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Conto am�velmente cedido pelo Sr. Mastyorg
Um dildo para Paulina Hoje quero dizer-te que pensei em fazermos algo um pouco diferente. Para realizar o meu intento fui a uma loja de acess�rios para despertar no corpo prazeres escondidos, dores, excita��es m�ltiplas - uma sex-shop. Entrei e reparei na exist�ncia de muitos objectos, alguns estranhos, de formas e objectivos bizarros. A minha aten��o recaiu num pequeno chicote com, talvez, oitenta cent�metros, um metro, n�o mais. O cabo tinha a forma de um enorme caralho, com cerca de um ter�o do tamanho total da pe�a. Era duro como a�o, mas, ao mesmo tempo, um pouco flex�vel, de forma bem desenhada, coberto a couro macio e negro, brilhante, quase aveludado e agrad�vel ao toque. A parte do l�tego era fina e resistente, pronta para bater, com muita certeza no golpe, e fazer verg�es finos e profundos na pele. Esta parte do chicote partia, com alguma grossura, da base do caralho, junto �s bolas, grandes e bem esculpidas, e tornava-se mais fina, agu�ando para o fim. Peguei-lhe, fiz o movimento de bater e soltou um silvo gritante ao cortar o ar. Perfeito para o que eu queria. Dirigi-me ao balc�o para efectuar a compra. No atendimento estava um negra de pele muito escura e acetinada, muito alta e de ombros largos. Vestia um pequeno colete de couro escuro que lhe deixava ver os bra�os fortes e mostrava mais do que escondia um par de seios enormes que pareciam querer saltar e desnudar-se a cada momento. Sorriu-me com uma boca vermelha e brilhante de dentes brancos. Uma boca sensual de l�bios grossos. Passou a l�ngua pelos l�bios de forma voluptuosa antes de me perguntar: - Posso ajudar?... Mais por simpatia que por verdadeira curiosidade, com o chicote seguro na m�o pelo lado do enorme caralho, perguntei-lhe, enquanto passeava dois dedos ao longo do membro de couro: - Acha que isto desliza bem? Como resposta ela abanou um pouco o cabelo cinzento de prata, sorriu muito em sil�ncio e deixou-me parado e boquiaberto com o que fez: levantou uma das pernas alt�ssimas, ergueu ao mesmo tempo a saia larga e comprida, colocou, com uma facilidade de ginasta, o p� cal�ado com um botim fino sobre o balc�o e, sem qualquer pe�a de roupa interior, mostrou uma cona de l�bios grandes e de enorme pentelheira preta. Ao mesmo tempo meteu o caralho de couro na boca, lambeu-o bem e de seguida, sem uma palavra, sorrindo sempre, enfiou-o na cona lentamente at� bem mais de meio com uma facilidade estonteante. Fez alguns movimentos para dentro e para fora at� come�ar a revirar os olhos de prazer. O caralho penetrou-lhe quase totalmente na cona. Experimentei de imediato uma erec��o estalante que parecia ir rebentar-me as cal�as. Acho que fiquei rubro nas faces porque senti um calor no rosto que me inundou at� � testa e ela soltou uma pequena gargalhada diante da minha estupefac��o. E disse somente: - Como v�... Ela guardou o objecto, sem o limpar, dentro de um saco de papel de prenda e entregou-mo. Eu n�o disse nada. Agradeci baixinho, paguei e sa� ainda meio tonto com a demonstra��o. Agora, Paulina, minha escrava, muito puta, meu carinho, do�ura, vou utilizar o objecto em ti. Beijo-te na boca, chupo-te a l�ngua, rasgo-te a camisa leve que trazes. N�o tens nada por baixo. Nua, est�s nua e eu empurro-te para a cama. Cais de costas sobre o leito. Vou amarrar-te. Cortei uns panos longos em tiras. N�o vou utilizar cordas: elas marcariam a tua pele suave. N�o quero. Com as fitas de pano amarro-te os pulsos � barra superior da cama. Firmes, mas sem fazer verg�es nem marcas de cordas. Pego em duas cadeiras pesadas, de espaldar alto e encosto cada uma de cada um dos lados da cama. Levanto-te as pernas e afasto-as bem. Amarro cada perna a uma cadeira com as mesmas fitas longas de tecido. Ficas aberta, exposta, a cona toda aberta. Vejo-te os l�bios da cona vermelhos e latejantes. Como est�s linda, minha escrava, minha puta... J� come�as a gemer de antecipa��o. V�, puta, prepara-te... Ergo o chicote segurando-o pelo caralho negro e brilhante, des�o o bra�o rapidamente: estala o l�tego na tua pele e soltas um primeiro gemido. Uma vez, e outra, e ainda outra, muitas mais, ergo e des�o o bra�o armado com o belo chicote. Geme, cachorra, grita, puta, estou a bater-te somente pelo meu prazer e para te provocar o prazer da dor. Grita, puta, grita, geme, pede mais, suplica que te bata mais. Eu paro um segundo, e recome�o, alternadamente, uma chicotada em cada coxa, na cona, na barriga, de novo nas coxas e outra vez na cona. � um del�rio ver-te erguer o cu a cada chibatada. Grita, grita, choras, n�o sei se de dor, se de prazer. Estou com o meu caralho duro de tanto tes�o. Apetece-me penetrar-te, foder-te como a uma puta que �s, mas ainda � cedo. Vou fazer-te gozar: meto-te o caralho de couro, duro e enorme, na boca, molho-o bem na tua saliva, esfrego-o no teu rosto cheio de l�grimas, molho-o com elas tamb�m. Agora levo-o at� � tua cona aberta e exposta. Estimulo-te o clit�ris com o caralho, esfrego-o completo pela tua cona molhada. H� verg�es vivos de cor nas tuas coxas. Meto o caralho negro pouco a pouco na tua cona. Desliza lindamente. A vendedora tinha raz�o: o caralho desliza docemente pela tua cona, ainda que, pela grossura e pelo tamanho ele abra um largo caminho ao deslizar. Meto-o at� ao fundo de ti. Ainda sobra muito caralho c� fora. V�, mais um esfor�o, deixa meter mais um pouco, descontrai-te, deixa-o entrar, deixa... Gozas, gemes de tanto prazer, fa�o movimentos de vai e vem com o enorme caralho de couro negro. Ah!, grande puta, como est�s a gozar... Geme, grita de prazer, est�s quase, aumento a velocidade do movimento, mais depressa, mais depressa, est�s quase, vem-te, VEM-TE!, puta, molha-te toda, os teus l�quidos parecem esguichar sobre o couro do caralho enorme. Retiro-o, chupa-o agora, lambe os teus pr�prios l�quidos, lambe, chupa... Acaricio-te os cabelos, beijo-te a face afogueada, o teu prazer � o meu maior gozo, tu sabes, minha puta. Quando te molhas, quando te vens como uma cadela, sinto grande o meu prazer porque sei que est�s a gozar... Tamb�m eu estou quase a molhar-me tal � o meu estado de excita��o. N�o vou demorar muito tempo a vir-me. Subo para cima de ti, amarrada com est�s, olho-te nos olhos, vejo o teu sorriso de prazer e cansa�o, sento-me sobre as tuas mamas, meto-te a minha pi�a na tua boca linda, chupa-me, chupa-me cabra, ergo-me um pouco nos joelhos, meto-te o caralho todo na boca, para cima, para baixo... Poucos movimentos e... aaahhhhhh, estou a vir-me na tua boca, chupa-me, chupa o meu esperma, lambe-me o caralho, chupa tudo... Esfrego o caralho pelo teu rosto, lambuzo-te toda... Ah!, como eu gosto e como gozas tu tamb�m... Deixo-me escorregar sobre ti. Deito-me entre as tuas pernas levantadas e amarradas, repouso a cabe�a nos teus seios, o teu cora��o bate forte, sinto-o. O meu parece querer saltar do peito. Pedes-me que te desamarre as m�os. Fa�o-o e vens acariciar-me os cabelos, apertas os meu rosto contra o teu peito, docemente, com muito carinho, com ternura... Creio que est�s feliz... Agradece-me...