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Palácio da Suruba
Quando
Mauro, meu colega de escritório, contou sobre o Palácio
da Suruba, eu não quis acreditar. Palácio era o nome de
brincadeira. Era um apartamento de quarto e sala, no centro da cidade,
no qual Cristiano e alguns amigos — três amigos e dez amigas,
para ser exato — punham em prática um esquema original. Lá,
o lema era ninguém é de ninguém. Quer dizer, quem
tinha um tempinho passava no apartamento e ia transando com quem encontrasse
por lá. Agora, um dos sócios estava se mudando de cidade
e tinha sobrado uma vaga masculina no esquema. Cristiano nem precisou
insistir: topei na hora.
Assim que recebi minha chave do Palácio,
fui conhecer o ambiente. Se não fossem os pôsteres nas
paredes e a coleção de vídeos pornôs, pareceria
um apartamento residencial comum. Voltei três vezes naquela primeira
semana, mas nunca encontrei ninguém. Já estava achando
que aquilo não ia funcionar direito, quando minha sorte mudou.
Naquela quarta-feira à tarde, foi só
abrir a porta do apartamento que percebi a presença de mais pessoas.
Eu ouvia ruídos vindos do quarto. Cheguei à porta e vi
o casal na cama. O homem estava nu e deitado. A mulher estava de quatro,
chupando seu cacete. Era uma morena muito gostosa, com um corpinho tipo
violão. Parecia ter 28 ou 29 anos. Os cabelos, longos e cacheados,
cobriam parte do rosto. Os seios eram mais para grandes,
mas bem firmes, com grandes bicos escuros. Ela estava vestindo uma minúscula
calcinha branca, toda enfiadinha na bunda — que era mais que uma bunda,
era um monumento, grande e empinada, com uma marquinha de biquíni
que deixaria qualquer um louco. Meus olhos desceram pelas coxas grossas
e rijas, muito bem torneadas, até chegarem aos pés pequenos,
sensualmente vestidos com meias brancas curtinhas.
Ela sugava aquela pica com gosto; da porta,
só espiando, eu ia ficando excitado. Até que tomei coragem,
acreditei no lema da casa e resolvi participar. Entrei no quarto e,
antes mesmo que percebessem a minha presença, fui passando a
mão na morena. Por cima da calcinha, que nessa altura já
estava completamente encharcada, ia apalpando a bunda e a xoxota, enfiando
os dedos. A gata abria mais as pernas, facilitando meu trabalho. Seu
companheiro resolveu fazer as apresentações: ‘Você
deve ser o Carlos. Eu sou o Rodrigo. Ela é a Cláudia.’
Em pouco tempo, eu também já
estava nu. Tirei a minicalcinha de Cláudia, revelando uma xaninha
rosada e peluda. Eu me concentrei no buraquinho mais de cima. Com a
cabeça do pau, fui forçando a entrada naquela bunda. Mas
a morena, sempre chupando a vara de Rodrigo, pegou meu membro com a
mão e, num movimento preciso, colocou-o na entrada da xoxota.
Depois, jogou o corpo para trás. Em um segundo, toda a minha
pica tinha sido engolida por aquela boceta. Cláudia remexia
com força.
Quando eu já estava quase gozando, ela
largou a pica de Rodrigo e falou: ‘Agora vamos inverter.’ Tirou meu
pau de dentro dela e virou-se na cama. Enquanto Rodrigo agora metia
naquela xereca, a boca vermelha e quente da morena começava a
tratar do meu caralho. Ela chupava com técnica, usando a língua
e os lábios.
Era uma delícia ver aquela linda gata
sugando minha pica, ao mesmo tempo em que eu apertava seus seios rijos.
Não resisti e gozei forte na garganta de Cláudia.
Gulosa, ela lambeu até a última
gota. Rodrigo também já estava satisfeito. Ele foi tomar
um banho e eu me vesti no quarto mesmo, enquanto Cláudia, cansada,
permanecia deitada na cama, com as pernas bem abertas, toda esporrada,
provavelmente esperando para ser fodida mais uma vez pelo próximo
que entrasse no apartamento.
Fiquei animado e voltei no dia seguinte. Como
era de manhã, não tinha muita esperança de encontrar
alguém. Para minha surpresa, novamente, ao entrar na sala, ouvi
gemidos vindos do quarto. Como da outra vez, espiei da porta. Era uma
garota lindíssima, que não devia ter mais do que 20 anos,
se masturbando na cama. Os peitinhos pequenos e duros pareciam querer
rasgar a camiseta de malha branca que ela usava. O rosto bonito — tinha
cabelos castanhos curtos, olhos verdes e lábios grossos — se
contorcia de prazer. Com as pernas bem abertas, massageava o grelinho
ao mesmo tempo em que enfiava três dedos na buceta. E que pernas!
Compridas, bem-torneadas, deliciosas. Ela rebolava com gosto, buscando
o máximo de prazer.
Numa
hora, se virou na cama, mostrando a bundinha arrebitada. Pegou na gaveta
da mesinha de cabeceira um grande caralho de plástico e enfiou
toda na xoxota, gemendo ainda mais alto. Foi quando ela me viu e, com
um sorriso, me convidou a participar da festa.
Nessa altura, eu já estava em ponto
de bala. Paola (esse era o nome da gata) não perdeu tempo. Foi
logo alisando meu pau por cima da calça. Depois, tirou toda a
minha roupa, colou o corpo todinho ao meu e me deu
um gostoso beijo na boca. Sentir aquela lingüinha junto à
minha foi o máximo! Enquanto nos beijávamos, apalpei à
vontade aquele corpo. Alisei as costas, a barriga lisinha; quando passei
a mão pela bunda e rocei a ponta do dedo no buraco daquele cú,
senti os pelinhos se arrepiarem. Encostei de leve na boceta. As coxas
de Paola já estavam todas meladas, o tesão escorria pelas
pernas. Arranquei a camisetinha da gata e caí de boca naqueles
peitos pequenos e pontudos. Em seguida, foi a sua vez de mamar na minha
pica. Engoliu-a quase toda e sugava com força. Quando eu já
estava quase gozando, pedi para ela parar.
Estava deitado na cama com a vara em riste
e a gostosa fez a dança da garrafa. Vê-la toda nua, dançando
com as pernas abertas em cima do meu pau, era um espetáculo especial.
Até que não agüentei mais e puxei-a
para baixo, enfiando tudo de uma só vez. Paola deu um grito tão
alto que, se a vizinhança ainda não desconfiava do apartamento,
ia passar a desconfiar. Logo gozamos.
Insaciável, a gata sussurrou no meu
ouvido: ‘Agora me fode por trás.’ Como recusar um pedido desses?
Virei Paola de quatro na cama e, abrindo bem
a bunda com as mãos, comecei a umedecer o buraquinho com a língua.
A cada lambida, ela soltava um gemido. ‘Agora mete’, pediu.
Não a deixei esperando. Com cuidado,
fui enfiando meu caralho naquele cú apertado. Minha parceira
gritava de dor e prazer, sempre rebolando. Passou a urrar mais ainda
depois que pegou a pica de plástico e a enfiou
inteira na boceta. Enfim, derramei dentro dela meu leite quente.
Eu ainda nem tinha retirado meu pau de dentro do cuzinho maravilhoso
de Paola, quando ouvimos um ruído de chave na porta.
Mas isto é outra história.
Ou melhor, muitas outras histórias, do tempo em que durou aquele
sensacional Palácio da Suruba.
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