SLAVEGIRL
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Uma sess�o: T�nhamos marcado o encontro num caf� por volta das 14:00. Eu cheguei levemente mais cedo. Levava vestido um cinto de ligas preto, meias pretas, saia preta, blusa de seda preta e vermelha �s ramagens e um casaco de couro preto. Usava sapatos de salto largo e alto e como n�o poderia usar soutien lembrei-me de surpreender o Meu Amo, usando uma esp�cie de soutien, feito em corda que eu idealizara, para facilitar ao Meu Amo a tarefa de me amarrar os seios se assim o entendesse. Passava pouco das 14:15 quando o Meu Amo chegou. Sentou-se, pediu um caf�. Trocamos algumas palavras. Perguntou-me o que eu esperava da sess�o e eu respondi que n�o sabia mas que s� sabia que estava feliz. Sa�mos, apanhamos um taxi e a viagem decorreu quase em sil�ncio. Quando chegamos ao Hotel, dirigimo-nos ao quarto que nos indicaram. Entramos, eu pousei o saco, retirei o casaco e fui fechar a porta. Logo que a fechei atr�s de mim, ajoelhei e beijei os p�s do Meu Amo. A sess�o tinha come�ado. Fiquei de joelhos e o Meu Amo agarrando-me os cabelos ordenou: - De p�. Fiquei em p� frente ao Meu Senhor que come�ou imediatamente pelo meu ponto fraco... os meus seios que sabe que s�o demasiadamente sens�veis � dor. Apertou-os firmemente entre os dedos, esmagando-os e fazendo-me gemer de dor. Levantou-me a saia e meteu os dedos dentro da minha vagina, sentindo-me j� h�mida. Esfregou um pouco o meu clit�ris e empurrou-me para a cama onde eu fiquei debru�ada de costas para que me examinasse o anus. Depois mandou-me despir completamente. Assim fiz e comecei a desfazer o saco, mostrando-lhe os diversos artigos que tinha trazido comigo: Os 2 chicotes, os vibradores, as molas (diversos tipos), os prendedores de mamilos, as cordas, as braceletes para os pulsos e tornozelos, a coleira com uma chapa com o meu nome de escrava gravado, a trela, as velas, os alfinetes, as morda�as, o but plug, bolas chinesas, e por �ltimo, uma nova aquisi��o, a t�o temida chibata. Trago ainda lubrificantes, �lcool, algumas toalhas para limpar algo que seja preciso e uma toalha grande para evitar que a cama fique suja com algo denunciador daquilo que ali se vai passar. Quando o saco ficou vazio, arrumei-o, peguei na coleira, ajoelhei-me aos p�s do Meu Amo e ofereci-lha para que ma colocasse. O Meu Senhor assim fez e como estava muito apertada, ajustou-a e agarrando-me por ela levantou-me. Voltou a esmagar-me os seios e atirou-me para a cama de barriga para baixo com as pernas abertas. Meteu plug na vagina e logo em seguida enterrou-o quase de uma s� vez no anus. Come�ou a chicotear-me as costas, creio que usou o chicote mais novo porque o couro das tiras � mais duro e d�i mais. Mandou-me abrir os bra�os em cruz e chicoteou-me tamb�m a zona dos ombros. Ap�s uma meia d�zia de chicotadas parou. Colocou-me nos pulsos e tornozelos as braceletes, a morda�a com o p�nis foi afivelada na minha cara, mas ficou um pouco solta. Pegou na vela e come�ou a pingar cera derretida sobre as n�degas. Queimava a pele mas o Meu Amo n�o me permitia mexer. Ap�s uns segundo parou e mandou que me pusesse de p�. Mais uma vez os meus seios foram castigados pelas suas m�os que os apertaram violentamente. Tentei segurar as suas m�os para as afastar dos seios e o Meu Amo disse: - Ent�o? voltamos ao principio? e prendeu-me as m�os atr�s das costas, unindo as braceletes. Comigo assim presa p�de esmagar os meus seios da forma que lhe apeteceu. Quando parou disse: -Vou-te tirar uma fotografias. Mandou-me segui-lo at� � casa de banho, colocar-me junto � parede, voltada para a frente e tirou algumas fotos, colocou-me os prendedores de mamilos tendo, para isso, que mais uma vez apertar e puxar por eles. Tirou mais umas fotos e depois voltei-me de costas para ser fotografada e por �ltimo mandou-me inclinar sobre o bid� e tirou fotos do plug profundamente inserido no anus. Mantendo-me nessa posi��o inclinada o Meu Amo verteu cera derretida sobre as minhas costas e n�degas o que muito me custou a suportar. At� aqui lembro-me perfeitamente da sequ�ncia da ac��o mas a partir deste momento as imagens s�o t�o intensas que tenho dificuldade de recordar os passos todos por ordem. Lembro-me de tudo com nitidez mas n�o exactamente da ordem seguida, mas vou fazer um esfor�o para n�o deturpar nada. Ap�s as fotos e a cera fomos para o quarto e fui empurrada para a cama, onde fiquei atravessada, de barriga para o ar, pernas bem abertas e o Meu Amo introduziu o vibrador mais pequeno dentro da minha vagina, empurrando-o bem. Eu n�o possuo uma vagina muito profunda, � larga mas n�o profunda e o vibrador magoava-me ao bater no �tero. Fiquei assim com os dois buracos cheios e o meu Amo mandou-me elevar as pernas e manter-me assim para tirar mais umas fotos. Retirou-me a morda�a. Ap�s isso, deu a volta � cama e veio para junto da minha cabe�a, retirou o seu p�nis de dentro das cal�as e ordenou-me que o chupasse. O Meu Amo deveria estar j� bastante excitado porque umas gotas do liquido que precede o orgasmo, pingaram sobre o meu rosto. Tentei chup�-lo mas ele n�o facilitava obrigando-me a um esfor�o maior para me soerguer, uma vez que eu continuava com as m�os presas debaixo de mim. Ap�s uns segundos em que o chupei e lambi os seus test�culos, o Meu Amo afastou-se e chicoteou-me mais um pouco, agora a parte da frente, coxas, barriga, entre as pernas e sobre os seios. Ap�s isso mandou que eu segurasse o chicote com a boca e tirou mais umas fotos. Pegou na chibata e deu-me umas pancadas meio leves nos seios e barriga e meteu-ma na boca. Seguiram-se as molas. O Meu Amo foi buscar as molas e come�ou a prend�-las sobre os meus seios. O Meu Amo sabe que o cheiro do seu sexo me excita e prendeu a minha cabe�a entre as suas pernas enquanto colocava as molas. N�o sei quando os prendedores de mamilos sa�ram ou foram retirados, mas sei que o Meu Amo usou todas as molas num �nico seio e disse que na pr�xima vez eu deveria levar mais molas. No outro seio usou outro tipo de molas. Depois retirou o vibrador da vagina e ainda com a minha cabe�a segura entre as suas pernas a respirar bem junto do seu sexo, prendeu os l�bios vaginais cada um com uma mola de prender papeis. Deu a volta � cama e afastando os meus l�bios vaginais tirou mais algumas fotos. Ao v�-las pode-se ver o quanto eu estava excitada. At� me sinto envergonhada ao admit�-lo mas as fotos s�o por demais evidentes e n�o me deixam negar... a vagina estava cheia dos meus sucos... As molas na vagina do�am principalmente porque sendo met�licas e bastante largas se cravavam um pouco na carne. Quando me queixei o Meu Amo disse que eu deveria aprender a conviver com a dor porque dela me viria o prazer, mas condescendentemente retirou as molas, da vagina e dos seios. Quando voltou para junto da cama, foi para junto dos meus p�s que prendeu um ao outro atrav�s das correias nos tornozelos e come�ou a meter a m�o na minha vagina. O Meu Amo sabe que eu adoro o fisting. Mas o Meu Amo usa apenas os meus flu�dos naturais para meter a m�o o que torna as coisas mais dif�ceis. Pelo menos n�o me apercebi que tenha usado lubrificante. No entanto ele foi muito cuidadoso e permitiu que eu me fosse acomodando � press�o n�o for�ando demais. Quando a m�o entrou e ele a come�ou a movimentar dentro de mim foi bom. Eu gosto de me sentir bem cheia mas o colo do �tero estava dorido e ele parou quando eu me queixei. Afastou-se da cama e foi buscar corda. Ordenou que me voltasse de rabo para o ar. Come�ou a amarrar-me ligando os p�s �s m�os e aos ombros e acabando por passar pela coleira. Ap�s isso puxou-me pela corda e fez-me deslizar at� ao ch�o segurando-me para que eu n�o ca�sse. Fiquei de rosto contra a cama. O Meu Amo deu-me alguns pontap�s suaves no rabo e depois pegou na chibata. Deu umas tr�s ou quatro chibatadas nas n�degas uma das quais eu aparei com a m�o porque do�a demais. O Meu Amo ordenou que eu retirasse as m�os da frente mas quando ap�s alguma insist�ncia eu obedeci, o Meu Amo n�o voltou a bater nas n�degas como eu temia. Fez-me ficar de barriga para cima e deu uma chibatada na parte interna das coxas que me doeu como o diabo. Bateu mais umas 2 vezes sobre a parte da frente das coxas e deu umas pancadas mais leves no meio das pernas mas com a dor que eu tinha na tal parte interna quase nem sentia as outras pancadas. O Meu Amo pisou o meu corpo embora sem apoiar o peso dele sobre mim. P�s a sola do seu sapato sobre a minha boca e ordenou-me que a lambesse. Ap�s uns segundos ordenou-me que me voltasse de lado... como eu n�o conseguia ele amea�ou que com a chibata eu ia conseguir, mas ele puxou-me pelas cordas e eu com essa ajuda l� consegui.Voltou-me de barriga para cima novamente e pegou no vibrador maior e introduziu-o profundamente na minha vagina e ligou-o. Sentou-se sobre os meus seios e cavalgou sobre mim sempre movimentando o vibrador, esmagando os meus seios sobre o peso dele e entre as pernas dele. Ap�s isto ordenou-me que me pusesse de p�. Tarefa imposs�vel. Eu continuava de m�os presas atr�s das costas e com os p�s ligados ao pesco�o, jamais me conseguiria levantar. O Meu Amo veio em meu auxilio. Ajudou-me a ficar de joelhos e queria que eu ficasse de c�coras que seria o m�ximo permitido pela posi��o das cordas mas mesmo assim com as m�os presas era imposs�vel. Libertou-me as m�os e ordenou-me que o chupasse. Comecei a chupar o seu p�nis. O Meu Amo deitou-se sobre a cama e eu fiquei de joelhos entre as suas pernas a chup�-lo por largos minutos, enquanto o Meu Senhor ia assistindo a um filme pornogr�fico. Beijei, lambi e chupei os seus test�culos e p�nis at� que ap�s alguns minutos o Meu Amo me desamarrou as cordas e soltou os p�s. Inclinei-me sobre a cama e o Meu Amo penetrou-me a vagina por tr�s. Adoro esta posi��o porque a minha zona er�gena por excel�ncia fica situada nas costas. Gostei de sentir as suas m�os a apertarem as minhas n�degas e a arranharem-nas, a segurarem-me pela cintura e quando o Meu Amo se veio sobre as minhas n�degas, adorei. Voltou a meter o seu p�nis na minha vagina por uns segundos e depois ordenou-me que o limpasse com a minha boca o que eu fiz com muito prazer. Dirigiu-se depois � casa de banho e disse que eu podia descansar. Quando o Meu Amo regressou da casa de banho deu-me um beijo gostoso e permitiu que eu o abra�asse agradecida pelo tanto que me tinha dado de felicidade. Deitou-se depois sobre a cama e eu fiquei aconchegada nos seus bra�os, sentindo o seu cheiro, beijando o seu corpo suado, lambendo as suas m�os como uma cadela, agradecendo as car�cias que o Meu Amo estava a fazer nos meus cabelos. Foram uns minutos magn�ficos de relaxamento e satisfa��o, pelo menos para mim. Foi uma sess�o muito completa, onde o Meu Amo correspondeu exactamente a tudo aquilo que eu sempre esperei. Foi duro o bastante quando entendeu que o deveria ser, exerceu o seu poder sobre a esta sua escrava, mostrando o seu dom�nio sobre o meu corpo e vontade que j� n�o s�o meus mas s�o de sua exclusiva propriedade, mas tamb�m soube ser terno no momento exacto, doseando perfeitamente a dureza com a ternura. Adorei esta sess�o, Meu Amo e Senhor!