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A
Tetra-trepada...
Estávamos
em uma fazenda no interior de Minas e eu era a única mulher entre uns
dez homens, entre eles o meu namorado. Lá pelas seis horas da tarde
a cerveja estava acabando e eu me ofereci para ir até um boteco distante
uns 30Km para comprar mais.
Peguei o carro e fui. Como demorava
um pouco a chegar lá, fui bebendo uma garrafa de uma mistura de pinga
com limão( chama-se porradinha). E eu nem imaginava que mais tarde eu
iria bebê-la literalmente! Quando enfim cheguei ao boteco já estava
escurecendo e eu estava completamente bêbada. Entrei e já fui pedindo
pro rapaz do balcão pegar os dois engradados vazios no carro para trocá-los
por cheios. Enquanto isso, reparei em outros três que estavam sentados
no balcão, todos fortes e muito atraentes. Vi que repararam em mim também,
porque eu estava apenas com uma micro-saia e biquíni, sem blusa, pois
fazia muito calor.
Quando o rapaz do balcão voltou
reparei que seu membro estava duro e fazendo um volume enorme debaixo
da bermuda, e aquilo me deu um tesão de morrer. Pedi mais uma dose de
porradinha e virei o copo. De repente senti uma mão apertando a minha
grelhinha por trás e tremi inteira. Fiquei sem reação e completamente
molhadinha. Quando dei por mim já estava de quatro levando fortes estocadas
na xoxota.
Os outros tiraram aquelas varas
duras para fora umas maiores e mais grossas que as outras. Comecei a
chupar um, enquanto o outro metia com força e assim foram revezando
e eu gozando sem parar até que um enfiou no meu cuzinho virgem aquele
pau gostoso e todo melado de tanto gozo. Gritei de prazer e gozei como
nunca. Aí virou uma sessão de trepadas, um no cu, o outro na xoxota,
o outro sendo chupado e o outro batendo uma punheta esperando para me
foder. Depois de transar, gozar e chupar até a última gota de porra
daqueles tarados, entrei no carro esgotada e voltei para a fazenda.
Estavam todos tão bêbados que nem perceberam a demora. E depois dessa
sempre que acaba a bebida nas festas de lá sempre sou eu quem vai buscar
mais...
Michelle
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