muito impressionado. Ela poderia at� mesmo bater a �gua preta. Desde o seu primeiro dia de treino, enquanto o seu treinador se ausentava para almo�ar, �guia ficava presa, pelas r�deas em um lugar apropriado para o estacionamento, o suor escorria pelo seu corpo. Suor provocado pelo esfor�o despendido na corrida e no varal e tamb�m pelo sol forte do meio dia. No come�o do dia, antes de se iniciarem os trabalhos com os treinos, o criado passava uma quantidade razo�vel de creme protetor de pele com filtro solar e ela podia sentir que ele fazia seu trabalho com grande prazer, deleitando-se e aproveitando-se de que ela estava presa e nua, para explorar seus seios e seu sexo. Ela nada podia fazer para se defender e nem podia evitar que seus mamilos ficassem duros e nem t�o pouco evitar que seu sexo ficasse �mido ao toque do criado. O criado obviamente desfrutava ao m�ximo a tarefa dele. Ap�s da primeira etapa de treino, que ocorria desde o sol aparecer at� o meio dia, o filtro solar tinha sido eliminado pela transpira��o abundante. Ela esperava que algu�m reaplicasse mais lo��o antes que sua pele queimasse sob aquele sol. Um criado libertava �guia temporariamente do carro de p�nei e a guiava, puxando-a pelas r�deas e levando-a at� um cocho com �gua. No primeiro dia ela olhou o criado com assombro. Desde o primeiro dia que fora colocada em treinamento o criado mostrava como � que ela iria beber �gua, sem que algu�m lhe ajudasse com os bra�os presos �s costas. Como � que ele queria que ela bebesse daquela �gua? Diante de sua indecis�o, o criado ordenou que ela ficasse de joelhos. � V� como essas outras �guas bebem? Voc� far� o mesmo "., gritava o criado. Alguns metros ao lado, separadas por t�buas, um par de �guas humanas estava abaixadas sobre os joelhos para beber. Aparentemente n�o estavam em treinamento no momento pois os bra�os delas estavam livres, mas mesmo assim elas n�o utilizavam as m�os para facilitar o modo de beber a �gua do cocho. Elas estavam igualmente nuas e a nudez era , aparentemente, a condi��o natural de uma ponygirl. �guia persistiu olhando, observando que durante todo o tempo elas n�o fizeram, absolutamente, nenhuma tentativa de utilizar suas m�os. Ao inv�s, ambas mantiveram os bra�os delas humildemente colados aos seus corpos enquanto sorviam a �gua fresca. �guia estava encantada pela vis�o e ao mesmo tempo preocupada com o quanto elas, e agora ela, tiveram de apanhar, e serem castigadas para aceitarem a condi��o que lhes era imposta?. Como ela estava observando, uma das ponygirls, quando se levantou olhou diretamente para os olhos de �guia. Num momento deste, alguns dias depois ela pode perceber que a sua vizinha de baia estava gr�vida. A barriga nua e inchada chamava a aten��o, e ela estava linda. Elas mantiveram o olhar por alguns segundos e emitiram, quase que juntas um som alto, como se estivessem se cumprimentando, ou se lastimando pela situa��o que se encontravam. Era como se a ponygirl estivesse tentando lhe dizer apenas oi. �guia retornou depressa a realidade por um tapa bastante forte nos flancos nus dela. " Ajoelhe-se agora e beba, caso contr�rio ficar� sem �gua . Eu n�o tenho o dia todo para v.. Relutou durante dias a se submeter, mas invariavelmente, desde o primeiro dia, �guia cedeu � sua sede e caiu sobre os joelhos para beber. No princ�pio beber a �gua era uma dificuldade, com o passar dos dias, a tarefa foi se tornando mais simples, porque foi se adaptando, buscando a melhor inclina��o, o melhor angulo e a maneira correta de sugar o l�quido. O mesmo aconteceu com a alimenta��o. Depois que �guia tomava sua �gua, outro criado trazia o almo�o. Dentro de uma bolsa de alimento pr�pria para cavalos, os criados colocavam uma mistura de gr�os e alguns legumes crus e esmagados, isto nos primeiros dias, �guia resistiu a essa alimenta��o por quase dois dias, depois experimentou por absoluta intensidade da fome. Dias depois eles passaram a alimenta-la com pelets de alfafa e peda�os de ma��. Tamb�m misturado � comida um anticoncepcional. O treinador de �guia fez um programa alimentar a base de vegetais, frutas, cenouras, cevada e germe de trigo, alimentos que lhe dariam for�a e vigor, mas que n�o lhe dariam uma grama de gordura. Nos dias seguintes a bolsa de alimento era presa por uma cinta afivelada na parte de cima da cabe�a, assim ela poderia alimentar-se sem o uso das m�os . Ela estava sendo treinada para esquecer o uso das m�os, animais n�o se utilizam das patas para se alimentar, e este seria mais um tra�o acrescentado � sua personalidade para afast�-la ainda mais dos seres humanos, e at� ela esquecer como se usa as m�os, seus bra�os seriam mantidos presos �s suas costas. A cada dia ap�s a alimenta��o, ela , sentindo que restos de comida estavam grudadas em seu rosto, instintivamente queria retir�-las, isso a deixava nervosa at� que um dos criados mais atento, vinha limpar sua face. Como os homens assistiam, como ela se procedia, estas tarefas de beber �gua e se alimentar transformavam-se em mais uma humilha��o que �guia tinha de passar sem ter escolhido, diferente das humilha��es que sofria de forma consensual com seu mestre anterior Depois do almo�o ela, como as outras, ficavam horas esquecidas dentro dos galp�es, na maioria das vezes com as r�deas presas para o alto de forma a impedir que se encostassem e se deitassem para um descanso. Quando o sol estava mais baixo, o treinador reassumia suas fun��es e reiniciava os treinamentos, algumas vezes prendia caneleiras com pesos, e ela podia sentir o quanto isso dificultava e tornava suas pernas e corpo doloridos ao final dos treinamentos, que inclu�am os movimentos dos passos de passeio, do trote, do � hip�crita�, e at� a corrida. �s vezes ele aumentava os pesos, outras ele os diminu�a, havia sempre um m�todo, a cada tarefa conclu�da com �xito, ele a acarinhava, quando errava ele a chicoteava, e �s vezes o chicote era usado para o estimulo, como se estivesse dizendo, vamos voc� pode, voc� consegue, voc� ainda tem uma sobra de for�a, porque v. n�o a utiliza. Ele a levava at� quase ao esgotamento, treinava-a at� perceber que ela j� n�o tinha mais condi��es e s� ai, quando ele, e n�o ela, percebia que os limites daquele dia tinham sido superados ele, finalmente a livrava do carro do carro de p�nei e era conduzida para dos est�bulos. Ali ela viu a quantidade de ponygirl, negras, caucasianas, orientais mesti�as, como ela. Mesti�a por que ela era descendente de �ndios, seu av�, atlanto mediterr�neo casara-se com uma �ndia linda, logo, seu pai transferiu-lhe alguns genes ind�gena. Eram todas muito bonitas, podia-se dizer que Mark possu�a um belo plantel, que tinha bom gosto. O que chamava a aten��o � que algumas eram muito jovens, imberbes, talvez fossem as crias que tinham nascido na fazenda de Mark e que n�o conheciam al�m das cercas (constitu�das de uma murada muito alta, escondida por uma exuberante vegeta��o) e n�o tinham nenhuma no��o da exist�ncia de uma outra possibilidade de vida que n�o fosse a de ponygirl. �guia demorou para se reencontrar com a ponygirl gr�vida, quando a encontrou emitiu um som baixo em um tom que achava reverenciai, o que parece ter sido entendido e aceito. �guia ficou aturdida, como seria estar gr�vida, tal id�ia nunca lhe tinha passado pela cabe�a, uma vez que tinha se entregue como escrava, e imaginava que seu ou seus mestres jamais iriam querer que ela ficasse gr�vida, pois eles a possu�am como um objeto para sexo, ou como uma mo�a f�cil pronta a lhes proporcionar prazer e toda a aten��o, j� uma gravida dava trabalho e tinha acessos nervosos, vontades que deveriam ser satisfeitas. Tornavam-se um problema. Corvo desejou saber o que deve ser gostar de crian�as e mant�-las em um lugar assim. S� o fato de pensar, que Mark, seu novo propriet�rio tinha falado, que iria enxert�-la ap�s algumas corridas, fazia com que ela tivesse �nsia. Ali, atr�s das baias de Corvo, o criado soltou seus bra�os que estavam presos �s costas e uniu os pulsos � frente e prendeu-os em uma viga alta. Libertou-a dos arreios e com uma mangueira conectada a uma torneira de �gua fria ele enxaguou toda a sujeira e suor que tinha impregnado seu corpo durante todo o treinamento. De um balde veio a �gua misturada com sab�o, que com auxilio de uma bucha, foi passada em seu corpo at� que ficasse limpo. Ele deu aten��o particular aos peitos de Corvo. Depois da lava-los demoradamente, ele passou a levant�-los com ambas as m�os. Como se estivesse avaliando o peso e a firmeza de cada um deles, apertando-os cuidadosamente observando as rea��es que isto provocava na mais nova potranca da fazenda. Olhando para baixo, �guia pode ver a protuber�ncia que se avolumou sob as cal�as do criado. Logo o criado voltou sua aten��o para a vagina de �guia. Os l�bios da vagina que ainda estavam doloridos por terem passado o dia, abertos por estarem ligados �s correias presas as cochas. N�o se preocupando obviamente com o desconforto que ela pudesse sentir, o criado a lavou �rea vaginal vigorosamente. Esparramando os l�bios separadamente puxando-os, esticando-os com os dedos da m�o esquerda , o criado enterrava dois dedos da m�o direita, procurando atingir o mais profundamente a vulva de �guia. �guia saltou para tr�s com a intrus�o inesperada. O criado segurou-a firmemente pela carne sens�vel e continuou fazendo seus dedos entrarem e sa�rem de dentro dela. Ela estava se odiando por que come�ou a sentir prazer e sua buceta demonstrava que ela estava aprovando porque estava ficando cada vez mais quente e irremediavelmente lubrificada. Sem sentir ela deixou escapar suspiro que mais parecia um relincho o que levou o criado a continuar trabalhando na sua buceta cada vez mais molhada. O criado foi ficando cada vez mais empolgado com o que estava fazendo, n�o resistiu baixou as cal�as cal�a e enterrou seu cacete feio e enorme nas carne de �guia, ela de inicio ficou espantada com a atitude de criado . Ela praticamente foi estuprada. Ele a segurava pelos quadris, afastando o rabo que pendia por entre suas n�degas, preso pelo esf�ncter, o cacete ia e vinha na vagina de �guia. Ele entrou nela sem qualquer dificuldade. Sem perceber, mesmo pendurada ela empurrou suas n�degas para tr�s para auxiliar e facilitar aquele m�sculo para dentro dela. Apesar dos sentimentos de avers�o, no in�cio, agora ela estava sendo levada para um orgasmo e emitia uma s�rie de baixos relinchos como se estivesse incentivando o criado a continuar o que estava fazendo. Os empurr�es dele come�aram a fazer bem a �guia. Fazia tanto tempo que n�o sentia um cacete dentro de si que mesmo sendo for�ada, esqueceu de sua humilhante condi��o em que estava vivendo, come�ou a aceitar as violentas enterradas produzidas pelo criado aos poucos, foi se adaptando ao ritmo e come�ou a movimentar seus quadris contribuindo para seu prazer e pelo prazer que o criado poderia ter usando-a. Mas ela tamb�m estava sentindo prazer, e relembrou quantas vezes seu mestre a tinha levado �s nuvens, mantendo-a amarrada e ao final usando sua boca ou a passagem por entre suas n�degas Agora ela pedia, sem ser ouvida, para que o criado resistisse por mais tempo. E ele, sem ouvir atendeu, at� que exclamou " Oh dane-se, eu vou gozar ". Com aquele an�ncio o criado expeliu seu s�men nas profundezas de �guia. Quase simultaneamente o corpo de �guia tremeu subjugada pelo pr�prio orgasmo. Assim que o criado retirou seu cacete, o s�men escorreu pelas cochas de �guia. Ele jogou �gua e limpou-a " Eu acho que v. seria uma boa prostituta, c�us eu amo este trabalho. Pensar que eles me pagam fazer isto "., elas me d�o muitas alegrias e prazer. Procedendo como se nada tivesse acontecido, o criado libertou os pulsos que estavam presos na viga. " Agora est� na hora de comer "., ele lhe falou, parece que v. teve um dia dif�cil, falava enquanto prendia as m�os para tr�s, estou preparando-a para o jantar . Uma vez mais um saco de alimento foi colocado sobre o pesco�o de Corvo. Como ela teve durante o almo�o, �guia se alimentou sem o uso das m�os . A comida, depois de v�rios dias j� n�o parecia t�o ruim quanto no in�cio. Neste dia, especialmente as cenouras, a cevada, os pelets de alfafa e outros legumes, juntados � fome que ela estava, transformaram-se em um banquete. Isto aconteceu invariavelmente a cada final de dia, exceto ser possu�da, estrupada, isto demorou para acontecer, antes ela assistiu acontecer com as outras potrancas, e nunca com ela, ela estava receosa, e ao mesmo tempo tesa, com desejo, pronta para ser invadida, depois dessa noite, outras noitadas vieram, era comum ela ouvir o barulho caracter�stico de sexo acontecendo com uma ou com outra �gua, assim como as outras ouviam o que o criado estava fazendo com ela, e isto aos poucos se tornou uma alegria. Ela j� estava aceitando o destino que lhe reservaram. Depois que �guia terminava o jantar, o criado a conduzia para fora do est�bulo para uma latrina aberta. Retirava o plug anal e ficava assistindo o esfor�o que ela fazia para eliminar sua urina e suas fezes. �guia ficava sempre ruborizada, agachada. Nenhuma privacidade era permitida. Hoje e em qualquer momento de sua vida No retorno para o est�bulo �guia foi presa �s argolas fixas nas paredes da baia . No ch�o uma camada grossa de palha fresca, o criado prendia primeiro os pulsos e em seguida os tornozelos nos an�is da parede da baia. Estirada longitudinalmente na palha com os pulsos presos na frente e os tornozelos presos para tr�s, era dif�cil passar a noite. Apesar do desconforto �guia, devido ao estado exaust�o que era levada, tanto pelos treinamentos, quanto pelas trepadas dos criados, o sono n�o tardava a chegar e s� acordava quando um dos criados resolvia usa-la durante � noite, ou de madrugada. Quando isso acontecia, o dia seguinte era desastroso. Ficava cansada r�pido, errava e apanhava mais que nos outros dias, al�m do que deixava seu treinador furioso. O treinamento de �guia se estendeu por v�rios meses. �guia mudou. J� n�o era Monica , a rec�m formada pela universidade. A pele queimada pelo sol fazia com que seus olhos verdes se sobressaissem, tornando-a mais bonita. Os m�sculos das pernas bem torneadas, agora eram vis�veis, A cintura mais fina e a musculatura do ventre e da barriga era firme. Podia se dizer que hoje ela era mais ponygirl que a bela �gua preta. A combina��o de recompensa e castigo aplicada pelo treinador e pelo pessoal da fazenda alterou condi��o mental dela. Ela se transformou numa bela �gua puxadora de carro e dava a impress�o que se sentia orgulhosa do que fazia e como fazia. Negar os desejos do mestre era ruim, e ela tamb�m aprendeu isso. Agora ela esperava as corridas di�rias, mesmo �quelas em que o treinador aumentava o peso na pequena charrete, acrescentando sacos de milho, ou de areia. Quando eles eram retirados ela vibrava com a velocidade que conseguia atingir, isto parecia ser recompensado pelos prazeres noturnos proporcionados pelos criados. Podia se dizer que ela j� estava habituada a ser possu�da por eles. Aguardava com tranq�ilidade a hora do banho, a bolsa de comida, e, obviamente o cacete daquele que estivesse cuidando dela. Os criados tamb�m se utilizavam sempre de sua vagina, poucas vezes eles utilizaram seu orif�cio traseiro. Antes de ser levada para a corrida, Mark levou-a para algumas exposi��es, ela concorreu em algumas categorias, ganhou alguns pr�mios de segundo e terceiro lugar, apenas em uma exposi��o, onde ela participou de um concurso de comandos ela ganhou em primeiro lugar, e um primeiro lugar em um concurso paralelo de deslocamento de peso em uma charrete. Nestas exposi��es, havia sempre lojas com artigos novos exclusivos para ponygilrs, e foi depois de uma exposi��o destas, que ela ganhou um par de patas novas, leves e firmes. Mark e o treinador cal�aram-lhe as botas e injetaram nela, por uma esp�cie de v�lvula, uma quantidade de borracha de silicone que envolveu totalmente seus p�s. Nesse dia ela ficou com as pernas presas sem movimento at� que o silicone endurecesse, no dia seguinte, as correias das novas patas foram apertadas. Eram confort�veis, mais leves, mais altas o que lhe daria um ganho de alguns cent�metros em cada passada, e isto poderia ser decisivo em uma corrida. Em uma dessas exposi��es ela viu seu antigo mestre Ghor, ele n�o a reconheceu ou fingiu que n�o a reconhecera, viu tamb�m, uma senhora com quem conversara h� muito tempo, ela a reconheceu e tentou se comunicar com ela e ela respondeu apenas com o olhar, mas ela representava uma esperan�a. Estas lembran�as eram como fiapos em sua mente modificada, mas n�o deixou de chorar quando ouviu dois senhores conversando sobre um acidente com um avi�o no qual faleceram o fazendeiro, sua mulher e um filho, justamente seus os pais de M�nica. Ela ficou desesperada e triste por mais de uma semana, depois se conformou por que nada poderia ser feito. A temporada das corridas estava se aproximando. V. acha que ela est� pronta ? perguntou Mark ao treinador. �Acho conveniente faze-la participar de corridas em outros estados para fazer com que ela se habitue � competir para depois coloca-la neste campeonato mais forte�. Mark concordou com a id�ia e eles come�aram a viajar de um lugar para outro. Quando de avi�o, ela ia em uma jaula especialmente constru�da, quando por terra ia no reboque, tamb�m especial, todo forrado para que n�o se ferisse. Em uma dessas corridas, pr�ximo da cerca, ela viu seu pai, deduziu de imediato que tinha entendido erradamente a conversa que ouvira na exposi��o, mas estava at�nita com o comportamento dele, pois jamais pensara que seu pai pudesse estar envolvido com fazendas de cria��o de ponygilrs, mas ficou feliz por ele estar vivo, isto lhe trouxe novo animo. Ela ganhou com facilidade todas as corridas das quais participou e o treinador falou para Mark que n�o seria mais necess�rio outras competi��es, o neg�cio era voltar para casa e se preparar para a temporada. O Mark olhou para �guia e sorriu. Bater a �gua preta de Esmeralda era o objetivo principal. Finalmente ele conseguira uma �gua capaz de colocar Esmeralda no lugar dela. Por todos estes anos Mark perdeu, com suas �guas. As corridas foram todas vencidas pelas �guas do est�bulo de Esmeralda. Indubitavelmente elas foram sempre bem superiores, agora desenhava-se a oportunidade de bate-la em sua pr�pria raia. Os dois homens discutiam os pr�ximos eventos, definiam as t�ticas a serem empregadas, enquanto �guia permanecia atrelada ao carro de p�nei. Com as pernas dela esparramadas, oferecia uma bela vis�o de sua vagina, quando os homens passavam ela a erguia os amplos peitos orgulhosamente. Ela desejava que os dois homens terminassem a conversa de forma que ela pudesse voltar ao treino. �guia emitiu um relincho alto para indicar sua impaci�ncia . O treinador a soltou, deixou-a livre para correr, ela amava isso. Cap�tulo 4 Dia de Corrida No dia anterior ao da corrida, tr�s outras ponygirls foram agrupadas em um reboque de cavalo. Id�ntico aos reboques que transportava cavalos, o reboque separado em duas baias longas por t�buas acolchoadas. Duas ponygirls em cada baia. As ponygirls treinadas eram considerados mercadoria valiosa, cada delas foi embrulhada em uma manta leve como prote��o para a viagem. Sob a manta elas continuavam, como sempre, completamente nuas, perfeitamente depiladas. As m�os e bra�os eram frouxamente presos para tr�s. As correias que saiam dos seus colares foram presas aos an�is previamente fixos nas paredes do reboque, isto permitia que elas fossem deitadas ou de p�. Elas estavam sendo consideradas como animais e como animais estavam sendo transportadas. Atrav�s da estreit�ssimas frestas ela e sua companheira podia ver parte da paisagem externa. Nada daquela parecia familiar para �guia. Passando por um pequeno povoado �guia viu uma mulher livre que caminhava pela rua. Esta vis�o provocou l�grimas nos olhos de �guia por ter se lembrado em um relance muito r�pido de sua vida anterior. A sua companheira de baia e de infort�nio pressentiu a tristeza de �guia e deixou sair um relincho macio e move-se recostando sua cabe�a nos seios de �guia, como se quisesse afag�-la. Esta tentativa �bvia de conforto por esta ponygirl na mesma situa��o que ela, apenas serviu para ressegurar, ou confirmar a impossibilidade dela retornar, um dia, � sua condi��o natural de vida. Depois de v�rias horas de viagem eles entraram na fazenda onde seriam realizadas as corridas. �guia tentou como p�de para apagar da sua mente todos os pensamentos da liberdade. Fez um esfor�o para se concentrar no objetivo daquela viagem, no objetivo de seu propriet�rio e do seu treinador, Ela estava determinada a aceitar que era uma ponygirl e se esfor�aria para vencer as dificuldades que lhe impuseram e as carreiras que viessem pela frente. Elas foram conduzidas para fora do reboque. V�rios reboques estavam chegando de outras fazendas ao mesmo tempo, a atividade era intensa. Dezenas de ponygilrs podiam ser vistas, os motoristas, os criados, treinadores e donos. Logo os criados come�aram a se movimentar levando consigo suas parelhas para dentro dos est�bulos, e cada uma delas foi conduzida para dentro de uma baia individual. Da baia onde �guia estava era poss�vel ver a raia de corridas. Teve a impress�o de ser um pouco maior que a da fazenda de seu dono. Esta, como em outras raias que estivera, possu�a o port�o de largada. Um carro com v�rias baias e uma port�o para cada uma delas. Assim que fosse dado o sinal os port�es se abriam e come�ava a corrida Embora ela tivesse mais treino em partir lan�ada, ou seja a partir de uma linha, os port�es n�o lhe representavam dificuldades. Localizado mais adiante estava o posto de revis�o m�dica e pesagem. Na reta de chegada as arquibancadas com os camarotes, e ao redor da cerca da raia, as pessoas podiam se concentrar para ver mais de perto o desempenho das ponygilrs. Isto j� n�o era mais novidade para ela, pois as corridas que tinha feito em outros estados, fizeram com que ela se acostumassem com a presen�a da multid�o e estar nua em frente a milhares de pessoas j� n�o lhe trazia constrangimento. Assim que foram acomodadas, os criados lhes deram banho e alimentos, assim como as levaram, uma a uma para que fizessem suas necessidades fisiol�gicas e tornaram a lava-las e as deixaram descansando. Bem a tarde elas foram levadas para a apresenta��o aos apostadores. Depois voltaram para a baia, jantaram e tornaram a descansar. � noite Mark veio ver suas �guas, passou nas quatro baias, sendo que parou na �ltima, onde ela estava. Ela pensou que ele iria us�-la como os criados faziam todas as noites. At� nisto ela estava condicionada e tinha prazer em ser usada. Partindo das pernas e das cochas, acariciou suavemente o belo corpo estirado em todo seu comprimento . Sua vagina instintivamente ficou �mida quando ele esfregou as n�degas dela primeiro e os mamilos ficaram irritantemente duros quando ele tocou os peitos dela. " Bem �guia, amanh� come�a a classificat�ria para a grande corrida. Voc� conseguir� exibir tudo aquilo que voc� aprendeu. Haver� uma apresenta��o sem valor, onde v. poder� demonstrar tudo que aprendeu, esta primeira etapa � a divers�o, o lado art�stico onde v vai exibir sua habilidade trotando, depois come�am as carreiras de classifica��o, a� v. poder� demonstrar sua ra�a, seu cora��o sua for�a. � nesta etapa que eu preciso de todo seu esfor�o, eu quero muito esta vit�ria. Durante a apresenta��o das qualidades de cada uma das ponygilrs inscritas, pois nem todas que estavam na fazenda competiram nesta modalidade, as ferraduras eram recobertas com uma sapata de borracha, por que a apresenta��o era em recinto fechado e com piso de madeira. As mesas estavam repletas de convidados, ao fundo uma orquestra tocava uma m�sica suave e ao final de cada apresenta��o as ponygilrs eram efusivamente aplaudidas. Ela estava linda em seu arreio de gala, todo branco, de tiras finas, uma na parte superior e outra na inferior dos seios, nesta duas meias ta�as que os sustentavam e os tornavam mais perfeitos do que eram. Um cinto moldava sua fina cintura, nada mais do que isto. Ela tinha consci�ncia de seu porte e de sua beleza. Desfilou com garbo, atendeu com presteza todo comando dado por seu treinador, quando terminou foi emocionantemente ovacionada e, em seguida rodeada por dezenas de homens e mulheres, entre elas, aquela mulher que j� vira em algum lugar, ela a chamou de Monica, cumprimentou-a, ela se esfor�ou, mas n�o podia responder, apenas emitiu um pequeno relincho que deixou a mulher at�nita. � tarde, come�aram as carreiras classificat�rias. Elas foram separadas de quatro em quatro. O port�o se abria e elas partiam em disparada o objetivo era ficar entre as duas primeiras. �guia j� tinha aprendido que o treinador condutor podia usar seu chicote para impedir a passagem de uma concorrente que amea�asse a classifica��o de sua comandada, e isto, era injustamente considerado legal ". O treinador manteve-a afastada e disse-lhe que n�o interessava o primeiro lugar, apenas a classifica��o, nos primeiros quinhentos metros ela deixou sua advers�ria mais forte correr na frente, depois aproximou-se e quando chegou nos 200 metros finais ela a ultrapassou sem dar nenhuma chance, venceu com mais de 3 carros de diferen�a. Terminava uma carreira, outra come�ava com outras competidoras, as perdedoras, fariam corridas secund�rias nos outros dias, para preencher o tempo. Ela participou de outra corrida, mas nesta ela usou t�cnica diferente, saiu na frente e n�o deu chance para as outras competidoras No dia seguinte �guia enfrentou mais duas corridas pela manh� e mais duas pela tarde, seu treinador exigiu que ela ficasse em segundo lugar em duas delas o que a deixou profundamente frustrada, mas ele sabia o que estava fazendo, queria evitar o confronto com a �gua preta numa semifinal e essas duas derrotas a levaram para outra chave. Um criado era na manh� do grande dia, ocorreram carreiras com as desclassificadas preenchendo os hor�rios e por volta da meio dia ela se alinhou com outras quatro finalistas, sua pele brilhava ao sol, pois o criado tinha espalhado �leo em todo seu corpo, penteado seu cabelo e preparado-a para aquele grande momento, mas que n�o seria o �ltimo. Elas partiram com muita vontade e velocidade, �guia reservou seu f�lego e cortando por fora, venceu a corrida. Durante os meses que esteve em cativeiro no est�bulo, seus cabelos, quase dourados, tinha crescido e estava na metade de suas costas, muito bem aparados. Contrastando com sua pele escurecida pelo sol e tamb�m com as partes laterais de sua cabe�a completamente raspada, O conjunto era magnifico. Ela foi muito aplaudida, seus mamilos estavam duros e ela sentia sua pr�pria umidade. Os criados a levaram para a baia logo ap�s a premia��o. Ela manteve os olhos fechados enquanto o criado cuidava dela. Os mamilos permaneceram duros e a sua vagina ficou �mida e o clit�ris imenso al�m do anel, com o toque do criado. Ela estava euf�rica, estava sendo mimada como jamais fora em qualquer momento, palavras de elogio vinham das pessoas que vinham visitar as baias. Uma voz feminina fez com ela abrisse os olhos . Assustada, virou a cabe�a dela para descobrir a fonte do som. Era Esmeralda, junto com aquela mulher que a tinha chamado de Monica.� Esta � aquela escrava que v. comprou pagando uma exorbit�ncia?�. � Vejo que v. a transformou em uma ponygilr, mas, a pergunta �, ela sabe correr ?� Esmeralda caminhou vagarosamente aproximando-se de �guia. �Posso toc�-la�,. Mark acenou com a cabe�a dando aprova��o. Esmeralda correu as m�os desde baixo e pelos lados do corpo de �guia. Posando-as nos peitos de �guia, Esmeralda ergueu-os, um em cada m�o,. examinou cuidadosamente os mamilos e os fortes e grossos an�is e deu-lhes agrad�veis belisc�es e perguntou por que ele n�o tinha adicionado os sinos e elogiou o trabalho do ferreiro ". Sem libertar os peitos de �guia, Esmeralda observou no pesco�o a cicatriz da opera��o das cordas vocais que ficou bastante vis�vel. "Vejo que v. tomou as provid�ncias para que ela n�o mais falasse�. � V. toma as precau��es necess�rias e imediatas para conseguir que elas entendam que n�o pertencem mais � cidade e passem com um treinamento duro, um pouco de fome, um pouco de dor, um carinho a obedecer os comandos�. A mulher que estava junto de Esmeralda e que foi apresentada como Alessandra, estava boquiaberta. �guia olhou para ela e emitiu um baixo relincho. Esmeralda sorriu e deu um apert�o final nos mamilos que ainda mantinha nas m�os, antes de buscar com elas outras partes do corpo de �guia, eles, estavam irritantemente duros com toda a aten��o que tinham recebido. As m�os de Esmeralda desceram para as n�degas de �guia, que eram firmes e duras e n�o apresentavam nenhuma estria, apenas algumas marcas do chicote. Esmeralda afastou os l�bios vaginais e ateve-se aos fixados nos dois lados e tamb�m o anel do clit�ris. Novamente Esmeralda estava de fato impressionada com a instala��o deles. �guia manteve as pernas suficientemente separadas para facilitar que as visitantes tivessem uma boa vis�o do tamanho dos ferros que ela carregava, mas teve a n�tida impress�o que esmeralda tinha gostado em vez de ficar chocada, e a mesma impress�o teve da sua acompanhante. Por fim Esmeralda percorreu os m�sculos das pernas de �guia. " Ela � forte pode ser uma boa concorrente para a minha �gua preta, pelo menos na parte inicial da corrida teremos uma boa competi��o ". �um momento que vai valer a pena finalmente�. Embora sendo uma competidora astuta, Esmeralda sempre era honesta com os julgamentos dela. �N�o fique t�o preocupada Esmeralda, �guia n�o est� acostumada com finais de competi��o como a sua �gua preta . Depois da corrida, n�o importa o resultado, eu levarei �guia para cruzar com um de seus garanh�es�. Como todo o mundo sabe, eu sei que voc� tem a melhor sele��o de cravos humanos destas redondezas. Voc� certamente gostara de contribuir com este meu empreendimento. Esmeralda sorriu. Elas sa�ram. Ela entendeu que Esmeralda estivera ali para bisbilhotar e para intimida-la, mas ela n�o se importou, apenas aquela outra mulher deixou alguma d�vida em sua cabe�a, mas como ela era agora apenas uma �gua de corrida, pronta a ser enxertada, n�o tinha com o que se preocupar. Preocupou-se em descansar e se preparar para a corrida. Ela e mais tr�s concorrentes, entre elas a �gua preta, eram as concorrentes da �ltima e decisiva carreira. As apostas tinham sido altas de acordo com a conversa que ouvira de Mark com o treinador. Certamente Esmeralda iria prestar aten��o a entrada dela e da sua �gua preta, os criados passavam �leo em seu corpo, alisavam seu cabelo, apertavam as fivelas, revisando uma por uma, preparando-a para atrela-la ao carro de corrida. Este carro de corrida era mais leve dos que ela foi treinada, era constru�do em barras de alum�nio tubular e suas dimens�es tinham sido ajustadas para os p�neis humanos e tamb�m mais baixos para dar maior estabilidade. O treinador freq�entemente um homem pequeno e a ponygirl trabalhavam como um time, formando uma dupla perfeita. Junto eles poderiam alcan�ar velocidades impressionantes. Como uma �gua bem treinada , �guia j� n�o resistia mais ao freio ela abria a boca dela humildemente e deixava a barra em forma de U- deslizar para dentro dela. Um ponygirl, particularmente um ponygirl de corrida, tinha que estar alerta para aos comandos do seu treinador. Ela e seu treinador se entendiam perfeitamente, ela obedecia ao mais sutil toque de r�dea transmitido ao freio. Enquanto ela estava sendo preparada a competi��o secund�ria estava ocorrendo, era o preenchimento do espa�o de tempo entre uma e outra corrida. Ela estava imponente em sua indument�ria e no seu carro novo. Ela estava ficando ansiosa para que esta corrida come�asse logo Muitos homens e algumas mulheres j� se concentravam nas proximidades da raia de corrida onde foram anunciadas as participantes do �ltimo p�reo da competi��o. Este era o momento para estudar as concorrentes para definirem suas apostas. A primeira a ser anunciada foi a �gua Preta, ela fez o seu passeio demonstrando seu treinamento aprimorado, logo seria ela. �guia endireitou-se instintivamente, levantou seu olhar atr�s, empurrou os ombros para tr�s, os peitos para frente chamando a aten��o de um observador. Ela fez de prop�sito, afastou as pernas, deixando-as levemente abertas, para que ele pudesse Ter uma boa vis�o dos l�bios vaginais com seus an�is de a�o e tamb�m seu clit�ris entumecido. O pensamento voltado aos muitos homens estranhos que observavam seu corpo nu, a excitava. Os mamilos permaneceram duros e sua buceta �mida durante todo o per�odo de exibi��o. Jamais ela pensou o quanto, sexualmente excitada ela poderia se tornar enquanto era exibida como uma ponygirl. Muito dinheiro mudariam de m�os antes que o dia terminasse. Este era um evento sem import�ncia, servia apenas para que os fazendeiros demonstrassem as qualidades de seus animais e o fator de maior peso era, sem d�vida, a maneira de como as ponygrils tinham sido treinadas e absorvido os treinamentos. E isso era demonstrado pelo grau de adestramento que tinham conseguido apreender, e quanto mais apreendessem, mais seus comportamentos se tornavam mais parecidos com o comportamento dos cavalos ou das �guas de ra�a. �s ponygilrs restava a possibilidade de acrescentarem alguns olhares, que poderiam transformar uma apresenta��o pobre em uma bela apresenta��o. Neste item �guia era perfeita, tinha porte, era alta esguia, pernas longas, bem torneadas e firmes, seios grandes, mas n�o exagerados e duros e mamilos real�ados pelos dois an�is de a�o. Sua apresenta��o ofuscou a das candidatas seguintes, n�o que seus desempenhos n�o fossem bons, apenas n�o atraiam mais, as apostas sem d�vida se concentrariam nela e na �gua preta. Ali mesmo no sal�o foi determinada a ordem em que elas largariam na pista, �guia ganhou a segunda baia, o seu treinador preferia que fosse a Quarta, achava que na Segunda poderia ser prensado entre a terceira e a primeira, mas j� que fora essa a sorte, assim seria. " Senhoras e senhores, na baia de dentro a �gua Preta, na segunda., �guia, na terceira a N�rdica e na Quarta e �ltima baia a bela �gua Madri, representante da Espanha. O alarido do p�blico era intenso. O soar dos sinos, anunciou a entrada de �gua preta, assim que ela foi alojada, �guia entrou e foi conduzida para a gaveta dois. Seu treinador estava tranq�ilo e transmitiu essa tranq�ilidade a ela, em seguida as outras duas assumiram seus lugares. A corrida seria de l800 metros, portanto mais longa que as corridas classificat�rias e seu treinador, antes de sa�rem do galp�o instrui-a sobre a estrat�gia da corrida. N�o se esque�a, embora nesta corrida final, seja proibido atingir com o chicote a concorrente ao lado, o treinador da �gua preta, joga sujo, se sentir pressionado vai atingi-la, portanto quando a ultrapassarmos, o faremos r�pido, sem dar chances. Os port�es foram abertos, de imediato, como num raio as quatro saltaram para frente e partiram em desenfreada carreira. �guia ficou em �ltimo lugar. O locutor agitado anunciava " Senhoras e senhores, primeiro lugar, com 2 corpos de vantagem, sobre a espanhola, a Nordica vem em terceiro e �guia, bastante pr�ximo desta em 4 lugar. N�o demorou muito, antes dos 300 metros, �guia j� estava em terceiro, o que causou um certo reboli�o na plat�ia. Ela estava concentrada no que estava fazendo e nos comandos que seu treinador passava atrav�s das r�deas, aos poucos a �gua N�rdica foi perdendo sua for�a e foi facilmente ultrapassada por �guia. Seu treinador gritava, fique longe, s� mostre que v. est� atr�s, vamos cansa-la primeiro, elas j� tinham vencido os mil metros e a velocidade ainda continuava forte. Quando se aproximaram da marca dos mil e quatrocentos metros, o sinal do mestre se fez sentir. �guia juntou suas for�as e partiu definitivamente para cima do carro da �gua preta. Quando o treinador dela percebeu, ela j� estava na frente, os carros estavam agora roda com roda. O locutor parecia um louco transmitindo aquela que para ele estava sendo a mais brilhante carreira que ele tinha presenciado, a multid�o se comprimia; na balaustrada que protegia a pista, e a outra parte estava de p� nas arquibancadas. Ali, sob aquela cobertura, estava reunida a maior parte da fortuna de todo estado. Ela sabia que todos aqueles olhos estavam fixados nela e ela concentrada em seu esfor�o, pois uma pisada em falso, adeus corrida. Ela manteve-se emparelhada por mais algum tempo, para fazer com que a �gua preta desviasse sua aten��o, perdesse sua concentra��o e se preocupasse com sua presen�a e que, por mais que ela se esfor�asse, �guia se mantinha impass�vel, firme, sem demonstrar esfor�o ao seu lado. �guia passou um pouco � frente para sentir a rea��o da �gua preta e seu treinador, ela demorou para emparelhar de novo, assim que conseguiu, �guia deslanchou definitivamente, deixando-a irremediavelmente para tr�s, e com grande diferen�a cruzou a linha de chegada. Ela, ainda resfolegando de cansa�o, com as pernas doloridas e as costas marcadas pelo chicote do seu treinador, ela ouviu o locutor anunciar: A vencedora da corrida � a �gua �guia, da fazenda do nosso ilustre s�cio, Sr. Mark. Mark a conduziu com orgulho, para o c�rculo dos vencedores, onde ele recebeu o cheque e ela, como qualquer cavalo de corrida, recebeu a coroa de louro. �guia ainda permanecia arreada ao carro de p�nei, permanecia de p� orgulhosa com a bunda empinada para tr�s e os peitos, espremidos pelas correias, saltados para frente. Estar nua entre pessoas vestidas tinha se tornado rotina. Uma pequena multid�o se agrupou para ver, admirar e at� apalpar, acarinhar, alisar a linda vencedora. �guias amou a aten��o. De acordo com a tradi��o da Corrida, uma est�tua de madeira de uma ponygirl trotando arreada a um carro de p�nei seria repintada de maneira que pudesse se parecer com �guia e as cores seriam as da Fazenda de Mark. A est�tua, instalada no alto do telhado dos est�bulos de Corrida, ficaria daquele modo at� a pr�xima corrida. A imagem da �gua preta foi finalmente removida, mas sua foto iria para a galeria dos vencedores, um dia, a foto de �guia tamb�m seria fixada naquela parede, afinal ela tinha vencido e vencido uma campe�. Esmeralda apareceu para parabenizar Mark, se estava decepcionada, n�o demonstrou, foi muito elegante, cumprimentou Mark e acariciou �guia. Como v. me pediu, eu coloco � sua disposi��o meus ponyboys, assim que v. achar que � conveniente. � noite eles empreenderam a viagem de volta, nos dias seguintes ela ficava solta durante o dia, e por v�rios dias ela viveu para comer e correr pelos pastos e � noite ser comida pelos criados. A partir de um determinado dia, os criados, n�o mais usaram sua vagina, apenas usufru�am dos prazeres do buraco entre suas n�degas, ela n�o apreciava muito, pois via de regra, vivia com este buraco preenchido com o plug que segurava o rabo de crina. Cap�tulo 5 Procria��o Uma manh� ela foi preparada, isto � lhe deram um banho matinal, cortaram as pontas dos seus cabelos, limparam seus cascos e a levaram at� um treiler atrelado no carro de Esmeralda que conversava animadamente com Mark. Ela ficou triste pensando que ele a tinha vendido para ela, mas logo se lembrou, iria para a fazenda de Esmeralda para ser enxertada, ai ficou mais triste ainda. Esmeralda se despediu e uma vez mais �guia estava, completamente nua, na estrada, dentro de um carro de p�nei. Aparentemente a fazenda de Esmeralda n�o ficava distante da fazenda onde se realizaram as Corridas. Ela permanecia apenas com as botas que terminavam em cascos, pois de nada adiantaria tir�-las, pois seus tend�es j� haviam se adaptado � maneira de andar e se as botas fossem tiradas, ela evidentemente andaria, obrigatoriamente nas pontas dos p�s e estas ficariam muito feridas em contato com o ch�o duro. Estava despojada dos seus arreios, suas r�deas e tamb�m do freio. Os pulsos e os bra�os permaneceram firmemente presos � suas costas. Assim que chegaram � fazenda, ela foi encaminhada para uma baia, onde logo ao entrar encontrou-se com a �gua preta, ambas emitiram um pequeno relincho como cumprimento e respeito m�tuo. Dentro do pavilh�o, dividido em uma quantidade enorme de baias, dentro delas, homens completamente nus e com os cabelos aparados como os dela e das outras �guas que ela conheceu, .Ela pode observar que estes homens tamb�m tinham o anel pendurado no nariz, o que os tornava mais iguais a ela. Eles se aproximaram, e como que eletrizados observavam as formas de �guia . Ela baixando os olhos pode ver que os test�culos deles portavam tamb�m an�is, os que estavam mais atr�s empurravam para buscar uma melhor vis�o daquele belo exemplar que estava no seu pavilh�o, e ela ficou feliz em ver que grande parte daqueles homens estavam com seus cacetes duros, eretos apenas por sua presen�a. Esta vis�o inusitada, tantos homens, todos de pau duro � sua volta fez com que a sua buceta ficasse quente e se lubrificasse involuntariamente. �guia entendeu logo que estava numa fazenda de ponyboys, assim como ela era propriedade de ponygirls, e estes eram mantidos afastados, assim como elas, do conv�vio urbano, e deveriam Ter, assim como as �guas, corridas especiais � para eles. Esta deveria ser a raz�o por que n�o vira nenhum ponyboy na fazenda de Mark e tampouco na corrida Esmeralda se afastou utilizando-se do carro no qual estava atrelado um ponyboy, enquanto os criados a levaram para outra estrebaria, afastada da dos homens cavalos. Uma cole��o de potros. Potros perfeitos e alguns bem dotados. Pena ela n�o esta ali apenas para desfrutar, ou ser desfrutada por todos aqueles jovens, ela amava trepar, mas o trepar agora significava e era para que eles a enxertassem, ela era uma potranca de qualidade e eles iriam querer uma cria sua. Ela estava apreensiva, mas ao mesmo tempo tesa, queria sentir aqueles m�sculos invadindo a sua carne. Seus mamilos estavam duros ela podia sentir, e gostaria de ter as m�o soltas para acarici�-los e afagar o seu sexo enquanto pensava no potro enorme e de corpo esbelto. Absorta em seus pensamentos que s� percebeu que estava numa baia ao lado da �gua preta, que deveria estar na mesma condi��o dela, por�m num est�gio mais avan�ado, pois ela estava sendo penetrada por um garanh�o moreno, forte e com um enorme cacete, a vis�o daquela penetra��o, a �gua preta se contorcendo e gemendo, o movimento firme e compassado do cavalo, elevou mais ainda seu estado de excita��o e ela fantasiou sendo possu�da, freneticamente por uma sucess�o de ponyboys, dez, vinte, ela desfalecendo, mas aceitando mais um, mais outro. A fantasia de �guia se tornaria realidade logo. �guia dormiu com a fantasia. �guia acordou cedo, n�o demorou muito, Esmeralda chegou em um carro de dois lugares puxado por dois ponys, ao seu lado estava Alessandra, dirigiu-se diretamente para �guia.�. � M�nica�? �se v. � fa�a sinal de afirmativo, ou negativo com a cabe�a, e proceda da mesma forma com as demais perguntas, entendido?� �guia, fez o sinal afirmativo para as duas perguntas. �V. ainda sabe escrever�?, novamente o sinal afirmativo. Alessandra deu-lhe uma prancheta com papel e uma caneta. V. gostaria de sair daqui, voltar para a vida na cidade, encontrar seus pais? Com dificuldade, pelo tempo que estiveram com os bra�os e m�os inutilizados pela condi��o que vivia e pelos treinamentos a que fora submetida, ela escreveu: Que ela ainda amava seu mestre Ghor, embora de uma forma diferente, e que ele a entregara ao Mestre Mark, a quem, por for�a do contrato, teria de obedecer, e que se ele, n�o mais a quisesse ap�s a gravidez, ela aceitaria voltar, antes ela atenderia ao desejo do seu novo mestre, dar-lhe uma cria. Alessandra confiou-lhe o segredo: �tamb�m sou uma escrava�, entendo sua disposi��o, se Esmeralda permitir, deixo-lhe papel e caneta para que v. escreva a sua hist�ria, eu serei a sua guarda e protetora se v. assim o desejar, e se v. desejar sair daqui, eu a compro do Mark depois da gravidez. �guia com o olhar agradeceu e escreveu que escreveria sua hist�ria, se isto lhe fosse permitido, enquanto estava na fazenda de Esmeralda. Alessandra pediu a Esmeralda se ela concedia algumas horas por dia para que �guia escrevesse os acontecimento de sua vida. Esmeralda disse que concederia e permitiria isso e entregaria tudo que fosse escrito para Alessandra. Em seguida, exigiu que �guia as cumprimentasse fazendo uma rever�ncia. �guia estendeu a perna direita para frente e curvou ligeiramente o corpo baixando a cabe�a. Esmeralda afagou-lhe os cabelos e disse para Michele, uma criada, que preparasse �guia para o acasalamento. �Eu quero que ela seja enxertada o mais breve poss�vel". V. de certa forma advinhou, minha fazenda � de cria��o e domestica��o de potros garanh�es, bem escolhidos, mantidos distantes das doen�as, com boa complei��o f�sica pr�prios para se acasalarem com potras, tamb�m de boa qualidade criadas em outras fazendas. Minha fazenda � um das poucas para que aceitam executar esse servi�o. A manuten��o de potros com a finalidade de enxertar ponygirls jovens n�o � muito popular e nem � bem visto. Mas algu�m tem que fazer isto. Voc� permanecer� em minha fazenda at� que possamos verificar que voc� realmente est� gravida. Observada a sua gravidez e que ela n�o representa risco, v. ser� levada de volta para a fazenda de Mark , ali ele e o veterin�rio cuidar�o de v. at� o nascimento da cria. Minha responsabilidade termina assim que sua gravidez for confirmada. A prop�sito, em minha fazenda todos os servi�os de criadagem s�o desenvolvidos por mulheres, portanto, obede�a-as. Elas sabem muito bem dirigir meus potros ". Agora estava confirmado o futuro de �guia, ela seria m�e. Michelle conduziu �guia para outra parte do est�bulo. Escolheu uma baia vazia, prendeu os pulsos de �guia numa viga bem acima de sua cabe�a. " N�s, digo, eu ou outra criada, a lavaremos todos os dias, mais ou menos nesta hora " e sorrindo, numa esp�cie de gracejo, disse que elas tinham prazer em fazer isto, mas gostavam mais de trepar com os cavalinhos. O procedimento dela n�o era diferente do dos criados, uma mangueira de �gua fria na m�o esquerda era usada para molhar o corpo de �guia, enquanto, com a m�o direita segurava um esponja que submergia em um balde com xampu, e que voltava, em movimentos perfeitos para o corpo de �guia, explorando todos os espa�os, com aten��o redobrada para a �rea vaginal e tamb�m por entre as n�degas de �guia. Ela j� estava habituada a receber este tipo de tratamento, este tipo de banho. Apenas achou que Michelle era mais cuidadosa que os criados de Mark Totalmente refrescada, com os cabelos penteados, �guia foi conduzida para uma baia especial, com uma esp�cie de cavalete almofadado, feito de tubos de alum�nio fixos no piso. Michele orientou-a para dobrar-se, apoiando sua barriga no tampo almofadado, seus bra�os foram presos, atrav�s de correias fixas nas pulseiras aos ganchos fixos no ch�o cimentado, o mesmo aconteceu com seus tornozelos. �guia, era a mesa do sacrif�cio, para a dona da fazenda, aquela era a barra de procria��o. As pernas bastante abertas facilitava a vis�o e o uso de sua vagina, agora apenas, um recept�culo de esperma Uma venda foi embrulhada firmemente ao redor da cabe�a de �guia. A ela seria negado o conhecimento do pai do potro dela, jamais ela saberia, se era bonito, ou feio. A �nica chance que ela teria para identificar o pai, seria atrav�s do cacete, e mesmo assim seria imposs�vel, pois ela seria penetrada por v�rios potros e isto tornaria imposs�vel determinar de qual deles tinha sido o esperma aceito pelo seu �vulo. Assim que �guia estava bem presa e com os olhos vendados, Michelle preparou e aplicou-lhe a inje��o para determinar o sexo da cria. Como Mark queria que ela tivesse uma cria do sexo feminino. Um pedido deste tipo n�o era dif�cil concordar . Bastava uma simples inje��o de horm�nios no �tero da �gua. As agulhadas inesperados na regi�o do ventre e tamb�m mais pr�ximas da vagina, provocaram um relincho forte e agudo de �guia Uma prepara��o final foi feita antes de �guia estar sendo acasalada, uma quantidade generosa de vaselina foi aplicada na vagina, para evitar qualquer tipo de irrita��o " Michelle traz um potro " Ordenou Esmeralda. �guia esperou nervosamente pela chegada do macho, e estava preocupada se Alessandra estava assistindo. Sua preocupa��o foi confirmada, assim que Michele chegou, Esmeralda comentou: �veja Alessandra que belo esp�cime, que membro lindo, e v. vai ver quando ele ficar duro�. Michelle segurou uma correia na qual, atrav�s de uma presilha prendeu ao anel do nariz do potro, que tinha os bra�os presos �s costas, isto evitaria que todos eles amassassem, apertassem os peitos de �guia, ou arranhassem as costas, ou as cochas da �gua indefesa. Atr�s do cravo outra criada feminina, com correias finas prendeu os an�is dos test�culos do potro aos an�is da vagina de �guia, dando apenas uma dist�ncia razo�vel para os movimentos. " Este potro, Alessandra, j� gerou muitos potros aqui em minha fazenda. Ele tem muito bem desenvolvido m�sculos das pernas e uma capacidade pulmonar muito grande. Estas s�o as caracter�sticas desejadas para uma ponygirl de corrida, se os genes combinarem, e as coisas flu�rem corretamente, tem-se um belo esp�cime. As drogas utilizadas para evitar a gravides durante os treinamentos, quando deixadas de serem ministradas, fazem efeito contr�rio, torna o �rg�o sexual feminino propenso a gravidez. E Mark me informou que �guia parou de tomar os anticoncepcionais alguns dias depois da corrida, portanto ela deve estar agora no per�odo f�rtil. �guia sentia o duro e quente membro encostado em sua n�dega at� que Michele o conduziu para a racha, ela sentiu sua carne rosada sendo preenchida por um m�sculo grosso e forte, �guia clamou com um relincho alto. Com um �nico empurr�o o macho enterrou todo seu cacete nas profundezas da buceta de �guia. Retirou-o inteiro e enterrou novamente Instintivamente �guia come�ou a mover as n�degas de um lado para outro na tentativa de mante-lo dentro de si, mesmo que l� no fundo de sua consci�ncia, naquilo que lhe restava de humano, uma voz dizia que n�o era certo, n�o era justo ela ser acasalada assim, mesmo que tivesse assinado o contrato entregando-se como escrava, algumas cl�usulas, davam-lhe o poder de decidir se aceitava ou n�o, e agora tinham-lhe tirado a possibilidade de falar sem sua autoriza��o e consentimento, e agora a transformavam em uma �gua de procria��o sem lhe dar uma op��o, ela estava sendo violentamente estuprada, ficaria gr�vida como qualquer �gua ou vaca em um pasto. Mesmo com este pensamento aflorando em sua mente, ela come�ou a sentir prazer com o tamanho do cacete que a estava preenchendo e tamb�m pelo movimento suave de vai e vem que o potro estava praticando. A performance do potro demonstrava que ele estava bem treinado, ela estava ficando aquecida e seu cora��o come�ou a se acelerar. Qualquer pensamento de resist�ncia foi aos poucos sendo enfraquecido. O prazer do momento subjugou �guia. Com um ritmo regular o macho foi empurrando o cacete para dentro do corpo de �guia, que aos poucos, e sem perceber come�ou a respirar mais forte e ofegante, e agitava fortemente sua juba. �guia come�ou a participar, movimentando os quadris, de acordo com os movimentos do macho que a penetrava. Esmeralda e Alessandra estavam tesas pelo espet�culo que davam �guia e o pony negro. Elas estava entusiasmadas com o espet�culo que ambos proporcionavam. Esmeralda tinha, sem d�vida, o melhor plantel de ponys de todo estado Ela sentia um orgulho especial dominando a f�mea e o macho. Depois de um tempo, o pony soltou um rugido alto. Um fluxo grosso de s�men foi espirrado dentro da vagina de �guia que simultaneamente come�ou a tremer indicando que tamb�m tinha chegado ao cl�max Depois que o cravo tinha soltado a �ltima gota do s�men dele, a auxiliar feminina que estava atr�s dele deu um pux�o duro na correia conectada ao anel de test�culo do macho, ap�s desconecta-lo dos an�is da vagina de �guia. Ele relinchou de dor. Quando o p�nis do cravo foi violentamente desalojado do corpo de �guia, foi poss�vel observar que a vagina estava repleta de semem, enquanto o macho foi arrastado para longe, puxado pela correia presa ao anel fixo em seu nariz. �guia permaneceu presa na barra de procria��o durante todo o dia. Foram executadas mais duas copulas antes que ela fosse libertada da barra. A primeira c�pula aconteceu no come�o da manh�. A Segunda deve ter sido por volta do meio dia. A segunda vez foi tamb�m muito estimulante. Assim que terminou o acasalamento ela foi alimentada. �guia comeu e bebeu enfiando a cabe�a dentro da bolsa de alimentos e ela permaneceu presa � barra de procria��o. A terceira c�pula aconteceu antes do jantar. Como da outras duas vezes anteriores ela sentiu aquele tremor intenso e chegou ao orgasmo e como das vezes anteriores, sua vagina ficou cheia de esperma. Apesar estar o tempo todo com os olhos vendados, �guia poderia afirmar que o mesmo homem a ocupou as tr�s vezes. Ela acostumou-se com a maneira, os modos, do pony e tamb�m a grossura e tamanho do cacete que recebeu dentro de si . E o cacete dele s� era tudo o que ela sentia. �guia percebeu que as m�os dele deveriam ter sido presas para tr�s. Era noite quando �guia foi libertada finalmente da barra de procria��o. Seu corpo estava dolorido. A vagina dolorida e inchada, com esfor�o ela caminhou at� a baia V. se acostumara, toda primeira vez � muito desgastante, mas em pouco tempo voc� se habituar� com a rotina, disse Michelle com bastante calma e firmeza. Durante alguns dias, semanas talvez, �guia foi presa, e recebeu em seu sexo, sexo musculoso, duro, grosso do pony preto de acordo com a vontade de Esmeralda, depois recebeu a visita de um veterin�rio veterin�rio. Um teste em um pouco de urina confirmou a gravidez de �guia. "Sem d�vida, sua �gua est� prenhe ". Ao ouvir o veredicto do veterin�rio, ela entendeu que sua estada na fazenda de Esmeralda tinha terminado. Ela estaria sendo levada, para a fazenda de Mark, onde daria a luz a uma ponygilr, ou a um pony, ela aceitou o veredicto com humildade. Esmeralda sorriu. " Bem �guia agora que minhas obriga��es contratuais est�o satisfeitas e voc� esta prestes a devolvida para seu dono. Mas antes que isto aconte�a, quero inform�-la que � costume em minha fazenda, n�s vamos ter uma pequena festa e quero dizer-lhe que v. ser� o centro desta festa ". Aquela noite �guia foi mais uma vez presa � barra de procria��o. Diferente do que lhe aconteceu nos dias anteriores, em que s� um homem a penetrou, nesta noite ela foi penetrada por v�rios homens, ou ponys, gozou com alguns e com outros apenas os suportou, n�o sabe por quantos, mas foram muitos e estes puderam usar suas m�os, e eles apertaram seus seios, suas n�degas e todo seu corpo foi agarrado, prensado.. Enquanto a vagina de �guia era penetrada por um dos poneis, outro, usava sua boca, era a primeira vez que sua boca era utilizada desde que ela fora trazida para o campo, afinal, uma �gua n�o chupa o cacete de nenhum cavalo, e tamb�m pela primeira vez, utilizaram o seu buraco traseiro, onde por muito tempo esteve conectado o plug de rabo. E assim foi por toda a noite, ela estava completamente abatida, alquebrada. �guia dormiu um pouco no resto de madrugada e parte da manh�, foi acordada e levada para o banho, assim que Michelle alimentou-a, um dos criados de Mark chegou com um reboque, os cadeados foram fechados, prendendo seus pulsos e ela foi deitada no ch�o do trayler, s� acordou quando chegou na fazenda e outro criado acordou-a e retirou-a do reboque e levou-a para sua nova baia. Cap�tulo 6 A gravidez Durante todo o tempo de gravidez, n�o exigiram dela nenhum treinamento. Ela podia andar ou correr livremente pelo campo, nua, evidentemente, assim como todas as ponygirls da fazenda de Mark, �guia gastava seu tempo caminhando de um lado para outro, ou escrevendo suas mem�rias e escondendo a caderneta longe da vista de Mark. Toda manh�, assim que despertava, �guia era conduzida para o galp�o, onde podia andar de um lado para outro nos dias de chuva, nos dias de sol brilhante, ela podia andar pelo pasto da fazenda, onde podia andar ao lado de outras ponygilrs. Ao final de cada tarde, um, ou outro criado lhe dava banho, prendia seus pulsos, dava-lhe comida e a colocava para dormir. A cada dia que passava maior se tornava a barriga de �guia. Ela foi, aos poucos, sentindo que andar era poss�vel e correr j� era mais dif�cil. Ela estava se tornando mais pesada e seu corpo j� n�o suportava exerc�cios mais fortes. Durante o per�odo da gravidez de �guia, Mark quis se assegurar que ela produzisse leite, n�o apenas o tempo e o tanto suficiente para amamentar sua cria, mas que sobrasse, e tamb�m que ela continuasse a produzir o leite por muito tempo ap�s ter desmamado sua cria. Assim que seus seios come�aram a ficar maiores e darem sinais que estavam come�ando a produzir o leite, de acordo com as orienta��es do veterin�rio, come�aram as inje��es de horm�nios. Assim a rotina di�ria de �guia foi alterada. Depois de cada banho matutino eram injetados os horm�nios sint�ticos nos peitos de �guia que se contorcia de dor com cada inje��o que era administrada. O efeito das inje��es seria permanente. Os peitos de �guia, j� grandes, come�aram a aumentar de tamanho, e muito antes de ganhar sua cria, seus peitos come�aram a produzir leite, e se tornarem doloridos quando cheios. Os an�is foram retirados e ela aprendeu tamb�m que uma ponygirl pode ser ordenhada por qualquer um manualmente, os criados tinham muito prazer em manipular os mamilos, enquanto a obrigavam a ficar chupando e sugando seus duros dardos, ou, enquanto um utilizava seu orif�cio traseiro, outro a ordenhava, trocando de posi��es. A ordenha podia ser tamb�m ser realizada automaticamente por uma m�quina ordenhadeira. A maioria das ponygirls de Mark eram ordenhadas pelas m�quinas. �guia n�o era nenhuma exce��o. As m�os atadas para traz, o criado for�ava que ela se curvasse e apoiasse os peitos sobre as conchas c�ncavas da m�quina. Os mamilos eram sugados para dentro do tubo de vidro e a�o por onde o leite escorria at� uma vasilha. �guia era ordenhada duas vezes ao dia. O tamanho da barriga anunciava que o nascimento estava pr�ximo Os dias como aluna de faculdade permaneciam como uma vaga lembran�a, assim como se lembrava, como num sonho, sua vida como escrava de Mister Ghor. Ela se esfor�ava mas n�o conseguia mais se lembrar do rosto dele, e nem de seus pais e dos amigos, ela era uma �gua prenhe e estava at� gostando de ser ordenhada, alias era um al�vio para press�o que o leite exercia em seus peitos. Ser ordenhada tamb�m era, de certa forma um prazer sexual, principalmente quando os mamilos eram sugados para dento da m�quina, ela sentia um estranho prazer e sua vagina ficava �mida. T�o molhada que poderiam ser vistas as gotas de fluido vaginal gotejando de sua buceta. Dois dias antes de sua cria nascer ela foi visitada por Esmeralda, quando ficaram s�s, ela mostrou onde estavam os manuscritos, que com gestos indicou que deveriam ser entregues � Alessandra. Mark trouxe o veterin�rio para acompanhar o nascimento. Nenhuma droga foi dada a �guia para aliviar o desconforto. Pelo treinamento que havia suportado era de se esperar que �guia suportasse a intensa dor das contra��es. O veterin�rio, ajudado pelos criados, fez o parto normal, incapaz gritar como uma mulher normal devido � modifica��o de corda vocal, �guia desabafava com relinchos, por�m sem nenhum esc�ndalo. Resistiu bem e procedeu de uma forma digna. Sua filha, de acordo com seu pensamento e sentimento, sua cria para seu propriet�rio, nasceu forte e sadia as tr�s horas da manh�. Depois de ser determinado seu primeiro banho os criados colocaram a pequena ponygirl nos bra�os da m�e. Os instintos maternos aflu�ram imediatamente e ela conseguiu dar movimentos aos seus bra�os que estiveram sempre inutilizados, presos �s suas costas h� mais de ano. Ela uniu �s ponygirls da fazenda de Mark que tamb�m estavam criando suas crias Nenhuma tentativa foi feita separar as filhas das ponygirls de suas m�es. Buscava-se atrav�s da conviv�ncia que as pequenas observassem suas m�es e se tornassem mais familiarizadas com a submiss�o, transformando-se em ponygirls mais perfeitas. Elas, estas filhas das ponys eram d�ceis, submissas f�ceis de treinar, por�m, apesar de extremamente bem treinadas, n�o chamavam tanta aten��o quando colocadas nas competi��es, por isso era necess�rio, sempre, a busca e a aquisi��o de algumas garotas das cidades, e para eu n�o despertassem suspeitas, procurava-se garotas sem parentescos, ou de localidades distantes e at� de outros pa�ses Quando um dos criados perguntou o que o patr�o estava pensando ele respondeu com seguran�a e alegria " Eu acredito que n�s temos o come�o de outra linha excelente de ponygirls aqui ".. �guia estava absorta amamentando pela primeira vez e parecia, como seu dono, bastante feliz.