BYRON
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(BYRON) Ol� a todos. o meu nome � " BYRON ". A minha hist�ria come�a ainda em minha casa... Ali estava eu num s�bado � tarde, sem nada para fazer. O telefone tocou e do outro lado ouvi uma voz familiar, forte e autorit�ria. Era uma amiga minha, que conhecia o meu interesse pelo BDSM. Sem me deixar falar, ordenou-me que fosse ter a casa dela, impondo como unica condi��o que eu levasse um par de collants de senhora vestidos. Como sou f� de Pantyhose Bondage ( Meias de senhora ), rapidamente vesti um par que tinha l� em casa e pus-me a caminho. Quando cheguei a casa dela, toquei � campainha e a porta abriu-se. Era uma pequena casa nos suburbios, isolada de vizinhos. Quando entrei dei de caras com um cartaz que dizia - TIRA A ROUPA TODA MENOS OS COLLANTS E DESCE AS ESCADAS QUE H� NA COZINHA -, e eu assim fiz. Ao fundo das escadas havia uma pequena porta que eu abri, mas l� dentro estava tudo escuro.Quando entrei, � procura de um interruptor, fui agarrado por tr�s pela minha amiga que me disse : - Quieto e calado escravo.Vais obedecer-me cegamente. Eu assim fiz e uma pequena luz acendeu-se. Rapida e eficazmente, fui atirado ao ch�o, onde ela me amarrou as m�os com uma corda acetinada.Ent�o a Sara, a minha amiga de 1.70 m de altura e 80 quilos de peso, levantou-me e sentou-me num colch�o onde me deitou de barriga para cima, sentando-se depois na minha cara ordenando-me que a lambesse. Ao fim de algumas estocadas com a lingua, senti que me estava a afogar nos sumos da Sara, que s� ent�o vi como estava vestida. Trazia um conjunto de cabedal vermelho que lhe deixavam os seios de fora e ao pesco�o trazia um lindo len�o preto e vermelho que eu lhe tinha oferecido. Lentamente ela tirou os meus collants e usou-os para se limpar, sentando-se depois sobre o meu corpo e sorrindo de uma forma maquiav�lica. Ela disse-me : - Abre a boca. Como eu n�o abri a boca, logo levei um chapad�o que me fez ver estrelas e ela, aproveitando a minha dor, enfiou os collants na minha boca. De seguida, tirou o len�o que trazia ao pesco�o e tapou-me a boca, deixando-me amorda�ado de uma forma muito eficaz. De seguida amarrou-me os p�s com umas cordas ligadas entre si por uma barra de ferro. Ela foi ligar as luzes e pude ver que estava numa pequena mas bem equipada masmorra, com cordas, algemas, velas, vibradores, chicotes, um pelourinho, etc... Ela pegou num vibrador de cinta, que colocou habilmente e disse-me : - Vou-te ensinar a n�o me desobedeceres e vou fazer-te realmente meu. Eu bem gritava, mas quem me ouvia, amorda�ado daquela forma ? Ela virou-me de barriga para baixo e p�s-me umas almofadas por baixo da barriga e a seguir, senti que o meu rabo ia rebentar. Ela penetrou-me por tr�s, enquanto me ia dizendo que agora era escravo dela para sempre. Por fim l� me largou desamarrou-me as pernas e pegou numa palmat�ria achatada com a qual me massacrou as n�degas. Pegando em mim, ela arrastou-me para uma cadeira,onde me amarrou fortemente o tronco e as pernas com umas cordas �speras. A campainha tocou e ela fechou a porta da masmorra e foi ver quem era. Passados poucos minutos a porta voltou a abrir-se e a Sara entrou, mas com ela vinha uma amiga a� dos seus 50 anos, que quando me viu, se come�ou a rir. A Sara disse-lhe que se ela quisesse podia " brincar " comigo. Ela n�o se mostrou rogada e logo pegou num par de molas da roupa que aplicou nos meus mamilos, puchando-as suavemente. De seguida masturbou-me com a m�o quase at� � explos�o, mas antes que iiso acontecesse, parou e perguntou � minha amiga se ela n�o se importava. Como ela disse que n�o, ela ajoelhou-se � minha frente e acabou o servi�o com a boca, o que muito me aliviou e agradou. Quando acabou o servi�o, deu-me duas bofetadas que me deixaram zonzo e rindo-se virou-se para a Sara e disse-lhe para se despachar, que sen�o as lojas fechavam. A Sara sa�u da sala e a amiga pegou num len�o que trazia ao pesco�o e sentou-se ao meu colo, rindo-se e dando-me mordidelas nas orelhas. Ent�o enrrolou o len�o e vendou-me os olhos, dizendo para me habituar ao escuro, porque ia passar muito tempo amarrado, amorda�ado e vendado naquela masmorra. A �ltima coisa que me lembro � de ouvir a porta a fechar-se e ali fiquei durante v�ris horas, at� que, j� de madrugada, a Sara me acordou e me libertou, levando-me ainda cambaleante para o quarto dela, onde me aplicou umas massagens e fez amor comigo durante v�rias horas. Na manh� seguinte ela disse-me que amiga tinha gostado de " brincar " comigo e que da pr�xima vez nos faria mais companhia, pois tinha ficado exitada com a ideia de me violar e de ma aplicar uma chuvinha dourada.>> O nosso segundo encontro n�o demorou muito, mas falarei dele numa pr�xima vez. Espero que tenham gostado e se quiserem entrar em contacto comigo podem faz�-lo atrav�s do e-mail jrc@aeiou.pt Um abra�o, Byron.