Mastyorg "Quase Veludo"
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Quase Veludo Sa� de casa pelo meio da manh�. Alguma ansiedade galopando no peito. Tempo frio, nuvens de chuva espessa amea�avam o c�u. O nervosismo anunciava-se pela expectativa de ir viver um dia inteiro em que a lux�ria ocuparia a pele, o corpo, todos os sentidos. Na noite anterior, a isa, a minha escrava dedicada, submissa, cadela sempre �s ordens do seu Dono, tinha conclu�do um conjunto de dilig�ncias que culminariam numa sess�o completa de bdsm. O processo desenvolvera-se ao longo de n�o mais do que uma semana, tudo muito r�pido, decis�o quase imediata. Havia alguns meses que, nos canais, a apol�nia, uma submissa em procura e descoberta da sua condi��o de escrava, falava com a isa, �s vezes comigo, ainda que sem vislumbre de um interesse de realizar qualquer sess�o connosco. Uma rebeldia ind�mita que a pr�pria se esfor�ava por esmorecer, n�o permitia que se esperasse concretiza��o de algo para al�m da conversa agrad�vel, um di�logo interessado. Algumas vezes foi sugerido � apol�nia que falasse ao seu Dono - o Senhor a quem ela sempre se referia com enorme ternura e desvelos imensos - para que fosse poss�vel uma sess�o conjunta. Mas nada fazia adivinhar uma qualquer concretude do desejo manifestado. E, de repente, a isa recebeu da apol�nia uma mensagem que transformava todo o tempo de demorada espera numa urg�ncia de agora. Como � sua obriga��o e h�bito, a isa reenviou-a para mim com um coment�rio seu. Aqui tem Meu Dono amado a pe�a de ca�a fresca e apetec�vel de que lhe falei, Senhor :))) A sua cadelinha praticamente pouco fez :(( mas a apol�nia decidiu-se a ser sua escrava numa sess�o :)) Leia Meu Dono e Senhor... vai ver que vai gostar :)) S� espero que possa aproveitar, Senhor :)) A sua cadelinha fiel e sempre submissa, sub{M}isa A mensagem da apol�nia era longa, plena de oferecimento e disposi��o para servir e gozar. Tive ent�o a ideia de aumentar ainda o interesse da sess�o e, para isso, convidar para ela a presen�a sempre sabedora e amiga de DomP, um Mestre com grande experi�ncia e uma particular acuidade no que toca a t�cnicas, particularidades e mesmo com uma penetrante filosofia de bdsm. Na manh� aprazada, a apol�nia chegou no comboio que eu aguardava ainda dentro do carro estacionado num parque pr�ximo. Vi a composi��o chegar pontual e sa� do carro, tendo o cuidado de o deixar acess�vel, n�o trancado e, dentro, sobre o banco, uma folha branca com a redac��o de um contrato por um dia, inspirado num acordo de submiss�o mais alargado, que eu considerava particularmente belo, e que me foi anteriormente endere�ado por uma outra submissa. Contrato de "Submiss�o Sexual" com dura��o de 1 dia Serei, nesta sess�o de um dia, toda entregue a quaisquer vontades e rendida ao dom�nio dos Senhores Mastyorg e DomP para que eu sinta apenas o momento que os Senhores desejarem oferecer-me. Viverei este dia para adorar e satisfazer os Senhores sempre que o desejarem, como e onde quiserem. Entregar-me-ei submissa, sem rebeldia de qualquer esp�cie e obedecendo cegamente �s suas vontades e seus caprichos cada vez que os Senhores o desejarem ou exigirem ou sentirem vontade de me penetrarem e de que o seu s�men ejacule dentro de mim, na minha boca, vagina ou anus, fazendo com que os Senhores sintam o m�ximo de prazer. Darei o meu corpo inteiro aos Senhores para trincar, morder, consumir e saborear sempre que o desejarem. Cederei neste dia aos Senhores Mastyorg e DomP para violarem, possu�rem e dominarem o meu corpo assim como a minha mente sem medo e com vontade de cumprir totalmente as suas ordens. Quero venerar o sexo dos Senhores como parte essencial do meu corpo para sentir a felicidade que imagino ser poss�vel adorando-os. Serei uma submissa perfeita para os Senhores Mastyorg e DomP. Agradecerei humildemente cada orgasmo que me autorizarem sentir e aceitarei todas as palmadas, chicotadas, chibatadas, utiliza��o de cera ardente sobre o meu corpo, de algemas para me prenderem, cordas ou outros utens�lios de bondage, e a introdu��o em todas as partes do meu corpo dos objectos que entenderem sem limites de tamanho ou grossura. Serei depravada e meretriz para os meus Senhores deste dia. Aceitarei sem nenhuma reserva os contactos f�sicos totais que me impuserem que tenha com a escrava isa - sub{M}isa - tendo e mantendo com ela rela��es l�sbicas de sexo. Sentir-me-ei grata e agradecerei de viva voz todas as torturas f�sicas e humilha��es a que os Senhores queiram sujeitar-me e serei o animal ou simples objecto sexual e de prazer que os Senhores Mastyorg e DomP entenderem que eu seja. De minha total e livre vontade assino este contrato de um dia. Dia 11 de Mar�o de 2002 Assinat... A apol�nia desceu a escada que dava acesso ao parque. Nesse momento liguei para o seu telem�vel. Atendeu, cumprimentei-a... Era a primeira vez que fal�vamos. A voz dela era suave, quente, bem colocada. Disse-lhe que seguisse pelo meio do parque, indiquei-lhe o meu carro, ordenei-lhe que entrasse para o banco de tr�s e se sentasse mesmo no meio com uma perna de cada lado da divis�ria central. Mandei que lesse o contrato. E desliguei. Passados alguns minutos voltei a ligar. Perguntei-lhe se tinha lido e respondeu que sim, que tudo lhe agradava e que a �nica reserva se situava naquele ponto que referia a ejacula��o dentro dela. Que n�o tivesse qualquer receio, sosseguei-a, j� que praticar�amos sexo seguro, com uso de preservativo, e todos os cuidados necess�rios. Acedeu de imediato. Depois mandei que colocasse uma venda nos olhos. A apol�nia tinha trazido uma, negra e grande, segundo a indica��o sugestiva da isa. Dirigi-me para o carro, entrei e, ainda antes de arrancar, voltei-me para tr�s e impus-lhe que levantasse a saia. Assim o fez de imediato e sem hesita��o. Vi que, tal como as minhas instru��es pr�vias o tinham determinado, n�o trazia qualquer roupa interior. Olhei demoradamente a sua vagina completamente depilada, as coxas grossas e bem torneadas e a excita��o que j� sentia parecia querer estalar-me nas cal�as. Seguimos pela estrada para fora da cidade. Mais adiante, par�mos debaixo de um viaduto que nos protegia do ru�do da chuva que ca�a j� abundante. Do banco da frente mandei que abrisse a blusa azul que trazia e desnudasse os seios pequenos que imediatamente apalpei com lentid�o, e apertei-lhe os mamilos com a for�a dos dedos e abanei os seios com alguma viol�ncia. Cega ainda pela venda, pensei que ela sentia todo mist�rio de umas m�os que a exploravam sem pudor e que lhe arrancavam gemidos sussurrantes e excitados. Ouvi-a queixar-se, mais com o lamento sensual da voz do que pela dor que lhe infligia. Notava-lhe o tes�o em crescendo. Abri-lhe as pernas, ela levantou toda a saia e mostrou a vagina completamente exposta. Com as costas da m�o dei-lhe uma palmadas fortes sobre a carne tenra da vulva e obtive mais gemidos que me pareceram rondarem o prazer l�brico da dor apetecida. Disse-lhe que metesse dois dedos fundamente dentro dela e que os mexesse bem. - Lambe agora - disse-lhe. Ela chupou l�nguida os dedos, saboreando-se como se del�cia fosse o paladar, cheirou-os e disse que se fixava muito nos cheiros e odores do prazer. Eu mesmo, depois, meti-lhe os dedos na vagina t�o fundo quanto poss�vel, enquanto lhe massajava o cl�toris, numa masturba��o que lhe provocava sons roucos na garganta. - Como queres que te trate? - perguntei-lhe N�o compreendeu imediatamente e respondeu com o seu pr�prio nome. Corrigi: - Cadela? - Ah, sim, cadela, cabra, �gua... - Puta? - voltei a perguntar. - Sim - respondeu - puta... putinha, que nem sequer chega a ser puta, � ainda mais reles... Conclu� que a sua submiss�o ia tamb�m ao gosto fundo da humilha��o abjecta e que isso lhe provocava muito prazer. Uns minutos mais de aperto das coxas, umas palmadas nas pernas, na vagina e no seios e ela erguia o rabo do banco quando lhe esmagava a carne gemendo sempre de intenso gozo. As minhas m�os escalavam-lhe a lasc�via e senti uma coisa sublime: a pele dela, a carne por baixo da pele criava a sensa��o de ter nas m�os um caminho de quase veludo, suave e denso, um sentir enormemente agrad�vel e que provocava um ardente deleite... algo de extraordinariamente bom... Apreciei-a ainda mais por esse pormenor de t�o apraz�vel recorte. Seguimos. Os carros e cami�es passavam a grande velocidade o que me fazia crer que nada viam da libertinagem que acontecia dentro de um carro parado na berma da estrada. Mas retom�mos o caminho. O dia adivinhava-se longo e prazenteiro. Tom�mos um caf� mais adiante e disse-lhe que antes de sair retirasse a venda. Ela olhou-me pela primeira vez... e sorriu. Um sorriso lindo, suave e tranquilo, de olhar sereno, e l�bios de carne a despertarem desejos inconfessados. Pelo resto do tempo, fomos conversando, dando-nos a conhecer, falando do gozo, do tes�o que nos provocava todo aquele jogo de dom�nio e submiss�o. Ela pareceu-me uma escrava muito obediente, preocupada com o extremo gozo do seu Senhor, e fazendo tudo para que o seu Dono de um dia atingisse o sublime prazer. Jamais tomava uma iniciativa sem pedir se podia faz�-lo, repetindo sempre, por exemplo, o pedido de se podia fumar sempre que tomava o cigarro nos dedos. Cheg�mos a casa da isa. Ainda no carro, ordenei que colocasse a coleira e a trela de c�o, perfeitamente adequada � sua condi��o de cadela, naquele momento. Assim, fez e cobriu-a com o casaco comprido, contra olhares indiscretos. Penetr�mos o apartamento comigo segurando a trela da apol�nia e puxando-a como a uma cadela. A isa estava igualmente de coleira e trela. Entr�mos e a minha escrava ficou de imediato nua - tinha-lhe dado a indica��o de que estivesse somente de t�nica - e ajoelhou para me beijar os sapatos, envolvendo-me as pernas num abra�o terno e dedicado. Mandei que a apol�nia fizesse o mesmo, n�o sem que antes ordenasse � isa que a despisse. Obedeceu prontamente e a isa, colocada por detr�s da apol�nia desapertou-lhe os bot�es da blusa envolvendo-a num abra�o delicado, tocando-lhe os seios para eu ver, sabendo que assim me agradava. De joelhos, as duas cadelinhas beijaram-me os p�s. Segurei os cabelos de ambas e uni-lhes as bocas para que se beijassem. Duas mulheres nuas, prostradas no ch�o sob as minhas ordens, unindo-se na carne segundo a minha vontade provocou-me um gozo imenso. Conclu� ali mesmo, e mais uma vez, que a minha condi��o de Dom me realizava. Depois foram variadas as formas de usarem as bocas nos sexos, chupando-se e lambendo-se mutuamente de acordo com as minhas instru��es precisas que elas seguiam criteriosamente. A apol�nia lambeu demoradamente a vagina da isa com ela deitada sobre um sof� largo e ambas gemiam de tes�o e vol�pia. Depois foi a vez da isa lamber calmamente a vagina da apol�nia e mandei que lhe provocasse um orgasmo. Como este se demorasse, a pr�pria ajudou masturbando-se e metendo os dedos na vulva h�mida. Teve um orgasmo delicioso. Eu assistia deleitado. Ajoelhei-as no ch�o e ofereci-lhes o meu p�nis erecto que elas lambiam, uma de cada lado, unindo os l�bios sobre o membro, passeando as l�nguas activas sobre a minha carne e beijando-se ao mesmo tempo, o que me provocava uma vis�o dos deuses. Deitada no ch�o, a apol�nia recebia de novo a l�ngua da isa entre as pernas, a vagina toda aberta, enquanto eu macerava o rabo da isa com a longa trela de couro que a apol�nia segurava no pesco�o. Momentos demorados de intensa sensualidade. As marcas vermelhas nasciam no rabo e nas costas da isa. E ela ia por vezes com as m�os � carne castigada que eu afastava para repor de imediato mais uma chicotada. A pele marcada crescia de prazer nos meus olhos. Decidi depois que as duas viessem comigo � casa de banho. Ali, a apol�nia sentou-se na sanita. De p� em frente dela, tentei a ingrata tarefa de urinar-lhe para cima, algo que se torna custoso devido � erec��o que n�o me deixa sair o l�quido quente. Mas consegui. Ela mesma ajudou com o som da sua pr�pria urina saindo. Olhava-me com um olhar ansioso e encorajador. Consegui. Mijei-lhe para cima num jacto r�pido que ela sorveu de boca aberta, bebendo e saboreando com deleite. E deixou que o resto lhe escorresse pelos seios e pelo ventre, esfregando-se com vis�vel consolo. Mandei que se vestissem e sa�mos para almo�ar. Restaurante junto a um mar encapelado, pleno de ondas altas de espuma branca que varria a praia e o cais num espect�culo demolidor. O poder do mar na praia parada, quieta, submissa... Volt�mos mais tarde para casa, onde j� nos esperava o DomP, o meu amigo Mestre de v�rias escravas, profundo conhecedor dos meandros mais complexos do bdsm. Coloc�mos a apol�nia nua sobre a cama de ferro. Elev�mos-lhe as pernas sobre a cabe�a e prendemo-las � grade da cabeceira. Ali ficou as horas da tarde cinzenta l� fora, cheia de cor dentro do quarto feito masmorra das escravas a torturar. Us�mos chicotes, chibatas, molas nos seios que arranquei mais tarde a golpes da chibata. Silenciei a apol�nia com uma morda�a de couro e correia que tinha acoplado um pequeno p�nis que ela metia na boca. Prendi a correia e via somente o olhar quase assustado da escrava. Mas era mais o gozo que o susto que se vislumbrava, na verdade. Muito tempo esteve a apol�nia assim presa, de pernas levantadas e bem afastadas, de vagina e anus completamente expostos. Bati-lhe com tudo quanto havia por ali. At� uma barra de madeira, fina e curta lhe deixou marcas dolorosas sobre a carne branca. Entretanto, a isa ia sendo chicoteada tamb�m, apalpada, sofrendo fisting vaginal, numa pan�plia de pr�ticas e gozos que nos alegravam. Us�mos a cera quente para deitar sobre a carne da apol�nia e ela gritava surdamente por baixo da morda�a. Tinha na m�o um pequeno objecto que deixaria cair, no caso de atingirmos o seu limite. Funcionaria esse gesto como safeword. Nunca o usou. Suportou estoicamente todas as viol�ncias e supl�cios que lhe infligimos, enquanto a isa a ia lambendo na vagina e eu usava a minha escrava conforme o meu apetite mais torturador. Na apol�nia coloquei um plug no anus e na vagina um enorme p�nis de borracha que a abriu estrondosamente. Aguentou com os dois objectos metidos nos seus buracos durante a maior parte da sess�o. O DomP decidiu ent�o tentar o fisting anal com a apol�nia, enquanto a isa me chupava o p�nis com gula e me lambia a carne demoradamente. Assist�amos � cena deliciados e o DomP conseguiu introduzir quatro dedos inteiros no anus da apol�nia. Ela revolvia o rabo de gozo e gemia. L�grimas abundantes sa�am-lhe dos olhos e, perante a nossa hesita��o, com uma retirada moment�nea da morda�a, a apol�nia assegurou que eram l�grimas de prazer. E continu�mos normalmente com as sev�cias sobre a carne martirizada da escrava. O momento do sexo, como culminar da excita��o chegou pouco depois. Dei o meu p�nis a chupar � apol�nia ainda presa pelos pulsos � barra da cama e a isa dedicou-se a presentear o DomP com a sua l�ngua �gil e experiente de vol�pias e agrados de carne. Desprendi a apol�nia. Coloquei o preservativo e, com ela a oferecer-me o rabo, meti-lhe o p�nis na vagina oleada. Usei-a alguns momentos assim. Depois, retirei e decidi introduzir-lhe o p�nis no anus, o que se revelou f�cil, provavelmente devido ao trabalho anterior do DomP no fisting anal. Entretanto ele e a isa copulavam � nossa frente com intenso desfrute. Demor�mos mais do que eles. Tentei prolongar o gozo de uma sodomia lenta e ritmada. A apol�nia gemia sempre e continuamente revelando toda a sua lux�ria. O Domp e a isa acabaram com um orgasmo delicioso e, algum tempo depois de continuarmos, eu e a apol�nia, no movimento prolongado de uma c�pula anal suave e prazenteira, disse-lhe que estava quase. Retirei-me dela, removi o preservativo e ela veio chupar-me o p�nis com uma mestria e um carinho extraordin�rios. Tive um esplendoroso orgasmo, cheio de gritos e ru�dos de gozo que me levaram ao suave cansa�o e � plenitude total. A apol�nia bebeu todo o meu esperma com um deleite inigual�vel. Descansou depois sobre as minhas pernas beijando ainda delicadamente o meu p�nis que decrescia meigamente no contacto dos seus l�bios ternos. Deliciosamente fatigados, sent�mo-nos os quatro sobre a cama. Convers�mos muito tempo ainda sobre o prazer que nos tinha provocado uma tarde t�o apraz�vel. A apol�nia concluiu que estava cada vez mais afastada a rebeldia face � sua condi��o de submissa e descobria progressivamente que a sua vida sem o bdsm nunca mais seria poss�vel. A realiza��o �ntima da apol�nia-escrava estava a consolidar-se plenamente. Mastyorg ( Mar�o/2002)