ESCRAVA
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(escrava) Vou come�ar por contar um pouco, quais s�o hipoteses que eu tenho para a pr�tica de sess�es de bdsm Vivo s� numa pequena moradia nos arredores de Setubal, moradia esta que tem uma garagem em anexo e onde dentro dessa garagem, que tem uma parte dividida, existe outra parte onde com o tempo me foram artilhando com algumas coisas muito uteis Entre essas coisas est�o umas traves no tecto, que v�o de parede a parede e s�o 2, uns ganchos em 2 das paredes a cerca de 2,20mt do ch�o, assim como tambem uns ganchos presos ao ch�o em diverssos locais Existe tambem um cavalete em madeira, que tem muitas utilidades, entre elas para amarrar de diversas formas e tambem para usar como woodenpony (cavalo de madeira) O que vou contar passou-se numa quinta feira dia 17 de fevereiro de 1999 O meu Mestre (R) tinha-me orden�do na noite anterior por um mail que me envi�ra, que eu nesse dia por volta das 10 horas da manh� teria de estar em casa totalmente despida apenas com uma coleira em metal tipo corrente que ele me ofereceu Ele quando cheg�-se iria logo para o anexo na garagem de onde me avisaria da sua chegada Assim aconteceu, ele chegou avisou-me e ordenou que eu me dirigi-se tambem para o anexo, onde entrei e logo ele me ordenou que eu me senta-se numa cadeira em madeira tamb�m existente no local Assim fiz e ele logo de seguida me amarrou as pernas aos p�s da cadeira de forma que eu fiquei totalmente aberta seguindo-se as m�o amarradas tambem as costas da cadeira Depois ele prendeu 5 molas a cada borda da minha cona (espero que a linguagem n�o seja levada a mal, mas gosto de chamar as coisas pelos nomes) De seguida passou um cordel por dentro das molas de forma a que depois de esticado me abrisse completamente ficando assim com ela totalmente aberta e exposta De seguida colocou tambem 1 mola em cada mamilo e com uns cordeis tambem esticou bem para cima e atou de seguida os cordeis a uma das traves no tecto Depois come�a ent�o a sess�o a entrar na sua parte mais dura Ele come�ou por usar o chicote e a fustigar-me a cona mesmo sem d�, o chicote ouvia-se bem a estalar e apanh�va mesmo o interior da cona, pois como referi est�va toda aberta com as molas a puxarem as bordas Levei se bem me lembro cerca de 50 chicotadas tendo eu ficado logo ai com alguns cortes feitos pelo chicote de onde o sangue come��va a aparecer Depois disto fui fustigada tanbem nas mamas, como est�vam esticadas para cima o chicote al�m de acertar nos mamilos acert�va tambem na parte de baixo das mamas ficando tudo com as marcas das vergastadas, tendo tambem ai feito ferida. recordo-me bem porque depois da sess�o as mamas soltas vieram para baixo e ardia-me bastante o contacto da pele com a pele Depois de ter levado com o chicote veio ainda a vez de levar com uma v�ra fina igualmente nos mesmos sitios e tambem nas pernas e interior das coxas Como comecei a n�o consseguir evitar fazer barulho, pois a d�r aument�va ele colocou-me uma mord��a do tipo que tem uma bola No fim desta parte onde fiquei com as mamas pernas e cona inchadas e nalgumas zonas com feridas e sangue, ele desamarrou-me da cadeira ordenou-me que eu me levanta-se, sei que nem consseguia unir as pernas tanto me ardia a cona e as pernas De seguida amarrou-me as m�os pelos pulsos uma � outra, e estando eu de p�, ele com a ajuda de um aparelho diferencial, que funciona com umas correntes que se puxam e servem para levantar pesos, i�ou-me um pouco no ar, apenas o suficiente para colocar o cavalete por baixo e p�r a t�bua ao cutelo de forma a que quando ele baixa-se o diferencial, eu fosse ficando com o peso do meu corpo apoi�do apenas na minha cona, o que � algo que por si s� j� custa muito mas ainda mais da forma como eu tinha j� a cona O cavalete tem uma altura em que os meus p�s quase que n�o consseguem chegar ao ch�o, chegando apenas mesmo s� as pontas dos dedos dos p�s e mesmo assim muito pouco Depois disto e de ele me ter ent�o arri�do em cima do cavalete, deviam ser mais ou menos n�o sei precisar bem umas 13 horas, disse-me que tinha de sair e que devia voltar mais para a noite e que eu ia ali ficar at� ele voltar Assim foi, ele saiu e eu ali fiquei Quanto mais o tempo pass�va maiores iam sendo as d�res que eu sentia, embora eu tent�-se quase em v�o tentar apoiar o meu corpo nos dedos dos p�s para tentar aliviar a d�r que sentia no meio das pernas e de onde escorria algum sangue, e com o passar das horas as d�res aumentavam de uma forma, em que chegou a uma altura em que j� n�o doia tanto, ou ent�o eu j� nem sentia Por volta das 21horas ele ent�o voltou, desamarrou-me e tirou-me de cima do cavalete Quando quis acentar os p�s totalmente no ch�o quase que nem conssegui, sentia os musculos presos e doia-me imensso os p�s e principalmente as dedos Como recompenssa por me ter port�do t�o bem, ele ordenou-me que eu vestisse uma mini saia cal�a-se uns sapatos de salto de agulha bastante altos e apertados e levou-me a jantar fora a um restaurante, e disse-me que eu tinha de and�r de forma a que n�o me doesse n�da o que tentei fazer o melhor possivel, embora tenha sido algo muito dificil Assim chegou ao fim mais um dia onde eu uma vez mais me senti feliz, por ter est�do sujeita ao que para mim � das coisas mais importantes e das quais tenho necessidade Fico ent�o � espera de outras contribui��es, e experiencias que queiram partilhar Tenho bastantes mais sess�es que poderei vir a contar e espero faz�-lo At� l� uma abra�o (escrava)