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Que delícia de trepada

     Tenho 42 anos e estou casado há 20. Apesar de sermos felizes e liberais, ainda não tínhamos vivido uma experiência sexual ou fantasia fora do casamento. 
     Na virada do ano, o tradicional baile do réveillon deu lugar a uma festinha na casa de um amigo. Por volta das 22h, estávamos reunidos num grupo de 20 casais. Os anfitriões, Mauro e Regina, estavam radiantes de felicidade. Recebiam os convidados.

     Logo depois dos cumprimentos e das formalidades de praxe, foi servido um excelente jantar. A festa estava animadíssima e alguns convidados estavam meio altos, quando o relógio foi se aproximando da zero hora. A anfitriã anunciou que cada casal ganharia uma garrafa de champanhe para ser estourada na virada do ano.

     Aí, todos começaram a cantar aquela velha música: ‘Adeus ano velho, feliz ano-novo.’ Confesso que já tinha bebido além da conta, estava meio alto e assanhado.

     Depois de muitos vivas ao novo ano, começou aquele abraça daqui, abraça dali, boas festas para lá, boas festas para cá... Uma tremenda chatice. Até que Regina veio em minha direção e me abraçou desejando feliz ano-novo e sussurrando qualquer coisa ininteligível no meu ouvido. Ela saiu para cumprimentar os outros e eu fiquei atônito, com o copo na mão tentanto traduzir o que tinha acontecido.

     Seria fruto da minha imaginação ou ela teria bebido um pouquinho a mais e estava brincando comigo? Voltei a conversar com os amigos, mas não esquecia aquilo. Com os olhos, eu a procurava por todos os lugares e ela, discretamente, aparentava corresponder.

     Pouco depois, Regina veio pessoalmente me servir. ‘Quanta honra ser servido pela anfitriã!’ ‘As pessoas especiais são especialmente servidas’, respondeu. ‘Não vá embora antes de falar comigo’, completou.

     Regina é uma mulher charmosa, supersensual, e o marido um próspero empresário. Aparentemente, formavam um casal perfeito... Mas, voltando à festa, logo depois da meia-noite, o pessoal foi saindo aos poucos, inclusive minha esposa, alegando cansaço.

     Por volta das 2h30min, éramos apenas cinco pessoas. Eu, os anfitriões e mais um casal. Também alegando cansaço, Regina foi ao quarto trocar os sapatos. Quando voltou, usava um vestido muito curto e transparente, que deixava insinuar a silhueta daquele corpo esbelto. Em seguida, colocou um forró bem animado e me chamou para dançar, enquanto os outros ficaram conversando.

     Quando encostamos corpo a corpo, senti um calafrio. Enquanto dançava, deslizava a mão nas costas dela, sentindo todas as curvas do corpo. Às vezes conseguia encaixar minhas pernas no meio das delas.

     Em determinado momento, percebi que tinham nos deixado sozinhos. Não vacilei, fui um pouquinho mais atrevido, descendo minhas mãos até as nádegas, enquanto dançava e sentia ela rebolar na minha mão. O vestido era tão fino que sentia a divisão das nádegas. Ela esfregava o sexo na minha perna e gemia.

     Animado, perguntei: ‘Cadê o pessoal?’ ‘Lá na sala, bebendo.’ A gente mais rebolava do que dançava. Aos poucos, ela ia me levando para um quarto que dava para a área externa. Confesso que tive medo mas, vencido pelo desejo do sexo, comecei a beijá-la na boca, no pescoço, orelhas e mamilos. Enquanto ela massageava e chupava o meu instrumento de trabalho, eu fui tirando aquele minúsculo vestido e lambendo aquela xoxotinha por cima da calcinha já molhada de desejo.

     Enfiava a língua e chupava o grelo, com ela gemendo e se contorcendo. Até que senti o corpo estremecer e ela gozou na minha boca.

  Depois, agarrei aquele enorme mastro e comecei a esfregá-lo naquela bunda molhada de porra. Ela rebolava e forçava a penetração, até que enterrei todo o mastro na xoxota, começando um sincronizado vaivém. Ela gozou uma segunda vez e, logo depois, foi a minha vez.

     Saí do quarto e fui tomar outro uísque, tentando reorganizar meus pensamentos. Ela tomou banho e veio ao meu encontro, quando perguntei: ‘Estou sonhando ou realmente aconteceu?’ Aí, ela contou a história: estava tudo programado. Há dois anos o casal não mantinha relação sexual, pois o marido não conseguia uma ereção total.

     Não agüentando mais de tesão, planejaram tudo de acordo com a orientação de um médico, que afirmava aquilo ser um problema psicológico e não fisiológico. Mais: os três tinham visto tudo, sendo que o outro casal transou também na presença de Mauro, para ajudá-lo a desinibir a libido. Neste instante, a conversa foi interrompida com a chegada dos três, que continuaram a beber e a conversar como se nada tivesse acontecido.

     Hoje, seis meses depois, não ousei tocar no assunto com eles. Soube através da minha esposa que Regina comentara que o tratamento recomendado pelo urologista de Mauro fora um sucesso.
     Como não citou a
recomendação do médico, continuo na dúvida de que minha esposa saiba ou não desta agradável sessão de terapia sexual.

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