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De pai para
filhos
Tipo
mignon, 1,64m, 51kg, 25 anos, sou uma mulher que curte bastante a vida.
Encorajada pelo meu atual namorado, vou contar uma coisa que me aconteceu
há alguns anos e que espero que possa levar uma pitada de prazer
a todos vocês.
Estava
namorando Marcelo, um homem muito bonito. Separado, ele tinha sido pai
precocemente. Aos 18 anos, tornou-se pai de Marcelinho, e um ano depois
nascia Rodrigo, frutos de um casamento também bastante precoce
que, pelo que me contou, acabou quando ele tinha 28 anos. Quando o conheci,
ele estava com 36 anos e achei-o muito interessante. Começamos
um namoro que logo se firmou.
Resolvemos
passar aquelas férias de verão no litoral baiano. Fiquei
meio chateada quando ele me disse que teríamos a companhia de
seus dois filhos. Ele explicou que eles já eram grandes, independentes
e não nos incomodariam. Marcamos a viagem para uma terça-feira.
Rodrigo chegaria á Brasilia um dia antes, na segunda-feira, e
embarcaríamos no dia seguinte para Belo Horizonte, onde encontraríamos
o Marcelinho, e de lá seguiríamos para o sul da Bahia.
Tudo
combinado, na segunda-feira, véspera da viagem, Marcelo me apanhou
em casa para que eu dormisse no seu apartamento, e disse que ainda teria
de voltar ao trabalho no dia seguinte para resolver alguns problemas
pendentes. Em seu apartamento, fui recebida por Rodrigo, um de seus
filhos, que se mostrou muito amável e atencioso comigo. Como
o apartamento tinha apenas um quarto, Rodrigo se arrumou para dormir
na sala.
Á
noite, ao nos deitarmos, eu e Marcelo, como sempre fazíamos,
começamos á trocar carinhos e partimos para um gostoso
amor com muitos beijos e inevitáveis gemidos. No auge da transa
percebi, sob a porta, sombras que cortavam a claridade e denunciavam
a presença de alguém que se movimentava próximo
da porta. A sensação de estar sendo bisbilhotada na transa
despertou-me um enorme tesão e alcancei um orgasmo alucinante.
No
dia seguinte, Marcelo saiu cedo para o trabalho e eu permaneci na cama.
Ao
levantar-me e abrir a porta, quase esbarrei em Rodrigo, que se dirigia
ao banheiro apenas de cueca e numa excitação que me deixou
extasiada. Ficamos imóveis e ele, com certo constrangimento,
fez sinal para que eu fosse ao banheiro primeiro. Ainda paralisada na
frente dele, devolvi a gentileza, com outro sinal de mão, sem
contudo deixar de olhar para o seu belo e jovem corpo e sua ereção,
que chegava a escapar da cueca, delineando um maravilhoso instrumento.
Fui
ao banheiro e, ao sair, já encontrei vestido com uma bermuda
que delineava bem o seu corpo. O constrangimento de momentos antes foi
se transformando em descontração á medida que tomávamos
café e comentávamos sobre o imprevisto que nos impediu
de viajar logo pela manhã. Rodrigo me contou que morava em Belo
Horizonte e que estava em Goiânia visitando os avós.
Por
volta do meio-dia, Marcelo ligou e pediu que viajássemos, eu
e Rodrigo, por que ele dificilmente conseguiria resolver os problemas
antes da quinta-feira. E, afinal, Marcelinho, outro de seus filhos,
nos aguardava em Belo Horizonte. Marcelo prometeu que viajaria de avião
na quinta á noite. Lamentamos, mas decidimos partir naquele mesmo
dia. Pegamos a estrada por volta das treze horas e, após duas
ou três horas de viagem, senti que o pneu estava baixo. Paramos,
efetuamos a troca. Rodrigo disse que ia aproveitar para "tirar a água
do joelho". Propositadamente, ele se posicionou de tal forma que o retrovisor
me colocava como uma privilegiada espectadora.
Fiquei
admirada com a beleza e o tamanho do cacete semiduro daquele rapaz.
Ele o balançou como quem tinha a convicção de que
estava sendo observado e apreciado. Voltou ao carro estampando um sorriso
maroto e prosseguimos viagem. A conversa descontraiu a viagem sem que
se perdesse aquele clima de cumplicidade que se instalara desde o primeiro
contato da manhã. Quando começou a escurecer, resolvemos
parar e, coincidentemente, um motel se apresentou próximo da
estrada.
Percebi
que ele ficou excitado com a possibilidade de passarmos a noite por
lá. Criei coragem e entramos. Reconhecemos os espaços
da suíte que, muito bonita, oferecia hidro-massagem e sauna,
além dos sempre presentes espelhos espalhados pelas paredes e
pelo teto. Retiramos algumas peças de roupa da bagagem, e em
seguida Rodrigo entrou no banheiro, lavou-se e apareceu enrolado em
uma toalha. Envolvida por uma irresistível excitação,
segui para o meu delicioso banho. Ao retornar, encontrei Rodrigo sentado
na cama assistindo a um filminho pornô. Fiquei meio sem graça
e perguntei se ele já tinha visto algo do gênero.
Embora
permanecesse enrolado na toalha, percebi sua indisfarçável
excitação. Também enrolada em uma toalha sentei-me
ao lado dele e, ainda mais excitada, comecei a passar as mãos
pelas suas costas, soltei a toalha e descobri seu belo e jovem corpo,
que ostentava, um enorme e bonito cacete, completamente duro.
Quando
envolvi o cacete com a minha mão, Rodrigo suspirou profundamente
e se deitou, oferecidamente. Safei-me também da toalha e passei
á chupá-lo por inteiro. O rapaz passou a retribuir as
carícias com imenso tesão. Quando dei por mim, estávamos
num delicioso 69. Como era bonito o seu cacete! Era grosso e maior que
o do próprio pai. Que delícia! Tomado por um tesão
incontrolável, ele virou-me e penetrou de forma tão viril
e numa só estocada que gozamos de imediato. Rodrigo parecia satisfeito,
mas não saciado. Ele saiu e me penetrou novamente, comendo-me
com toda a sua energia. De quatro, sentia o vigor, a potência,
a grossura e o cumprimento do cacete do insaciável garanhão.
Depois de muita brincadeira e de mais um gozo arrebatador, dormimos
abraçados.
Despertei
na manhã seguinte com nova penetração, que só
foi possível porque permaneci molhadinha a noite inteira. Mais
uma vez foi incrível, pois parecia que o caralho estava maior
e grosso. Se dependesse dele, continuaríamos por muito mais tempo
aquele jogo de amor. Mas, após mais uma gozada divina, tomamos
um banho e partimos.
Durante
o restante da viagem, Rodrigo me contou que tivera uma namorada da mesma
idade dele e que transavam muito, tanto na casa dele como na dela. Entendi
de onde vinha a presteza e a desibinição do rapaz.
Ao
chegarmos a capital mineira, rumamos ao encontro de Marcelinho. Permaneci
em frente ao prédio em que moravam, Rodrigo subiu e minutos depois
reapareceu acompanhado do irmão. Mais parecido com o pai, Marcelinho
também era muito bonito. Apesar do diminutivo do nome, era mais
alto do que o Rodrigo, que parecia um garotinho perto dele. Nos apresentamos
e eu, embora ainda pouco a vontade, achei-o interessantíssimo.
Que loucura! Onde estou me metendo?- pensei comigo mesma.
Colocamos
as malas deles no carro e partimos. Pela conversa de ambos, senti que
Rodrigo deveria ter comentado com o irmão o que aconteceu na
viagem. O clima ficou ótimo quando os rapazes começaram
a contar sobre suas namoradas, estudos e a fazer mil perguntas sobre
a minha vida e o namoro com o pai deles, Marcelo.
Pela
minha cabeça passavam um milhão de coisas e, num determinado
momento, resolvi relaxar e deixar acontecer. Assim que a noite começou
a vencer o dia, decidimos parar. Fiquei indecisa, mas não resisti
á esfuziante e tentadora sugestão de Rodrigo para que
dormíssemos num motel.
Marcelinho
lembrou que seria difícil a entrada de três pessoas para
um mesmo quarto e sugeriu a Rodrigo que se escondesse atrás dos
bancos. Coberto pelas bolsas e travesseiros que levávamos, entramos
sem maiores problemas. A insólita situação criava
uma grande cumplicidade que deixava todos anciosos, mas determinados
em relação aos seus objetivos.
Rodrigo
tomou banho primeiro, eu sucedi a ele e ao sair do banheiro encontrei
os dois embrulhados em suas toalhas assistindo ao filme pornô.
Marcelinho se levantou para o banho e meio sem graça, tentou
esconder a ereção. Trancou-se no banheiro e eu, há
muito tempo superexcitada, fui as nuvens quando Rodrigo me abraçou
por trás já completamente nu e excitado. Virei-me e começamos
uma deliciosa batalha de línguas. Estávamos num gostoso
69 quando senti as mãos de Marcelinho me acariciando. Ele era
lindo e, nuzinho, muitíssimo parecido com o pai. Foi irresistível.
Coloquei
os dois em pé, perfilados, á minha frente e admirei tanta
beleza. Embora menor de corpo e mais baixo, Rodrigo tinha um cacete
maior que o do irmão. Aproximei-me de ambos e passei a chupar
aqueles dois belos falos juntos e em revezamento.
Em
poucos minutos estavam esguichando uma na cabeça do outro e eu
lamento tudo. Momentos depois, os dois partiram para cima de mim e me levaram
á loucura com as deliciosas línguas. Comeram-me ora um,
ora outro e até os dois juntos. Foi uma festa!
Dormimos
e partimos para nosso destino não sem, antes, promover a deliciosa
brincadeira matinal. A viagem prosseguiu gostosamente. Por várias
vezes, porém, tive que pedir a meus rapazes que se contivessem,
até o fim de nossa viagem. Nem preciso dizer que a chegada foi
aquela loucura. Aliás, estávamos transando quando o telefone
tocou e Marcelo, o pai dos fogosos rapazes, nos avisou que chegaria
á noite. Foi delicioso conversar com ele pelo telefone sendo
penetrada pelo Rodrigo que, sem parar de me comer, disse ao pai que
estava adorando a viagem. Curtimos as horas que restavam daquele dia
e, á noite, recebemos o Marcelo, todo empolgado porque os "meninos"
estavam adorando a viagem.
Á
noite, como era de se esperar, Marcelo estava taradíssimo e transamos
bastante. Ele me achou superdeliciosa, apesar de aparentar certo cansaço,
atribuído à longa viagem. Pela manhã acordei com
Marcelo me bolinando e me espetando com aquele membro teso. Transamos
mais uma vez e Marcelo se levantou para caminhar pela praia. Cansada,
eu disse que continuaria deitada. Virei-me de lado e voltei a despertar
com uma mão que me alisava e um cacete duro que roçava
a minha bundinha. Ao levar a mão àquele membro percebi,
pelas dimensões, que era de Rodrigo.
Antes
a minha preocupação, Rodrigo tranquilizou-me dizendo que
os Marcelos pai e filho, haviam saído para caminhar pela praia.
Deu um tesão danado e transamos loucamente.
Nos
dias seguintes, sempre pela manhã, um dos dois ia caminhar pela
praia com o pai, que já me deixava ensopadinha para quem "ficava
dormindo"até mais tarde. Foram quinze dias de total loucura.
M.S.
– Brasília - DF
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