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Raspadinha para duas bocas

      Estava quase na hora de acabar minha sessão de ginástica quando uma amiga se aproximou dizendo que gostaria de apresentar um amigo. Segundo Regina, ele estava de passagem pela cidade, a caminho de São Paulo, e adorava conhecer novas pessoas. Para recepcioná-lo, ela organizou uma festinha, que aconteceria naquela noite. Imediatamente, lembrei das festas malucas que Regina organizava. Ela conseguia reunir sempre pessoas bonitas e animadas. Inevitavelmente, me dava bem, conseguindo novos namoradinhos na casa dela.
      
Mas, naquela noite, acabei me enrolando é só pude chegar na casa da Regina depois das 22h. O som estava altíssimo e a festa parecia a pleno vapor. Estranhei quando minha amiga abriu a porta usando apenas uma microcalcinha. Numa mão, uma taça de champanhe. ‘Que bom que você veio, o Aldo vai adorar’, saudou.
      Apesar da música alta, eles estavam sozinhos. Como já disse, ela de calcinha e ele peladão, esparramado nas almofadas, com um caralho lindíssimo, brilhante e duro. Um sorriso nos lábios denunciava as (boas) intenções do rapaz. ‘Senta aqui do meu lado’, convidou. Já entrando no clima, eu disse que precisava beber uma taça: ‘Ainda estou sequinha.’
      Foi o bastante para Regina derramar alguns goles no cacete de Aldo e passar a taça para mim. Enquanto bebia, ficava admirando Regina iniciar um boquete maravilhoso naquela jeba reluzente. Aldo não tirava os olhos das minhas pernas e resolvi provocá-lo. Sentada em frente a ele, abri mais as pernas. Os olhos dele brilharam: eu estava sem calcinha, com a boceta toda raspadinha.
      Concentrada no trabalho de sopro, Regina nem percebia o que eu fazia. Para enlouquecê-lo ainda mais, passei um dedo no meu grelinho. Aldo segurava os cabelos de Regina com força, não se agüentando de tesão. Na hora de gozar, estremeceu, sem tirar os olhos da minha racha já molhadinha.
      Q uando Regina se levantou, pude ver um pouquinho de porra nos lábios. Depois, pude prová-la. Excitadíssima, minha amiga me deu um longo beijo de língua com gosto de pica. Aldo juntou-se a nós me pegando por trás com a pica dura novamente e uma das mãos apertando minha xana por baixo da saia.
      Aos poucos, os dois foram descendo, me enchendo de beijos e mordidinhas. Enquanto Regina ocupava-se do meu grelinho, Aldo lambia meu cuzinho e os grandes lábios. Nunca tinha acontecido nada parecido comigo e eu estava adorando, gozando em pé, fraca das pernas.
      Aos poucos, fui me ajoelhando, ainda com Regina por baixo. Quando fiquei de quatro, Aldo passou a brincar com o pau na minha bunda. De repente, ele saiu e voltou com uma taça de champanhe, lavando o pau com a bebida. Aos poucos, foi forçando a entrada no cuzinho com o pau geladinho. Em curtíssimo tempo, já estava tudo dentro.
      Regina ficou agitada com aquilo, alternando lambidas na minha xoxota e no saco de Aldo. Parecia uma cena de vídeo erótico e eu estava me sentindo a própria estrela em ação. Aquela caceta dentro do meu cuzinho era tudo que queria naquela noite. Para retribuir o prazer, passei a chupar o grelinho de Regina, arrancando os mais gostosos líquidos da minha amiga. ‘Vocês são demais’, gritei, gozando como nunca, com a porra escorrendo pelas minhas coxas durinhas.
      Para comemorar, Regina abriu outro champanhe e começou a nos dar um banho relaxante. Na farra, um lambia o outro. Empolgado com as minhas lambidas no pau dele, nosso amigo quis comer a xoxota espumante de Regina. Para não ficar de fora, fiquei um pouco acima da cabeça dela. Assim, enquanto metia em Regina, Aldo lambia o champanhe depositado em minha grutinha.
      Nem preciso dizer que gozamos de novo. Ao escrever esta carta, tenho diante dos meus olhos um convite para outra festa na casa de Regina. ‘Além do Aldo, teremos a presença de Gustavo e Francisco. Ah, o champanhe já está gelando’, diz o recado. Claro que não vou perder esta suruba. Depois, conto tudinho para vocês.

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