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Sexo
nada virtual
Meu
computador apresentava sucessivos defeitos e já estava cansado
das explicações dos técnicos. Na minha mais recente
tentativa, fui surpreendido, felizmente, com a chegada de Elza, uma
técnica capaz de alimentar megadesejos. Cabelos compridos, alta
e pernas grossas, Elza era um avião espacial. Toda sorridente,
lamentava minha falta de sorte com os outros técnicos. Em dois
tempos e com algumas explicações objetivas, resolveu tudo.
‘Pronto’, disse com um gostoso sorriso nos lábios carnudos.
Mas
você não pode ir embora tão rápido’, insisti,
convidando-a para o almoço. Minha mãe passara o fim de
semana comigo e a geladeira estava farta. Menti, dizendo que tinha preparado
tudo especialmente para aquela segunda-feira: ‘Sabia que você
ia aparecer.’
Como
a mocinha aceitou, fui em frente nos salamaleques. Abri um bom vinho,
preparei a mesa e coloquei uma música suave para tocar. Elza
entendia tudo e interpretava bem o papel reservado a ela: ‘Você
é um cavalheiro. Se todos os clientes fossem assim...’
No
almoço, em torno de um belo tutu com couve, conversamos como
velhos conhecidos. Elza era a simpatia em pessoa e deixava qualquer
um à vontade. Falava as coisas mais íntimas com a maior
naturalidade, deixando portas abertas para os avanços do garanhão
aqui.
Em
seguida, com a taça de vinho na mão, disse que não
tinha mais visitas para o resto da tarde e se dispôs a me orientar
a respeito de novos programas para o micro. Lado a lado, diante da telinha,
quase coxa com coxa, ela ia explicando tudo com a maior tranqüilidade.
Até
que soltou uma bomba: ‘Você continua divertido, Carlito.’ Como
ela sabia o meu apelido? Quem era ela afinal? Seria alguma antiga namoradinha?
Fingi não me perturbar e resolvi avançar mais, deixando
a mão encostar na coxa dela. ‘Ah, Carlito, você não
muda nada.’
Na
dúvida, resolvi beijá-la. Quem sabe não desvendava
aquele mistério com a língua? Não deu outra. Elza
era uma namoradinha dos tempos do Segundo Grau, coisa rápida,
entre um grande amor e outro. ‘Você também continua gostosa
como naqueles tempos’, devolvi, meio sem certeza de quem estava falando.
Foi
a faísca que faltava. Nos embolamos no chão do escritório;
eu com a mão na bundinha e ela mordendo minha orelha. A proteção
de tela piscava mil cores, ditando o ritmo daquele amasso do reencontro.
Nunca
dei um banho de língua tão demorado numa mulher. Elza
se arrepiava a cada centímetro percorrido pela minha boca. Confesso
que me lembrava vagamente dela até o momento em que pegou meu
pau de jeito com a boca. A primeira mordidinha ninguém esquece.
E foi isso que ela voltou a fazer, mordiscando o pau com ares de sadomasoquismo.
Ao
mesmo tempo, os dedos alisavam o saquinho, talvez para dar linha na
pica, querendo vê-la mais alto e mais alto. Quando sentiu que
estava no ponto, sentou em cima dela como numa sela, pronta para cavalgar.
O pau se escondeu naquela caverna e não saiu mais, apesar de
todos os movimentos bruscos que Elza fazia. A xoxota parecia estar moldada
para o caralho e vice-versa.
Para
testar aquele encaixe, troquei de posição com ela sem
tirar de dentro. Ela me dizia mil loucuras no ouvido, que tinha ficado
molhadinha assim que me reconheceu, que queria gozar muito, que eu era
um tesão etc, etc. Elza tinha um fôlego e tanto. Aquilo
me estimulava e eu trepava como se fosse o último dia do mundo.
Deve
ser por isso que nem sentia os chupões que Elza me dava com toda
a força. Aliás, que bobagem, os chupões só
são percebidos no dia seguinte mesmo... Nesse quesito, a nossa
Elza era insuperável: me deixou uns quatro morangos bem à
vista.
Depois
que gozamos, ela veio com uma conversa meio esquisita, mas divertida:
‘Valeu a pena termos nos separado para nos reencontrarmos agora, mais
maduros e sabendo tudo de cama. Vamos ser amantes?’ O detalhe é
que nem eu nem ela tínhamos compromissos com outros parceiros.
‘A questão não é esconder de ninguém, é
que assim fica mais divertido’, explicou.
Na
segunda rodada de conversações, dialogava com meu microfone
quando pegou minha camisa e começou a enrolá-la. De repente,
interrompeu a mamada e me cobriu os olhos com a roupa: ‘Agora, você
é meu prisioneiro.’
Com
Elza de carcereiro, o crime compensava. Ela continuou me mamando ao
máximo e, quando viu que não dava mais para me conter,
voltou a sentar em cima do caralho. Com as mãos, alisava os meus
mamilos e cabelos, dominando as rédeas do cavalo. ‘Quero sentir
este leite de garanhão fervendo dentro da minha xota.’
Achei
que ela merecia coisa melhor. Num pinote, deixei minha amazona de lado,
dominando a situação num abraço: ‘Vou comer este
cuzinho apertado.’ ‘Não, aí sou virgem. ‘Era’, informei,
enfiando um dedo lambuzado com o gozo dela. Fui em frente devagar mas
sem recuar. A técnica de informática pedia delete e eu
só dava enter.
Ao
ouvir os gemidinhos de Elza, senti que estava tudo bem. Ela estava gostando
— e muito — daquela vara no meio do lombo. Elza ia para frente e para
trás, sentindo a pressão da minha peia, falando sem parar:
‘Por que você nunca fez isso antes comigo? Fode sua cadelinha.’
Elza
gostou tanto da farra que virou minha instrutora particular no mundo
multimídia. Em troca, sirvo o melhor da comida mineira à
menina. Paio, lingüiça, costelinha...”
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