StrongDeep (conto)
Foi numa sexta de manh�, enviei uma mensagem por telefone � minha sub para estar �s 9 horas junto ao hotel avenida em Viseu. Estava um lindo dia e os p�ssaros estavam radiantes adivinhando que seria uma sess�o diferente devido ao local. Pelo caminho vinha a pensar como se comportaria a escrava dado que num quarto de hotel n�o poderia gritar nem haver barulho! Tinha exigido � escrava para se apresentar com um obeso plug anal enfiado no cu bem lubrificado. Cheguei, aluguei o quarto e subi, ficando � espera. Passado um pouco chegou, de vestido curto e decotado, olhar submisso de l�bios entreabertos, cabe�a baixa e mantendo as pernas ligeiramente afastadas. Perguntou se eu queria encomendasse o pequeno almo�o ao que respondi que sim. Ordenei-lhe que se colocasse em posi��o de frango assado de pernas bem abertas, levantasse o vestido e pegasse no telefone interno do quarto para encomendar o que lhe tinha dito enquanto eu lhe retirava lentamente o plug anal daquele cu todo exposto e analisava as suas generosas dimens�es. Ela fazia um enorme esfor�o para se controlar e falar ao telefone com naturalidade. Quando pousou o telefone, mandei-a respirar fundo e voltei a enfiar o plug na totalidade ao que deslizou sem resist�ncia at� ao fim. Perguntei-lhe se tinha trazido tudo e ordenei que se levantasse e retirasse do saco adiddas os instrumentos do castigo: Dois pepinos grandes, frutos tropicais, dois caralhos de borracha grossos e outro mais pequeno, o plug que trazia enfiado no cu, um dildo rugoso anal oco ligado a uma mangueira com torneira e saco para enemas, molas para mamilos e creme lubrificante. Disse-lhe voc� percebeu mesmo o que pretendo para o seu castigo e compensei-a ordenando-lhe que me fizesse uma mamada enquanto se sentava na borda da cama contra um dos pepinos na entrada da sua rata �vida. Quero que quando me vier engula tudo e ver o pepino desaparecer completamente nessa gruta que me pertence, disse-lhe. Ao que cumpriu. Qualquer sess�o � �nica e sempre diferente de forma a tornar-se numa daquelas aventuras que s� passamos uma vez na vida e sentia-a mesmo excitada a querer continuar a chupar-me, mas ordenei-lhe que ficasse quieta e submissa � espera com as grutas do prazer voluptuosamente entupidas no limite, sentada na borda da cama. Tinha-lhe exigido que fosse com a bexiga cheia e suplicou-me em voz baixa e quase sumida que queria mijar o que lhe neguei com um seco n�o. Mandei-a despir-se e voltar-se de costas, gostei do que vi, abri-lhe as pernas, ordenei-lhe que se baixasse de forma a expor-se bem e mexi no plug acariciando-lhe a rata que estava molhada. Segurei o plug meio enterrado e mandei-a expelir o pepino ao que ela n�o conseguiu come�ando a mijar-se. Empurrei o plug e ela contraiu-se, retirei o pepino e enfiei os dedos mandando-a abrir-se mais pondo-se de quatro e agarrar os tornozelos com as m�os. Batem � porta para entregar o pequeno almo�o e mandei-a ir para a casa de banho abrir-se toda deitada na banheira de barriga para cima e colocar as molas nos mamilos. Abri a porta e recebi a bandeja do empregado que coloquei numa mesa. Na casa de banho enterrei-lhe a mangueira do chuveiro na cona, proibindo que se mijasse enquanto ela mo suplicava para o fazer. Tirei o plug e enchi o saco para enemas com �gua morna. Enfiei suavemente o dildo anal no cu com a torneira fechada sentindo resist�ncia� Abri a �gua e come�ou a entrar lentamente, ela suplicava para que a deixasse mijar, s� quando voltei a sentir resist�ncia � que lhe ordenei para mijar e sempre que sa�a um jacto de mijo o dildo entrava mais um pouco, era bem bojudo e ela gemia baixinho enquanto a �gua ia baixando no saco transparente � medida que a bexiga despejava e o dildo ia penetrando cada vez mais profundamente naquele lindo cu que se ia enchendo de �gua� O dildo entrava e sa�a agora sem resist�ncia pois ela estava no limite e a �gua j� corria para fora � medida que entrava e ela c�ndida rendia-se, l�nguida abria-se e �vida sentia-a a contrair-se para o orgasmo. Permiti que sentisse no ventre a liberta��o e retirei o dildo deixando-a evacuar lasciva, imensa, grata e plena enquanto lhe acariciava o grelo e os mamilos torturados. Tom�mos um duche, voltei a enfiar-lhe o plug anal e fomos tomar o pequeno almo�o. Est�vamos com apetite e o sumo de laranja, as salsichas, os ovos estrelados e o p�o acabado de fazer souberam-nos maravilhosamente ao que complement�mos com caf� quente e bolinhos de am�ndoa nus sentados na cama sentindo a pele em poesia desabrochar e ela sentindo-se desejada, presente naquela manh� em que a vida inteira fica diferente. Naquela altura ela estava demasiado solta e amarrei-a de quatro fodendo-a no cu e na cona com tudo o ela tinha levado e obriguei-a a voltar a chupar o meu pau grosso de excita��o. Ela tremia, agitava-se, inundava-se e sonhava sentindo dentro dela o corpo do tes�o dessa f�mea maravilhosamente submissa que me concedeu o poder e o privil�gio de a Dominar. Fomos almo�ar e volt�mos ao quarto, desta vez fizemos 69 enquanto lhe ia enterrando o punho naquela gruta maravilhosa e �vida de ser desafiada numa pormenorizada e profunda explora��o enquanto ela me fazia uma deliciosa mamada, foi uma experi�ncia sublime sentindo a loucura em que mitig�mos o peso do desejo e da paix�o pela emo��o dos sentidos. StrongDeep
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